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Archive for setembro, 2017

CBF age para desmoralizar Campeonato Brasileiro

setembro 30, 2017

Não se sabe, ainda, por quais motivações, embora boa parte das emissoras de tv sejam contrárias aos campeonatos disputados em pontos corridos (o Blog do Paulinho defende o regulamento), a CBF tem atuado, sorrateiramente, em procedimentos desmoralizadores do Campeonato Brasileiro.

Este ano, por exemplo, colocou a Copa do Brasil para concorrer com o Brasileirão, esvaziando o principal torneio do país.

Em 2018, o ataque continuará.

Segundo calendário divulgado ontem pela Casa Bandida, teremos rodada do Brasileiro no dia anterior à abertura da Copa do Mundo, o que, por razões evidentes, trata-se de um descalabro.

Talvez as coisas melhorem em 2019, se, em projeção otimista, o FBI conseguir acelerar a morosa investigação brasileira sobre os procurados da CBF, Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, a condenação definitiva de José Maria Marin na Corte Americana e a prisão, quiçá, de malfeitores ligados a clubes de futebol brasileiros que receberam propinas e foram delatados pela Nike, alguns deles líderes oposicionistas de olho no poder do futebol nacional.

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União dos Monteiro Alves com “Fora Dualib” revela pântano político do Corinthians

setembro 30, 2017

Repercutiu ontem, na imprensa, nova chapa formada no Corinthians, denominada “Preto no Branco”, com objetivo de disputar vagas no Conselho Deliberativo.

É a união da controversa família Monteiro Alves com assalariados do clube, ligados ao movimento “Fora Dualib”, viabilizadores dos assaltos praticados (alguns por ação, outros por conveniência) pelo deputado federal Andres Sanches (PT) no Parque São Jorge.

Ao observar os 25 nomes listados têm-se, com exatidão, o extrato do quão pantanosa foram as últimas administrações no alvinegro (quase todos delas participaram).

De cara, alocaram-se quatro integrantes do clã “Monteiro Alves”, investigados por crimes diversos.

O mais conhecido é Adilson Monteiro Alves, notório pelo período da “Democracia Corinthiana”, fama que jogou pelo ralo ao fazer, sem limites morais, de tudo e mais um pouco ao eleger-se Deputado Estadual.

Os casos envolvendo “bingos”, pelos quais boa parte da família foi indiciada, remete a filmes de gangsters popularizados pelo cinema americano.

O ex-diretor de futebol Duílio Monteiro Alves também concorre, com a fama de ter contribuído para crimes cometidos por Andres Sanches (em transações de atletas), entre os quais o que está sendo investigado pelo FBI, em Miami, referente a ocultação de valores, recebidos indevidamente, na contratação de Alexandre Pato.

O golpe, completo, pode ser conferido no link abaixo:

https://blogdopaulinho.com.br/2015/06/19/detalhes-com-documentos-da-criminosa-transferencia-de-alexandre-pato-para-o-corinthians/

Tanto Sanches quanto Duílio tiveram que sair corridos dos EUA.

Boa parte da família “Monteiro Alves” teve que fugir, também, de Andradas/MG, local em que tentaram, pelo PT, ingressar, sem sucesso, na política local, através da candidatura de Ciro Monteiro Alvez, que agora aventura-se no Corinthians.

Entre os “Fora Dualib”, grupo que, entre 2006 e 2007 foi financiado pelo dinheiro limpo de Kia Joorabchian para trabalhar pelo projeto de poder do grupo de Andres Sanches, e que depois, alçados ao poder, viveram às custas do clube nos últimos dez anos, os mais notórios são:

Eduardo Ferreira

Tratado na época da queda de Dualib como “Edu dos Gaviões”, e, posteriormente, como “Gaguinho”, Eduardo Ferreira serviu, na última década, como preposto de Andres Sanches para os mais diversos atos de imoralidade.

Intermediou obras no clube, esquematizou vendas de ingressos paralelas, chegando, por conta da lealdade aos desvios de conduta, ao mais almejado cargo no Parque São Jorge, o de Diretor de Futebol, sempre submisso, sem voz de comando, obedecendo ordens do deputado, mas embolsando, dizem, quantia que parece ter alterado sua condição financeira.

Se no período do “Fora Dualib”, em que praticava atos de violência contra conselheiros octogenários e até jornalistas, o vulgo “Gaguinho” vendia o almoço para pagar o jantar, agora não mais, porque, mesmo sem receber salários, oficialmente, abriu empresas (que fizeram negócios com o Corinthians) e comprou imóveis, um deles no afamado bairro do Morumbi.

Donato Votta

Donato Votta, para alguns, Donato “da erva”, por conta de hábitos evidentes, no período de “Fora Dualib”, foi responsável, pela extrema habilidade em distorcer a verdade, por comandar, entre outras coisas, os grupos que se revezavam pela internet (principalmente no Orkut – pouco se falava de facebook à época), com objetivo de, seguindo a cartilha de Rosenberg, vender a biografia mentirosa de Andres Sanches, tratando-o como “grande empresário” e “homem sofrido do povo”, discriminado e perseguido.

Dizia, como boa parte de seu grupo, que não aceitaria cargos no Parque São Jorge e estava trabalhando para ajudar o Corinthians.

Nos últimos anos, em todas as gestões, ocupou diretorias no Timão.

Elie Werdo

Discreto, Elie Werdo foi vice-presidente do clube, responsável por aproximar os malfeitores da “renovação e Transparência” da velha guarda alvinegra, ocultando verdades e servindo de apoio aos desmandos.

Fábio Petrillo e Fabrício Vicentim

Todos os grupos necessitam de “carregadores de piano”, aqueles que servem o café em reuniões e comem as sobras dos desvios de conduta, razão pela qual justifica-se os nomes de Fabio Petrillo (que ocupu cargo no TI do clube) e Fabrício Vicentim, insignificantes, inclusive, na época de “Fora Dualib”, mas eficientes na serviçalidade.

Fernando Matheus

Vicente Matheus e Isidoro, notórios ex-dirigentes do Corinthians, reviram-se no túmulo ao observar o sobrenome mais famoso do clube ser representado pela amoralidade de Fernando, que sempre discursou contra a “corrupção”, mas aliou-se, na política alvinegra, a notórios malfeitores alvinegros.

Não por acaso a ex-presidente do Timão, Marlene Matheus, mantém segura distância do aparentado.

José Luis Cecílio

José Luis Cecílio, vulgo “Zé da Mooca”, no período “Fora Dualib”, era também dos que trabalhava, ao lado de Donato “da Erva” e Doni “Bob Cuspe”, no submundo da internet, distorcendo verdades e atacando adversários.

A lealdade aos malfeitores garantiu-lhe sustento e cargos no Parque São Jorge.

Atualmente faz parte do Comitê de Ética, atuando ao lado de Sérgio Alvarenga para engavetar denúncias contra a diretoria.

Anderson Cesario

Cesário é discreto, espécie de “mão de obra” e, talvez por conta disso, foi colocado para exercer funções ao lado de Donato “da Erva”, no Departamento Cultural e nos desmandos da Arena de Itaquera, local em que enxergar e não contar é absolutamente desejável.

Yule Bisetto

Yule surgiu como “blogueira” combativa contra os desmandos do Parque São Jorge, foi cooptada, e, sem constrangimentos, passou a elogiar aqueles que tratava como marginais no Corinthians.

Premiada pelo serviços prestados, ganhou coluna no “Blog do Torcedor”, da Globo.com, em que deu sequência ao trabalho informal de distorção da realidade alvinegra.

Ao término do período de internet, foi incorporada como funcionária da Arena de Itaquera, local em que, por alguns trocados, segue bajulando e servindo a dirigentes.

Sidney Junior

Sidney Junior assumiu o lugar de “Gaguinho” quando este saiu da Ouvidoria do Corinthians, prestando-se a anotar o nome de insatisfeitos para, depois, colocá-los em “lista negra” da diretoria no Parque São Jorge.

Jair Lima

Ex-assessor das categorias de base do Corinthians, dirigida por notórios corruptos, “jairzinho” ganhou e deixou ganhar, sem pudores ou constrangimentos.

Frequentava, também, a ouvidoria, local em que colhia denúncias para repassá-las aos denunciados.

Marcel Budau

Marcel Budau é conhecido como “laranja” de Edu “Gaguinho”, responsável por tocar obras dentro e fora do Parque São Jorge, entre as quais creche que serviu de contrapartida ao estádio de Itaquera.

Tomas Kalil

Salta aos olhos a inclusão do nome de Tomas Kalil, filho do vice-presidente Jorge Kalil, que discursava, até outro dia, dizendo-se infiltrado na diretoria para combater e revelar a corrupção de Andres Sanches.

Kalil sempre tratou os agora companheiros do filho, pelas costas, como “vagabundos”.


Há outros nomes, não listados pelo Blog do Paulinho, pela absoluta insignificância, mas anuentes com o sistema vigente no Parque São Jorge, que podem ser conferidos no link a seguir:

http://chapapretonobranco.com.br/integrantes/

Seja qual for o resultado das eleições, a simples composição de chapa com nomes tão deploráveis trata-se de evidente derrota política de um clube tão grandioso que merecia ser mais respeitado.

Empresa gestora do “Arena Experience” vende palestras “por fora”, às costas do Palmeiras

setembro 30, 2017

Alvaro Parisi

Desde julho, aliada à construtora WTorre, a Arena Experience Marketing Ltda, tornou-se gestora de um “tour” no estádio do Palmeiras, pelo qual cobra R$ 55 por pessoa, com direito a explorar a venda de alguns outros produtos ligados ao passeio.

Entre os quais,  bar temático para integrar fãs e atletas de futebol, competições de games e até a realização de um rapel de 40 metros.

A empresa, estranhamente, foi constituída apenas dois meses antes de fechar o acordo com a construtora, tendo como proprietário o controverso publicitário Rodrigo Geammal, ex-gerente de marketing palestrino da gestão Arnaldo Tirone, contratado dois meses antes deste deixar o cargo, por indicação do então diretor financeiro Antônio Henrique Silva.

Rodrigo Geammal

Seus sócios são Plínio de Lucca Junior, diretor do banco SOFISA (concorrente da CREFISA, patrocinadora do Palmeiras) e Alvaro Dyego Parisi Godoy, dono da marca “Arena Experience”, além doutro comércio, de venda de palestras, pela “SPORTVIA”, ao qual o leitor será familiarizado nas próximas linhas.

Deste “tour” na Arena Palestra, o Palmeiras cede a marca (maior atrativo, evidente, para a presença de público), mas dica com irrisórios 5% da arrecadação, prevista, no período de um ano (cotando todas as fontes de renda – passeio, bar, etc) em R$ 5 milhões, a serem divididos pelos três associados.

Informações dão conta de que a WTORRE, através do ex-dirigente palestrino Rogério Dezembro, cobraria “pedágio” informal de 10%, que, se confirmados, corresponderiam ao dobro do recebido pelo clube de Palestra Itália.

Palestras vendidas “por fora” sem participação do Palmeiras

Apesar do contrato absolutamente vantajoso, os proprietários da Arena Experience, sem o menor constrangimento, estão oferecendo ao público visitante do estádio outros “serviços”, de palestras com celebridades, fornecendo, inclusive nomes, cartões de visitas e valores cobrados.

Leitor do blog, personalidade famosa da imprensa, que será preservada, foi abordada por Alvaro Dyego Parisi Godoy, que lhe sugeriu:

“Eu vendo palestras com todos os jogadores do Palmeiras, atuais e antigos, além de jornalistas… está aqui o meu cartão… é só entrar em contato que te passo a relação”.

“O Edmundo (comentarista) custa R$ 15 mil, o Cesar Sampaio é R$ 7 mil, tem também o Mauro Beting… mas com ele preciso checar os valores”

Deste negócio paralelo, o Palmeiras nada recebe.

Ao investigar a “Super Via”, empresa em nome de Alvaro Parisim, utilizada para a comercialização das palestras em meio aos serviços da “Arena Experience”, descobrimos extensa lista de personalidades que são oferecidas pelo grupo para serviços diversos, inclusive “presenças Vips”:

São eles:

Ademir da Guia, Amoroso, Alosio Chulapa, Amaral, Bebeto, Biro-Biro, Cesar Sampaio, Cesar Maluco, Daniela (seleção feminina), Denilson (BAND), Djalminha, Donizetti “Pantera”, Edmilson, Edmundo (FOX), Euller, Falcão (Futsal), Gilberto Silva, Giovanni (ex-Santos), Jorginho, Juninho Paulista, Luizão, Muller (GAZETA), Neto (BAND), Paulo Sérgio, Rivaldo, Ronaldão, Ronaldo Giovanelli (BAND), Rosana (Seleção feminina), Serginho Chulapa, Silas, Taffarel, Tamiris (Sel, Fem), Túlio Maravilha, Vampeta, Veloso (BAND), Viola, Zé Roberto, Zetti e Zico.

O nome de Mauro Beting não aparece na relação de agenciados da “Super Via”, apesar de oferecido pelo dono da “Arena Experience”, o que sugere arriscada tentativa, talvez, de vender o que não possui para tentar, em sequência, acertar-se com o provável palestrante.

Rolo de Robinho no Santos somente apareceu por conta de ação judicial

setembro 30, 2017

Em 2015, o presidente Modesto Roma Junior, aprendiz dos hábitos de Marcelo Teixeira, pagou, por fora, sem contrato assinado nem contabilização no balanço, R$ 1 milhão em luvas para o jogador Robinho.

Sabe-se, nos bastidores, que esse tipo de acerto, em regra, costuma beneficiar bem mais gente do que o próprio agraciado, desde dirigentes do clube até agentes de futebol.

Dois anos após, por conta de ação judicial impetrada pelo atleta cobrando valores que considera devidos pelo Peixe, Modesto foi obrigado a revelar a operação, sem, porém, explicar, mesmo após confrontado pelo Conselho Deliberativo, devidamente o procedimento.

Trata-se de grave desvio de conduta, que o presidente do Peixe justificou com inconvincente “mea culpa” ao dizer:

“Sim, foi um acordo verbal que eu deveria ter contabilizado à época”

O rolo de Robinho evidência práticas nebulosas de uma gestão marcada pela falta de transparência (quantas mais podem estar escondidas ?), incompatível com a grandeza de um clube mundialmente conhecido, que precisa ser substituída, mas que não pode, por conta disso, ser entregue a outros praticantes de “Rollos”, ligados à criminalidade, e que agora apresentam-se como “salvadores da pátria”.

Estádio do Canindé é oferecido em Leilão por R$ 94,4 milhões

setembro 30, 2017

Alexandre Barros

Na próxima terça-feira (03), às 15h, será realizada nova tentativa de leiloar o estádio do Canindé, para pagamento de pendências com o conselheiro da Portuguesa, Carlos Alberto Duque, e doutras dívidas, trabalhistas, com jogadores diversos, representados pela Dra. Gislaine Nunes.

O procedimento havia sido suspenso, mas foi retomado por conta de descumprimento de acordo firmado entre o presidente do clube, Alexandres Barros, com todos os credores.

Construção e terreno foram avaliados pela Justiça em R$ 157.454.864,86.

Porém, por conta de tratar-se do segundo leilão (no primeiro não houve interessados), o valor do lance inicial foi reduzido para R$ 94.472.918,91, que, se forem confirmados, ocasionarão grande prejuízo à Lusa.

Até o momento 14.071 pessoas visitaram o perfil do estádio exposto na internet, sem, porém, nenhuma efetivação de proposta.

Íntegra do Laudo de Avaliação do Canindé:

Laudo de Avaliação do Canindé

Matrícula do estádio do Canindé registrada em Cartório:

Matrícula do estádio do Canindé registrada em Cartório

Edital do Leilão do estádio do Canindé:

Edital do Leilão do estádio do Canindé

Gestão Crivella é marcada mais por ausências do que realizações

setembro 30, 2017

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), ao visitar a Rocinha, foi recebido com uma saudação: “Tá sumido, prefeito”.

Ao completar nove meses no cargo, sua administração marcou-se mais pela ausência do que por realizações. Fez cinco viagens internacionais e pouco apresentou. O prefeito reclama de ter sido prejudicado por deficit deixado por seu antecessor. Eduardo Paes (PMDB) nega e o acusa de incompetência.

Talvez ambos tenham razão. Relatório sigiloso que recentemente veio à tona mostra que Crivella e Paes estão irmanados na falta de coragem para enfrentar um dos grandes problemas do Rio. As empresas de ônibus da cidade são tão danosas quanto empreiteiras na alimentação da corrupção nacional.

Consultoria contratada para analisar o sistema de ônibus chegou a constatações estarrecedoras: as tarifas são definidas com base em custos superestimados; itinerários não são cumpridos; motoristas trafegam com excesso de velocidade.

Os donos de consórcio de ônibus no Rio são dos maiores financiadores eleitorais. Paes encomendou o relatório e tratou de escondê-lo. Crivella preferiu ignorá-lo, apesar de o custo de elaboração ter sido pago pela prefeitura.

O prefeito deve estar à espera de algum milagre. Faz parte do estilo do ex-bispo da Universal. Uma demonstração de seu modo de governar tem sido repetida por empresário da área de turismo. Relatou a amigos detalhes de reunião com Crivella. Em determinado ponto, divergiram sobre como a prefeitura deveria proceder para incrementar investimentos na cidade. Quando o empresário insistia em rebater Crivella, disse que o prefeito se levantou, pôs a mão em sua cabeça e imprecou: “Sai, Satanás!”

O empresário desconhece o destino de Satanás, mas contou que tratou de se levantar e de deixar Crivella a sós com seus demônios.

Coluna do Fiori

setembro 30, 2017

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A vida é um palco somente para artistas especializados em fingimento”

Davi Roballo – Pensador

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25ª Rodada da Serie A do Brasileirão-2017

Domingo 24/09

São Paulo 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

Assistente 01: Rodrigo F Henrique Correa (FIFA-RJ)

Assistente 02: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)

Adicional 01: Rodrigo Nunes de Sa (RJ)

Quarto Árbitro: Diogo Carvalho Silva (RJ)

Adicional 02: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)

Inspetor: Sergio Correa da Silva (o todo poderoso da arbitragem na CBF)

Delegado Local: Agnaldo Vieira

Item Técnico

No transcurso da refrega ocorreram 04 lances que chamaram atenção:

1º – Acertou por não ter entrado no vozerio de alguns dos defensores são-paulinos que pediram penalidade máxima no momento da claríssima batida da bola no braço do corintiano Pablo

2º – Errou por não ter marcado o recuo da bola efetuado por Pablo; via TV, observei que:

– antes de tocar na redonda, na maciota, Pablo olhou para ver a posição do goleiro Cassio

3º – Prejudicou a equipe do São Paulo por ter marcado falta inexistente do atacante Pratto no goleiro Cassio, logo após cobrança de escanteio, no lance que terminou com a bola no fundo da rede

4º – Voltou a acertar por não ter caído no barulho dos são-paulinos ao pedirem que marcasse falta do corintiano Rodriguinho no período que tomou a bola de um dos seus oponentes, efetuando o drible, lançando-a, para Clayson marcar o gol que empatou a refrega

Item Disciplinar

04 cartões amarelos para corintianos e 02 para defensores são-paulinos, corretamente aplicados

Repugnante

A atitude tomada por Gabriel, defensor corintiano, por ter executado gestos afrontosos quando da comemoração do gol de sua equipe

Relatório

O nada constar quanto do ato cometido por Gabriel, mesmo não concordando, convenceu-me, que, naquele momento, o árbitro caminhava para o centro do campo

Omissão

Grotesca cometeu o quarto árbitro e demais integrantes da CBF, principalmente, Sérgio Correa da Silva, vez que, estavam de frente, com os olhos bem abertos, no tempo da pachouchada cometida por Gabriel, comprova, que são praticantes do repugnante:

Não vi, não sei e não ouvi

Fluminense 0 x 1 Palmeiras

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-SC)

Assistente 01: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP)

Assistente 02: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)

Item Técnico

Deixou de marcar a claríssima penalidade máxima do atleta Leo, defensor da equipe carioca, no instante que chutou o palmeirense Dudu

Item Disciplinar

Aplicou 04 cartões amarelos, sendo dois para defensores de cada equipe. No todo, poderia e deveria ter sido mais enérgico para com os atletas do Fluminense

Segunda Feira 25/09

Sport 1 x 1 Vasco da Gama  

Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-SC)

Assistente 01: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP)

Assistente 02: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)

Item Técnico

Sandro Meira Ricci estava próximo e de frente pro lance, por este motivo, viu e bem, que a redonda bateu no braço de um dos defensores da equipe carioca, mesmo assim, inexplicavelmente, apontou a marca da cal

Recuou

Por alguns minutos a contenda não prosseguiu; repentinamente, o assistente Marcelo Carvalho Van Gasse que estava bem distante do fato, chamou o árbitro para dizer que não ocorreu a penalidade

Amoral

O chamar do assistente e posterior recuar do árbitro robusteceu a suspeita sobre a sinistra interferência externa provinda dos subordinados do todo poderoso Sérgio Correa

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Politica retroceder

Não está fácil pra ninguém

Troca de comando de assaltantes do erário desmoraliza democracia

Em 13 de fevereiro último, o presidente Temer anunciou à Nação que afastaria temporariamente ministros denunciados por corrupção na Lava Jato. “Se houver denúncia, que é um conjunto de provas, eventualmente que possam conduzir ao seu acolhimento, o ministro que estiver denunciado será afastado provisoriamente. Logo depois, se acolhida a denúncia, e aí o ministro se transformando em réu, o afastamento é definido”, disse o presidente. E completou: “Se alguém converter-se em réu estará afastado, independentemente do julgamento final”. Até agora não contou por que mantém Moreira Franco e Eliseu Padilha em seus cargos, mesmo tendo sido denunciados.

Três meses e cinco dias depois da promessa, os queixos de mais de 200 milhões de brasileiros literalmente desabaram com a revelação feita pelo colunista Lauro Jardim, do Globo, de que o chefe do governo havia recebido o acusado Joesley Batista para um papo íntimo no porão. Quatro meses e uma semana depois, nenhum dos brasileiros surpreendidos recebeu satisfação alguma, convincente ou não, verossímil ou fantasiosa, para o fato. Temer não explicou por que recebeu um delinquente notório (cuja ficha ele mesmo faria questão de divulgar) na calada da noite, na garagem do próprio público onde mora com a mulher e o filho, para discutir assuntos nada ingênuos, como a compra de silêncio de um presidiário e propinas pagas a insignes servidores públicos do Judiciário.

Do ponto de vista da lógica comum dos fatos, além de não justificar ou se desculpar por nada, o mais poderoso dos chefões da República concentrou suas energias para desqualificar o ex-cúmplice tornado oponente, o que, pela lógica, só complicaria a própria situação. Para isso, agarrou-se a particularidades da ordem constitucional vigente no País, conforme a qual o principal mandatário só pode ser processado por quaisquer delitos que cometa antes e depois de haver exercido o cargo. Então, usou sua habilidade de fazer amigos e exercer influência na Câmara, que decidiu mantê-lo no posto, sendo a maioria dos deputados (portanto, ex-colegas) tão ou mais suspeita do que ele e seus auxiliares próximos. Ele não foi golpista quando se beneficiou do impeachment da antecessora, que encabeçou a chapa pela qual foi eleito. Nem é ilegítimo na função que era dela e ele agora ocupa, embora tenha sido denunciado pelo procurador-geral da República por delitos que não são perdoados a um reles punguista ou a um magnata de obras públicas arranjadas por gorjetas dadas a hierarcas da administração do Estado.

Os que berram “Fora Temer” na plateia do Rock in Rio, nas reuniões de artistas que se consideram deserdados dos tempos da tripa forra com o erário no Ministério da Cultura ou nos churrasquinhos de laje devorados na Mesa do Senado, em sua quase totalidade, são os principais responsáveis por sua presença no cargo do qual o querem desalojar. Eles o sufragaram em troca da vitória nas urnas do cérebro menos dotado de nossa politica em todos os tempos. Os índices de pesquisas de opinião pública que o isolam no inferno da impopularidade quase absoluta em nada alteram sua vida. Nem a nossa.

O Barômetro Político, pesquisa mensal do Instituto Ipsos, calculou o desapreço por sua pessoa (que nunca primou pela simpatia), por sua equipe (que não é um modelo de ética) e por seu governo (valhacouto de medíocres sem credibilidade) em 94%. Isso não indica que os pesquisados estejam dispostos a marchar por seu afastamento. Não devemos nos espantar com isso. A ressaca de 2013 também não impediu o triunfo da chapa de Dilma, da qual ele era o segundo, na eleição no ano imediato. A vitória nas urnas foi comprada, conforme atestam fartas provas queimadas na fogueira de vaidades de ministros do Tribunal Superior Eleitoral, executando o réquiem de sua justiça especial sob a batuta de Gilmar Mendes, ministro da mais suprema, mas não a mais supimpa das Cortes.

Num espasmo de otimismo, impróprio em análise séria da nojeira que é a prática política no Brasil de hoje, muito maior do que a que já era comum em tempos que pareciam mais sombrios, pode-se conjeturar que o povo na rua não derrotou Dilma e Temer na urna. Mas expeliu-a do poder num impeachment que deixou imenso passivo. Se, ainda assim, se aceitar uma conexão qualquer entre as manifestações de 2013 e a deposição de 2016, será para constatar que o pesadelo do maior escândalo de corrupção da História não acabou. Pois apenas foram trocados os mandachuvas. E a desmobilização de hoje é claramente justificável. Ir às ruas pra quê? Pra trocar os dólares na cueca do assessor do deputado José Guimarães por milhões de reais de Geddel Vieira Lima fotografados no apartamento de um laranja? Ora, convenhamos, uma falcatrua oculta de Vaccari e Palocci não justifica anistiar a corrida na porta da pizzaria, piada pronta da metáfora concretizada, mantendo a mochila, mas trocando o portador. Seria contar demais com a proclamada bestialidade do cidadão comum, escorchado, sim, mas não escrachado a esse ponto.

A caradura de Carlos Marun, Beto Mansur e Darcísio Perondi não foi rígida a ponto de livrar o chefinho Cunha e sua deslumbrada consorte de risco de sofrerem incômodos da carceragem do inferno prisional em que as concorrências e a honra dos homens públicos têm idêntico desvalor. Mas mais do que bastam para garantir a permanência de dom Michel no poder. Palmas para eles, pois! Só que até o cinismo no grau praticado por essa escumalha de raposas, que nunca se fartam de fígado gordo de ganso, é insuficiente para evitar as consequências nefastas de sua desfaçatez.

Há quem comemore a queda do recente índice de rejeição do presidente do conselho deliberativo do assalto inicial aos cofres da viúva, Lula da Silva, na citada pesquisa do Instituto Ipsos. Ela seria um feito que demonstraria a imunidade do multirréu perante o cidadão comum. Essa gente carece de umas aulinhas de aritmética. Entre os enxovalhados da pesquisa, o chefão do mensalão e do petrolão é aquinhoado com 59% dos que nunca votariam nele de jeito e maneira. A curva descendente registra também a curva decadente: o número arrefece o ânimo de quem sonha vê-lo de volta ao trono. O consolo que eles podem ter é que o clube dos reis da rejeição tem sócios tão ilustres como o mais visado de todos. O campeão, inalcançável, é dom Michel, o Único, com 94%. Mas há quem chegue perto: caso de Aécio Neves, o príncipe das Gerais, com seus significativos 89%. Mas o sujeito ainda conspira para ser candidato. Não desiste nem correndo o risco de repetir o vexame do dr. Ulysses Guimarães em 1989, na eleição que consagrou o carcará sanguinolento da Alagoas dos marechais, agora de volta á berlinda nà cloaca geral brasileira.

Outros aspirantes ao pódio têm a matemática do segundo turno como adversária fatal. O anestesista Geraldo Alckmin, picolé de chuchu cada vez mais aguado e pretendente confesso, tem 75%. Henrique Meirelles, a esperança branca do chamado mercado, bateu em 66%. Ciro Gomes, salvação da lavoura dos deserdados do lulismo, ostenta 64%. Jair “Boçalnaro”, comemorado nas redes sociais em que batem caixa os nostálgicos da tortura e da corrupção escondidas da ditadura fardada, 63%, Marina da Selva, que só deixa o seringal na boa, não baixa de 60%. Mesmo João Doria, favorito dos coxinhas dos Jardins e adjacências, figura com 58%. Dos citados escapou o juiz aposentado Joaquim Barbosa, com 41%, num empate técnico com a aprovação de 38%. Sergio Moro, juiz em atividade (e que atividade!), já não desperta os suspiros de antanho, embora a desaprovação que o atinge (45%) seja inferior à metade e superior ao aplauso, manifestado em 48%, num caso em que a unanimidade nacional murchou para uma posição de maioria apertada, mas ainda manifestada.

Pois é, minha gente, a vida no Brasil de hoje não está fácil pra ninguém. Motivos para comemorar devem ter os negociantes de drogas da Rocinha, que dão calor à tropa verde-oliva como antes o conseguiu o jovem Solano López. Resta agora convocar argentinos e chilenos para, em nova Tríplice Aliança, expulsar as tropas de Nem e seus asseclas do território nacional ocupado pela indústria do crime explícito e rastaquera.

Publicado no Estadão do dia 25/09/2017 – Criador: José Nêumanne-Jornalista, poeta e escritor

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Finalizando

“A sociedade de hoje respira política, então se o sinônimo de política for corrupção, prefiro morrer”

George Aguiar – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-30/09/2017

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Rosenberg tenta repaginar biografia de Andres Sanches no Corinthians

setembro 29, 2017

Após ganhar os holofotes ao alinhar-se ao empresário Kia Joorabchian, em golpe que culminou na queda do ex-presidente Alberto Dualib (atolado até o pescoço em problemas no clube), para dar sequência ao projeto de poder, com objetivo de alçar-se à presidência alvinegra, Andres Sanches recorreu a Luis Paulo Rosenberg, exímio contador de mentiras, para que este lhe criasse uma biografia capaz de emocionar multidões.

O êxito foi impressionante.

Sanches, em verdade, tratava-se de um ‘bon-vivant”, afeito a pequenos delitos na região do CEASA (chegou a se trancar num banheiro, para não apanhar, após trapacear em jogo de baralho).

Sua vida “empresarial”, segundo testemunhas, limitava-se a ser “laranja” de parentes.

O início se deu nos anos 90, quando, após receber diversas oportunidades do primo José Sanchez Oller (dono do grupo Sol Embalagens – espécie de golpista profissional), mas não correspondê-las (numa delas, com extrema habilidade, segundo testemunha, teria sido flagrado roubando dinheiro), em vez de punido, acabou por ser alçado, sob boa remuneração, à condição de “preposto”, situação esta que impedia novos desfalques, mas agradava a todas as partes.

Ou seja, Andres Sanches tinha dezenas de empresas registradas em seu nome, quase todas, de “fachada”.

Voltando ao trabalho de Rosenberg, dentro desse contexto, que, evidentemente, era de seu conhecimento e de alguns poucos, mais próximos, como Nesi Curi, André Negão, Jaça e Mané da Carne, acobertadores de diversos golpes de Andres Sanches enquanto monitor das categorias de base alvinegras (comprovamos, anos atrás, o desvio de jogadores do Corinthians ao Palmeirinha de Porto Ferreira, à época, anonimamente, ligado ao parlamentar), iniciou-se a confecção de uma história comovente de superação.

Num passe de mágica, e de mentiras, o então notório golpista transformou-se em empresário de sucesso (amparado na fajutice dos documentos de “araras”), oriundo de uma vida sofrida de feirante (história, em verdade, do pai), discriminado por não possuir estudo e errar palavras da lingua portuguesa.

Para que a lorota desse resultado, faltava, além da confirmação da “Turma do Apelido”, citados acima, de gente que nunca havia convivido com Andres Sanches antes, que buscavam projeção política no Corinthians (a serem cooptados), além dum trabalho de mídia eficiente.

Rosenberg, com a ajuda do advogado Sérgio Alvarenga, que depois viria a se tornar engavetador dos problemas de Andres Sanches no clube, atestou a recém criada biografia ao grupo que liderava, o “Corinthianos Obessivos”, formado por advogados e contadores, que, enganados, a princípio, venderam-no ao restante do Parque São Jorge como uma espécie de “novo Lula” (à época popular), arrastando consigo, por conta da credibilidade de seus diplomas, muitos admiradores.

Na imprensa, o trabalho ficou a cargo no malfeitor notório Oliverio Junior, que pagava jornalistas, alguns famosos, para abafar casos, criar factóides e atacar inimigos que pudessem, de alguma maneira, trazer à luz as verdades.

Entre os quais um bandido, que trocou conhecida rádio de São Paulo pela Fox.

Participaram também, mas como operários, em troca de dinheiro e cargos, torcedores que autointitularam-se “Grupo Fora Dualib”, menos relevantes, porém, no contexto da operação.

Sanches elegeu-se, saiu da pobreza para a riqueza em dez anos (sem receber salários), desviou dinheiro do clube e praticou corrupção com voracidade comparável à de predadores, mas perdeu a máscara ao exagerar, trair amigos e julgar-se intocável, revelando-se, e, modestamente, sendo revelado por este Blog do Paulinho.

Seus crime são notórios a ponto de um jornalista, que tratou-o como “bandido” e “sem vergonha”, ter sido absolvido sumariamente, sem a necessidade de audiências no Tribunal, diante da robustez de elementos que embasam a afirmação.

Acossado pela “Operação Lava-Jato”, apontado como recebedor de propina da Odebrecht para favorecê-la em detrimento dos interesses do Corinthians, indiciado pelo STF por crimes diversos, condenado a ressarcir a Receita Federal, quase procurado pelo FBI, o ex-presidente do Corinthians não tem mais salvação.

Sua biografia, forjada, que chegou a figurar no site oficial do Corinthians terá o mesmo destino histórico do Relatórios de Sustentabilidade assinados pelo contador Raul Corrêa da Silva (também comprometidos após acusação de fraude protocolada no Conselho Deliberativo), ou seja, peças de ficção mal-escritas e relegadas ao ostracismo.

Luis Paulo Rosenberg, apesar de já ter iniciado o trabalho, de recriar nova biografia para o deputado federal, tratada como “repaginação” de Andres Sanches, diante de tantas provas, evidências e testemunhas, diferentemente do êxito de dez anos atrás, poderá, se também não for grampeado pela Justiça Americana, se ver diante de um resultado catastrófico, capaz de eliminar, duma vez por todas, o pouco prestígio que ainda sobrou, alicerçado, fragilmente, em inverdades notórias.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

setembro 29, 2017

http://rockngol.com.br

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Contadora de Andres Sanches (PT) mente na Justiça em ação que pode colocar deputado na cadeia

setembro 29, 2017

Itaiara Pasotti, contadora do deputado federal Andres Sanches (PT)

Na última segunda-feira (25), a contadora Itaiara Pasotti, enrolada até o pescoço nos desvios de conduta promovidos pelo deputado federal Andres Sanches, e seus familiares, nos investigados crimes de “arara”, prestou depoimento na cidade de Mairiporã/SP, no âmbito da ação em que o parlamentar responde no STF, e pelo qual já foi condenado, civilmente, a ressarcir a Receita Federal (mais de R$ 12 milhões) após comprovação de que era um dos proprietários, beneficiado financeiramente por empresa em nome de terceiro.

Foi um festival de mentiras.

Passoti, que, descobrimos, é também parente de Andres, alinhou-se aos testemunhos de seus “associados”, quase todos de teor semelhante, reiterando que os “empresários”, em ação quase filantrópica, abriram a ORION EMBALAGENS em nome de duas ex-funcionárias da SOL EMBALAGENS (também ligada a Sanches), e apenas aconselhavam-na, sem nada cobrar, a gerir o negócio, justificando as assinaturas da contadora em documentos e as procurações, de plenos poderes, em nome do parlamentar.

Vale lembrar, assim como frequentemente ocorre em crimes semelhantes, empréstimos bancários, milionários, foram tomados, e diversas compras realizadas com fornecedores, sem objetivo de honrar as pendências, ocorreram, todas capitaneadas pela família do ex-presidente do Corinthians.

Em depoimento, as irmãs Cunha, vítimas dessa gente, esclareceram a verdade.

Disseram que foram coagidas, por conta de serem funcionárias de Andres Sanches, a aceitarem a inscrição de empresa fajuta em seus nomes, e que nunca foram dela gestoras, somente assinando documentos que eram levados por Itaiara, a mando de seus patrões, sem nem mesmo checar do que se tratava.

É complicada a situação do ex-presidente do Corinthians no STF, agravada pela condenação a ressarcir a Receita Federal, no qual figura como dono da empresa que alega não possuir, em ação que aproxima-se da conclusão.

ABAIXO O DEPOIMENTO DE ITAIARA PASOTTI:

MATÉRIA DO LINK ABAIXO COMPROVA PROCEDIMENTOS (COM DOCUMENTOS) LIGADOS AO REFERIDO GOLPE, A RELAÇÃO DAS VÍTIMAS COM SEUS PATRÕES, DESMENTINDO O DEPOIMENTO DE ITAIARA PASOTTI:

https://blogdopaulinho.com.br/2014/09/22/documentos-comprovam-parte-do-laranjal-de-andres-sanches-pt/

ABAIXO POSTAGEM COM INDICIAMENTO DE ANDRES SANCHES NA RECEITA FEDERAL (COM DOCUMENTOS)

https://blogdopaulinho.com.br/2016/11/23/andres-sanchez-e-denunciado-por-crime-fiscal-em-empresa-da-familia/

Cristiane, Marta e a Seleção de Futebol Feminino

setembro 29, 2017

Durante a semana, a CBF demitiu, de maneira estranha e contrária aos desejos das atletas, a treinadora Emily Lima, da Seleção Brasileira feminina, que sequer havia disputado partida oficial (somente amistosos), recontratando para o cargo o treinador Vadão, demitido menos de um ano atrás, oriundo de desastroso trabalho recente no Guarani.

Como justificar ?

Nos bastidores fala-se que a amizade do coordenador Marco Aurélio Cunha com Vadão foi decisiva, e que, por ela, ambos com perfil submissos que a Casa Bandida tanto adora, o vereador teria boicotado a brigado pela dispensa da treinadora.

Em se confirmando, uma canalhice.

Inconformadas com a sacanagem, três jogadoras da Seleção, a estrela Cristiane, das melhores do mundo em todos os tempos, e suas companheiras Fran e Rosana, fizeram história ao recusarem-se a vestir novamente a camisa amarela enquanto essa gente estiver por lá.

Um exemplo que deveria servir de estímulo ao futebol masculino, com muito mais força política dos que as garotas, que serão apoiadas pela parte decente da mídia, mas talvez, até em seu meio, recebam flechadas de traição.

Infelizmente, a primeira delas foi disparada por quem poderia, pelo prestígio, abalar substancialmente os alicerces da CBF, mas preferiu, sem coragem, submeter-se ao sistema: a jogadora Marta, melhor do mundo em todos os tempos.

Em comparação, seria o mesmo de Gabriel Jesus e mais dois atletas da Seleção masculina principal decidissem protestar contra os desmandos de Del Nero, mas aparecesse Neymar e, em vídeo de apoio, jogasse tudo por terra.

Com a submissão de Marta, a CBF respira aliviada, e somente sentirá novo baque se o restante das jogadoras decidir, em gesto memorável, seguir o caminho das três heroínas citadas, deixando a Rainha nua e seus comandantes desmoralizados.

Abaixo vídeo de Cristiane abandonando a Seleção da CBF e de Marta, acovardando-se:

Há três anos, Petros pediu voto para Andres Sanches (PT)

setembro 29, 2017

Recentemente, diante da repercussão do polêmico clássico disputado entre São Paulo e Corinthians, o volante Petros, no intuíto de bajular a torcida, insinuou ter presenciado favorecimentos ao Timão, pela arbitragem, quando no período em que atuava pelo clube.

Evidentemente, sua honestidade, “complacente”, não permitiu que reclamasse à época.

Assim como não se constrangeu em pedir votos, três anos atrás, para o deputado federal Andres Sanches (PT), enganando eleitores e torcedores ao atestá-lo como decente, ocultando, também, que seu empresário, Fernando Garcia, ajudou, junto com o irmão, Paulo, dono da Kalunga, a financiar a campanha deste ao parlamento.

O torcedor do São Paulo, tão ludibriado por seus dirigentes, não pode cair no conto de quem, certamente orientado por terceiros, diz o que não pensa, pouco se importando com as consequências, apenas com as “curtidas” em redes socais e os tapinhas nas costas de adoradores de mentiras, principalmente as que encontram-se com as teorias de conspiração desejadas.

São Paulo passa novo vexame na Justiça

setembro 29, 2017

Revelamos, em maio, que o São Paulo, por conta de incompetência jurídica e administrativa, perdeu ação para o Restaurante Talheres, localizado no Ginásio (G3), a quem havia expulsado do clube.

Liminar da 1ª Vara Civil do Butantã, assinada pela juíza Mônica de Cassia Thomaz Perez Reis Lobo indicou erro no procedimento Tricolor, concedendo liminar aos inquilinos:

“O caso é de deferimento da liminar de manutenção de posse, pois no caso não há não obstante o nome dado ao contrato celebrado entre as partes, aplica-se ao caso a Lei do Inquilinato.”

“Reconhecendo a aplicabilidade da Lei de Locação, o único meio para retirada da autora de seu estabelecimento é o despejo”

“Ante o exposto, DEFIRO LIMINAR DE MANUTENÇÃO DE POSSE e determino que o requerido não obste o ingresso da REQUERENTE, seus sócios e funcionários no Clube.”

Em vez de deixar o processo seguir o curso natural, o São Paulo, em novo equívoco, diante das evidências, recorreu, e, por razões óbvias, perdeu.

Mais um vexame, entre tantos, que se juntam à vergonhosa gestão de Leco, financiada por Vinicius Pinotti, provedora do sustento de diversos “apoiadores”.

Imprensa Esportiva do Brasil em 1984 (imagens históricas)

setembro 29, 2017

Das cuecas aos contêineres

setembro 29, 2017

Do ESTADÃO

Por ELIANE CATANHÊDE

Encurralados, corruptos passam a guardar dinheiro sujo em apartamentos e até contêineres

Ao estourar o apartamento com os R$ 51 milhões do ex-ministro e agora presidiário Geddel Vieira Lima, a Lava Jato chegou a uma outra frente de investigações: essa nova forma de guardar dinheiro sujo está longe de ser exclusividade de Geddel e tende a produzir escândalos e fotos espetaculares desde já e principalmente nas eleições de 2018. Nem doleiros, nem laranjas, nem contas no exterior, nem paraísos fiscais. A moda agora é esconder dinheiro vivo em apartamentos, casas, depósitos e… contêineres.

Os investigadores esfregam as mãos diante da delação do ex-poderoso Antonio Palocci, ansiosos para ele entregar onde estaria, afinal, a dinheirama que delatores atribuem ao ex-presidente Lula. A expectativa é de que esteja não em um contêiner só, mas em contêineres, no plural, nos países em que Lula atuava com as empreiteiras – por exemplo, na África e na América Latina. Lembram dos dólares bolivarianos dando sopa por aí? Sem contar o que pode estar em solo nacional, muito além das aplicações de R$ 9 milhões do ex-presidente que têm origem clara e legal.

Segundo Marcelo Odebrecht e o próprio Palocci, era o ex-ministro, e só o ex-ministro, quem gerenciava os milhões da conta pessoal do “Amigo” Lula, cuidando da contabilidade de entradas e saídas, das retiradas em dinheiro vivo, dos envios até Lula. Quando os também ex-ministros Guido Mantega e Paulo Bernardo tentaram entrar na operação, Marcelo rechaçou. Quem metia a mão no dinheiro de Lula era Palocci, hoje o principal algoz do chefe.

A primeira impressão, quando surgiu o inacreditável bunker de Geddel, foi a de que se tratava de uma mania individual e patológica de roubar e amontoar dinheiro num apartamento usado especificamente para esse fim. Depois, foi ficando claro que a fortuna não era só de Geddel, como a prática não ficava restrita a ele, sua família e o PMDB.

Os corruptos e corruptores começaram a se sentir encurralados pelos vários e efetivos acordos entre a PF e o MP com seus correspondentes na Suíça, no Uruguai, nos EUA… e isso piorou com as novas regras de transparência na Europa para depósitos de estrangeiros. O dinheiro sujo ficou facilmente rastreável, não é, Eduardo Cunha? Ele dizia que nunca teve conta no exterior. A Suíça dizia que tinha e comprovou com contas e extratos. A mentira ruiu, a carreira política de Cunha também.

Além disso, os principais operadores estão presos, a começar por Marcos Valério, Alberto Youssef e Lúcio Funaro, e os outros andam de barbas de molho. Quem vai lavar o dinheiro? Enviá-lo para o exterior? Servir de laranja? Daí porque a PF acha que a descoberta dos R$ 51 milhões de Geddel é um veio de ouro. Basta procurar para achar outros apartamentos, depósitos e contêineres que seus donos julgam mais seguros do que operações obsoletas, malas e cuecas. Só questão de tempo.

A maior festa de novos “apartamentos do Geddel”, porém, deverá ser em 2018. As campanhas continuam pela hora da morte, mas as fontes tradicionais (empreiteiras, JBS…) secam, as regras estão mais rígidas e a PF e o MP estão na espreita. Sem falar que os vizinhos, como no caso de Geddel, estão na onda de denunciar movimentos suspeitos. Coitados dos corruptos. A vida deles está cada dia mais difícil.


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