Archive for junho \30\UTC 2016

Documentos comprovando corrupção na base do Corinthians foram enviados ao MP-SP

junho 30, 2016
Mané da Carne

Mané da Carne

Sob anonimato, dirigente da atual gestão alvinegra, em conversa com o blog, garantiu ter enviado ao Ministério Público de São Paulo documentos que comprovam corrupção nas categorias de base do Corinthians.

“Enviei os documentos. O clube precisa banir essa gente”.

O dirigente acredita, ainda, que o Conselho de Ética do Corinthians, que investiga internamente as denúncias, está comprometido com a necessidade política de abafar o assunto.

A denúncia ao MP-SP, vale lembrar, foi protocolada pelo conselheiro alvinegro Romeu Tuma Jr.

Ameaçado de prisão, Lula mente em discurso ao Foro de São Paulo

junho 30, 2016

Tyson, 50

junho 30, 2016

Andres Sanches quer utilizar Arena de Itaquera para jogo final de torneio de várzea

junho 30, 2016
Osmar Basílio

Osmar Basílio

Não bastasse se apoderar da imagem da Arena Itaquera para promover torneio de várzea que leva seu próprio nome, o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches (que possou no cartaz com Luiz Moura, segundo o MP, ligado à criminalidade), quer agora realizar a final do campeonato no estádio alvinegro.

A diretoria do clube finge não saber, mas dificilmente terá força para recusar.

Durante a fase classificatória, a “Copa Andres Sanchez” será disputa nos agradáveis bairros de Itaquera, Guaianazes e também no Itaim Paulista, locais de pouco índice de criminalidade.

Bancado pela colégio DRUMMOND (de propriedade do presidente do CORI, Osmar Basílio), que cederá, inclusive, árbitros e mesários (em verdade, alunos da escola), a organização do campeonato pagará para utilizar-se do estádio ?

varzea

Vice do Corinthians pode ter cometido falsidade ideológica com anuência de igreja que recebe dinheiro duvidoso

junho 30, 2016

candelária negão 2

No último dia 19, publicamos que a tradicional Igreja da Candelária, localizada no bairro da Vila Maria, em São Paulo, utilizava-se de dinheiro duvidoso, oriundo de apoio de personalidades ligadas à criminalidade, para bancar a quermesse local.

https://blogdopaulinho.com.br/2016/06/19/quermesse-em-igreja-da-candelaria-e-apoiada-por-politicos-ligados-a-criminalidade/

padre Fernando Baumhoff, aparentemente, não enxerga no ato conflito com as escrituras que teria obrigação de defender.

Não bastasse o acinte, a referida igreja, sabedora de que um dos apoiadores do evento, André Luiz de Olveira, o André Negão, é candidato a vereador na Capital, tem exposta, em sua fachada, uma faixa com o nome do ex-bicheiro, em possível ato de falsidade ideológica, tratando-o como membro da Sub-Prefeitura da Vila Maria, cargo que não mais ocupa há alguns anos.

Num país em que lideranças religiosas costumam, com enorme facilidade, direcionar os desejos (inclusive eleitorais) de boa parte dos ignorantes, a atitude, absolutamente reprovável, precisa ser combatida.

No último dia 20, entramos em contato com o departamento de comunicação do arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, solicitando esclarecimentos sobre os assuntos expostos pelo blog, mas, até o momento, nenhuma resposta foi enviada.

candelária negão 1

Empresário utiliza-se do nome “Solito”, ex-goleiro do Corinthians, para enganar jogadores de futebol

junho 30, 2016

solito alves

O espertalhão Joselito Alves dos Santos, conhecido como Solito Alves (não se trata do ex-goleiro Solito, campeão pelo Corinthians em 1982), está sendo acusado, por diversos jogadores, de enganá-los das mais variadas maneiras possíveis.

Joselito teve pequena passagem no Timão (sem sucesso), nos anos de 1987 a 1989, e frequentemente é confundido com o “Solito” mais famoso, confusão que não faz questão de desfazer.

Um dos atletas lesados nos procurou:

“Olá sou fã do seu trabalho. Peço ajuda para desmascarar um homem , ele hoje é presidente do Peruibe FC. Chama-se chamado Solito Alves. Tenho até provas. Ele me roubou e a um monte de jovens que sonham em ser jogadores”.

“O pior de tudo, ele roubou um refugiado… isso mesmo, esse homem roubou um colega meu, um haitiano que veio tentar a sorte aqui…. trabalhou numa padaria e o pouco dinheiro que ganhou o Solito roubou.”

Solito (Joselito) utiliza-se da empresa Sportproffi para trabalhar no meio esportivo.

Recentemente chegou a treinar o Noroeste de Baurú, interior de São Paulo.

Noutro caso, ocorrido em Pernambuco, os jogadores Firmino e Derick, em entrevista a rádio local, relataram:

“Estou aqui desde 17 de maio através do Solito com promessa de salário de R$ 800,00 por mês, mas não recebi um centavo. Pelo contrário, gastei para estar aqui. Ainda gastamos com alimentação pois a comida que nos davam era macarrão com salsicha, arroz e feijão muito ruim”

“O Natan (presidente do Afogadense – parceiro de Solito) mandou catorze jogadores pro Flamengo (Pernambuco) dizendo que iriam jogar. Chegou lá, o responsável pelo clube afirmou que só queria sete jogadores e com o dinheiro da transferência em mãos. Mas todos já haviam pago a transferência e valores ao Solito, que não mandou o dinheiro”

Os atletas, que registraram Boletim de Ocorrência, denunciaram, também, praticas de extorsão e de tratamento análogos à escravidão.

ABAIXO O SITE QUE SOLITO ALVES UTILIZA PARA COOPTAR JOGADORES E DIVULGAR SEU “TRABALHO”

http://sportproffi.blogspot.com.br/

Comissão da Assembléia investigará condições dos estádios em São Paulo

junho 30, 2016

campo estrela

Em reunião realizada ontem (29), a Comissão de Assuntos Desportivos da Assembléia Legislativa de São Paulo decidiu investigar as condições estruturais dos estádios de futebol no Estado.

Diligências serão realizadas, em breve.

No mesmo encontro, o deputado Carlos Giannazi (PSOL) aprovou requerimento para que o Secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Paulo Gustavo Maiurino, esclareça questões a cerca de fraude apontada no contrato de fornecimento de medalhas e troféus com a empresa AW Sports.

Assinaram a ata da reunião, além de Giannazi, os deputados Wellington Moura (PRB), Luiz Teixeira )PT), Hélio Nishimoto (PSDB), Alencar Santana Braga (PT), Chico Sardelli (PV), Gileno Gomes (PSL) e Jorge Caruso (PMDB).

Seleção Olímpica terá Fernando Prass, ataque forte, defesa mediana e meio campo duvidoso

junho 29, 2016

prass

Com a presença de Marco Polo Del Nero, Tite e Edu Gaspar na platéia, o treinador da Seleção Olímpica do Brasil, Rogério Micale, convocou a equipe para a disputa das Olimpíadas 2016.

O grupo contará, entre os atletas de idade superior a 23 anos, com Fernando Prass, Neymar e Douglas Costa, deixando de lado o zagueiro Thiago Silva, que era favorito a uma das vagas.

Em resumo, a defesa tem jogadores seguros, como Prass e o zagueiro Marquinhos, mas outros medianos, verdadeiras incógnitas para o torneio.

O padrão do meio campo é de assustar.

Não há um atleta que possa ser indicado como arremedo de craque, apesar de Rafinha e Fred, mais pela experiência internacional do que pela excelência do futebol, serem compreensíveis.

Somente no ataque as coisas estão adequadas, próximas do que se espera de uma Seleção Brasileira.

Neymar é inquestionável (dentro de campo), Douglas Costa fez bom campeonato alemão, Gabriel Jesus é uma esperança, Gabigol uma fraude bem assessorada e Luan um reserva de bom nível.

CONFIRA ABAIXO A RELAÇÃO DOS CONVOCADOS

Goleiros: Fernando Prass e Uilson

Laterais: Willian, Zeca, Douglas Santos

Zagueiros: Luan, Marquinhos, Rodrigo Caio

Meio de campo: Fred, Rafinha, Felipe Ânderson, Thiago Maia, Rodrigo Dourado

Atacantes: Neymar, Douglas Costas, Gabriel Jesus, Gabriel e Luan

Renovação e Transparência avalia candidatos para evitar derrota nas eleições do Corinthians

junho 29, 2016

12marionete

A chapa “Renovação e Transparência”, que está no poder do Corinthians desde 2007, tem como objetivo principal evitar a derrota nas próximas eleições do clube.

Para tal, precisa convencer Andres Sanches a lançar-se candidato à presidência em 2018.

Este é o plano “A”, B” e “C”.

Somente reviravoltas judiciais impediriam o desejo de seus correligionários pela candidatura.

Sanches é investigado no STF por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, e diversos outros crimes, além de estar enrolado, também, na “Lava-Jato”, que, recentemente, prendeu seu chefe de gabinete e “nº2” em desvios de conduta, o atual vice-presidente alvinegro, André Negão.

Em Sanches não podendo sair candidato, e somente nesta hipótese, o grupo avalia dois outros nomes: Emerson Piovesan (diretor financeiro) e Osmar Basílo (dono do colégio DRUMMOND).

O primeiro, ex-oposicionista, aderiu à gestão (e a todos os seus problemas), podendo, em eventual candidatura, trazer consigo parceiros mais desejosos por poder do que pelas mudanças administrativas.

Basílio, apesar de presidente do CORI, que, em tese, deveria fiscalizar a diretoria, trabalha para esconder seus problemas, coloca dinheiro em projetos ligados a Sanches, e, com o carisma de um pano de chão (assim como Piovesan), terá que ser levado às costas pelo ex-presidente.

É grande o medo da Renovação e Transparência de perder as próximas eleições (a oposição teve 42% dos votos no último pleito) e, por consequencia, diversas fontes de receitas que sustentam boa parte de seus integrantes, razão que explica, dois anos antes, o início das discussões sobre eventuais candidatos.

Há dissidências importantes entre os que antes apoiavam Andres sem questioná-lo.

Sanches é tratado pelos mais próximos (ligados a André Negão) como a única chance de evitar um revés eleitoral, mas, devido às intercorrências citadas e o desempenho irrelevante como deputado federal, em Brasília, perdeu prestígio, razão pela qual está reticente em formalizar a candidatura, que, em caso de derrota, sepultaria de uma vez por todas o futuro de seu grupo no Parque São Jorge.

Palmeiras é condenado a pagar R$ 26,8 milhões por calote em transação de Basílio

junho 29, 2016
Sebastião Lapola

Sebastião Lapola

Recentemente, a empresa Palmital Serviços Técnicos Ltda, ingressou com ação de cobrança contra o Palmeiras, alegando ser proprietário dos direitos do ex-jogador Basílio, que o clube contratou (apenas 40% do passe), parceladamente, por US$ 900 mil, à época, mas quitou apenas a primeira parcela (US$ 300 mil).

A Justiça ouviu diversas testemunhas, entre as quais dirigentes palestrinos e o próprio atleta.

Todos, alguns com mais ênfase, disseram que o responsável pelo negócio foi o então diretor Sebastião Lapola, e, por conequencia, de seus desdobramentos, que negou, mas foi desmascarado pelo próprio Basílio, em depoimento.

Muitos, pateticamente, disseram “não saber ao certo” os detalhes da transação.

Em sentença, o Palmeiras foi condenado a pagar R$ 1.073.958.38 (valor da causa), acrescidos de correção monetária, mais 1% ao mês (desde 2000), além de 12% sobre o valor total, que, somados, perfazem a exorbitante quantia de R$ 26,8 milhões.

CONFIRA ABAIXO OS PRINCIPAIS TRECHOS DA SENTENÇA

Processo 0038788-41.2004.8.26.0100 (583.00.2004.038788) – Monitória – Palmital Serviços Técnicos e Participações Ltda – Sociedade Esportiva Palmeiras – Robson Rodrigues Henrique Farabotti – Robson Rodrigues Henrique Farabotti – Vistos.

PALMITAL SERVIÇOS TÉCNICOS E PARTICIPAÇÕES LTDA., devidamente qualificada, move AÇÃO MONITÁRIA, em face de SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, alegando em síntese, conforme fls.07/15, que vendeu à ré, em 15/01/2000, por meio de instrumento particular de venda de atleta profissional de futebol, 40% (quarenta por cento) dos direitos federativos (passe) do atleta Valdeci Basílio da Silva pela quantia de US$ 900.000,00 (novecentos mil dólares americanos), parcelados em 3 (três) vezes de US$ 300.000,00 (trezentos mil dólares), sendo a primeira à vista, a segunda após 30 dias e última em 60 dias.

Na data do pagamento da segunda parcela, 19/02/2000, não foi depositado o valor total, sendo apenas a quantia de R$ 270.000,00 (duzentos e setenta mil reais), o equivalente, na época à US$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil dólares).Em 27/12/2000, houve o pagamento de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), equivalendo, na época, a US$ 100.925,00 (cem mil novecentos e vinte e cinco reais).

A ré também não efetuou o pagamento da terceira parcela, que deveria se dar em 19/03/2000, no mesmo valor das parcelas anteriores, tendo, então, como valor atualizado, em 09/05/2003, a quantia de R$ 923.936,68 (novecentos e vinte e três mil novecentos e trinta e seis reais e sessenta e oito centavos).

Apesar de ter afirmado no referido instrumento particular de venda de atleta profissional que os valores referentes à segunda e terceira parcelas estariam assegurados por notas promissórias, tal fato não foi verificado. Tendo em vista que tentou resolver a situação amigavelmente sem obter o resultado esperado, ingressou com a presente ação pleiteando o correspondente a R$ 1.073.958,38 (um milhão setenta e três mil novecentos e cinquenta e oito reais e trinta e oito centavos).

É fato notório que o jogador Basílio jogou na Sociedade Esportiva Palmeiras, inclusive angariou bons resultados pelo clube de futebol.Também é fato notório, divulgado pela imprensa nacional que o jogador Basílio foi contratado pelo Palmeiras, transferido da entidade esportiva Coritiba. Considerando o conjunto probatório, se conclui que o réu se apropriou do atleta, utilizou-o em campo e ainda se beneficiou de seus serviços e imagem.

Ademais, o Palmeiras pagou parte dos valores contratados.Com o pagamento parcial dos valores avençados, o Palmeiras ratificou o contrato firmado conforme fls. 17, bem como ratificou os poderes de representação do Sr. Sebastião Lapola, eis que o mandato pode ser ratificado posteriormente conforme preceitua o art. 662 do CC/2002.Tanto ratificou os poderes conferidos ao mandatário Lapola, que a Sociedade Esportiva Palmeiras não trouxe sequer uma prova documental ou qualquer prova em face do Sr. Sebastião Lapola pelo contrato firmado às fls. 17, não tendo o Sr. Lapola sofrido nenhuma responsabilidade estatutária por tal ação.

Não há nenhuma prova há nos autos comprovando que o Sr. Lapola fora punido pelos órgãos do clube por conta desse negócio firmado, mesmo porque o processo já se arrasta no Judiciário desde 2003.

Quanto ao pagamento parcial realizado pelo Palmeiras há prova robusta nos autos, tanto que isso é confessado na própria inicial pela autora, que não cobra o valor integral, mas cobra parte da segunda parcela, e a terceira parcela acordada.Com a ratificação do negócio pelo Palmeiras, ainda que houvesse proibição legal para tanto (quanto ao objeto do negócio), isso não confere à Sociedade Esportiva Palmeiras o direito de alegar contra a autora que não cumprirá o contrato que ela mesma ratificou, e ainda se utilizou do atleta por vários meses, eis que tal conduta viola a boa-fé objetiva, mesmo porque o Palmeiras tinha plena ciência da vedação legal, e mesmo assim quitou parte do negócio.

Além de quitar parte do negócio e se utilizar do jogador em campo, em momento algum buscou anular o negócio ou devolver o atleta sem utilizá-lo, mesmo porque, poderia nessa mesma demanda ter demandado por reconvenção a anulação do negócio e até mesmo buscar atacar a veracidade do documento de fls. 17, mas não fez.Incrível que somente em 2003, venha alegar como exceção tal impedimento legal, ou seja, depois de mais de 03 anos da realização do negócio jurídico, da liberação formal do jogador Basílio por parte do Coritiba ao Palmeiras, do registro do atleta na CBF, de realizar o pagamento ao atleta dos 5%, e, após se utilizar do jogador em campo, venha o Palmeiras querer afirmar que o negócio é nulo em seu objeto e por isso não vai cumprir conforme contratado, mesmo sabendo dos vícios alegados e dos riscos do negócio.

E mais, em contestação extensa a ré em momento algum nega os pagamentos parciais, admitindo-os como incontroversos à luz do art. 374, inciso III do NCPC.

A testemunha Salvador Hugo Palaia, ouvido em Juízo às fls. 536/539 disse em Juízo não saber de nada e não tinha nenhum conhecimento do que fora realizado, e na época estava desligado do Palmeiras.

Sebastião Lapola, ouvido em Juízo às fls. 540/546 disse que no ano de 2000 estava saindo do Palmeiras, e era do Departamento de Futebol, e sobre a transação do atleta Basílio negou ter qualquer conhecimento, bem como negou ter assinado o documento de fls. 17 e o documento de fls. 141. Não soube dizer se o Sr. Sérgio Prosdócimo da Palmital era credor do Coritiba, e quando questionado sobre os contratos serem realizados com papel timbrado do clube na época de 2000 ou se eram realizados sem timbre disse que do pouco que viu, pode afirmar as duas assertivas.

No mais, mesmo com a negativa da testemunha, o Palmeiras em momento algum alegou falsidade do documento ou da própria assinatura lançada às fls. 17, ao contrário, fez os pagamentos parciais ratificando o negócio e a assunção da obrigação pelo mandatário, de um mandato também que restou confirmado pelo próprio Palmeiras por meio de suas condutas.

Mustafá Contursi Goffar Majzoub, ouvido em Juízo às fls. 547/559 disse que na época de 2000 era presidente do Palmeiras e participou de todas contratações do clube e relatou que tinha por hábito delegar para auxiliares, que eram o Milton, o Sebastião Lapola e as vezes o contato era direto, de presidente para presidente. Disse que atestado liberatório é uma transferência de clube para clube, um clube libera para outro clube o atleta para participar dos serviços do sucessor e sem isso o jogador não pode ser inscrito na CBF. Sobre o papel timbrado, a testemunha disse nem sempre era utilizado para esses contratos.

Veja que o Presidente do Palmeiras na época confirmou que delegava poderes para auxiliares, e um deles era o Sr. Sebastião Lapola.

Quanto aos pagamentos, o Magistrado indagou se a testemunha (na condição de Presidente do clube naquela época) sabia se o Coritiba tinha recebido alguma quantia pela transferência do atleta, e a testemunha respondeu: “…Deve ter recebido, não me lembro quanto, mas os pagamentos devem estar registrados na contabilidade do clube, se não, o atleta não estaria servindo ao clube…”. (fls. 551)

Isso é corroborado pelo documento de fls. 137, eis que, se o Palmeiras não tivesse procedido ao pagamento na forma contratada inicialmente, jamais o Coritiba iria liberar o jogador para o Palmeiras.A testemunha não soube responder por que o documento de fls. 17 estava assinado e na época não podia haver relação do clube com a empresa, e ao ser questionado pelo Juízo do porquê o Palmeiras pagou as duas primeiras parcelas do contrato admitiu os pagamentos e disse que deve ter sido por acerto com o Coritiba. Admitiu também que o Coritiba indicou quem receberia os valores.Por fim, reconheceu o documento de fls. 137 como atestado liberatório, e negou que o Sr. Lapola tinha poderes para firmar contratos.

Essas três testemunhas nutrem vínculo com o clube, e por óbvio dariam versão de modo a preservar o clube e seus próprios interesses pessoais, na medida em que, qualquer ato de desvio estatutário poderia vir a ser questionado internamente perante o clube e, por isso, eles poderiam cobrados pelos órgãos estatutários.

Mesmo assim, o Sr. Mustafá confirmou que o timbre não era relevante para formalização dos contratos e ainda disse que o Palmeiras pagou parte da dívida e pagou para a autora por ordem do Coritiba. E mais, confirmou que o credor deve ter recebido, tanto que o jogador serviu o clube, senão isso não seria possível.

Por fim, para demonstrar a clara intenção de realizar o negócio, a testemunha, quando então Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras assinou o documento de fls. 330 no dia 17.01.2000, dois dias depois da lavratura do documento de fls. 17.Ademais, o documento de fls. 379 atesta que o Palmeiras tinha plena intenção de contratar o jogador e sabia de todas as condições do negócio, e os demais documentos de fls. 380/391 comprovaram como a autora ingressou nessa cadeia causal, tudo isso fora aceito pelo Palmeiras que mesmo assim firmou o negócio, não podendo haver o benefício da própria torpeza.

E mais, quanto ao Sr. Prosdócimo ter sido presidente do Coritiba ao tempo do negócio, tal questão deve ser resolvida entre ele e o clube Coritiba se houve malversação. Ainda que se possa aventar sobre a nulidade do negócio jurídico quanto ao objeto, esse vício somente pode ser invocado por terceiros, mas entre as partes materiais do negócio, não se pode permitir o benefício da própria torpeza, cabendo ao Palmeiras cumprir sua parte na avença, eis que assumiu o risco do negócio.

A testemunha Valdeci Basílio da Silva, ouvido em Juízo às fls. 560/566, sem qualquer interesse na demanda, e alheio a qualquer interesse do Palmeiras e das testemunhas ouvidas, disse de forma categórica que sobre a compra e venda do seu passe entre Palmeiras e Coritiba foi conduzida pelo Sr. Lapola, tendo recebido 5%, que era sua parte, confirmando os termos do documento de fls. 17.O documento de fls. 293 também consta assinatura do Sr. Lapola, documento de solicitação de transferência de atleta profissional emitido pela ré Palmeiras ao Departamento de Registro da Federação Paranaense de Futebol. Isso corrobora a versão da testemunha sobre a condução do negócio, havendo indícios relevantes que a negociação realmente fora conduzida pelo Sr. Lapola.

No mais, a testemunha Basílio confirmou que se comentava entre os jogadores que havia atletas que eram do Palmeiras e da Parmalat, e confirmou que havia jogadores que eram somente da Parmalat, atestando que a ré tinha ciência da burla à lei, mas mesmo assim tinha como prática costumeira em agir de tal forma.

Poderia a ré trazer os contratos e os documentos da época que manteve a parceria com a Parmalat para sanar tal questão, mas nenhum documento relativo a esse feito veio aos autos, mesmo essa questão tendo sido ventilada em audiência de instrução.

A autora, por sua vez, trouxe matérias jornalísticas confirmando que a Parmalat adquiria direitos dos jogadores, indicando que a versão da testemunha não é inverossímel.

A testemunha Luiz Carlos Pagnotta pouco acrescentou na prova, notadamente por ter dado depoimento para preservar os interesses dos clube, e basicamente discorreu sobre as formalidades na contratação, representação do clube e etc. (fls. 656/668)Embora tenha afirmado sobre a questão do timbre dos negócios, o próprio Mustafá relativizou tal formalidade e confirmou muitos negócios eram realizados sem qualquer timbre, mas confirmou que o atestado liberatório só é emitido com o pagamento acertado.

Antonio Carlos Corcione (fls. 669/682) como assessor da presidência também não faria diferente e deu versão, em sua maioria para preservar os interesses do clube.Sobre a negociação foi evasivo, disse que só ouviu falar e acompanhou vendo o jogador lá no clube, mas relatou que era comum o clube indicar um terceiro para receber o pagamento. Entretanto, confirmou é costumeiro no mercado do futebol uma promissória rodar dez, doze clubes, para pagar uma dívida só.Mais adiante às fls. 680 ainda disse: J: O contrato de compra e venda de jogadores de feito entre clubes pode constar uma cláusula de pagamento a ser realizado para terceira pessoa, em tese?D: Pode, é claro, é normal. Confirmou ser natural que o Coritiba determinasse o modo de pagamento e que esse pagamento deveria ser realizado para outra empresa. (fls. 671)

Disse também que o Diretor constituído de futebol tinha poderes para assinar ou então o Presidente do clube.Quanto ao timbre e a oficialidade do documento o Sr. Mustafá também relativizou a versão da testemunha.Disse também que alguns contratos eram indexados a moeda estrangeira e que houve o pagamento parcial, só não sabendo dizer se o pagamento fora efetuado ao Coritiba ou para a Palmital.

A testemunha Joel Malucelli ouvida em Juízo às fls. 685/689 confirmou que o Coritiba cedeu direitos à autora Palmital e era comum a previsão em moeda estrangeira, e essas cessões eram comuns às empresas.

A testemunha José Alcides de Araújo Boese, ouvida sob o crivo do contraditório e da ampla-defesa às fls. 690/697 confirmou que o Palmeiras pagou a 1ª parcela no ato do contrato e era comum contratos em moeda estrangeira, confirmando ainda que o Palmeiras tinha conhecimento que era os débitos do Coritiba eram para ser pagos à Palmital. Narrou também que o Coritiba assinou o atestado liberatório para o Palmeiras, e confirmou que a liberação somente ocorreu depois que a Palmital confirmou o recebimento de valores, vulgo ‘acerto financeiro’.A mesma testemunha ainda atestou como fora realizada a transação do meia Alex, dizendo em Juízo que todo o negócio era feito com a Parmalat, a qual gerenciava toda parte financeira, e ainda afirmou categoricamente que recebeu um cheque da própria Parmalat.

Quanto à moeda estrangeira, o contrato fora firmado em reais, indexando o valor em reais ao dólar conforme se vê de fls. 17. A cláusula 1 diz expressamente que o valor do passe é fixado em equivalente em reais a US$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil dólares), e os valores foram fixados em reais, tanto que o pedido é formulado em reais.Conforme precedente do E. Superior Tribunal de Justiça, acaba-se por admitir a validade do contrato baseado na indexação do contrato à variação cambial, desde que o pagamento seja feito em moeda nacional e conforme o câmbio da data da contratação. (TJSP 23ª Câmara de Direito Privado Apelação nº. 1071832- 48.2015.8.26.0100, rel. Des. J.B. FRANCO DE GODOI, j. 30.03.2016)Finalmente, não há qualquer óbice a que o valor esteja expresso em moeda estrangeira, não ocorrendo vício ao contrato, somente é necessário que se proceda à conversão em moeda nacional para o efetivo pagamento.

O valor em moeda estrangeira representa mera indexação. (TJSP 21ª Câmara de Direito Privado Apelação nº. 0047001-27.2012.8.26.0562, rel. Des. MAIA DA ROCHA, j. 21.09.2015)

Pelo exposto e tudo mais que consta dos autos, afasto os embargos monitórios e em consequência JULGO PROCEDENTES os pedidos formulados para constituir de pleno direito em título executivo judicial o contrato de fls. 17 e os demais documentos que comprovaram a transação do jogador com base no valor de R$ 1.073.958.38 (um milhão, setenta e três mil, novecentos e cinquenta e oito reais e trinta e oito centavos), julgando extinto o processo com resolução do mérito nos termos do art. 487, inciso I do Código de Processo Civil.

Os valores deverão ser atualizados conforme Tabela do TJSP, corrigidos a partir do vencimento (TJSP – 38ª Câmara de Direito Privado Apelação n°. 0126910-54.2009.8.26.0100, rel. Des. EDUARDO SIQUEIRA, j. 05.02.2012) e juros de mora em 1% ao mês também desde o vencimento, aplicando o art. 406 do CC/2002.

Tratando-se o montante cobrado de obrigação positiva, líquida e com termo certo para o vencimento, o devedor é constituído em mora na data do inadimplemento (art. 397, CC), incidindo os juros moratórios desde o vencimento de cada obrigação (art. 406, CC) (TJSP – 26ª Câmara de Direito Privado Apelação n°. 0004561-95.2012.8.26.0568, rel. Des. BONILHA FILHO, j. 05.02.2012)Pela sucumbência do réu, deverá arcar com as despesas do processo e, considerando o labor dispendido pelos patronos da autora durante todo esse tempo, inclusive com atuação em fase recursal fixo os honorários advocatícios no valor de 12,5% sobre o valor da causa conforme art. 85, §2º do CPC.P.R.I.C. – ADV: FABÍOLA P. CORDEIRO FLEISCHFRESSER (OAB 21515/PR), ANA PAULA PESSOA RIBEIRO (OAB 34011/ PR), BRUNO FABBRI BARELLI (OAB 297685/SP), ANDRÉ MUSZKAT (OAB 222797/SP), ROBSON RODRIGUES HENRIQUE FARABOTTI (OAB 200049/SP), CARLOS EDUARDO MANFREDINI HAPNER (OAB 10515/PR)

A Inglaterra abala o mundo… do futebol

junho 29, 2016

British soldiers, members of the House Guards participate at the Changing of the Guard ceremony, in the forecourt of Buckingham Palace in central London, Monday, June 16, 2014. Changing the Guard is one of the oldest and most familiar ceremonies associated with the Royal Palaces. In 1689, the court moved to St James's Palace, which was guarded by the Foot Guards. When Queen Victoria moved into Buckingham Palace in 1837, the Queen's Guard remained at St James's Palace, with a detachment guarding Buckingham Palace, as it still does today. (AP Photo/Lefteris Pitarakis) ORG XMIT: LLP108

Por ROQUE CITADINI

http://blogdocitadini.com.br/

A decisão da Inglaterra de dizer adeus à Comunidade Econômica Européia trouxe todo tipo de preocupação, inclusive no futebol.

O campeonato inglês -a tal Premier League- é o mais badalado do mundo, e seus jogos são transmitidos para todo planeta.

Nenhum outro campeonato tem tanto dinheiro, com cotas de TV’s milionárias, anunciantes que pagam o olho da cara e elencos com grandes craques (com seus salários monumentais). Todos esses ingredientes levam a um quadro único no futebol mundial.

Com a saída da Inglaterra da CEE, essa situação pode sofrer uma mudança brutal.

A força econômica do campeonato traz atualmente jogadores de todos os cantos do mundo por valores cada vez mais assustadores.

O jogadores com passaporte de países europeus têm entrada livre na Inglaterra. E eles (portugueses, romenos, franceses, espanhóis etc) se juntam a uma competição que congrega jogadores do mundo todo.

Porém, quem não é da Europa tem restrições para jogar nas equipes inglesas. Os jogadores de fora precisam ter certo número de convocações de suas seleções nacionais para serem contratados, o que limita muito as transferências diretas para a ilha inglesa.

A saída da Inglaterra da CEE muda tudo.

Espanhol é espanhol, romeno é romeno. Todos eles terão as mesmas restrições de brasileiros, argentinos e chilenos.

O impacto dessa mudança será grande porque muitos jogadores usam países europeus mais frágeis para “conseguir” a cidadania que abre as portas da Inglaterra. Portugal é um exemplo desses países “intermediários” que servem como trampolim para a cidadania européia. O mesmo acontece com Espanha, Romênia, Albânia etc.

Latinos e europeus terão seus caminhos para Inglaterra dificultados pelas mudanças anunciadas.

Isso terá grande impacto sobre os negócios do futebol.

Mas a Premier League continuará a ser grande. Os clubes ingleses continuarão com investimentos astronômicos (e inexplicáveis), transferências sem lógica financeira e salários malucos.

Igualmente, seus clubes continuarão a ser uma interrogação financeira com -todo ano- apresentando prejuízos enormes (alguns clubes ficam no vermelho por mais de 10 anos) e seus donos continuam colocando cada vez mais dinheiro.

Os oligarcas russo, nobres árabes, e novos ricos da Ásia não se preocupam em investir e ter prejuízo. É isso que dizem os seus balanços anuais que ninguém entende.

Para a América Latina e África, a Inglaterra não muda muito. Apenas não valerão mais os passaportes portugueses, espanhóis, romenos e poloneses, que muitos conseguiram nos últimos anos.

Para os ingleses, a saída da Comunidade Européia é tão preocupante quanto a eliminação da Euro Copa pela vibrante equipe da Islândia.

O sofrimento humaniza

junho 29, 2016

messi chorando

“Após a cobrança dos pênaltis, Messi, amargurado, com a cara mais triste que vi de um jogador após uma derrota, como se tivesse perdido um filho, sentiu-se culpado por não ter feito a Argentina vencer, como era cobrado, e disse que a seleção não era para ele, como se pedisse perdão pelo fracasso. Nunca tinha visto um ídolo tão frágil, abalado e destruído.”

Da FOLHA

Por TOSTÂO

Gostaria de ter escrito esta coluna na segunda-feira, mas, como não tenho blog, faço hoje, com atraso, com grande chance de ser repetitivo.

Além de o Brasil ter sido eliminado na primeira fase da Copa América, o árbitro brasileiro Héber Roberto Lopes, que adora sorrir para as câmeras, atrapalhou a final entre Argentina e Chile, com as expulsões equivocadas de um jogador de cada lado. Com isso, os treinadores reforçaram a defesa e enfraqueceram os ataques, que ficaram em desvantagem numérica, um dos motivos do empate sem gols. O Chile se organizou melhor no confronto entre dez jogadores.

Quando Messi driblava um e ia para o gol, outro o desarmava ou o derrubava. Ele foi ao chão várias vezes seguidas, o que não ocorre nos jogos do Barcelona, na Europa. O futebol sul-americano é mais pegado e mais faltoso.

As quatro finais perdidas pela Argentina com Messi, uma para o Brasil, duas nos pênaltis para o Chile e a quarta para a Alemanha, na decisão do Mundial, foram para times do mesmo nível ou superiores. Não houve fracasso. Parece até que a Argentina foi eliminada pela Islândia ou pelo Peru.

Muitas pessoas que não acompanham diariamente o futebol, além de muitos torcedores e jornalistas esportivos, possuem uma opinião simplista de que um craque como Messi assume a responsabilidade e define, quando bem entender, brilhar e fazer seu time ganhar. Quando perde, é porque foi indeciso, frouxo, fraco, como se o futebol fosse uma disputa individual e não houvesse dezenas de fatores envolvidos no resultado e na atuação dos jogadores e das equipes.

Após a cobrança dos pênaltis, Messi, amargurado, com a cara mais triste que vi de um jogador após uma derrota, como se tivesse perdido um filho, sentiu-se culpado por não ter feito a Argentina vencer, como era cobrado, e disse que a seleção não era para ele, como se pedisse perdão pelo fracasso. Nunca tinha visto um ídolo tão frágil, abalado e destruído.

O sofrimento demonstrado por Messi parece ter despertado nos argentinos, pelas reações, a compreensão de seu esforço em fazer o melhor e, principalmente, a percepção de que ele não é o craque frio e distante da seleção e do país, como muitos achavam. O sofrimento humaniza o ser humano.

Todos os grandes atletas, de todos os esportes, têm grandes derrotas, como a de Pelé no Mundial de 1966, na eliminação do Brasil, na primeira fase, para Portugal. Existe uma conhecida imagem de Pelé, abatido, saindo do gramado sem a camisa da seleção, com um sobretudo colocado por um inglês, funcionário do estádio. Todos os grandes atletas, após grandes derrotas, sentiram-se fracassados, com vontade de não jogar mais, por causa da pressão de serem sempre os melhores, os atletas perfeitos.

A solidariedade e o carinho que os argentinos têm mostrado com Messi, muito maior que o que ele esperava, podem mudar sua decisão de não jogar mais pela seleção. Tomara! Espero vê-lo no Mineirão, em novembro, contra o Brasil, pelas Eliminatórias da Copa.

Os sonhadores já imaginam um final feliz, com a Argentina campeã do mundo e com Messi fazendo um maravilhoso gol na final. Isso não combina com o tango, um pensamento triste, que nunca poderia dar certo.

Blog do Paulinho #63

junho 29, 2016

Herança de Roberto Dinamite retira mais R$ 12 milhões dos caixas vascaínos

junho 29, 2016

dinamite

Não bastasse participar de desvio de dinheiro do Vasco da Gama para paraísos fiscais (que o blog comprovou), além de esfacelar o caixa cruzmaltino em diversas negociações suspeitas, sem contar as contas elevadas pela incompetência administrativa, Roberto Dinamite, mesmo distante do clube, continua a lhe ocasionar novos prejuízos.

Desta vez R$ 12 milhões, resultantes de ação do Benfica à FIFA, que poderia até resultar, além dos juros moratórios, em rebaixamento da equipe à Série C do Brasileirão.

Roberto comprou Eder Luis dos portugueses, por 3,5 milhões de Euros, pagou apenas 875 mil Euros, e, mesmo tendo emprestado o jogador ao futebol árabe por valores que poderiam quitar a operação, não o fez, jogando os problemas para gestão posterior.

Este novo prejuízo junta-se a outros deixados por Dinamite, entre os quais dívidas bancárias milionárias, R$ 14 milhões em impostos vencidos, 3 folhas salariais inadimplentes, além de R$ 100 milhões devidos a forencedores.

Um caos total.

A expulsão do ex-presidente dos quadros associativos vascaínos e instauração de inquérito sobre responsabilidades lesivas ao patrimônio do clube é o mínimo que se espera diante de um contexto deplorável de absoluta demonstração de desamor e falta de respeito à história do Vasco da Gama.

Sobre as investigações de fraudes cometidas por Fernando Garcia e CBF

junho 28, 2016

fernando garcia

(Matérias publicadas em 2015, mais de um ano antes da ESPN, que repercutiu hoje, “com exclusividade”, mas esqueceu de citar a fonte)

20/02/2015

Justiça acusa Fernando Garcia, ASA e Wanderson de conluio para enganar empresário. Ponte Preta também é suspeita

28/02/2015

Investigação da FIFA no “caso Cleber” chega ao SEV/Hortolândia, equipe de “fachada” de Fernando Garcia, conselheiro do Corinthians

03/03/2015

“Erro” da CBF e malandragem de Fernando Garcia podem complicar a Ponte Preta

25/05/2015

Ministério Público receberá denúncia de estelionato contra CBF, Penapolense e Fernando Garcia

18/06/2015

Empresário denuncia fraude em registros da CBF, com a participação de clubes e agente de jogador

23/06/2015

MPF investigará CBF, clubes e empresário Fernando Garcia (Kalunga)

03/03/2016

MP do Rio de Janeiro investiga supostas práticas criminosas de Fernando Garcia em conluio com a CBF


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