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Archive for julho \31\UTC 2008

Ex-dirigente denuncia corrupção no Corinthians – Primeira parte

julho 31, 2008

 

Conversei durante a semana com André Martins, ex-diretor de patrimônio e obras do Corinthians.

Ele resolveu contar o que sabe.

Foi demitido do clube, segundo ele, por influência de Roberto Cerqueira Cesar, conhecido como Robertinho, Heleno Maluf, vice-presidente administrativo e André Negão, o diretor sem cargo.

O motivo, segundo ele, seria o de ter descoberto as falcatruas realizadas por eles e não ter entrado no esquema.

Passou a dificultar esses “negócios”.

Heleno Maluf e Robertinho são os responsáveis pelo futuro estádio corinthiano.

Motivo suficiente para que possamos desconfiar do projeto.

André Martins, por algumas horas mostrou-me documentos e falou sobre atos ilícitos cometidos por membros da diretoria corinthiana.

Vou contar para vocês em algumas partes.

Capitulo 1 – Eng. Djalma Batista Mariano e as empresas “laranjas”

O blog denunciou essa semana a presença do eng. Djalma Mariano, amigo de André Negão, em situações “estranhas” do clube.

Faz parte do grupo “Corinthianos Obsessivos”, que tem como membros Sergio Alvarenga, Felipe Ezabella, Raul Corrêa da Silva e Fernando Alba, todos vices-presidentes do Corinthians.

Djalma é o responsável pelas obras e compra de materiais no clube.

Em clara situação de favorecimento suas empresas também prestam serviço ao Corinthians.

Uma situação imoral e que nos leva a crer em ilicitude.

Na reportagem demonstrei que a DHR Engenharia e Construções Ltda. é uma dessa empresas.

Publiquei também a circular que Andres Sanches enviou a seus diretores e vice-presidentes ordenando que toda requisição de compras para o setor tem que passar primeiro pelas mãos de Djalma Mariano.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2008/07/28/para-manter-o-bom-andamento-do-trabalho/

André Martins me contou ainda mais.

Disse que a empresa SGM Empreiteira de Obras Ltda. é também de Djalma Mariano.

Segundo André, a SGM é uma empresa laranja, dentre outras, que pertencem ao engenheiro.

Ela teria sido a responsável por obras no departamento profissional.

O valor, R$ 26.300,00

Segundo André Martins o cheque de pagamento desse serviço, emitido pelo Corinthians, foi depositado na conta pessoal de Djalma Mariano, comprovando sua denúncia.

Leia abaixo mais um pouco do que André Martins me contou:

 

“Paulinho, o Djalma é do ramo de construção civil.

Quando o conheci parecia ser pessoa idônea.

Até que se juntou com André Negão”

 

“Quando assumi o departamento de patrimônio e obras solicitei uma remuneração pelo fato de estar desempregado no momento.

Falei com o vice-presidente de Patrimônio, Jorge Aun.

Ele me ajudou.

Mandou embora a empresa que prestava serviços ao clube e me ofereceu os mesmo R$ 5.000 que o clube pagava a ela.

Mas não podia fazer o contrato em meu nome, pelo fato de eu ser diretor do clube.

Foi ai que entrou o Djalma na história.

O Corinthians fez o contrato no nome da empresa dele, mas quem prestava os serviços era eu.

Para que isso pudesse ser feito, paguei para o Djalma R$ 1.000 por mês.

Ele ganhou sem fazer nada.

Apenas deva a minha parte, descontando os impostos.

Ele aproveitou-se da pressão que eu estava sofrendo no clube e me deu uma rasteira.

Já fazia parte da turma de André Negão e Andres Sanches.

Foi nomeado engenheiro do clube.

A ambição fez com que ele me traísse.

Hoje além da empresa dele, existe uma laranja que ele colocou lá dentro, de sua propriedade, mas em nome de outro, que presta serviços ao clube.

Apropriou-se de alguns recebimentos que ainda tinha direito.

Mas já estou tomando providências sobre o assunto.”

 

“Se houver ilicitude nos atos de Djalma, como deve haver e será apurado, o André Negão com certeza está junto com ele.”

 

“A ligação entre Djalma e Andre Negão tem também um elo com a nossa secretária na época, a Rosane.

Ela era bem “íntima” de André Negão, uma ligação muito forte, todos no clube sabem disso.

Enquanto André executava outras tarefas o senhor Djalma passou também a ter boa “intimidade” com ela.

Conversavam sempre por MSN, telefone e pessoalmente.

Djalma começou a lhe conceder alguns “benefícios” sem que André soubesse.

Os três passaram a ser bem unidos.

O que os olhos não vêem o coração não sente.”

Abaixo você verá o orçamento da empresa “laranja” de Djalma Mariano para obras no departamento profissional do Corinthians.

 

Não perca amanhã o segundo capítulo, com a participação de um importante membro da comissão técnica corinthiana nas “irregularidades”.

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Volei masculino nas Olimpíadas

julho 31, 2008

Quero saber a sua opinião.

Que medalha o vôlei masculino do Brasil trará de Pequim ?

1-      Ouro

2-      Prata

3-      Bronze

4-      Nenhuma

Mais uma do Madureira

julho 31, 2008

Valdívia não gostou de ser substituído.

Saiu com cara de poucos amigos.

Mas em nenhum momento faltou com o respeito ao Palmeiras nem com o seu treinador.

V(W)anderlei(y) Luxemburgo, de maneira perversa, tentou jogá-lo contra o torcedor palmeirense.

Ampliou a dimensão de um acontecimento corriqueiro em uma partida de futebol.

Ele sim, faltou com o respeito ao clube e com o atleta que dirige.

A diretoria palmeirense tem que chamar-lhe a atenção.

Se é que terão coragem para isso.

A FIFA demonstra o seu poder

julho 31, 2008

A FIFA demonstrou o seu poder.

O Barcelona gritou, mas na hora do conflito correu.

Messi jogará as Olimpíadas.

Não foi dessa vez que alguma coisa se alterou no mundo do futebol.

Manda quem pode.

Obedece quem tem juízo.

Ainda é assim.

Uma pena.

A primeira mancha das Olimpíadas

julho 31, 2008

Lamentável a censura que jornalistas e atletas estão sofrendo na China.

A restrição aos principais sites de internet do mundo viola o princípio básico da liberdade de expressão.

Que a China acredite que esse tipo de iniciativa é bom para seu país, embora seja um absurdo, é um problema a ser resolvido por eles.

Mas a questão não é essa.

Os jogos Olímpicos não são apenas da China.

É um evento mundial, pertence a todos os países que participam da festa.

A proibição é inaceitável.

A primeira mancha negativa dos jogos.

Hospitalidade chinesa

julho 31, 2008

Por MAURÍCIO SAVARESE

De Pequim

http://www.blogdosavarese.blogspot.com/

Estou em um bairro na periferia de Pequim, onde haverá as competições de ciclismo e tiro. Em tese, não muitos estrangeiros. Ainda menos brasileiros. Mas mesmo assim os chineses parecem absolutamente ansiosos por nos atenderem bem. Muito parecido com o clima que é encontrado no Nordeste brasileiro.

Claro, há quem não goste dos laowai (estrangeiros).

A Revolução Cultural falava em “demônio” ocidental no fim da década de 1960 e de quando em quando ouço amigos reclamarem de ofensas aqui e ali. Mas o povo mais jovem se mostra muito mais simpático e disposto a se abrir ao mundo, seja pintando o cabelo de amarelo ou assistindo às estrangeiras passarem para copiar modelitos.

O fato é que as Olimpíadas tornaram os chineses ainda mais hospitaleiros para com os visitantes que conseguiram –muitos fracassaram– obter visto de entrada para acompanhar os Jogos.

Fui a pelo menos dez restaurantes de Pequim desde quinta-feira e não houve um sequer onde o atendimento foi ruim. Os motoristas de taxi se esforçam para entender as direções que peço, os funcionários do metrô auxiliam no que podem, as caixas de mercado sorriem quase sem parar enquanto passamos.

Eles até exageram na boa vontade, o que pode se tornar um pouco cansativo, mas não dá para não cumprimentá-los.

Na noite de quarta-feira fui com amigos a uma casa de massagem (para os pés apenas) e conversamos com vários funcionários que claramente nos trataram melhor por sermos estrangeiros.

Falaram, deram risada conosco, deram pancadas mais vigorosas durante a massagem e insistiram em como querem que o mundo conheça a China. E que elogiem o país.

Acreditei neles, mas mantive uma dúvida. Que China exatamente querem que nós conheçamos? Será que se muita gente vir uma China diferente da deles, a hospitalidade vai se manter?

Espero que sim.

Palmeiras vence, São Paulo se salva e Peixe respira

julho 31, 2008

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

O Palmeiras deu a sensação de que faria gato e sapato do Flamengo tamanho o ímpeto inicial do time, que teve uma chance boa na cabeçada de Alex Mineiro e outra num chute de Diego Souza, em noite inspirada, muito bem defendido por Bruno.

De tanto pensar, sem conseguir, explorar os contra-ataques, o Flamengo acabou conseguindo.

E Jaílton jogou fora a melhor chance do primeiro tempo.

Nem gato nem sapato, quase uma surpresa.

O segundo tempo começou com uma bela jogada de Valdívia, que Bruno teve de se virar para defender.

De novo, o Palmeiras deu a impressão de que faria gato e sapato.

E fez.

Valdívia deu uma enfiada preciosa para Sandro Silva fulminar o goleiro carioca.

O Mengo completava sua quinta partida sem vitória e seu ataque continuava em branco, com uma terrível incapacidade de finalizar.

“Dá-lhe, dá-lhe porco, dá-lhe, dá-lhe porco”, cantava feliz o Palestra Itália,com 26.854 torcedores.

Ainda mais que, jogando mal, o São Paulo perdia em Floripa para o Figueirense desde os 7 minutos, quando Tadeu pôs o alvinegro na frente.

Verdade que, aos 10 do segundo tempo, Dagoberto botou uma bola no travessão, mas, como se sabe, bola na trave não altera o placar.

Mais verdade ainda que o tricolor fez um segundo tempo bem melhor e não deu trégua em busca de um resultado melhor.

E, aos 34, Hugo, mais uma vez, salvou a lavoura, com um chutaço de fora da área: 1 a 1, empate que já não estava de todo mau.

Minutos antes, com razão, o Figueira reclamou de um pênalti não marcado pela arbitragem.

Nada vi de Santos 1, Inter 0, no Beira-Rio!

Vi só a bobeada de Danny Moraes que permitiu, aos 20 do segundo tempo, o gol santista, que o tira da ZR brilhantemente e deixa o Inter com todos os seus reforços, como Daniel Carvalho e D’Alessandro, em situação complicada.

Ah, sim, Rosinei não chega a ser um reforço e Gustavo Nery é só problema.

Metade das cativas do Morumbi.

julho 30, 2008

Fiquei sabendo hoje de uma informação interessante.

O São Paulo possui cadeira cativas no Morumbi.

Teoricamente elas deveriam ser negociadas em quantidade maior para torcedores do clube.

Não foi o que aconteceu.

Segundo um alto dirigente do tricolor, 50% dessas cadeiras pertencem a torcedores do Corinthians.

Isso teria até causado um mal estar em torcedores do tricolor que reclamam da presença de torcedores do Timão em numero proporcional ao de são-paulinos no setor, em dia de clássico entre as equipes.

Acreditam que há invasão de setor.

Quando na verdade são os proprietários alvinegros.

Realmente de impressionar.

O Pinóquio da imprensa

julho 30, 2008

Mentiroso Nato não tem jeito.

Seu IBOPE, que tanto preza, beira o ridículo.

Talvez por isso tenha falado tantas bobagens na ultima semana.

Precisa criar polêmica e desviar o foco.

A BAND já ventila a idéia de mandá-lo embora.

O canal SHOP TOUR está na espera.

Faltando com a palavra (de novo)

julho 30, 2008

Da Folha de São Paulo

Painel FC

Traquina.

Na eleição para substituir Eurico Miranda como vice do C13, Alvimar Perrella estava irritado.

Disse que Andres prometeu apoiá-lo e fez molecagem.

O cruzeirense desistiu após o corintiano fechar com Roberto Dinamite.

Poligamia.

Aliados de Roberto Horcades, que bateu Dinamite por 14 a 5, também contavam com Andres.

O corintiano diz que só se comprometeu com Perrella.

Mas, se quisesse manter a palavra, não poderia, já que o mineiro desistiu da candidatura.

Barcelona pode mudar os rumos do futebol mundial.

julho 30, 2008

O Barcelona bate o pé e não libera o argentino Messi para as Olimpíadas.

Se mantiver sua posição a equipe catalã pode estar dando um grande passo para mudar a história do futebol mundial.

As equipes, que historicamente sempre temeram a FIFA, passarão a dividir o poder do futebol mundial com a entidade.

Enfraquecida, restará a ela, como moeda de troca, os direitos de organizar a Copa do Mundo.

Que será sua única força no futebol mundial.

Ainda assim, se os clubes perceberem a força que possuem, até isso podem tirar da entidade, negando-se a ceder seus atletas.

Seria o fim do poder da entidade que ousa desrespeitar as leis dos países por se julgar maior que a ONU.

Confesso, assistiria tudo isso com um sorriso no rosto.

A vergonhosa eleição de Horcades

julho 30, 2008

De maneira vergonhosa, Roberto Horcades, presidente do Fluminense, foi eleito para o Clube dos 13.

Ele é um dos seguidores de Eurico Miranda e Caixa D’Água.

Médico de Ricardo Teixeira há 40 anos, foi ele quem deu o atestado médico para o dirigente não comparecer a CPI do Futebol.

Atestado “verdadeiro”, é claro.

Perrela, do Cruzeiro, outro desastre, retirou sua candidatura e deixou o pleito a ser disputado por Horcades e Roberto Dinamite.

O médico de Ricardo Teixeira venceu por 14 a 5.

Os dirigentes que contribuíram para a imoralidade do futebol brasileiro foram os representantes de: Atlético Mineiro, Atlético Paranaense (que antes da votação fechava com Perrella), Bahia, Coritiba, Santos, Sport, Palmeiras, Goiás e Vitória.

Dinamite recebeu os votos de: Vasco, São Paulo, Flamengo, Corinthians e Botafogo.

Em seu discurso Horcades disse que utilizará sua experiência de 40 anos como médico de Ricardo Teixeira para lutar pelo clube dos 13, principalmente em Brasília.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

TV Kajuru está chegando.

julho 30, 2008

A expulsão da ACEESP está chegando.

julho 30, 2008

Encontrei-me na semana passada com Ricardo Capriotti, presidente da ACEESP.

Questionei-o sobre a definição do caso Futebol Interior.

Ele me disse que o processo está quase finalizado.

Quem é de bem só aceitará um veredicto.

A condenação.

Vamos aguardar.

Dossiê Dantas

julho 30, 2008

Da Carta Capital

Confome o prometido, CartaCapital honra o compromisso de ajudar o “jornalismo investigativo” brasileiro, que anda em polvorosa desde a deflagração da Operação Satiagraha pela Polícia Federal, que provocou o entra-e-sai de Daniel Dantas da prisão e tantas outras ebulições na república brasileira.Para tanto, a revista deixa disponível neste dossiê todo o conteúdo que produziu sobre Daniel Dantas e seus negócios nos últimos dez anos. São mais de noventa  textos, reportagens  e editoriais de CartaCapital sobre o envolvimento de Dantas em transações em diversas áreas da economia nativa, em especial no setor de telecomunicações. 

Elas estão compreendidas em um período que remonta às privatizações do setor de telefonia, ocorridas no fim da década de 1990, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, e chega aos dias atuais, sob a égide do segundo mandato do presidente Lula. É material  suficiente para entender como Dantas tornou-se figura tão importante nos bastidores da República, a ponto de alguns terem dito que se fosse revelado todo o conteúdo das negociatas do orelhudo, o País pararia por dois anos 

Com isso, CartaCapital espera que a mídia nativa não dê ares de furo ou mesmo de material exclusivo a conteúdo que a revista publicou anos atrás. Bom proveito.

 

 

Sob suspeita
Diálogos exclusivos dos grampos no BNDES acentuam a interferência do governo no leilão da Telebrás 
(reportagem originalmente publicada na edição 87, de 25 de novembro de 1998) 

O Caribe é aqui
Ex-sócio do banqueiro Daniel Dantas afirma que brasileiros aplicam em fundo do Opportunity em Cayman, sem pagar IR e CPMF
(reportagem originalmente publicada na edição 135, de 8 de novembro de 2000) 

Derrota nas Ilhas Cayman
Luís Roberto Demarco ganha uma batalha contra o Opportunity no paraíso fiscal
(reportagem originalmente publicada na edição 144, de 11 de abril de 2001) 

Dinheiro e ódio, a ciranda
Briga de marido e mulher chega à delegacia em São Paulo, mas passa pelas Ilhas Cayman
(reportagem originalmente publicada na edição 150, de 4 de julho de 2001) 

Jogos de guerra
No Brasil e no exterior, adversários de Daniel Dantas e seu Opportunity aceleram conversas e negociações para derrubá-lo.
(reportagem originalmente publicada na edição 154, de 29 de agosto de 2001) 

Naufrágio em Cayman
O Opportunity perde ação movida contra Demarco. Juiz fala em “fraude”, “mentira”, “provas fabricadas”, “afronta à Corte” e…

(reportagem originalmente publicada na edição 194, de 19 de junho de 2002) 

A Previ na sinuca
O maior fundo de pensão brasileiro corre o risco de ver quase R$ 2 bilhões investidos em telefonia virarem pó. 
(reportagem originalmente publicada na edição 237, de 23 de abril de 2003) 

Questão de Estado
A notificação ao Citibank, banco de US$ 1 trilhão, e um só objetivo: afastar o Opportunity da gestão de fundos de empresas privatizadas. 
(reportagem originalmente publicada na edição 259, de 24 de setembro de 2003) 

Desafio aos deuses
Fundos de pensão destituem o Opportunity da administração do CVC/Brasil. No Fundo em Cayman, a decisão será do Citibank 
(reportagem originalmente publicada na edição 262, de 15 de outubro de 2003) 

Crimes. E o castigo?
Polícia contra polícia. A ação dos italianos. Os documentos roubados. As conversas gravadas. A precipitação… e a chance de Daniel Dantas escapar
(reportagem originalmente publicada na edição 302, de 4 de agosto de 2004) 

O dia do chacal
Escândalo A PF apreende 500 quilos de documentos na Kroll, no Opportunity e na casa de Daniel Dantas. É só o começo 
(reportagem originalmente publicada na edição 315, de 3 de novembro de 2004) 

As correntes do Opportunity
O Citibank gostaria de romper com o banco. Ainda falta quebrar alguns elos 
(reportagem originalmente publicada na edição 328, de 9 de fevereiro de 2005) 

Daniel Dantas e seu bando
Relatório parcial da Polícia Federal aponta o banqueiro como mentor e líder de uma “quadrilha” de espionagem internacional 
(reportagem originalmente publicada na edição 330, de 23 de fevereiro de 2005) 

Todos contra um
Depois de sete anos, o Citibank abandona Daniel Dantas e abre o caminho para o fim das disputas na telefonia

(reportagem originalmente publicada na edição 333, de 16 de março de 2005) 

“Parece um roubo”
Assim o juiz Kaplan, de Nova York, rejeita a defesa de Daniel Dantas e o exonera da Brasil Telecom 
(reportagem originalmente publicada na edição 334, de 23 de março de 2005) 

O cerco da lei
Indiciado por formação de quadrilha, Daniel Dantas também sofre derrota na Anatel e ação milionária nos EUA
 
(reportagem originalmente publicada na edição 338, de 20 de abril de 2005) 

Outra derrota nas Ilhas Cayman
Justiça manda o banco depositar US$ 5 milhões em ação movida por Demarco 
(reportagem originalmente publicada na edição 339, de 27 de abril de 2005) 

O orelhudo tá nessa
As conexões entre Daniel Dantas, Marcos Valério, integrantes do PT e o depoimento da secretária 
(matéria originalmente publicada na edição 348, de 29 de junho de 2005) 

De Herzog a Leonardo Attuch
O tempora! O mores! 
(editorial originalmente publicado na edição 349, de 6 de julho de 2005) 

De orelha em pé
Dantas é citado várias vezes nos depoimentos. Surge novo empréstimo ao PT avalizado pelo publicitário 
(reportagem originalmente publicada na edição 350, de 13 de julho de 2005) 

A orelha desponta
CPI dos correios. Repasses milionários às empresas de Valério colocam Daniel Dantas na mira. O PFL arma a defesa do banqueiro 
(reportagem originalmente publicada da edição 353, de 3 de agosto de 2005) 

A Conexão Lisboa
As mal explicadas visitas de Valério a Portugal são outro indício da relação do Opportunity com a crise do mensalão
(reportagem originalmente publicada da edição 354, de 10 de agosto de 2005)  

Saudades da Vila Euclydes
O grande resistente contra a ditadura precisa ser mais firme e diretono discurso presidencial 
(editorial publicado originalmente na edição 355, de 17 de agosto de 2005) 

Dantas vai ou não vai?
A luta do banqueiro para não ir à CPI. E as coincidências em textos de um deputado do PFL e de um empregado de DD 
(reportagem originalmente publicada na edição 356, de 24 de agosto de 2005) 

Missão impossível
O PT sobreviverá à tempestade? Tarso Genro poderá conduzi-lo na transição? 

(reportagem originalmente publicada na edição 357, de 31 de agosto de 2005) 

Lula, o PT e a saúva
O presidente cobra punições severas. E o partido segue sem unidade 
(reportagem originalmente publicada na edição 358, de 7 de setembro de 2005) 

A conexãoTelemig
A venda da telefônica mineira uniu Dantas, Valério e parte da cúpula do PT 
(reportagem originalmente publicada na edição 359, de 14 de setembro de 2005) 

Pizza à Dantas
Beneficiado por tucanos silenciosos, petistas sem disposição e uma claque pefelista, o orelhudo posa de vítima 
(reportagem originalmente publicada na edição 361, de 28 de setembro de 2005) 

A omissão do xerife
Documentos revelam como a CVM fechou os olhos e deixou o Opportunity Fund operar fora das normas 
(reportagem originalmente publicada na edição 362, de 5 de outubro de 2005) 

Segredos do Brasil 
A CPI dos Correios pede a quebra do sigilo das operações do grupo de Dantas no Brasil e em Cayman
(reportagem originalmente publicada na edição 363, de 12 de outubro de 2005) 

O orelhudo ganha tempo
O STF segura a quebra do sigilo do banco de Dantas. O governo negocia com a promotoria de Nova York acesso à movimentação de Duda Mendonça 
(editorial publicado originalmente na edição 364, de 19 de outubro de 2005) 

Dantas na terceirona
Torcedores contestam acordo entre o Bahia e o Banco Opportunity
(reportagem originalmente publicada na edição 366, de 2 de novembro de 2005)E o Supremo ainda tem dúvidas

Apesar da quantidade de evidências, a ministra Ellen Gracie não autoriza o acesso
aos dados dos computadores do orelhudo
(editorial publicado originalmente na edição 368 de CartaCapital, de 16 de novembro de 2005) 

Corre não, Carla, corre não
A ex-chefona da Brasil Telecom evita a CPI para disputar a maratona de Nova York. E termina em 20.000º lugar 

(editorial publicado originalmente na edição 368 de CartaCapital, de 16 de novembro de 2005) 

O sofisma de Ellen
A ministra do STF admite manobras do Opportunity, mas adia decisão sobre o sigilo 
(reportagem originalmente publicada na edição 370, de 30 de novembro de 2005) 

Grampos e fraudes
Executivos ligados ao Opportunity mantinham sistema de espionagem clandestino dentro da Brasil Telecom 
(reportagem originalmente publicada na edição 373, de 21 de dezembro de 2005) 

Recuo na censura
Pressionado por entidades de direitos civis, juízes federais liberam divulgação na internet de reportagens sobre o caso Kroll 
(reportagem originalmente publicada na edição 373, de 21 de dezembro de 2005) 

A agenda e a crise
Executivo da Brasil Telecom indicado por Daniel Dantas teve várias reuniões com figuras centrais do atual escândalo 
(reportagem originalmente publicada na edição 377, de 25 de janeiro de 2006) 

Forças ocultas
Pressão inexplicável retarda o envio de informações ao Supremo pela CPI 
(reportagem originalmente publicada na edição 378, de 1º de fevereiro de 2006) 

Vôo cego na CPI
A relação das rotas dos aviões administrados por Dantas, que havia “sumido”, reaparece depois de pressão do DAC 
(reportagem originalmente publicada na edição 379, de 8 de fevereiro de 2006) 

Perguntas ao relator
O texto de Serraglio é parcial, omisso e não prova o mensalão 
(reportagem originalmente publicada na edição 387, de 5 de abril de 2006) 

O orelhudo não escapou
No último minuto, Daniel Dantas entra na lista de indiciados da CPI 
(reportagem originalmente publicada na edição 389, de 16 de abril de 2006) 

Dantas no mar e no ar
Briga judicial no Porto de Santos e carona a políticos em aviões da Brasil Telecom são as atuais dores de cabeça de DD 
(reportagem originalmente publicada na edição 391, de 3 de maio de 2006) 

Dantas posa de vítima
À Justiça dos EUA, DD diz ter sido chantageado pelo governo 
(reportagem originalmente publicada na edição 393, de 17 de maio de 2006) 

Rastros da chantagem
Dantas nega ser o mentor de dossiê com supostas contas de políticos no exterior, mas sua digital está em toda parte 
(reportagem originalmente publicada na edição 394, de 24 de maio de 2006) 

Dantas e os petistas
O ministro da Justiça não vê problemas em receber o banqueiro acusado de fabricar dossiê contra o presidente 
(reportagem originalmente publicada na edição 395, de 31 de maio de 2006) 

Fábrica de dossiês
Novos documentos da Kroll revelam que Dantas mandou investigar políticos, juízes, policiais e empresários 
(reportagem originalmente publicada na edição 396, de 7 de junho de 2006) 

O amigo da mulher
A influência de Naji Nahas na Telecom Italia tem nome: Afef Jnifen 
(reportagem originalmente publicada na edição 396, de 7 de junho de 2006) 

O dono do cais
Como “decisões técnicas” da direção do Porto de Santos têm favorecido empresa controlada por Daniel Dantas 
(reportagem originalmente publicada na edição 402, de 19 de julho de 2006) 

Dois pesos, duas medidas
A espantosa diferença entre a ministra Ellen Gracie e o juiz Kaplan
(editorial originalmente publicado na edição 404, de 2 de agosto de 2006) 

Frenesi nas hostes de Dantas
Os motivos da ação de políticos amigos e datilógrafos da imprensa 
(editorial originalmente publicado na edição 410, de 13 de setembro de 2006) 

Sem apelação
Depois de longa disputa, a Suprema Corte do Reino Unido confirma: Daniel Dantas mentiu e forjou documentos 
(reportagem originalmente publicada na edição 414, de 18 de outubro de 2006) 

A falsificação do administrador
Advogados de Demarco pedem à autoridade monetária de Cayman que proíba Dantas de operar nas ilhas 
(editorial originalmente publicado na edição 418, de 8 de novembro de 2006) 

Sobre insultos e jornalismo
Veja e Mainardi condenados por difamar Mino Carta. Em outra ação, juiz julga correta reportagem desta revista. Dupla derrota do ventríloquo orelhudo 
(editorial originalmente publicado na edição 420, de 22 de novembro de 2006) 

Dantas se faz de surdo…
Há meses, a PF tenta, em vão, ouvir o banqueiro sobre o uso irregular de aviões pelo Banco Opportunity
(editorial originalmente publicado na edição 422, de 6 de dezembro de 2006) 

Os segredos da esfinge
A Justiça autoriza a quebra do sigilo do computador do Opportunity 
(reportagem originalmente publicada na edição 424, de 20 de dezembro de 2006) 

Tronchetti-Provera e o escândalo
A tentativa de invasão de arquivos do Corriere della Sera esquenta a investigação. O ex-boss da TIM nega participação no esquema 
(editorial publicado originalmente na edição 429, de 31 de janeiro de 2007) 

Um pouquinho de Brasil
A quantas anda o inquérito que investiga o dossiê montado por Dantas contra autoridades da República? Ninguém sabe, ninguém viu 
(editorial originalmente publicado na edição 431, de 14 de fevereiro de 2007) 

Os tucanizados e os outros
Damásio, Grau, se não existissem, as coisas seriam piores. Mas há também dona Ellen 
(editorial originalmente publicado na edição 432, de 21 de fevereiro de 2007) 

É proibido perguntar?
Dantas processa Glasberg por questões “não precisas” 
(editorial originalmente publicado na edição 434, de 7 de março de 2007) 

Ora viva, operação impossível
Na prática, a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, defendida até pelo ministro Costa, não pode vingar por várias razões 
(editorial originalmente publicado na edição 440, de 18 de abril de 2007) 

Xô, Dantas, aqui você não pisa
Mangabeira Unger no governo?Alguém está de brincadeira 
(editorial originalmente publicado na edição 441, de 25 de abril de 2007) 

Conselheiro de quem?
Como Mangabeira Unger ajudou Dantas a dar um golpe nos fundos 
(reportagem originalmente publicada na edição 442, de 2 de maio de 2007) 

Mangabeira no curto prazo
O professor decidiu abrir ação contra os fundos de pensão e criou novo embaraço a Lula. O Palácio espera que ele desista de aceitar o posto no governo 
(editorial originalmente publicado na edição 447, de 6 de junho de 2007) 

A verdade factual é bem outra
A revista Piauí tece um madrigal para Daniel Dantas. E publica uma mentira dele a respeito do acima assinado. Aqui vai a resposta 
(reportagem originalmente publicada na edição 448, de 13 de junho de 2007) 

O ministro do Opportunity
Mais uma prova de como Mangabeira Unger serve ao orelhudo 
(editorial originalmente publicado na edição 449, de 20 de junho de 2007) 

O Opportunity perde outra
Corte dos EUA rejeita apelação de advogados e mantém o banco fora do comando de empresas no Brasil 
(editorial originalmente publicado na edição 460, de 5 de setembro de 2007) 

Tudo em benefício do orelhudo
Na Itália e no Brasil, começou a campanha para tirar Daniel Dantas do buraco 
(editorial originalmente publicado na edição 470, de 14 de novembro de 2007) 

Acusadores às soltas
Eles insistem: abastecidos por Daniel Dantas, propalam até o número das contas de Lula e outras autoridades em paraísos fiscais. E os acusados? Por ora, quietos 
(editorial originalmente publicado na edição 471, de 21 de novembro de 2007) 

No Brasil de Dantas
O inquérito do dossiê com as supostas contas de Lula e outros só rende ao banqueiro o indiciamento por calúnia
(reportagem originalmente publicada na edição 476, de 20 de dezembro de 2007)  

A vitória da calúnia
Em despacho cheio de erros conceituais, magistrado acha normais os vitupérios contra o jornalista Paulo Henrique Amorim 
(reportagem originalmente publicada na edição 476, de 20 de dezembro de 2007) 

Os novos barões
O governo não poupa esforços para transformar Carlos Jereissati e Sérgio Andrade nos donos de uma “supertele” 
(reportagem originalmente publicada na edição 479, de 23 de janeiro de 2008.) 

Alegoria de Justiça
À véspera do Carnaval, a magistrada Cecília Mello dá mais uma mãozinha a nosso herói 
(editorial originalmente publicado na edição 482, de 16 de fevereiro de 2008.) 

A grande trama ignorada
Os fundos de pensão, o Citibank, o governo, todos parecem à mercê de Dantas. Por quê? 
(editorial originalmente publicado na edição 490, de 9 de abril de 2008.) 

Tradutora intraduzível
Estranhas conversas com a brasileira Luciane Araújo, testemunha na investigação sobre a Telecom Italia, e com seu advogado sobre Lula, Dantas e espionagem 
(reportagem originalmente publicada na edição 490, de 9 de abril de 2008.) 

Só falta beatificar Dantas
A criação da “supertele” está acertada. E o banqueiro é um dos beneficiados, com o beneplácito dos fundos de pensão e dinheiro do BNDES 
(editorial originalmente publicado na edição 493, de 30 de abril de 2008.) 

Maia cobra o BNDES 
O deputado do ex-PFL-RJ pede ao TCU que apure o empréstimo de 2,5 bilhões de reais reservados à fusão 
(editorial originalmente publicado na edição 495, de 14 de maio de 2008.) 

A BrOi vai beneficiar quem?
Paulo Henrique Amorim vai à Procuradoria-Geral da República e cobra explicações sobre a compra da Brasil Telecom pela Oi/Telemar 
(editorial originalmente publicado na edição 501, de 25 de junho de 2008.)O jornalismo avestruz

Para proteger a si própria e aos graúdos, a mídia reduz o alcance do caso Daniel Dantas
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

Exemplar sr. Dantas
As aventuras do banqueiro cabem à perfeição numa visão de mundo elaborada por Gêngis Khan e Al Capone 
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

A ponta do iceberg
A operação Satiagraha deita suas raízes nas privatizações do governo tucano 
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

Passado o Rubicão, alea jacta est
A operação anti-Dantas é o fio da meada de um enredo gigantesco 
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

Cairia o queixo de Rui Barbosa
Nas ruas, o Supremo está cada vez mais desacreditado. E sabe-se por quê 
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

Ecos ouvidos mundo afora
Certos jornais caem no conto da imprensa brasileira e citam o mensalão 
(reportagem originalmente publicado na edição 504, de 16 de julho de 2008.) 

Disputa na rua principal
As dimensões do caso Dantas são muito maiores do que parecem, está em jogo o instinto predatório da minoria 
(editorial  originalmente publicado na edição 505, de 23 de julho de 2008.) 

Contra-ataque
Responsável pela operação Satiagraha, o delegado Protógenes Queiroz é constrangido a deixar o inquérito antes do fim

(reportagem originalmente publicado na edição 505, de 23 de julho de 2008.) 

Sem controle
O novo relatório da PF mostra que Dantas não zelava pela origem do dinheiro aplicado. Acolheu inclusive recursos do propinoduto

(reportagem originalmente publicado na edição 505, de 23 de julho de 2008.) 

O terror dos figurões
Fausto De Sanctis já condenou Edemar Cid Ferreira e outros poderosos 
(reportagem originalmente publicada na edição 505, de 23 de julho de 2008.) 

Sem confiança na Justiça
Por que defendo o impeachment de Gilmar Mendes 
(reportagem originalmente publicada na edição 505, de 23 de julho de 2008.) 

Jornalismo à brasileira
A imprensa descobre agora as façanhas do dono do Opportunity 
(reportagem originalmente publicada na edição 505, de 23 de julho de 2008.)

Jornalismo à brasileira
A imprensa descobre agora as façanhas do dono do Opportunity 
(reportagem originalmente publicada na edição 505, de 23 de julho de 2008.)


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