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Feliz 2018 ! Estaremos juntos no Blog, no YouTube e na rádio

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O Blog do Paulinho, absolutamente agradecido pelos mais de onze anos de parceria com seus leitores, deseja a todos um Feliz 2018 !

Estaremos juntos em diversas mídias.

Neste “Blog do Paulinho”, em nosso canal do Youtube e na rádio Rock n’ Gol.

Boas festas !

O próximo ano promete…

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Felipe Ezabella, Elias e Carlos Leite, que teria gastado R$ 200 mil para comprar votos no Corinthians

Felipe Ezabella

Muitos corinthianos escandalizaram-se, ontem, com a informação, do Blog do Perrone, de que R$ 200 mil oriundos do bolso do agente de jogadores Carlos Leite serviram para comprar votos nas eleições do Corinthians.

Evidentemente, os beneficiários não devem ter sido os candidatos opositores.

O leitor do Blog do Paulinho, conhecedor da promiscuidade histórica entre o grupo “Renovação e Transparência”, gestor do alvinegro há mais de uma década, com o empresário, não foi pego de surpresa.

No elenco atual do Corinthians, ao menos Cássio, Camacho e Fagner, todos com renovações antecipadas, mantém vínculo com o agente, beneficiário (um dos primeiros) da política, instituída por Sanches, de pagar comissões a empresários não apenas na venda, mas também na compra e renovações contratuais com os atletas.

Um círculo interminável de movimentação financeira.

Pra variar, a justificativa para a entrada de dinheiro foi a de suposto empréstimo, a mesma utilizada, por anos, para encobrir negociatas não apenas com Carlos Leite, mas também com Fernando Garcia, Giuliano Bertolucci/Kia, etc.

Porém, a debandada do diretor financeiro Emerson Piovesan para a campanha de Paulo Garcia, desobrigando-o de confirmar a lorota, evidenciou a sacanagem.

Em período eleitoral, dois candidatos tentaram lucrar com o episódio: Tuma Junior com seus tradicionais, mas já inofensivos: “Eu sou”, “eu fiz”, “Eu tudo” e Felipe Ezabella, com discurso altamente dissimulado.

Selecionamos trechos de Nota Oficial do grupo “Corinthians Grande”, ex-Corinthianos Obsessivos, assinada por Ezabella:


“O Movimento Corinthians Grande tem, como uma de suas bandeiras, uma relação profissional e independente com os empresários de atletas, para que seu poder de negociação seja restrito à suas relações com atletas – e não com o clube e seus dirigentes.”


Os fatos:

  • Felipe Ezabella mantém relação profissional, mas nada independente, com o jogador Elias, tendo negociado o retorno dele (como procurador), do Sporting para o Corinthians (advogando contra os interesses alvinegros), evidentemente recebendo remuneração, além de todas as manobras da carreira do atleta, desde os tempos de Ponte Preta (participando da primeira aquisição pelo Timão – quando ocupava cargo na gestão Andres Sanches), até os atuais;

Matéria do site português “Mais Futebol” tem entrevista de Ezabella respondendo por Elias:

http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting-liga-elias-flamengo-elias-fifa-elias-uefa/530535cde4b06e5b03c8b23c.html

Em 2013, ao site ESPN, Ezabella precisou desmentir ser empresário de Elias, mas indicou estar com o atleta desde antes dele se tornar jogador do Corinthians (ou seja, concomitantemente ao exercício do cargo de diretor alvinegro).

Faltou com a verdade, porém, ao dizer que estava “apenas articulando a questão do Sporting”, como se este fosse seu único trabalho, pontual, com o referido jogador:

“Trabalho como advogado do Elias, não sou empresário. Estou apenas articulando a questão do Sporting. Temos contato antes mesmo de ele virar jogador profissional”

http://www.espn.com.br/noticia/355800_advogado-cre-em-rescisao-de-elias-com-o-sporting-flamengo-e-corinthians-estariam-em-duelo

Somente neste ano (2017), já trabalhando para ser candidato à presidência do Corinthians, Ezabella figura em pelo menos três ações como advogado de Elias, todas litígios contra agentes de jogadores, por cobrança de comissionamento ou direitos econômicos:

  • 9ª Vara Civil de Santana: cobrança de R$ 101.276,24 contra o ex-jogador Eduardo Alves Tavares dos Reis

  • 4ª Vara Cívil: Elias e a empresa E7 são defendidas por Ezabella em ação de cobrança promovida pela Think Ball, do agente Marcelo Robalinho: R$ 5 milhões pela transação do jogador ao Atlético/MG

  • também na 4ª Vara Cívil, Elias e a E7, ambos assessorados pro Felipe Ezabella, cobram R$ 850 mil da Think Ball:

Vale lembrar, também, que o candidato a vice-presidente do grupo “Corinthians Grande” é o agente de jogadores Fernando Alba, que introduziu, no exercício do cargo de Diretor das Categorias de Base na gestão Andres Sanches o sistema de fatiar jogadores da base, também dissimulados como empréstimos, mesmo procedimento adotado na recente suspeita de compra de votos.

Aliás, voltando a Felipe Ezabella, e, principalmente a seu próprio discurso, de que mantinha relacionamento com Elias desde “antes mesmo de ele virar jogador profissional”, é lícito pensar que, quando o Corinthians tirou o jogador da Ponte Preta, o advogado tenha sentado à mesa de negociações exatamente com Carlos Leite, que, segundo documento oficial, publicado no site do Timão, era detentor, por intermédio da B&C Consultoria e Assessoria Esportiva Ltda (mais conhecida pelo nome fantasia: GESTIFUTE BRASIL), de 30% dos direitos do atleta (50% eram de J.Havilla, dissimulados na CEDRO Participações – controlada pela TRAFFIC) e 20% em nome do pai.

(SCCP – Participa_347_343o de 3_272 – SITE – 18092008

Outro trecho interessante da Nota Oficial do “Corinthians Grande”:


“O abuso do poder econômico com a finalidade de interferir no resultado eleitoral é prática ilícita, que coloca em risco todo o certame e ofende os associados em situação regular.”


Ao falar de “abuso do poder econômico” nas eleições, detentor que é da campanha mais cara entre todos os candidatos (superando a do milionário Paulo Garcia), bancada, integralmente, por recursos do ex-diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, indiciado três vezes, no STF, por crimes fiscais no exercício do cargo no alvinegro, acusado de fraudar balanços pelo dirigente que o sucedeu, recentemente expulso do Vitória/BA após tentar tomar de assalto a gestão do clube (através de ex-funcionário alvinegro), a quem empossaria, novamente, como dirigente se tivesse chances de vencer o pleito, o candidato chega a ser ofensivo à inteligência de quem acompanha os bastidores do Corinthians.

Assim como indignar-se, somente agora, com práticas eleitorais subterrâneas dos atuais gestores alvinegros, que sempre existiram, mas nunca foram questionadas por Felipe Ezabella e seus “Obsessivos” quando eram diretores da “Renovação e Transparência”, como se estas fossem recentes e inéditas no Parque São Jorge.

Por fim, dos cinco candidatos que disputam as eleições do Corinthians, Carlos Leite, suposto comprador de votos por R$ 200 mil, não tem relacionamento com três: Roque Citadini, Tuma Junior e Paulo Garcia (concorrente).

Dos outros dois: Andres Sanches é notório permissor e parceiro de negócios do empresário e Ezabella procurador do jogador (Elias) com quem o agente mantém relações profissionais há quase uma década.

Solidariedade a Paulo Massini

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Antes do final do ano, a rádio CBN achou por bem, apesar de ter agido mal, em demitir Paulo Massini, um de seus jornalistas mais capazes e generosos.

Em rede social, declarou:

“Queridos seguidores, a minha trajetória de quase 20 anos nas rádios Globo e CBN terminou hoje. Saio com a sensação de ter construído muita coisa boa. Fiz amigos na profissão e consegui construir esta rede bacana de seguidores. Continuarei trocando ideias com vocês e logo trarei novidades. Feliz 2018!”

Convivi com ele por algum tempo enquanto frequentava os bastidores da emissora, entre 2007, 2008 e inicio de 2009.

Massini foi professor de muitos, capaz de fazer de tudo na rádio, sempre de maneira competente.

Não deverá ficar muito tempo disponível no mercado.

O Blog do Paulinho, sempre grato às conversas que manteve com o jornalista e ao respeito que sempre demonstrou não apenas pelo nosso trabalho – ainda no início, mas, principalmente, pela disposição em ajudar o ser-humano, é solidário a Paulo Massini, desejando-lhe um 2018 do tamanho de seu enorme coração.

O ano que vem será ao mesmo tempo duro e ótimo para a imprensa

Da FOLHA

Por UIRÁ MACHADO

O ano prestes a começar será muito duro para o jornalismo. As informações circulam num ecossistema já contaminado, e a presença de germes nocivos se intensificará com as eleições.

A lista de agentes infecciosos inclui notícias falsas, propagandas disfarçadas, crimes contra a honra, câmaras de eco, robôs virtuais e filtros invisíveis nas pesquisas, entre outros elementos tóxicos das redes sociais.

Justamente por tudo isso, 2018 também pode ser ótimo para a imprensa.

Em artigo no jornal “USA Today”, o professor de direito Glenn Harlan Reynolds, da Universidade do Tennessee, faz interessante analogia entre o atual estágio da internet e o momento em que os seres humanos passaram a viver em cidades.

Enquanto eram caçadores e coletores, homens e mulheres corriam pouco risco de pegar doenças infecciosas, pois raramente encontravam alguém desconhecido. Quando as urbes reuniram milhares ou dezenas de milhares de pessoas, porém, a coisa mudou de figura e as epidemias se tornaram uma realidade. A contaminação ocorria num piscar de olhos.

Vale a comparação com a circulação de ideias na internet. Antes, a informação se disseminava lentamente; agora, ela se espalha como um raio, sem que se veja de onde veio e para onde vai. Nesse ambiente, os agentes infecciosos das redes sociais estão entre os que mais proliferam.

O controle de doenças nas cidades demandou saneamento, aclimatação e melhorias na alimentação.

Na internet, algo parecido deverá acontecer. Mecanismos de saneamento estão fora de cogitação, pois seriam tomados por censura. Os usuários da rede aos poucos se acostumam com o ambiente virtual.

Quanto à alimentação, o jornalismo tem condições de oferecer as melhorias, produzindo conteúdo de qualidade. Quem quiser informações confiáveis para fazer suas escolhas perceberá que a imprensa profissional é sua aliada. E nada melhor que um ano conturbado para isso ficar claro.

Husni pediu renúncia de Andres Sanches no Corinthians, agora será vice em sua chapa

Tempos atrás, em meio à gestão Andres Sanches, entre diversos escândalos relacionados à transações de jogadores, o advogado Alexandre Husni posicionou-se duramente contra o dirigente:

“Se ele (Andres Sanches) fosse corinthiano mesmo, de verdade, ele renunciaria ou devolveria aos cofres do Corinthians aquilo que ele deu de prejuízo”

“Realmente causou muita estranheza esta transação… aliás este episódio, que envolve transações obscuras e mal explicadas referentes a venda do Jô para o Manchester e que redundaram, sei lá, em mais um prejuízo às já combalidas finanças do clube”

Husni falou também sobre a condução financeira da administração “Renovação e Transparência”, adjetivada como “subterrânea”, “encoberta” e “dissimulada”:

“Em reunião do CORI, em que o “Todo Poderoso” diretor financeiro, Sr. Raul (Corrêa da Silva) esquivava-se de apresentar os balanços analíticos, alias, pedidos por mim, sempre insistindo nesses balanços específicos…”

“Ele se esquivava, tanto é verdade que na penúltima reunião do CORI ele disse que não prestaria estas informações”

“Então passou-se (no Corinthians) a trabalhar as finanças de uma forma subterrânea, encoberta, dissimulada… o que, inevitavelmente, redundaria em mais um escândalo, que abate moralmente toda a nossa comunidade”

Semana passada, Alexandre Husni aceitou disputar as eleições do Corinthians na condição de vice-presidente de Andres Sanches, a quem imputou graves acusações, publicamente, e, para diversas testemunhas, tratava como “bandido”.

Novo Coordenador de Futebol do São Paulo, Ricardo Rocha é agente de jogadores há mais de dez anos

Aposta de Raí para a Coordenação de Futebol do São Paulo, o ex-zagueiro Ricardo Rocha, há mais de dez anos, atua no mercado da bola como agente de jogadores.

Trabalha sozinho, mas também em parceria, tendo inclusive empresa constituída para este fim, em sociedade com outro ex-defensor, Torres, que jogou no Fluminense e é filho de Carlos Alberto, o capitão do Tri.

Trata-se da Rt Rocha & Torres Consultoria Esportiva Ltda, constituída em fevereiro de 2011, sob CNPJ nº 13.269.317/0001-70, na Av. das Américas 8445 – Sala 1008, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ.

Antes disso, Ricardo Rocha teve “esquemas” diversos com equipes nordestinas, entre as quais o Santa Cruz e o CRB.

Comentarista da SPORTV concomitantemente ao ofício de agente, o ex-jogador, nos últimos anos, tem participado ativamente de ações em conjunto com a CBF, entres as quais o “Comitê de Reformas” – uma fajutice, além de ter aceitado a função de embaixador da entidade no Nordeste, ocasião em que, no ano de 2016, em conjunto com alguns de seus sócios discursava apoio a Marco Polo Del Nero, Walter Feldman e demais assemelhados.

Por razões evidentes, o ex-zagueiro, questionado algumas vezes sobre os assuntos, nega ser empresário: “coisa do passado”, e diz que a aproximação com a Casa Bandida teve objetivo de “ajudar o futebol brasileiro”.

Logo quando Raí assumiu a gestão de futebol do São Paulo, este espaço. que não duvida de sua integridade, tratou de deixar claro o submundo em que estava se metendo, e que, se não abrisse bem os olhos, fatalmente seria utilizado, mesmo sem perceber, para fins obscuros.

Ricardo Rocha é a primeira das cascas de banana, aparentemente, grande equívoco de avaliação.

Ex-jogador da Lusa detona Alexandre Barros: “FDP”, “Safado” e “Pilantra”

Alexandre Barros

Durante a semana, o presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, que vem sendo acusado por irregularidades diversas dentro do clube, entre as quais a de empresariar o jogador Emerson e achacar patrocinadores, discutiu com o ex-Coordenador da Base, Luis Pereira – o acusador, Campeão da Copa São Paulo 2002.

E desceu o nível.

Insinuou, inclusive, pedofilia à época da gestão de Pereira com a garotada.

Testemunha da conversa, o ex-jogador Samir comprou a briga, defendeu o ex-Coordenador e detonou Alexandre Barros, tratando-o como “FDP”, “safado” e “pilantra”.

Ouça abaixo:

Por que o MP-SP e a Policia “esqueceram” o caso “Futebol Interior” ?

Causa estranheza no mundo do futebol o fato de um dos proprietários do site Futebol Interior, Arthur Eugênio Mathias (os outros dois são Edgard Soares e Élcio Paiola), ser diariamente achincalhado pelo treinador João Telê, e, mesmo com a fama de “bravo”, “matador”, etc, jamais ter reagido.

Nem fisicamente, muito menos juridicamente.

Fica a impressão do temor de que, instado a comprovar as acusações, o treinador movimente os, até então, inertes MP-SP e Polícia Civil, ambos notificados, documentados, mas incapazes de, em dois anos, registarem uma oitiva sequer do denunciado.

Telê trata Arthur, publicamente e nas representações judiciais, como “achacador”, “bandido”, etc, tendo apresentado, inclusive, rol considerável de testemunhas, nenhuma delas, até então, convocadas a depor.

Quem sabe em 2018… acompanharemos e noticiaremos.

Eleito na Libéria, Weah é simbolo de uma transformação no futebol

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Da FOLHA

Por PAULO VINICIUS COELHO

Como jogador de futebol, o liberiano George Weah dividiu duas épocas.

Antes dele, apenas os jogadores nascidos na Europa podiam receber o mais prestigioso prêmio do futebol internacional.

A Bola de Ouro oferecida pela revista “France Football” passou a ser entregue também a jogadores de outros continentes, que jogassem em clubes europeus, a partir de 1995. Weah foi o primeiro ganhador nesse novo formato.

Também é, até hoje, o único africano premiado como melhor jogador de futebol do planeta pela Fifa.

Como esportista, George Weah foi o símbolo de uma transformação. Em 1996, o jogador belga Jean-Marc Bosman ganhou ação e deu a todos os jogadores com passaporte europeu o direito de trabalhar sem fronteiras, como em qualquer outra profissão.

Antes da quebra dos limites, Weah ajudou a democratizar o prêmio de melhor do mundo. Sua missão, agora, será transformar um país castigado pela pobreza.

Weah saiu da Libéria em 1987. Trocou o Invincible Eleven de Monróvia pelo Africa Sports, da Costa do Marfim. Em seguida, Tonnerre Yaoundé, de Camarões, onde foi descoberto pelo atual técnico do Arsenal, da Inglaterra, Arsène Wenger.

Foi Wenger quem o levou para o Mônaco, em 1988. Viveu em Monte Carlo até 1992, quando se transferiu para o Paris Saint-Germain, onde foi campeão francês ao lado dos brasileiros Raí, Valdo e Roberto Carlos, em 1994.

Não foi o maior jogador africano de todos os tempos, apesar de ter sido o único premiado como melhor do mundo. Mais habilidosos, houve os camaroneses Roger Milla e Samuel Eto’o, e o ganês Abedi Pelé.

Mas Weah era um trator. Tinha potência muscular e altíssima velocidade para derrubar zagueiros. Em 1996, foi campeão italiano como centroavante e estrela de uma equipe que também tinha Roberto Baggio. Premiado pela Fifa em 1993, Baggio acabou sendo seu coadjuvante.

Em 1999, jogou como atacante pela esquerda. Já não tinha a mesma força física, mas arrastava zagueiros com sua inteligência para entender o momento certo para a arrancada.

Na época da guerra civil em seu país (1989-1996), quando ainda era craque do Milan, onde jogou de 1995 a 2000, Weah já afirmava que seria presidente da Libéria. Indignava-se com a pobreza e a violência na terra natal.

Em 1996, quando seu contrato com a empresa de material esportivo Diadora, patrocinadora do Milan, encerrava-se, impôs como condição para a renovação o patrocínio também à seleção da Libéria e a doação de material esportivo para a prática do esporte em seu país.

A preocupação social estava presente em cada declaração nos tempos de atleta.

Seu desafio agora é cumprir o discurso na prática, como presidente da mais antiga república da África.

A obscura demissão de Tuma Junior como vice de futebol do Corinthians

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No dia 17 de março de 1995, Mario Sergio, então treinador do Corinthians, pediu demissão do cargo, após sequencia de cinco empates (quatro pelo Campeonato Paulista e um pela Copa do Brasil).

Por contrato, teria que pagar R$ 200 mil de multa ao clube.

Em valores atualizados, R$ 1,1 milhão.

Existia, porém, inédita e jamais repetida clausula no acordo do treinador com o Corinthians: a pendência não seria cobrada desde que toda a diretoria de futebol fosse demissionária, no mesmo dia, junto com ele.

Algo absolutamente improvável.

Horas antes, na mesma data, o vice-presidente de Futebol, Romeu Tuma Junior, alegando desgaste com o departamento de marketing alvinegro (do qual não tinha a menor ingerência), entregou sua carta de demissão ao então presidente Alberto Dualib.

Coincidência que livrou o treinador, que justificou a saída alegando “solidariedade” ao ex-delegado, da possibilidade de ser cobrado pelo clube.

Mario Sergio morreu, lamentavelmente, há pouco mais de um ano no acidente aéreo que vitimou a equipe da Chapecoense, mas até então, desde os anos 90, nunca deixou de frequentar a casa de Romeu Tuma Junior.

PARA SABER MAIS SOBRE A GESTÃO DE ROMEU TUMA JUNIOR NOS SEUS OITO MESES COMO VICE-PRESIDENTE DE FUTEBOL NOS ANOS 90, BASTA CLICAR NO LINK A SEGUIR:

As mentiras de Romeu Tuma Junior sobre sua atuação como vice de futebol do Corinthians

São Paulo pode virar S/A no futebol

Rodrigo Monteiro de Castro e Francisco Manssur

Estudo recente, preparado pelos advogados Francisco Manssur e Rodrigo Monteiro de Castro, com amparo da consultoria Deloitte, lançado, recentemente, como livro “Futebol, Mercado e Estado”, está nas mãos do Conselho Deliberativo do São Paulo.

A informação é de Sônia Racy, do ESTADÃO.

O objetivo é convencer os conselheiros a crias uma S/A (Sociedade Anônima) para gerir o futebol tricolor.

A iniciativa conta com apoio de Raí e, dizem, do presidente Leco.

Controverso, o assunto tem defensores ferrenhos, por conta da transparência e profissionalismo sugeridos na iniciativa, mas também opositores que temem a compra de ações do clube por empresários não necessariamente são-paulinos.

Roberto Andrade subestima torcedor do Corinthians ao ironizar problemas financeiros do clube

Paulo Garcia, Rachid e Roberto Andrade

“(…) o torcedor não quer ver o balanço (contábil) no memorial, ele quer ver as taças das conquistas”

(ROBERTO ANDRADE, ironizando condição financeira do Corinthians)


Em recente entrevista à FOX SPORTS, logo após o sorteio de grupos da Copa Libertadores 2018, o presidente do Corinthians, Roberto Andrade, foi instado a fazer um balanço de sua gestão.

Na resposta, preferiu englobar os dez anos do grupo “Renovação e Transparência”, do qual fez parte desde o início, tratando os resultados do futebol como a parte positiva, colocando as finanças entre as negativas.

Porém, acabou por subestimar a inteligência do torcedor:

“(…) o torcedor não quer ver o balanço (contábil) no memorial, ele quer ver as taças das conquistas”

Roberto Andrade foi um dos quatro dirigentes do Corinthians, ao lado de Andres Sanches, André Negão e Raul Corrêa da Silva, indiciados, três vezes, no STF, pela pratica de crimes fiscais diversos – todos no exercício do cargo no alvinegro, entre os quais apropriação indébita.

A prática, promovida pelo então diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva, responsável também por ocultá-la, apoiada e defendida pelo então presidente, Andres Sanches e por seu dirigente jurídico, Sergio Alvarenga, é a grande responsável pelo início dos problemas financeiros do Timão, que perduram, lamentavelmente, até os dias atuais.

Íntegra do Manual para Árbitros Assistentes de Vídeo da CBF

Apesar de liberada para realizar testes com árbitros de vídeo, a CBF vem protelando a execução da operação, com inverossímeis desculpas de falta de verbas para implementar o sistema necessário à realização do serviço.

Apesar disso, os árbitros filiados à entidade receberam o “Manual para Árbitros Assistentes de Vídeo da CBF”, com 109 páginas de orientações.

Destas, doze são tratadas como pilares do VAR:

  • 1. A tecnologia de vídeo só será usada para corrigir erros claros e incidentes não vistos em decisões pré-definidas de mudança de rumo do jogo: gol, pênalti/sem pênalti/cartão vermelho direto e identidade errada (ex.,se o árbitro adverte ou expulsa o jogador errado).
  • 2. A decisão final será sempre do árbitro.
  • 3. Os Árbitros Assistentes de Vídeo (AAVs – VARs) são membros da arbitragem e qualquer informação fornecida ao árbitro por um VAR será tratada da mesma forma que uma informação recebida do árbitro assistente, árbitro assistente adicional ou do quarto árbitro.
  • 4. O árbitro sempre tomará sua decisão independentemente da existência dos VARs, ou seja, o árbitro não pode não tomar uma decisão, remetendo a situação ao VAR. Se o árbitro decidir não paralisar o jogo devido a uma possível ofensa, a decisão (de permitir a continuação do jogo) poderá ser revisada. Nas raras ocasiões quando não ficar claro se uma ofensa punível com advertência (CA) é uma expulsão (CV), ou quem deveria receber a sanção, o árbitro poderá consultar o VAR.
  • 5. A decisão original dada pelo árbitro não será alterada salvo se a revisão pelo vídeo mostrar que a decisão foi claramente errada.
  • 6. Só o árbitro poderá iniciar uma revisão; o VAR (e os demais membros da arbitragem) só poderão recomendar que o árbitro faça a revisão.
  • 7. Seja qual for o processo de revisão, não há pressão de tempo para revisar a decisão rapidamente, pois a precisão é mais importante que a pressa.
  • 8. Os jogadores e a equipe técnica não poderão ficar ao redor do árbitro ou tentar influenciar se uma decisão, ou o processo de revisão ou a decisão final está sendo revista. Um jogador que usar o ‘sinal de revisão’ será advertido (CA).
  • 9. O árbitro deverá permanecer ‘visível’ o máximo possível durante o processo de revisão, para garantir a transparência.
  • 10. Se a jogada continua após o incidente que depois é revisado, qualquer medida disciplinar tomada/exigida durante o período pós-incidente não é cancelada, mesmo se a decisão original for alterada (com exceção de advertência/expulsão por parar um ataque promissor ou um DOGSO).
  • 11. Há um período máximo antes e depois de um incidente que poderá ser revisto.
  • 12. Na medida do possível, o protocolo VAR visa cumprir os princípios e a filosofia das Regras do Jogo.

Para ter acesso à íntegra do documento basta clicar no link a seguir:

Manual Arbitros Assistente de Video – CBF

Lewandowski livra ex-dirigente de futebol acusado de matar jornalista

De O ANTAGONISTA

Ricardo Lewandowski livrou do juri popular Maurício Sampaio, ex-presidente do Atlético Goianiense que responde pela morte do jornalista Valério Luz.

A decisão de Lewandowski contraria o juízo criminal de Goiânia, o Tribunal de Justiça de Goiás, o STJ e o próprio Lewandowski, que havia julgado incabível o habeas corpus da defesa de Sampaio.

Em janeiro deste ano, Lewandowski também beneficiou Sampaio com liminar que permitiu sua volta ao comando do principal cartório de Goiânia, ocupado por um concursado.

Por triste ironia, recluso João Gilberto termina seus dias exposto

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

Jamais estive com João Gilberto. Nunca me cansei de ouvi-lo.

Uma vez, e apenas uma vez, por telefone. Foi assim: eu acabava de chegar em casa depois do trabalho e, tarde da noite porque participava do “Jornal da Globo”, o telefone tocou.

Estávamos às vésperas da Copa do Mundo de 1994, nos EUA.

Atendi e do outro lado alguém se apresentou falando baixinho: “Juca, aqui é João”.

“Que João?”, perguntei. “O João, Juca”, ouvi de volta.

Quando ia devolver dizendo que conhecia muitos Joões, reconheci a voz do baiano ao mesmo tempo em que ele dizia pausadamente “João Gilberto”. Imediatamente disse a ele que estava em pé, em posição de sentido e às ordens.

Então, João pediu: “Tenho certeza de que posso pedir isso a você e que você não irá dizer para ninguém que fui eu quem pediu. Mas diga a Parreira para mandar os jogadores pararem com essa frescura de entrar em campo de mãos dadas porque isso não tem nada a ver com os brasileiros”.

Não tive tempo de dizer goiaba, porque ele desligou.

A seleção fazia campanha preocupante nas eliminatórias e se deu as mãos na entrada em campo para o jogo disputado no Recife, contra o Paraguai.

Goleou por 6 a 0 e adotou a atitude daí por diante, na Copa, inclusive, que culminou com o tetra, porque apesar de eu transmitir o recado a Parreira dizendo que era de um gênio da raça, o treinador se limitou a sorrir e não o transmitiu aos jogadores. Esqueci de contar, como tantos outros, o episódio em meu livro de memórias.

Conto aqui e agora, embora já o tivesse revelado em meu blog quando João completou 80 anos e, recentemente, no programa de Pedro Bial, para lamentar que alguém tão discreto, famoso por interagir pouco, obsessivamente cioso de sua intimidade, esteja exposto como está aos 86 anos, quando deveria apenas gozar das benesses de sua genialidade.

Bem que seus herdeiros poderiam se dar as mãos e parar com essa exposição injusta do magnífico João como se o fizessem de bolinha de papel.

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