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O Natal dos funcionários da Lusa e as “raves” do Presidente

Nos últimos meses, o presidente da Portuguesa, sem consultar órgão algum do clube, decidiu alugar o espaço lusitano para empresas organizadores de “raves”, eventos estes, em regra, panos de fundo para o tráfico de drogas, principalmente as sintéticas.

Conselheiros, em conversa com o Blog do Paulinho, acusaram-no de ser ele mesmo contratante e contratado, e que estaria utilizando-se de empresas de “fachada”, “acertadas” ou em nome de “laranjas” para tal, supostamente arrecadando dinheiro sem prestar as devidas contas à Portuguesa.

Fato é que, desde dois meses atrás, Alexandre Barros perdeu espaço que possuía na rádio Tropical.

Alheios à está movimentação, mas vítimas da má-gestão, funcionários da Lusa, com salários atrasados, somente terão Natal este ano por conta da solidariedade de alguns conselheiros e de comerciantes associados do clube, que se cotizaram para fornecer-lhes a ceia do final de ano.

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One Response to “O Natal dos funcionários da Lusa e as “raves” do Presidente”

  1. Mario Vianna Says:

    Acompanho seu blog faz alguns anos, lamentável que em 2017, depois de grandes eventos como Ultra Music Brasil, Tomorrowland Brasil, Edc Brasil, todas Festas gigantes ainda exista esse preconceito com a música eletrônica, as Festa da Portuguesa que acabei por não ir, foram a Só Track Boa, organizada pelo DJ Brasileiro que mais vem crescendo no cenário mundial e a outra foi o Elrow, uma Festa de origem espanhola que viaja o mundo sempre com os melhores DJ’s da atualidade. Enfim, lamentável que ainda se generalize dessa forma as Festas e ainda de forma geral se tenha esse pensamento pequeno dentro de um universo que cresce no mundo inteiro e por puro preconceito o Brasil não quer entender. Vai ver que bom são os pancadões no meio da rua…

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