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Archive for julho \31\UTC 2013

Corinthians espanta a crise após vencer o Grêmio no Pacaembu

julho 31, 2013

Numa partida difícil, o Corinthians melhorou o rendimento e venceu o Grêmio, no Pacaembu, por dois a zero, voltando a marcar três pontos no Brasileirão.

Gol de Sheik, em posição irregular, e Pato, no final do segundo tempo.

Sem empolgar, o Timão comandou as ações na primeira etapa, buscando mais o ataque, embora com limitada criatividade.

O Grêmio, confuso, limitava-se a marcar e errar passes no ataque.

Para piorar ainda mais a situação dos gaúchos, Zé Roberto, o craque do time, saiu machucado aos 19 minutos, dando lugar a Biteco.

Somente aos 26 minutos, após diversas tentativas, o Corinthians deu seu primeiro chute a gol, com Gerrero, bem defendido por Dida.

Aliás, nessa partida, com uma diferença de 12 anos, estavam em campo os dois goleiros campeões mundiais pelo Corinthians.

São Dida do Parque São Jorge, em 2000, e Cassio, ano passado.

Porém, como o jogo não era de festa, aos 33 minutos, o goleiro gremista defendeu bem uma batida de Guerrero, mas, no rebote, em posição de impedimento, Sheik abriu o marcador.

Justo pelo que se via no gramado, mas injusto pela irregularidade.

O Grêmio adiantou a sua equipe no segundo tempo buscando reverter o marcador, mas foi do Corinthians a primeira boa oportunidade, aos 12 minutos, em batida de Romarinho que passou raspando a trave esquerda adversária.

Um minuto depois, após Cassio caçar a sua borboleta imaginária, como de hábito, Viveros se antecipou e, de cabeça, colocou a bola no travessão.

Guerrero, no contra-ataque, bateu cruzado com enorme perigo, à direita de Dida.

O Grêmio ia com tudo para cima, mas abria enormes espaços em seu setor defensivo, tornando o jogo mais interessante.

Aos 18 minutos, Romarinho deu lugar a Renato Augusto, na esperança do Corinthians segurar mais a bola no meio de campo.

Alex Teles arriscou da intermediária, aos 21 minutos, e Cassio, de maneira esquisita, mandou para escanteio com a canela.

Pato entrou na vaga de Guerrero, aos 25 minutos.

E foi dele, aos 35 minutos, o segundo gol corinthiano, complementando de cabeça, em cima da linha, após a defesa do Grêmio se atrapalhar toda em cobrança de escanteio.

Na sequencia, Douglas entrou no lugar de Sheik.

O Grêmio, que tentava pressionar, pagava o preço da falta de capacidade criativa.

Deu tempo ainda para Dida fazer boa defesa em batida cara a cara de Pato, aos 47 minutos.

No final o placar acabou sendo justo, com a equipe mais bem armada, o Corinthians, embora ainda precise melhorar muito, superando o adversário que, tudo indica, dará muito trabalho ao treinador Renato Gaúcho, no Brasileirão.

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Mesmo perdendo de pouco, São Paulo fez partida indigna de sua história, na Alemanha

julho 31, 2013

Demonstrando enorme superioridade, os alemães do Bayern venceram o São Paulo, por dois a zero, numa partida que se não fosse amistosa, certamente terminaria com o placar mais dilatado.

Disputarão agora a final do torneio com o Manchester City, que derrotou os reservas do Milan por cinco a três.

Somente Rogério Ceni, mesmo perdendo pênalti, teve atuação digna e compatível com tudo o que já fez pelo clube.

O primeiro tempo do São Paulo, mesmo com o objetivo alcançado de não levar gols, foi de uma postura absolutamente covarde, indigna de um clube com tanta tradição.

Somente os alemães jogaram futebol, numa partida que parecia ser disputada contra uma equipe de amadores.

Um vexame.

Não fosse por Rogério Ceni, que fez pelo menos quatro milagres, além doutras cinco ou seis defesas de menor periculosidade, e o Bayern, que nem se esforçou muito para entrar na área tricolor, teria goleado.

Dava dó de quem aparecia para marcar Robben e Ribery, tamanha a humilhação a que eram submetidos em dribles curtos e jogadas pelas laterais.

Na tentativa de melhorar, talvez, a ligação com o ataque, que inexistiu na primeira etapa, o São Paulo voltou do intervalo com Ganso no lugar de Osvaldo.

Mas o panorama do jogo permaneceu o mesmo, com os alemães no ataque e o Tricolor tentando evitar a derrota.

Aos 8 minutos, Ademilson entrou no lugar de Jadson.

Um minuto depois, enfim foi feita a justiça no placar quando Robben cruzou pela direita e Mandzucik, sozinho, completou para as redes.

Depois do objetivo alcançado, Guardiola trocou meio time, facilitando a vida do Tricolor.

No São Paulo, aos 18 minutos, Lucas Evangelista entrou no lugar de Fabricio, cansado.

No desespero, os brasileiros, após os 20 minutos, tentavam sair um pouco mais da defesa, mas sofriam com os contra-ataques e as trocas de passes precisas dos adversários.

Nem contra os reservas dos alemães o Tricolor conseguia forças para equilibrar as ações.

Ah ! Se não fosse Rogério Ceni, que também, na etapa final, realizou outra sucessão de milagres…

Deu tempo ainda para, aos 40 minutos, sem esforço algum, o Bayern fazer o segundo gol, com Weiser aproveitando-se de rebote na trave em batida de Shaquiri.

E de Rogerio Ceni, o melhor do Tricolor, dois minutos depois, perder uma cobrança de penalidade, bem defendida por Neyer.

Um pecado.

Ao termino da partida ficou a certeza de que o São Paulo deveria ter se recusado a jogar o torneio evitando expor ao mundo a atual mediocridade de seu futebol.

Há de se ter respeito por uma história tão vencedora.

Tomara amanhã, contra a equipe reserva do Milan, pela disputa do terceiro lugar, o desempenho da equipe seja, mesmo que num esquema mais defensivo, mais digno de sua grandeza.

Com ajuda do Governo, gestores do “Fielzão” manobram para viabilizar calote em repasse do BNDES

julho 31, 2013

Recentemente, os responsáveis pela obra do “Fielzão” reuniram-se para definir estratégias e rumos a serem tomados pelo projeto.

Na pauta estava a intermediação da CAIXA para viabilizar o empréstimo do BNDES.

Ao observarmos os itens descritos em Ata de Reunião da Arena Itaquera S/A um parágrafo chamou muito nossa atenção.

(…) votar favoravelmente à aprovação da contratação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, instituição financeira sob a forma de Empresa Pública, regendo-se pelo Estatuto aprovado pelo Decreto n.º 7.973, de 28 de março de 2013, com sede em Brasília, Distrito Federal (…)”

Diz a referida Lei:

Art. 5º

XXII – realizar aplicações não reembolsáveis ou parcialmente reembolsáveis, na forma fixada pelo Conselho Diretor e aprovada pelo Conselho de Administração da CEF, destinadas especificamente a apoiar projetos e investimentos de caráter socioambiental, que se enquadrem em seus programas e ações, que beneficiem prioritariamente a população de baixa renda, e principalmente nas áreas de habitação de interesse social, saneamento ambiental, gestão ambiental, geração de trabalho e renda, saúde, educação, desportos, cultura, justiça, alimentação, desenvolvimento institucional, desenvolvimento rural, e outras vinculadas ao desenvolvimento sustentável.

Ou seja, os gestores do estádio, que o Corinthians acredita ser dele, encontraram nesse estranho decreto, datado de 28 de março de 2013, e que entrou em vigor no dia 1º de abril, pouco antes do início da negociação entre as partes, caminhos para não ter que quitar futuras pendências com o a CAIXA.

O que seriam as tais “aplicações não reembolsáveis ou parcialmente reembolsáveis” ?

Quais os critérios ?

E pior, não há sequer um limite, um teto fixado, para essas tais aplicações, possibilitando qualquer tipo de manobra lesiva aos cofres públicos.

Vale lembrar que a CAIXA, pelo acordo, assumirá a responsabilidade pelo dinheiro do BNDES, para depois repassá-lo, como novo empréstimo, aos gestores do estádio.

Segundo o texto da Lei, os recursos, quer dizer, nosso dinheiro, seriam aplicados no apoio de “projetos e investimentos de caráter sócio-ambiental”, o que, claramente não é o caso, e que “beneficiem prioritariamente a população de baixa renda.”

Essa nova manobra dos verdadeiros donos do “Fielzão”, assessorada claramente pelo Governo, é, sem dúvida, mais um motivo para o Ministério Público de São Paulo solicitar explicações e, se possível, impedir que novos danos sejam ocasionados ao bolso dos contribuintes.

Palmeiras tem três dias para quitar dívida e R$ 1 milhão com Daniel Carvalho

julho 31, 2013

Publicamos, recentemente, que Daniel Carvalho processou o Palmeiras exigindo R$ 895 mil de comissão sobre sua própria transação.

Utilizou-se para isso da empresa Albio Carvalho Assessoria Esportiva Ltda., em nome de seu pai.

Porém, descobrimos que Carvalho ingressou com outra ação de cobrança contra o clube, também de comissão.

Dessa vez por intermédio de empresa registrada em seu próprio nome, a Daniel Carvalho e Cia. Ltda.

Por ela cobra R$ 71,4 mil.

O total, somando-se os dois processos, além de juros e correções, em que a Justiça já deu ganho de causa ao atleta, e estão em fase de execução, ultrapassa o valor de R$ 1 mihão.

Segundo despacho judicial, o Palmeiras, assim que notificado, terá três dias para quitar a pendência, sob pena de multa de mais 10% sobre o valor total, além de penhora de bens.

Oposição santista tentar descobrir destino de 40 milhões de Euros pagos por Neymar

julho 31, 2013

O Barcelona declarou, e reiterou, ter pago 57 milhões de Euros para contratar o atacante Neymar.

Disse ainda que 17 milhões de Euros tiveram como destino os caixas do Santos, e o restante, impressionantes 40 milhões, pagos a parceiros diversos.

A oposição do Peixe quer saber, detalhadamente, que destino foi dado a esse montante.

Até porque, de fato, gera estranheza que intermediários consigam aferir mais do que o dobro do valor de uma transação tão milionária e a diretoria do clube aceite passivamente, sem se incomodar com o episódio.

Arena Itaquera S/A contrata empresa especialista em “falidos” para criar novo “Fundo” para o “Fielzão”

julho 30, 2013

A empresa Arena Itaquera S/A, gerida pela BRL Trust, a verdadeira proprietária do “Fielzão”, contratou os serviços da RB Capital, com diversas empresas associadas, todas no mesmo endereço, à rua Amauri, 255, em São Paulo, para intermediar e constituir novo Fundo Imobiliário com o intuito de gerir recursos do estádio que está sendo construído pela ODEBRECHT.

Dirigentes do Corinthians, que teoricamente deveriam estar interessados no procedimento, não comparecerem à reunião, que foi realizada às 10h. do dia 6 de junho.

A RB é um braço do banco Pactual, o mesmo que se dedica a adquirir empresas consideradas “quebradas” pelo mercado.

Os casos mais conhecidos foram a compra da massa falida do Banco Panamericano, que, não por coindidência, tinha como um dos gestores o vice-presidente do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, e parte das empresas “X’, do ex-bilionário Eike Batista.

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2013/05/06/pactual-vai-as-compras-de-ativos-em-dificuldades/

“(…)à aprovação da contratação da RB CAPITAL SERVIÇOS DECRÉDITO LTDA., (…) representada na forma de seu Contrato Social (“RB Capital”), para estruturação do Fundo de Investimento Imobiliário a ser constituído com o objetivo de adquirir do Fundo determinados direitos de exploração comercial de ativos da Arena Corinthians (“FII Arena 2”), nos termos e condições constantes das propostas apresentadas(…)”, diz parte da ata da reunião.

Ou seja, será criado um novo fundo, sabe-se lá com que participantes, intermediado por uma gestora de massas falidas, para adquirir o direito de explorar comercialmente o “Fielzão”, além, evidentemente, das cessões feitas pelo clube ao fundo anterior, como marca, símbolo, etc.

Tudo isso sem que o Corinthians, que se diz “dono” do estádio, informe a seus conselheiros, associados e torcedores as razões que levaram os tidos como “gestores” da Arena a tomarem atitudes tão, digamos, extremas, diria até, inusitadas.

O desafio de Gustavo no São Paulo é imenso, mas o DNA pode ajudar

julho 30, 2013

Juvenal Juvêncio acertou duas vezes ao escolher o nome do advogado Gustavo Vieira de Oliveira para o cargo de Gerente Executivo de Futebol do Tricolor.

Primeiro renovou a gestão do departamento mais importante do clube, depois, com coragem, enfrentou os que desejavam ver Leonardo no setor.

Gustavo é íntegro e carrega em sua jovem vida de apenas 35 anos, ensinamentos de seus dois parentes mais famosos, Sócrates, seu pai, e Raí, o tio, ambos de passado irretocável no futebol.

O DNA, sem dúvida é promissor.

Bem diferente de Leonardo, endeusado pela imprensa brasileira, mas, na verdade, membro ativo do que há de pior no submundo do esporte, sócio em transações de jogadores de gente como Franck Henouda, ligado à “organização” que se beneficia de negociatas do esporte em todo o mundo.

Ligação essa que já foi objeto de publicações francesas que, sabe-se lá por quais razões, não são repercutidas por aqui.

Certo é que Gustavo, diferentemente de Leonardo, não terá vida fácil no Tricolor.

Não pelos dirigentes, que o adoram, mas pelo procedimento, que destoa da grande bandidagem que atua nos bastidores de latrina do esporte.

Tomara também não tenha que enfrentar problemas com o dirigente que está para ser indicado pela diretoria, este bem mais por méritos políticos do que administrativos.

Sem contar a oposição sempre nociva de um Marco Aurélio Cunha, que já plantou na imprensa que Gustavo estaria se beneficiando do fato de ser membro de uma empresa que presta serviços ao São Paulo, ocupando paralelamente o cargo atual de dirigente remunerado.

Decente, o novo diretor são-paulino, antes de assumir, desvinculou-se da referida empresa, transformando o boato, repassado hoje pelo jornal LANCE, em inverdade absoluta.

Marco Aurélio Cunha, de passado e presente absolutamente desabonador, não apenas na política do clube, onde sempre foi conhecido como “bobo da corte”, mas, principalmente pelo que assina, ou deixa de assinar, nos meandros da Câmara Municipal.

No mais, espera-se do filho do Magrão que consiga, assim como sempre o fez habilidosamente no mundo do Direito, impor seu comando com inteligência, marca registrada do pai, e o respeito conquistado pelo tio, um dos ícones na história Tricolor.

Por “negócios”, UNIMED pressiona Fluminense pela contratação de V(W)anderlei(y) Luxemburgo

julho 30, 2013

A diretoria do Fluminense resiste, mas a UNIMED, dona do dinheiro, ameaça fechar as torneiras se o clube não contratar V(W)anderlei(y) Luxemburgo.

O objetivo, óbvio, é o de transformar o clube num supermercado de jogadores, coisa que o treinador (?) faz como poucos, cobrando a já habitual comissão.

Se vai dar certo dentro de campo ?

Os resultados recente de Luxa demonstram que esse não é o objetivo dos “esquemas”, em conflito de interesses claro com o torcedor.

Para quem não conhece a “história” de problemas de Luxemburgo, o Blog do Paulinho relembra a matéria que o desmascarou no Flamengo, e culminou com sua demissão e também o relato de Rodrigo Tabata, afirmando que o treinador pegou R$ 500 mil de suas luvas.

Bicheiros, negociatas, documentos falsos: saiba como V(W)anderlei(y) Luxemburgo está pegando dinheiro do Flamengo

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/01/18/bicheiros-negociatas-documentos-falsos-saiba-como-vwanderleiy-luxemburgo-esta-pegando-dinheiro-do-flamengo/

Pró-Memória: Rodrigo Tabata dizendo que V(W)anderlei(y) Luxemburgo se apropriou de R$ 500 mil das suas luvas

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/01/23/pro-memoria-rodrigo-tabata-dizendo-que-vwanderleiy-luxemburgo-se-apropriou-de-r-500-mil-das-suas-luvas/

Dirigentes do Flamengo demonstram “valentia” no papel, mas se acovardam ao enfrentar “organizadas”

julho 30, 2013

Na última semana parabenizamos a diretoria do Flamengo pela Nota Oficial que indicava o fim da promiscuidade com as facções criminosas “organizadas” que se dizem torcedoras do clube.

Erramos, como erram sempre os que acreditam na palavra dessa gente.

A valentia demonstrada ao dizer que não cederiam mais ingressos gratuitamente aos marginais deu lugar a covarde submissão, que tratou por enviar às “organizadas” milhares de entradas a meio preço, e em consignação.

Ou seja, os ditos “torcedores” receberam ingressos sem nada pagar e revenderam pelo dobro do valor a ser acertado com o clube.

Se é que alguém verá ainda a cor do dinheiro.

Uma vergonha para dirigentes que mantém discurso de modernidade e agem como aqueles que tanto criticavam.

Mais do que o Papa Francisco, as pesquisas deixaram Cabral mais “humilde”

julho 30, 2013

O Governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, em entrevista que poderia ser indicada facilmente ao Framboesa de Ouro de ator mais canastrão, voltou atrás em todas as decisões relativas ao Maracanã, que o tornaram cada vez mais impopular.

Demonstrando a humildade que claramente não possui, Cabral simulou choro, apelou aos discursos do Papa e declarou estar arrependido de seus atos.

Arrependimento que surgiu, evidentemente, após as pesquisas indica-lo como o pior governante do Brasil.

De verdade no discurso, apenas o claro desespero pelas manifestações diárias na porta de sua residência, em que retratou ser pai de família, e tudo mais.

Embora saibamos, o tenha feito também de maneira oportuna, na tentativa de comover a opinião pública.

Até porque, o zelo familiar de Cabral termina dentro de sua própria casa, pouco se importando com as diversas famílias de seus eleitores, como demonstram seus mais variados, e lamentáveis, atos no exercício do poder carioca.

BRL TRUST reúne Arena Itaquera S/A em caráter de urgência para renovar empréstimo da ODEBRECHT ao “Fielzão”

julho 29, 2013

Recentemente publicamos que o empréstimo realizado pela ODEBRECHT aos verdadeiros donos do “Fielzão”, a BRL TRUST, dividida em várias empresas do mesmo grupo, incluindo a JEQUITIBÁ PATRIMONIAL, estaria por vencer agora em agosto.

R$ 150 milhões em doze parcelas, garantidos pelo empréstimo do BNDES que não aconteceu, até o momento.

Nenhuma delas paga.

Sem contar outros empréstimos tomados pela construtora, no valor de R$ 250 milhões, com Santander e Banco do Brasil, que somente em juros já estão se tornando uma bola de neve em dívidas acumuladas.

Sem alternativa, a BRL TRUST, por intermédio da JEQUITIBÁ PATRIMONIAL, convocou assembleia extraordinária da Arena Itaquera S/A, dispensando convocação prévia, para tentar empurrar para frente o pagamento das obrigações com a construtora.

Decidiu-se, então, pela prorrogação, com o pagamento de novos juros, ainda sob a promessa de quitação com os recebíveis do BNDES.

Ou seja, o prejuízo cresceu e a única garantia de pagamento da BRL é apenas um sonho de consumo- ou de empréstimo.

Enquanto isso, o maior interessado, o Corinthians, que tem seus bens atrelados a todas as negociações da BRL TRUST, para que possa um dia ser dono do estádio, sequer mandou representante à reunião.

Ah! O jornalismo… melhor nadador brasileiro no Mundial é tratado em título da FOLHA como “amigo” de Cielo

julho 29, 2013

Cesar Cielo é, sem dúvida, um dos mais rápidos nadadores de todos os tempos.

Pelo menos nos 50m. livres.

Porém, nos 50m. borboleta, o brasileiro Nicholas Santos detém, até o momento, o melhor desempenho brasileiro no Mundial de natação.

Venceu Cielo nas semifinais, 22s81 a 22s86, com quem disputará a final, logo mais, as 13h. de Brasília.

Já havia vencido o Mito nacional também no Troféu Maria Lenk, deixando Cielo com a Prata.

Razão suficiente para ser tratado com um pouco mais de respeito pela FOLHA, que, em seu título na reportagem sobre a disputa do Mundial, soltou a pérola:

“Com Cielo e amigo, Brasil domina os 50 m borboleta em Barcelona”

Ou seja, o nome de quem perdeu é destaque, e o que venceu ficou relegado a um qualquer, tratado apenas pela alcunha de “amigo”.

Imagine o tamanho do vexame do jornal se Nicholas Santos vencer o Mundial…

É um episódio muito parecido com o ocorrido após o Pan-Americano de 2007, em que a Rede Globo só falava em Thiago Pereira, mas quem nadava, de fato, era Cesar Cielo.

Mas, pelo menos, a emissora, mesmo citando pouco, nunca disse que o atual recordista mundial era apenas o “amigo” de Thiago.

titulo folha

Gallo é muito mais do que um simples idiota

julho 29, 2013

O treinador da Seleção Sub-20 do Brasil, Alexandre Gallo, surpreendeu muita gente ao declarar que na sua equipe não jogam atletas com brinquinhos, cortes de cabelos ousados, etc.

Alguns o trataram como idiota, outros como “puxa-saco” do jeito “Marin” de pensar futebol.

A grande verdade é que Gallo é muito mais do que um simples idiota.

Meses antes, ainda no campo do esporte, havia declarado que o futebol não tem mais espaço para jogadores clássicos e que adotaria isso em sua equipe.

Imaginem a barbaridade que é, numa seleção de jogadores novos, desde sempre limitar a criatividade de quem quer que seja.

Pois é.

Mas, bem pior do que isso, é a fama, que segundo muitos é plenamente justificada, de ser parte de um esquema de locupletação com empresários de futebol.

Ou seja, venda de convocações.

Essa sim uma atitude que o aproximaria bem mais dos métodos da atual gestão do futebol brasileiro.

Vale lembrar que foi por sua ingerência que Felipão convocou o enésimo goleiro do Corinthians para a Seleção principal, Matheus, recentemente.

O treinador caiu no conto do “Gallo”, solicitando o nome de três ou quatro atletas sub-20 que pudessem fazer parte do grupo.

Recentemente, o lateral Lucio, que jogou no Palmeiras, mas, na ocasião defendia o Nautico, treinado por Gallo, declarou:

“Gallo sofreu um impacto. Experiente, nem coloquei a roupa de treino, demonstrando que estava pronto para ser afastado se a decisão dos jogadores não prevalecesse. Fui o único sem uniforme. Olhei e falei: “você é empresário ou treinador? Porque não tem nada que ficar negociando jogador. Se mandar os três embora, eu sou o quarto a sair da academia“. Nesse momento, Patric, Araújo e Gideão ficaram do meu lado e soltaram: “se Lúcio sair, então também estamos fora“. Daí, o grupo todo ficou contra Gallo e isso foi muito forte para ele”

É ou não o perfil ideal de profissional a ser adorado pelos dirigentes da CBF ?

Santos tenta manter calote fiscal na Justiça

julho 29, 2013

A Prefeitura de Santos conseguiu comprovar na Justiça diversas dívidas fiscais do Santos Futebol Clube, em ações que já estão em fase de execução.

Muitas delas oriundas da atual gestão.

Valores que correspondem a alguns milhares de reais,

Porém, em vez de quitar a pendência, ou até, de alguma maneira, parcela-la, em demonstração de boa vontade, o Santos ingressou com diversos recursos judiciais, no mesmo dia, visando empurrar a pendência com a barriga.

Talvez, até, com o intuito de premiar o próximo gestor com a “bomba”, aliviando a vida dos que deveriam assumir as responsabilidades.

Vila Nova, 70 anos

julho 29, 2013

vila nova

Por JOSE RENATO SATIRO SANTIAGO

A partir de uma iniciativa do Padre José Balestiere, o coronel Francisco Ferraz de Lima resolveu fundar uma equipe profissional que representasse o bairro da Vila Nova na cidade de Goiânia.

Nada mais indicado que adotar o próprio nome do bairro.

Sendo assim, em 29 de julho de 1943 foi criado um dos mais tradicionais times de futebol do estado, o Vila Nova Futebol Clube.

Durante alguns anos chegou a mudar de nome, em várias oportunidades.

Primeiro Operário, depois Araguaia, posteriormente Fênix.

A partir de 1955, no entanto, assumiu de vez o nome original.

Sua primeira conquista estadual aconteceu em 1961, que culminaria justamente no tricampeonato estadual em 1963.

Posteriormente o Vila chegaria a sua maior sequência de títulos consecutiva, o tetracampeonato entre os anos de 1977 e 1980.

Ao todo são 15 conquistas estaduais.

Foi frequente participante da primeira divisão do Campeonato Brasileiro entre os anos de 1977 e 1981.

Chegou a ficar entre as 20 melhores equipes em 1979.

A segunda metade da década de 1990 foi marcante para o Vila Nova.

Em 1996, conquistou seu primeiro título nacional o da Série C, ao vencer o Botafogo de Ribeirão Preto nas finais.

Aliás, foi a primeira equipe a conquistar esta competição de forma invicta.

Foram 11 vitórias e 3 empates.

Em 1997 e 1999, quase chegou a Série A do Brasileiro.

Ficou na quarta colocação nas duas oportunidades.

Tal performance valeu ao Vila Nova participar de sua primeira competição internacional oficial, a Conmebol de 1999.

Já o século XXI tem sido difícil ao Tigre.

Rebaixado em 2006 para Série C do Brasileiro, conseguiu o acesso no ano seguinte.

No entanto em 2011, foi novamente rebaixado.

Certamente, seus 70 anos de vida já são suficientes para mostrar que o Vila voltará a ser o que sempre foi, uma das mais vitoriosas equipes do Centro Oeste.

E o orgulho do bairro que lhe empresta o nome.


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