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Archive for agosto \31\UTC 2014

Secretaria da Fazenda do Ceará condenou empresa “laranja” de Andres Sanches por utilização de Nota Fiscal “inidônea”

agosto 31, 2014

kalil andres

Em 2006, a ORION EMBALAGENS, que agora se sabe, após investigação da Receita Federal, ser de propriedade do ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, e seus parentes, já enfrentava problemas com o fisco.

A Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará julgou procedente ação interposta contra a empresa por fraude, em utilização de notas fiscais “inidôneas”.

Na prática, a Orion viajava com produtos novos, mas os descrevia como reciclados, em tentativa de burlar a legislação e sonegar o imposto real devido.

Autuada por um fiscal que, segundo informações, teria até recusado vantagens para, digamos, ter problemas momentâneos de visão, a empresa foi condenada a pagar R$ 25,3 mil, restabelecendo a veracidade nas informações.

Bem menos dos que os R$ 13 milhões a que Andres Sanches e seu grupo terão que desembolsar, nos próximos meses, em nova condenação por fraude fiscal, também da ORION, sem contar o indiciamento criminal por prática semelhante, no exercício da presidência do Corinthians.

“Coragem e Ousadia” para mudar, diz Andres Sanches, em sua campanha a Deputado Federal, pelo PT.

 

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Pró-Memória: Andres Sanches e suas empresas “laranjas”, pela Revista “ISTO É”

agosto 31, 2014

andres areia mijada

Nos últimos dois dias publicamos acusações de ex-funcionárias e provas, muitas, entre elas um relatório da Receita Federal, indicando que o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, tem por hábito abrir empresas de fachadas em nomes de “laranjas” para, segundo os citados, cometer crimes e amealhar dinheiro de empréstimos em instituições bancárias e sonegação de impostos.

Caiu por terra, novamente, a mascara de “grande empresário”, utilizada, por anos, no Parque São Jorge.

Três anos atrás, uma matéria da revista “ISTO É” tratava do mesmo assunto, também recheada de evidências e comprovações.

Vale a pena relembrar.

O POLÊMICO HOMEM-CHAVE DA COPA

Como o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, responsável pelo Arena Itaquerão, construiu uma vertiginosa trajetória de sucesso no futebol brasileiro, ancorado por amizades poderosas, enquanto progredia como dono de negócios nebulosos

Por FLÁVIO COSTA

ESTILO

Esse é Andrés Sanchez: “Sou amigo do Ricardo Teixeira. Sou amigo da Globo, apesar de ela ser gângster”

O dia 12 de junho de 2014 é a data. Mais de 60 mil pessoas saudarão a entrada da Seleção Brasileira de futebol no campo em que se disputará o jogo de abertura da Copa do Mundo do Brasil.

Não importa o adversário ou o resultado. De algum ponto das tribunas de um estádio recém-inaugurado no distante bairro de Itaquera, na zona leste de São Paulo, um homem celebrará uma grande vitória.

Andrés Navarro Sanchez provavelmente deixará escapar um palavrão em meio a frases efusivas. E não fará concessões aos que duvidaram dele. Faltam pouco menos de três anos para esse momento de glória. Mas quem conhece Sanchez pode imaginar a cena desde já.

Nas próximas semanas a Fifa deve confirmar o Itaquerão como sede da partida inaugural do evento. E então o atual presidente do Corinthians terá marcado mais um gol surpreendente em uma das trajetórias mais impressionantes e improváveis da cartolagem brasileira. Em apenas 17 anos, Sanchez passou de chefe de torcida organizada a homem-chave nas decisões que envolvem o Mundial de 2014.

No comando do segundo clube mais popular do País, com seu jeito direto e falastrão, em pouco tempo conseguiu dinamitar a musculatura política do Clube dos 13, instituição que reúne as principais equipes brasileiras, ao decidir negociar sem intermediários os direitos de transmissão dos jogos de seu time pelas tevês.

É um dos nomes mais cotados para substituir Ricardo Teixeira na presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Tem uma constelação de amigos poderosos, encabeçada por nomes como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aos 47 anos, coleciona admiradores e desafetos na mesma proporção em que fortalece seu clube e se envolve em transações comerciais nebulosas.

A gestão Sanchez no Corinthians tem o carimbo da ousadia. A maior até o momento foi a contratação de Ronaldo Fenômeno, em 2009, fundamental para o clube aumentar sobremaneira sua receita. Hoje, o time do Parque São Jorge é o que mais fatura com patrocínio e publicidade no Brasil – R$ 47 milhões só no ano passado.

A construção do Itaquerão, por sua vez, retrata como tem sido profícua sua proximidade com a CBF. O antigo sonho corintiano foi viabilizado com a reprovação, por parte do comitê organizador da Copa, comandado por Ricardo Teixeira, do favorito Estádio do Morumbi, do rival São Paulo, forçando a maior cidade do País a buscar uma alternativa, ainda que mais cara, para não ficar de fora do evento. A partir daí, Sanchez mobilizou toda a sua rede de contatos políticos até encontrar uma fórmula que permitisse bancar a construção de um estádio novo para o clube.

Foi uma costura difícil, cercada de interesses milionários. Não por acaso, Sanchez chorou copiosamente no dia 20 de julho, na cerimônia em que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito Gilberto Kassab assinaram, no terreno do futuro estádio, os contratos que davam sinal verde para o empreendimento.

MARCO

Sanchez ao lado de Alckmin e de Kassab na abertura das obras do Itaquerão

Dos R$ 820 milhões garantidos para a obra, R$ 420 milhões são de incentivos fiscais aprovados pela Câmara de Vereadores e R$ 400 milhões serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Especialistas apontam que a conta final da obra, realizada pela Odebrecht, deve bater R$ 1 bilhão. Críticos da empreitada alegam ser um absurdo construir um estádio com dinheiro do governo. “O Corinthians não recebe dinheiro público”, rebate Sanchez. “A prefeitura abriu mão de parte do que recebeu para ter a abertura do evento.”

Ao mesmo tempo que imprime uma imagem de dirigente vencedor, Sanchez também gosta de lembrar sua origem humilde, de descendente de espanhóis que atravessou a adolescência trabalhando como feirante.

Esse é o capítulo de sua biografia que ele lança aos holofotes. Há outros bem menos luminosos.

Sob sigilo, por exemplo, correria na Polícia Federal uma investigação contra ele pelos crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Duas pessoas ligadas ao Corinthians confirmaram à ISTOÉ que estão arroladas como testemunhas nesse inquérito. ISTOÉ apurou ainda que pelo menos 40 pessoas deverão ser ouvidas a partir deste mês. Sanchez já teve o seu sigilo telefônico quebrado, desde outubro do ano passado. Um pedido de prisão teria sido negado há dois meses pela Justiça Federal, que requereu mais provas. “Não sei da existência dessa investigação”, declarou Sanchez.

IDENTIDADE

Em um prédio em Moema, deveria estar a Biosfera Promoções e Eventos Ltda., mas funciona um escritório de advocacia

No site oficial do clube, o presidente da agremiação é classificado como um “próspero empresário”. De fato, Sanchez leva uma vida confortável. Divorciado e pai de um casal de jovens de 19 e 18 anos, mora sozinho há 12 anos num apartamento de 198 metros quadrados no Alto da Lapa, bairro de classe média alta de São Paulo.

E é dono de um posto de gasolina na capital, o único negócio regular registrado em seu nome, o que garantiria o “próspero” em sua nota biográfica oficial. Em consulta a juntas comerciais de São Paulo, a reportagem de ISTOÉ localizou pelo menos outras sete empresas registradas em nome do dirigente. Depois, visitou quatro endereços paulistanos onde estariam sediadas sete firmas em nome de Sanchez e seus familiares.

A Sol Brasil Promoções e Eventos Ltda. deveria ser encontrada na mesma rua do bairro de Vila Olímpia onde está localizada a Santa Aldeia, casa noturna frequentada por pessoas ligadas ao futebol. “A empresa não está mais aqui desde o início do ano”, atestou um funcionário do edifício.

Em um prédio comercial na avenida Ibirapuera, em Moema, deveria estar a Biosfera Promoções e Eventos Ltda., mas funciona um escritório de advocacia. “Essa empresa nunca esteve sediada aqui”, afirmou uma das recepcionistas.

Quem trabalha no número 143 da rua Alvarenga Peixoto, na cidade de Caieiras, região metropolitana de São Paulo, também nunca ouviu falar na Usina de Negócios Comércio de Encartes e Eventos Culturais Ltda.

E no centro comercial de Alphaville não há representante da ASN Participações. Uma funcionária do escritório de advocacia que fica no local afirma que o lugar serve apenas para receber correspondência.

Essa última empresa e outras duas estão bloqueadas parcialmente por ordem da Delegacia da Receita Federal em Jundiaí, desde maio de 2009. Questionado por ISTOÉ, Sanchez limitou-se a dizer que seus negócios particulares não têm relação com o Corinthians. “Mas desconheço a empresa Biosfera, e a Sol Brasil Promoções e Eventos está inativa há seis meses e sendo transferida pelo meu contador”, afirmou.

Também paira sobre o atual presidente a acusação de cobrar propina de empresários em venda de jogadores.

O sócio do clube Rolando Wohlers fez uma denúncia formal ao Conselho Deliberativo na qual afirma que Sanchez, por meio de auxiliares, pediu uma taxa de R$ 300 mil a um agente, metade a que ele teria direito, na venda de um jogador corintiano. “Não é à toa que o presidente é conhecido como Taxinha no meio do futebol”, acusa Wohlers.

O conselheiro Alexandre Husni afirma não ter visto nenhuma irregularidade contábil nessa negociação.

Outra transação polêmica foi a transferência do volante Jucilei para o Anzhi Makhachkala, da Rússia, neste ano. O atleta pertenceria metade ao Corinthians, metade ao Corinthians Paranaense. Após a venda do jogador por 10 milhões de euros, descobriu-se que o time paulista tinha apenas 15% do valor do passe – os outros 35% que lhe eram de direito haviam sido repassados a um empresário de Jundiaí (SP).

“O clube perdeu o dinheiro”, diz o administrador de empresas Marcos Caldeirinha, integrante do Conselho Deliberativo, que pediu explicação oficial à direção.

A reportagem ouviu ainda empresários de jogadores que afirmaram ter deixado de negociar atletas com o clube após a chegada de Sanchez à presidência. O dirigente diz que as acusações são mentirosas. “Todas as contratações são feitas com o aval do departamento jurídico e analisadas pelo órgão de controle”, afirma.

AUSÊNCIA

A Usina de Negócios está registrada na cidade de Caieiras. Mas nunca esteve sediada lá


Fundador de uma das maiores torcidas organizadas do Corinthians, a Pavilhão 9, em 1990, Sanchez trabalhou como coordenador nas divisões de base do clube por muitos anos, graças a sua proximidade com Alberto Dualib, que presidiu o clube de 1993 a 2007.

Sua ascensão começou em 2004, com o início da parceria entre a MSI, do milionário russo Boris Abramovich Berezovsky, e o time do Parque São Jorge.

Ele se aproximou do representante da MSI no Brasil, o iraniano Kia Joorabchian, um apreciador da noite, assim como Sanchez. Por indicação de Joorabchian, foi nomeado diretor de futebol, o segundo cargo mais importante do clube. E o time, que tinha como estrela o argentino Tévez, ganhou o Brasileirão de 2005.

A parceria MSI/Corinthians trouxe vários jogadores de renome. E problemas de igual envergadura.

Primeiro, Joorabchian e Dualib começaram a travar uma disputa renhida pelo poder no Corinthians. Segundo, a Polícia Federal descobriu que a parceria funcionava como um véu para um esquema de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

O escândalo tragou toda a diretoria do clube, menos Sanchez, que, em um lance planejado com Joorabchian, havia pulado para o barco da oposição, com um discurso de renovação e transparência.

Em depoimento à Polícia Federal durante a investigação, Sanchez admitiu que os atletas contratados pela MSI acertavam contratos fora do Brasil. Escutas telefônicas mostraram que ele combinou o conteúdo do depoimento com o próprio Dualib. Até hoje pairam dúvidas sobre o seu não indiciamento. Procurado por ISTOÉ, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), encarregado da investigação à época, não quis se pronunciar.

Dualib foi condenado em primeira instância, em outro processo por estelionato, e afastado da presidência.

Sanchez venceu as eleições para presidente em 2007. Mas para isso fez um acordo, na reta final de campanha, com o próprio Dualib. “Todo mundo sabe que foi graças aos votos controlados por Dualib que ele conseguiu vencer o Paulo Garcia (empresário que deve disputar novamente o cargo)”, afirma o advogado Rubens Gomes, conselheiro do clube.

Na noite da vitória, Sanchez teria ligado para o amigo iraniano: “Kia! Ganhamos, c…”

“Quem manda no Corinthians ainda é o Kia”, afirma o blogueiro Paulo César Prado, que acusa o dirigente de tê-lo grampeado e com quem trava batalhas judiciais.

Sua página tem 30 mil visitas diárias e reúne denúncias contra a atual administração. Entre elas a de que o Corinthians pegou dinheiro emprestado da empresa Salamandra Investimentos, cujo representante é Wagner Martins Ramos, sócio de Andrés Sanchez em outras empresas. A Salamandra é propriedade última da Newbut Investiments, sediada no Uruguai.


Se a relação com o iraniano Joorabchian cacifou a ascensão de Sanchez no Corinthians, a proximidade com Ricardo Teixeira o alçou à categoria de protagonista do futebol nacional. O namoro começou em abril de 2010, quando o corintiano apoiou a candidatura derrotada de Kleber Leite, aliado de Teixeira e ex-presidente do Flamengo, na disputa pela presidência do Clube dos 13.

Ganhou Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio (RS), mas Sanchez foi recompensado com o cargo de chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da África do Sul. E no início deste ano foi o principal artífice do desmoronamento da entidade.

Alegando não concordar com a maneira como Koff conduzia as negociações dos direitos de transmissão das próximas temporadas, ele desfiliou o Corinthians. Um a um, os clubes decidiram negociar individualmente com a Rede Globo. A parte que coube ao Corinthians foi da ordem de R$ 114 milhões “Sanchez jogou limpo”, diz Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro. “De todos os presidentes de clubes que tiveram postura contrária à minha, ele foi o mais correto.”

Sobre sua proximidade com a CBF e a Globo, Sanchez não se faz de rogado. “Sou amigo do Ricardo Teixeira mesmo, sou amigo da Globo, apesar de ela ser gângster”, chegou a dizer. Esta é uma declaração típica do dirigente, boquirroto por natureza.

Em um jantar de arrecadação para a campanha de Protógenes a deputado federal, no ano passado, Sanchez comentou dessa maneira uma vitória do seu time sobre o São Paulo: “O Corinthians vai ser condenado pela Lei Maria da Penha. Batemos nas meninas ontem.”

O vocabulário rústico, adornado por modos pouco apurados, parece fazer parte do marketing pessoal dele, que gosta de lembrar que não fez faculdade, estudou apenas até o ensino médio e sofre preconceito por isso. Com o esvaziamento do Clube dos 13, já se fala numa nova agremiação, a Liga dos Clubes, subordinada à CBF, que teria Sanchez no comando.

Mas ele diz que não é candidato a nada. Nem à Liga, nem à reeleição no Corinthians, nem à presidência da CBF. “Em dezembro, saio do Corinthians e vou para a minha casa”, garante.

Conselheiros do São Paulo questionarão Aidar sobre favorecimentos a “parceiros” em negócios no Morumbi

agosto 31, 2014

aidar

Na última semana, publicamos que o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, tem trabalhado, nos bastidores, para favorecer alguns de seus parceiros comerciais,  entre eles um ex-sócio, em negócios realizados pela gestão Tricolor.

Comissões de 20% ou até 30% estariam sendo acertadas em diversas transações, entre elas a obra de reforma do estádio.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2014/08/29/projeto-morumbi-negocio-beneficia-parceiros-de-aidar/

A repercussão foi grande e quatro conselheiros, dois deles em conversa com o blog, prometeram cobrar explicações de Aidar na próxima reunião do Conselho.

“Ele já vem causando problemas para o clube por querer dar uma de “folclórico”, mas roubar, desviar, envergonhar a história do São Paulo, que é limpa ? Não vamos deixar !”, garantiu membro da oposição são-paulina.

E o esporte, minhas senhoras ?

agosto 31, 2014

dilma e marina

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

Duas mulheres no jogo que exige a discussão do esporte como atividade essencial na vida nacional

Agora que parece claro que a morte de Eduardo Campos sepultou Aécio Neves com a candidatura de Marina Silva, resta saber o que pensam as duas mulheres que disputam a presidência sobre o esporte no Brasil às vésperas da Olimpíada no Rio.

A saída do páreo do tucano significa o alívio de afastar a volta de Ricardo Teixeira, mas é só.

Dilma Rousseff teve quatro anos, e o PT 12, para pouco fazerem além de nomear dois ministros problemáticos e um caricato.

A exemplo dos governos anteriores, não se pensou jamais no esporte como fator de saúde pública, como meio de prevenção de doenças. Nunca se levou em conta o dado da Organização Mundial da Saúde: cada dólar investido em democratização do acesso à prática esportiva redunda na economia de três em tratamento de doenças.

Formar campeões, ganhar medalhas, motivações importantes para a atividade esportiva da população em geral, devem ser consequências da massificação e não a prioridade de um país ainda tão carente.

O futebol como paixão nacional e patrimônio cultural do povo brasileiro, assim consagrado na Constituição Federal, também passou ao largo na maior parte do tempo, embora, no apagar das luzes, o Bom Senso F.C. tenha recebido a guarida devida do governo Dilma.

Será de bom tom que as candidatas dediquem atenção ao esporte em geral e ao futebol em particular em suas campanhas, além do que já consta nos programas de governo, em regra generalidades que não atacam as questões que envolvem a necessidade de democratizar o acesso ao poder nas entidades esportivas, a urgência em pensar os clubes de futebol como sociedades empresariais e em responsabilizar seus dirigentes por gestão temerária ou corrupção.

Provavelmente veremos agora uma corrida dos oportunistas para surfar no tsunami marineiro, já que Dilma Rousseff em nenhum momento se mostrou, com razão, simpática à cartolagem nacional.

Aécio Neves era o candidato dos cartolas, mas já era.

Marina Silva tem se apresentado como a representante da nova política. O avô de Aécio pregava a Nova República que ficou velha antes de vir à luz.

Se de fato o compromisso dela será o de governar com o que há de melhor no país, tanto o Bom Senso quanto os Atletas pelo Brasil deverão ser interlocutores obrigatórios ainda antes da eleição de outubro, para que todos possamos saber o que esperar numa área em que o gigante segue adormecido e que, ao se levantar, pode significar não só uma nova imagem para o Brasil, mas, também, importante fator de produção de empregos e riquezas.

A hora é esta.

Sempre se disse neste país machista que futebol é esporte para homem. Quem sabe se uma mulher não será capaz de fazer por ele o que os homens não fizeram?

Seguranças de Julio Brant sacam armas e ameaçam torcedores após novo desastre do Vasco da Gama

agosto 31, 2014

julio brant

Após mais um vexame histórico da gestão Roberto Dinamite, que rebaixou o Vasco da Gama à segunda divisão do Brasileirão duas vezes nos últimos cinco anos, a goleada sofrida, em casa, por cinco a zero perante o Avaí, que colocou o clube fora da zona de classificação dos que almejam o acesso, atos de pura violência aconteceram fora do estádio.

O principal deles, proporcionado por bandidos disfarçados de seguranças, todos PMs fazendo bico, ligados ao candidato Julio Brant, que é apoiado por Leonardo Gonçalves e Edmundo (todos na foto).

Ele e seu grupo foram cobrados, aos gritos, pelos anos de facilitação concedidos a gestão Dinamite, que, além de apequenar o clube, tratou de saqueá-lo, desviando dinheiro a paraísos fiscais e beneficiando parentes, como no caso da GENROTOUR.

Inconsequentes, os seguranças de Brant, sem contraordem do candidato, sacaram suas armas e ameaçaram os que se manifestavam no local.

Um risco de tragédia evidente, agravado pelo fato de que estes homens estavam armados, também, dentro do estádio.

Brant e seus apoiadores tem a obrigação de explicar o episódio, que nos remete ao períodos em que gangsters andavam cercados de jagunços, para o que der e vier, apesar de para a imprensa sempre posarem de bons moços, finos e educados.

EM TEMPO: oposição vascaína emite Nota Oficial sobre o episódio

A Arma Puxada pelos Amarelos do Brant

Hoje, na saída do estádio de São Januário, agentes armados que davam “proteção” aos partidários do candidato das papeletas amarelas, o senhor Julio Brant, sacaram armas ameaçando aqueles que protestavam contra a situação do clube, representada pelo referido candidato.

1 – Se os senhores que se vestem de papeletas amarelas precisam de proteção armada é porque não são de boa cepa.

2 – Os agentes estavam armados dentro do estádio, o que é proibido.

3 – A Polícia Militar costuma utilizar detector de metais na entrada do estádio. Das duas uma: ou não o fez hoje e foi negligente. Ou o fez, soube do fato e foi, então, conivente.

4 – A utilização de armas de fogo, seja como objeto de intimidação ou para uso efetivo, é algo que poderá causar uma tragédia ainda maior do que aquela pela qual o clube já passa.

5 – Se os responsáveis pela candidatura do senhor Brant vão manter tal ação nos próximos eventos, que se preparem para serem responsabilizados criminalmente pela opção

Receita Federal diz que Andres Sanches criou empresa de “fachada” para fraudar fisco e cometer crimes

agosto 30, 2014

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Publicamos, ontem, processo instaurado por duas ex-funcionárias de Andres Sanches que acusam o ex-presidente do Corinthians, e seus parentes, de utiliza-las como ‘laranjas” em empresa de fachada para aplicar golpes e cometer diversos crimes.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2014/08/29/andres-sanches-e-acusado-de-utilizar-laranjas-para-cometer-crimes-golpes-teriam-movimentado-r-30-milhoes/

No mesmo processo foi inserida uma investigação da Receita Federal, até então ocultada da opinião pública, que comprova as afirmações das processantes.

O relatório final é arrasador.

Nele é constatado que Sanches era, de fato, o verdadeiro dono da ORION EMBALAGENS, empresa que abriu em nome de funcionárias.

A Receita descobriu a falcatrua porque o corinthiano, acostumado com a impunidade, deu bobeira, e passou a tocar o negócio por procuração, inclusive inserindo-a em instituições bancárias, que, obrigadas a abrir os sigilos, deduraram o dirigente.

Além disso, a diferença entre o valor de faturamento declarado e o que realmente passou pelos bancos ultrapassa R$ 30 milhões, em ação que a Receita tratou como dolosa, com claro intuito de sonegar, multando os sócios ocultos, entre eles Andres Sanches, em 150% da tarifação incidente, quase R$ 13 milhões.

Chamou a atenção da Receita, também, o grande número de empresas no nome de Sanches e seus parentes, todas do mesmo ramo, abertas e encerradas em curto espaço de tempo.

A pesquisa foi realizada porque a defesa de Andres teve a cara de pau de dizer que a “ajuda” a ORION não rendeu remuneração a nenhum dos detentores de procuração.

Muito mais dos que as acusações das ex-funcionárias, o documento oficial de uma investigação da Receita Federal trata Andres Sanches como “golpista”, demonstrando o verdadeiro perfil de quem se vendeu no Corinthians com o slogan “Renovação e Transparência”.

É bem mais adequado o novo mantra de Andres Sanches, utilizado na campanha para Deputado Federal, pelo PT, “Coragem e Ousadia”.

Há de se ter muita para realizar tantos atos desabonadores.

Leia abaixo os principais trechos dos documentos da investigação da RECEITA FEDERAL que culminou na comprovação de que Sanches utilizou-se de “laranja” na empresa ORION EMBALAGENS.

Ao final, basta clicar no link disponibilizado para ter acesso à íntegra do inquérito.

TERMO DE VERIFICAÇÃO FISCAL

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Trata-se de ação fiscal levada a efeito perante a contribuinte ORION EMBALAGENS LTDA, com o propósito de verificar o cumprimento das obrigações tributárias relativas a IRPJ no ano de 2005 conforme determinação contida no Mandado de Procedimento Fiscal nº 0812400.2008.00319, expedido em 28/03/2008.

Da apreciação do DIPJ-2006, relativo ao ano calendário de 2005, foi verificado que a ORION declarou o valor de R$ 1.748.469,00 como faturamento anual.

Ao examinar as informações prestadas trimestralmente pelas instituições financeiras à Receita Federal acerca da apuração da CPMF, foi constatada grande incompatibilidade entre a Receita anual auferida e a movimentação bancária, que importou em mais de R$ 30 milhões.

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(…) em diligência ao endereço onde estava instalado o estabelecimento, foi constatado que em galpão vizinho encontra-se o estabelecimento da empresa SOL EMBALAGENS PLÁSTICAS LTDA>, que também atua no mesmo ramo da ORION.

Constava no Termo de Início de Fiscalização a exigência para que fossem apresentados livros contábeis e fiscais, contrato social e extratos bancários referentes ao ano calendário de 2005.

Foi apresentada resposta, firmada pela procuradora, a contadora ITAIRA PASOTTI, afirmando não haver mais os documentos exigidos na fiscalização.

Foram emitidas RMFs para os bancos Itaú, Safra, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco e J. Safra, para o fornecimento dos extratos bancários, da ficha cadastral, do cartão de assinaturas e de instrumentos de procuração para terceiros movimentarem a conta-corrente.

Da análise da ficha cadastral e dos instrumentos de procuração, restou constatado que a ORION outorgou procuração para as pessoas JOSE SANCHES OLLER, sua irmã ISABEL SANCHES OLLER, e ANDRES NAVARRO SANCHEZ, sendo o primeiro, sócio, e a segunda, empregada da SOL EMBALAGENS PLÁSTICAS.

Da análise dos cheques obtidos destes bancos restou constatado que a emitente dos cheques da ORION era a procuradora ISABEL SANCHES OLLER.

Em setembro de 2008, foram emitidos Termos de Solicitação de Comparecimento  para as duas sócias (Eliane e Nilda), a contadora (Itaiara Pasotti) e os três procuradores (JOSE SANCHES OLLER, ISABEL SANCHES OLLER e ANDRES NAVARRO SANCHEZ) a fim de que prestassem esclarecimentos sobre operações da ORION.

Somente compareceu a esta Delegacia da Receita Federal do Brasil em JUNDIAÍ a contadora ITAIARA PASOTTI (…).

Afirma (a contadora) que aos procuradores (ANDRES, JOSÉ e ISABEL) “não houve nenhuma retribuição financeira pela ajuda prestada a ORION”.

Indagada sobre qual o interesse dos três procuradores, tendo em vista não haver retribuição financeira, afirma “que a ORION era cliente da empresa SOL”, do qual os procuradores eram sócios.

APURAÇÃO DAS RECEITAS OMITIDAS

Esclarece-se que, com base no Art. 42 da Lei nº 9.430 de 1996, pela falta de origem dos depósitos bancários, estes foram considerados como Receita Omitida.

Para apuração dos valores a serem tributados na presente autuação, são subtraídos destes valores os oferecidos à tributação pela ORION com base no lucro presumido, e tributados na presente fiscalização com base no lucro arbitrado:

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Do demonstrativo acima, verifica-se que somente 4% do faturamento apurado foi submetido a tributação.

AGRAVAMENTO DA MULTA

Diante da conduta dos administradores, ao oferecer à tributação receita tida como irrisória face ao seu faturamento apurado e à sua movimentação financeira, bem como proceder à destruição da documentação considerada indispensável para apreciação do FISCO, depara-se com fatos que, em tese, caracterizam intuito da sonegação e do conluio, ensejando a aplicação de multa de 150%.

Em seu depoimento, a contadora ITAIARA PASOTTI afirmou que os procuradores JOSE SANCHES OLLER e ANDRES NAVARRO SANCHEZ não receberam  retribuição financeira pela ajuda prestada a ORION.

Em consulta aos sistemas informatizados da Receita Federal, constata-se que estes procuradores figuram como responsáveis perante o Ministério da Fazenda por diversas empresas do ramo de embalagens, MUITAS DELAS JÁ ENCERRADAS. conforme quadro a seguir:

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Deve-se mencionar também que, conforme documentação encaminhada pelo UNIBANCO em atendimento à RMF, consta a informação de que a ORION pertence ao grupo econômico SOL EMBALAGENS.

Deste conjunto de evidências, infere-se que os sócios de fato da ORION eram os três procuradores, que decidiram constituir empresa, de baixíssimo capital social, com curto espaço de tempo em atividade, em nome de uma funcionária, e tributar apenas módica fração de seu faturamento, em desfavor do FISCO.

Pelo acima exposto, resta caracterizada a sujeição passiva solidária, sendo considerados como sujeitos passivos solidários as pessoas de NILDA MARIA DA CUNHA, ELIANE SOUZA CUNHA, ISABEL SANCHES OLLER, ANDRES NAVARRO SANCHEZ e JOSE SANCHES OLLER.

CONCLUSÔES

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CLIQUE NO LINK ABAIXO E TENHA ACESSO À ÍNTEGRA DA INVESTIGAÇÃO DA RECEITA FEDERAL SOBRE O EX-PRESIDENTE DO CORINTHIANS, ANDRES NAVARRO SANCHES

Receita Federal vs. Andres Sanches

STJD vai errar se tirar Grêmio da Copa do Brasil

agosto 30, 2014

stjd

Apesar de quase estar eliminado da Copa do Brasil pelo resultado dentro de campo, derrota para o Santos, em casa, por dois a zero, o Grêmio correr risco, pela imbecilidade de alguns que se dizem seus torcedores, de ser eliminado do torneio em punição imposta pelo STJD.

Um absoluto equívoco, provavelmente motivado pela extrema necessidade dos auditores do órgão em aparecer.

Durante toda a sequencia dos acontecimentos, no dia de ontem, a equipe gaúcha se portou de maneira exemplar, identificando e punindo os responsáveis pela barbaridade.

O Santos, elegante, deixou claro ser contra a eliminação.

Diferentemente dos casos de brigas em estádio, quase sempre ocasionadas por membros de “organizadas” ligados a dirigentes, que são passíveis de justas sanções às equipes, não dá para exigir comportamento adequado de quem é idiota por natureza.

Resta aos clubes, Tribunais e Federações aplicar punições pessoais a esse tipo de gente, expulsando dos estádios, para sempre, evitando, assim, que interfiram negativamente na já lenta evolução da raça humana.

Coluna do Fiori

agosto 30, 2014

fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Enquanto imperar a filosofia de que há uma raça inferior e outra superior o mundo estará permanentemente em guerra. É uma profecia, mas todo mundo sabe que isso é verdade.

Bob Marley

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17ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2014

Sábado 23/08

Palmeiras 1 x 0 Coritiba

Árbitro: Marcos André G. da Penha (ES)

Item Técnico

Acertou ao expulsar o atleta Leandro Almeida, do Coritiba, por ter praticado carrinho grave,

– atingindo um dos pés do oponente Mouche; como também, por refazer a correta,

– porem, indevida, marcação da penalidade máxima sofrida por Lúcio, defensor palmeirense.

Explico:

– quando do lançamento da bola pro interior da área, Lucio, estava na posição de impedimento,

– assim que tocou na bola, acertadamente, Vanderson Antonio Zanotti, assistente 02,

– ergueu a bandeira para apontar o impedimento,

Item Disciplinar

Fraquinho: Contenda excessivamente faltosa, obedecesse ao inserido nas leis do jogo,

– aquém do expulso, o árbitro, poderia e deveria ter expulsado outros contendores

Domingo 24/08

Grêmio 2 x 1 Corinthians

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Item Técnico

Por volta do 44º minuto da etapa final, no interior pequena área gremista,

– Romarinho, atacante corintiano, chutou a redonda, a meia altura,

– em direção a meta gremista; no trajeto, bateu no braço esquerdo do gremista Werley,

– que estava à frente, e próximo do Romarinho; não ocorreu infração (pênalti),

– lance espontâneo, partida seguiu; árbitro acertou

Item Disciplinar

– Deixou de expulsar, como também, não advertiu com amarelo, o corintiano Fagner,

– no maldoso deixar da sola de sua chuteira na perna do gremista, Barcos

Extrapolou

Quando da testa a testa entre Guerreiro, atacante corintiano, com Alan Ruiz, defensor do Grêmio,

– dado momento, Guerreiro foi empurrado por trás por seus contendores Zé Roberto e Rodolfo,

– que, projetou Guerreiro, pra cima do oponente Alan Ruiz;

– Heber Roberto Lopes, mesmo próximo, com total visão dos fatos;

– excedeu de sua função, expulsando Guerreiro

Adendo

Heber Roberto Lopes deveria seguir o exemplo do colega Rafael Claus: Assistir o teipe, ficar atento quando do fato entre Guerreiro e Alan Ruiz, reconhecendo que não houve agressão, na seqüência, através da maquininha de bolso, digitar a verdade, enviando-a, para CA-CBF, como acessório ao seu relatório. Né, não! Sérgio Correa da Silva e senhores do STJD?

São Paulo 2 x 1 Santos

Árbitro: Vinicius Furlan (SP)

Itens Técnico/Disciplinar 

Os representantes das leis do jogo não foram exigidos; trabalho normal

Quarta Feira 27/08 – Copa do Brasil

Palmeiras 0 x 1 Atlético-MG

Árbitro: Jean Pierre Lima (RS)

Item Técnico

Inverteu e deixou de marcar algumas faltas,

Não Foi Pênalti

Errou por ter marcado penalidade máxima favorável ao Palmeiras, quando da disputa normal pela bola entre Jemerson, defensor do Cruzeiro, com seu oponente Mazinho

Prolongou o Erro

Henrique, atacante palmeirense, tomou distância para cobrar a infração, antes de bater na bola;

– Victor, goleiro do Atlético, avançou, ao mesmo tempo, outros invadiram a área, bola entrou no gol,

– contudo, aplicando a regra, o assoprador, determina nova cobrança;

– novamente, Henrique, parte pra bola, Victor se adianta, área foi invadida, bola fora,

– desta feita, possivelmente, com peso de consciência por ter marcado a penalidade;

– o assoprador de apito, não cumpriu o inserido na Regra 14

Conclusão

Jean Pierre Lima apresentou trabalho fraquíssimo nos itens Técnico/Disciplinar

Bragantino 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)

Assistente 01: Carlos Augusto Nogueira Junior (SP)

Assistente 02: Vicente Romano Neto (SP)

Quarto Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT)

Item Disciplinar

Expulsão correta do atleta Ferrugem, defensor corintiano,

– Excessos de reclamações

Item Técnico

Algumas inversões e não marcação de faltas

Choque?

Todos que jogaram ou jogam bola, observaram, Guerreiro usando da manha para atingir o árbitro; explico:

– ao subir, Guerreiro, ciente da posição do árbitro, coloca o braço direito, ao lado do corpo,

– seqüencialmente, empurra o costado do árbitro, que, caiu, levantou e,

– arregalou os olhos na direção do corintiano, gesticula, dizendo algo

Sempre ele

Na maior cara dura, o técnico Mano Meneses aplaudiu o incidente, não sendo punido

Intolerável

Em meu entender, Leandro Bizzio Marinho se ligou na astúcia praticada por Guerreiro,

– deveria ter paralisado a contenda, cartão amarelo pro Guerreiro, sinalizando,

– Tiro Indireto a favor do Bragantino, no local do fato

Relatório

Leandro Bizzio Marinho, não citou o caso com Guerreiro

Observação

O Assistente 02: Vicente Romano Neto trabalhou de frente para os acontecimentos,

– deveria comunicar ao árbitro sobre os aplausos do indisciplinado Mano Meneses

Quinta Feira 28/08

Grêmio 0 x 2 Santos

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Item Técnico

Errou e feio por não ter sinalizado o toque de mão do santista Lucas Lima,

– antes de passar a redonda para Robinho marcar o segundo gol do Santos;

– Como também por deixar de marcar a penalidade máxima do santista Arouca,

– em cima do gremista Zé Roberto

Item disciplinar

Fraquinho

Racismo

Imagem da individuo com a mão na lateral da boca chamando Arranha de macaco

1

Cidadão Mário Lúcio Duarte Costa, popular Aranha, avocando atenção do árbitro

2

Palavras do goleiro na pagina A23 do Jornal “O Estado De São Paulo” do dia 29/08/14

“O pior é que fui falar com o juiz (Wilton Pereira Sampaio) e ele falou que eu estava provocando a torcida”

Abjeto

Através internet, por três ocasiões: as 09h00min e 14h00min, da sexta feira 29/08/04, Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO) nada constou sobre o fato

Aditamento – Acredite Quem Quiser

As 17h00min: retornei no site da CBF para confirmação do relatado; não deu outra!

Julgando que somos otários, Wilton Pereira Sampaio anexou:

“Informo que ao chegar ao hotel, advindo do estádio, por volta das 23h50min, tive o conhecimento através da imprensa que durante a partida existiram atos de racismo oriundos da torcida do Grêmio direcionado ao goleiro da equipe do Santos F.C., Sr Mario Lucio Duarte Costa, Nº 1.

Relato que aos 41 minutos do segundo tempo, durante uma paralisação do jogo, dois atletas que se encontravam no banco de reservas da equipe do Santos; Nº 7, Sr. Robson de Souza e Nº 10, Sr. Gabriel Barbosa Almeida, me relataram que o goleiro da sua equipe estava sendo vitima de atos de racismo, momento em que me dirigi até o atleta, o mesmo confirmou tal fato. Contudo, nenhum integrante da equipe de arbitragem, ouviu ou presenciou tais atos. Após esta paralisação, o jogo teve prosseguimento normal sem qualquer relato de outro atleta.

Porto Alegre/RS, 29/08/ 2014  “

Relembrando

Copa do Brasil 2012

Na Arena de Barueri, Wilton Pereira Sampaio arbitrou:

– a primeira contenda entre Palmeira x Coritiba; no transcurso da refrega, pintou e bordou,

– no ultimo minuto da segunda etapa, Wilton Pereira Sampaio,

– deixou de marcar claríssima penalidade máxima a favor do Coritiba

FIFA

No inicio do ano 2013, Wilton Pereira Sampaio, foi premiado: Entrou no quadro internacional de árbitros

Política/ Eleições

O QUE SERÁ DELES SE A DILMA NÃO FOR ELEITA?

                                             Os privilegiados:

Em Brasília, há passe livre para os egressos dos movimentos sindicais, principalmente se forem ligados ao PT. Para essas pessoas parece que as portas são mais largas e os caminhos menos sinuosos. “Nunca antes na historia desse País” tantos ex-dirigentes sindicais ocuparam postos chaves no destino da Nação Brasileira. É sobre essas pessoas, o que faziam e o que estão fazendo agora que nós iremos falar.

Jair Meneguelli – torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC? Alguém lembra dele. Pois bem, ele sumiu. Fomos procurá-lo. Sabe onde o encontramos? Hoje ele se encontra em Brasília. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista) R$ 1.671,61.

Heiguiberto Navarro – ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Encontramos também. Sabe onde? Em Brasília. Sabe o que ele faz hoje? É assessor do Secretário Nacional de Estudos e Políticas da Presidência da República. Gostaram do nome? Salário atual: R$ 6.396,00. Recordando, ele é ferramenteiro e na época tinha um salário de R$ 1.671, 61

João Vacari Neto – bancário, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Também o encontramos. Adivinhe onde? Brasília? Certa a resposta! O que ele faz atualmente? É membro do Conselho Nacional de Itaipu. Ajuda a decidir sobre a alocação do orçamento de Itaipu, cerca de R$ 4.500.000.000,00. Salário R$ 3.000,00. Antes o seu salário era de R$ 4.909.20. É o cara do Bancoop que sumiu com o dinheiro dos bancários que compraram apartamento e não tem moradia até hoje, quase todos os prédios são esqueletos abandonados e pasmem, o Lula que nunca foi bancário tem uma cobertura triplex de frente para o mar no Guarujá. Claro que esse prédio será concluído e quem serão os seus vizinhos? E o edifício está longe de parecer um Cingapura ou COHAB.

Paulo Okamoto – fresador, ex-tesoureiro da CUT. Está sumido do noticiário, mas nós o encontramos. Sabe onde? Em Brasília? Certa a resposta! O que ele faz hoje? Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era pobre: R$ 1.671,61. E que mesmo estando com 8 (oito!) anos de idade em 1964, hoje é um dos felizardos que recebe “aposentadoria especial”, como ‘Anistiado político’. Esse é o que pagava as contas do Lula de seu bolso, como a dívida que este tinha com o PT e ele Paulo Okamoto pagou a dívida a divida que Lula tinha com o partido dos trabalhadores

Luis Marinho – pintor de veículos – ex-presidente da CUT. Lembram dele? Um doce para quem disser onde fomos encontrá-lo. Em Brasília? Certa a resposta. Estou devendo um doce para milhões de pessoas. O que é que ele está fazendo? Virou Ministro da Previdência Social. Salário R$ 8.363,80. Comanda um orçamento de R$ 191.000.000.000,00. Anteriormente o seu salário era de R$ 1.620,40

Wilson Santarosa – operador de transferência e estocagem, presidente do Sindicato dos Petroleiros de Campinas. Está no Rio de Janeiro. É gerente de comunicação da Petrobrás e membro do Conselho Deliberativo da Petros. Salário atual R$ 39.000,00; comanda um orçamento de R$ 250.000.000,00. Salário anterior R$ 3.590,90

João Antonio Felício – professor de Desenho e História da Arte e ex-presidente da CUT. É outro que está no Rio de Janeiro. É atualmente membro do conselho do BNDES, salário R$ 3.600,00 por reunião da qual participa, com direito a transporte, hospedagem mais ajuda de custo. É um dos responsáveis pela aprovação do orçamento do BNDES de R$ 65.000.000.000,00. Tem sob sua responsabilidade opinar sobre sua destinação e acompanhar e execução. Salário anterior R$ 1.590,00

Sergio Rosa – escriturário e ex-presidente da Confederação Nacional dos Bancários. Também se encontra em Brasília. É atual presidente do Previ, Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Salário atual de R$ 15.000,00. Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000,00. Salário atual de R$ 15.000,00. Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000,00. Salário anterior R$ 4.500,00

José Eduardo Dutra – geólogo, ex-presidente do Sindiminas de Sergipe, atual Sindipetro. Hoje, graças a Deus, se encontra em Brasília, onde é presidente da BR Distribuidora, com um mísero salário de R$ 44.000,00. Comandou, entre 2008 a 2012, um orçamento de R$ 2.600.000.000,00. Salário anterior era de R$ 10.000,00

Wagner Pinheiros – analista de investimentos. Diretor da Federação dos Bancários de São Paulo. É outro que faz parte da Nova República. É presidente da Petros, Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobrás. Salário atual apenas R$ 44.000,00. Comanda um patrimônio de R$ 32.400.000.000, 00. Salário anterior: R$ 5.232,29. É bom frisar que o salário anterior era o salário percebido como dirigente sindical.

Como se não bastasse esses que aqui foram citados, outros estão lá, levados que foram pela força do voto popular. Vide casos: Vicentinho, professor Luizinho, João Paulo Cunha e outros menos ou mais cotados. O momento é de reflexão. É esta a Republica que nós queremos?

A república que nós queremos nós a construiremos com o nosso trabalho, com as nossas atitudes e com o nosso voto. Queremos as oportunidades como um direito de todos e não como um privilégio, como monopólio de uns poucos

ATENÇÃO: OS VALORES DOS SALÁRIOS DOS CAMARADAS ACIMA NÃO CONTEMPLAM DIÁRIAS, CARTÕES CORPORATIVOS, BENEFÍCIOS, E OUTRAS MARACUTAIAS, SEM FALAR NOS EMPREGOS PARA A “PARENTAIADA” E OUTROS “CUMPANHEIROS”!

Autor: Max Weber

Finalizando

Eu sei que muita gente não gosta de mim, devido a minha sinceridade. Mas, convenhamos, ao menos sou autentico.

  1. L. Santos

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-30/08/2014

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Andres Sanches é acusado de utilizar “laranjas” para cometer crimes. Golpes teriam movimentado R$ 30 milhões

agosto 29, 2014

sanches.jpg

No último dia 22 de agosto, após inúmeras tentativas de acordo, duas ex-funcionárias do ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, na SOL EMBALAGENS, Eliane Souza Cunha e Nilda Maria da Cunha, não mais se calaram, e, em Ação aberta na 45ª Vara Cívil, contaram detalhes de como foram obrigadas a servir de “laranjas” em empresa “fantasma” para que o dirigente pudesse realizar golpes na praça e outros ilícitos.

Os valores movimentados, incluindo fraudes fiscais, giram em torno de R$ 30 milhões.

Há inclusive uma Execução Fiscal em nome da empresa “fantasma”, a ORION EMBALAGENS LTDA. que, segunda a denúncia, pertence a Andres Sanches, no valor de R$ 12,7 milhões.

orion andres 2

Após utilizá-las nas falcatruas, Sanches e seus parentes, José Sanches Oller e Isabel Sanches Oller, além da contadora da empresa, Itaiara Passotti, teriam dado “pinote”, segundo relato no processo, deixando as citadas “laranjas” com as dívidas, ocasionando prejuízo irreparável, inclusive com perda de bens.

A ação em trâmite, que ainda será julgada, pede a anulação de todas as procurações e documentos assinados pelas ex-funcionárias de Sanches, e, por consequencia, os desdobramentos posteriores, indicando os verdadeiros proprietários do “negócio”, além dos meios utilizados para enganar fornecedores e Governo.

O relato é estarrecedor, e indica a extrema periculosidade de Andres Sanches, com hábitos, segundo destacado, semelhantes a dos piores mafiosos, em revelações ainda mais preocupantes pelo fato de não mais atuar apenas no âmbito de um clube de futebol, mas por estar se aventurando na tentativa de se eleger como Deputado Federal, cargo que colocará em suas mãos poder para realizar peripécias ainda mais ousadas.

No processo, há também ofício solicitando envio de material a Receita Federal, procedimento que pode complicar ainda mais a vida criminal do corinthiano, indiciado que está por crimes fiscais praticados durante o exercício da presidência do Corinthians, conforme denúncia do MPF.

Selecionamos os principais trechos da denúncia (com edição do blog), além da íntegra da Ação (sem edição), que você confere clicando no link ao final da matéria.

orion andres 3

ELIANE SOUZA CUNHA e NILDA MARIA DA CUNHA por suasadvogadas que estas subscrevem, constituídas na forma do incluso instrumento de mandato, vem, a presença de Vossa Excelência, propor a presente AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE ATO JURÍDICO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS contra ANDRES NAVARRO SANCHEZ, , JOSÉ SANCHEZ OLLERISABEL SANCHES OLLER  e ITAIARA PASOTTI, brasileira, contadora consubstanciado nos motivos fáticos e de direito a seguir aduzidos:

I – DOS FATOS

Não são raros os casos em que uma pessoa abre uma firma fictícia em nome de interposta pessoa – “laranja”-, ficando por trás da empresa, munido de uma procuração Pública com poderes amplos e ilimitados de gestão, passando então a aplicar os mais variados golpes na praça, de modo que, uma vez executada a empresa, descobre-se que a mesma só existe de direito, mas de fato não passa do que se convencionou chamar de “fantasma”, desprovida de qualquer patrimônio garantidor de suas dívidas, geralmente contraídas pelo espertalhão gestor, mas que na verdade é o seu mentor e proprietário, beneficiário maior das vultuosas quantias desviadas em prol de seu patrimônio, inalcançado quando do acionamento judicial da empresa “fantasma”.

Diante disto, pode-se afirmar de início que as Autoras foram vítimas de uma ardilosa trama trabalhada pelos Réus (Andres Sanches e parentes).

Os requeridos conheciam a pessoa das Autoras já há algum tempo, tempo suficiente para que existisse uma relação de confiança entre eles.

Aproveitando-se disto, dada a origem dessa relação sendo fruto de vinculo trabalhista, haja vista, que a Autora Eliane trabalhava na empresa Sol Embalagens Plásticas Ltda., de propriedade dos Requeridos Andrés Sanchez e José Sanchez, exercendo a função Diretora de Recursos Humanos, pelo período de 16 anos, sendo que a Requerente Nilda é irmã de Eliane.

Diante da inevitável relação de amizade que acabou existindo entre as partes, bem como da condição de subalterna da Requerente Eliane diante de seus superiores imediatos, acabou por ter que aceitar uma proposta do Requerido Andrés, qual lhe pediu para ela e sua irmã Nilda aceitar ajudá-lo, em razão que precisava de alguém para assumir a propriedade de uma empresa, onde a Requerente Eliane se sentiu pressionada a aceitar, ante a hierarquia que este exercia.

Assim, foi constituída a empresa Orion Embalagens Ltda., inscrita no CNPJ nº 05241262/0001-61, com endereço fictício à Rua Antonia Nascimento, n. xxx, Parque Vitória, CEP: xxxxx-260, Franco da Rocha, São Paulo, imóvel este pertencente à Requerente Nilda, sendo proprietárias formais da empresa as Requerentes.

orion andres

A princípio as Requerentes não achavam que iam ter algum problema, pois além da condição de funcionária, também teve garantias do Requerido Andrés de que tal empresa somente serviria para estocar material da empresa Sol Embalagens, qual mantinha vinculo empregatício a Requerente Eliane.

Consequentemente, as requerentes foram obrigadas a assinar vários documentos para os Requeridos, inclusive procuração pública, para que dessem andamento na referida empresa, contudo, para a surpresa das Requerentes, referidos documentos também eram para aquisição de crédito bancário, bem como, comercialização de mercadorias, de forma a adquirir encargos de impostos junto aos órgãos federais, estaduais e municipais, situação esta que vieram a ter ciência somente quando em razão de bloqueio de seus bens e restrição de créditos em seus nomes (documentos em anexo).

Cumpri informar, que as requerentes não levaram qualquer vantagem em relação a constituição da referida empresa, pelo contrário, tiveram prejuízos de grande monta e aborrecimentos, em razão dos milhões movimentados em seus nomes, principalmente junto a receita federal , conforme processo administrativo nº 19311.000113/2009-76 em anexo.

Ante o acima exposto, está demonstrado que as Requerentes passaram por “laranjas”, onde seus nomes foram usados pelos Requeridos, de forma que se beneficiaram financeiramente as custas das mesmas, e, simplesmente desapareceram, até mesmo encerrando as atividades na empresa onde mantinha vinculo a Requerente Eliane, deixando apenas rastros da triste conseqüência de terem confiado nos Requeridos, quais levaram-nas perdas de imóveis e bens em seus nomes, como por exemplo o desfazimento de uma negociação do imóvel sito a Rua Mangari, xxx Bloco xx apto xxx Conjunto Residencial Tiete, São Paulo, em razão da inadimplência do comprador, qual se sentiu no direito de não mais pagar as obrigações junto a Caixa Econômica Federal, ao descobrir que o imóvel estava arrolado sob bloqueio por conta da divida junto a Receita Federal (conforme documentos em anexo).

Se não bastassem todos esses atos de abuso e espancamento moral pelo quais as Requerentes mal sabiam que estavam sofrendo, ainda veio o descaso dos Requeridos no momento em que as Requerentes os procuraram, a fim de solucionar o ocorrido de forma amigável, e estes simplesmente as ignoraram, dizendo para irem procurar os seus direitos, que somente iam resolver a questão do arrolamento e bloqueio do veículo e da moto, no mais que não iriam fazer mais nada, pois o restante já estava sendo resolvido junto aos órgãos públicos, contudo, o que não era verdade, pois como podemos observar nos documentos e andamento processual em anexo (processo administrativo junto a receita federal e execução fiscal processo n° 0001479-84.2012.8.26.0106 que tramita em Caieras), apesar deste órgão já ter apurado que os verdadeiros responsáveis pelas dividas pendentes são os requeridos.

Como se pode ver, as Requerentes em momento algum foram as responsáveis pela situação financeira em que a empresa ficou, sempre atuou de boa-fé. Todos os atos de administração foram realizados pelos Requeridos, que utilizaram as Requerentes como testa-de-ferro, para que aplicassem os mais variados golpes na praça.

É importante salientar que as Requerentes são pessoas simples e não tinham o conhecimentos de que estavam sendo usadas como “laranja”, “testa-de-ferro”.

A Requerente Eliane, ao descobrir em que estava envolvida, por diversas vezes procurou os Requeridos para resolverem a sua situação, porém em todas as vezes foi recebida com desdém e com explicações mentirosas.

Assim, não lhe restou outra razão a não ser entrar com a presente ação, para declarar nula as procurações que assinou, e ver seus nomes livres de quaisquer ônus, uma vez que não foram responsáveis pelos atos financeiros da empresa.

PRELIMIRNAMENTE – DA CO – RÉ 

Justifica-se em caráter preliminar a integração no pólo passivo de ITAIARA PASOTTI, tendo em vista que, por ser esta CONTADORA da referida empresa, foi conivente com as falcatruas dos Requeridos, orientando-os a maquiar e manipular os lançamentos contábeis junto aos órgãos públicos, privados e até mesmo as Requerentes.

Ressalta –se que a Requerida inclusive contribuiu com o desaparecimento dos livros fiscais e notas no intuito de colocar a culpa nas Requerentes, que ao menos sabiam o que estava acontecendo, haja vista, todas as correspondências que recebiam, entregavam fechadas (já que não lês pertenciam), a Contadora da empresa, ora co-ré, de forma que perderam a oportunidade de se defenderem do processo junto a Receita Federal, pois mal sabiam que tais correspondênciasse implicavam em seus nomes, conforme acórdão 05-26.518-5ª Turma da DRJ/CPS, fls. 3 em anexo.

A requerida, simplesmente, ignorou a obrigação e o respeito com a ética e a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. Pois a ética é a parte da Moral que trata da conduta humana. É a ciência vinculada a julgamentos morais sobre juízos de valor, relacionados à distinção entre o bem e o mal, assim, podemos correlacionar as definições de ética com o comportamento do profissional de contabilidade diante das empresas, pois, o profissional contábil deve, acima de tudo, manter uma postura ética.

II – DO DANO MORAL E MATERIAL SOFRIDO

Necessário frisar que as requerentes são pessoas simples, embora alfabetizadas, são totalmente leigas em assuntos empresariais, possuem um único imóvel qual lhes serve de moradia, sempre trabalharam, não dispõem de condições financeiras das mais avantajadas, diferentemente dos requeridos, principalmente de Andrés (pivô da lastimável situação), já que além de dono era o chefe imediato de Eliane, continua fazendo parte do rol dos grandes empresários do nosso país, pois conforme documento em anexo é sócio de 18 (dezoito) empresas, ainda que essa forma de enriquecimento seja ilícita, ultimamente chegou até ser presidente da entidade SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, e agora, conforme rumores de conhecidos em comuns, está na iminência de se candidatar politicamente. 

Devem os requeridos a obrigação de indenizar também o dano material sofrido, tendo em vista o nexo causal no desfazimento da venda de um apartamento qual pertencia a Eliane, no endereço a Rua Rua Mangari, 183 Bloco A3 apto 161 Conjunto Residencial Tiete, São Paulo, imóvel este que estava vendido a terceiro (conforme instrumento de cessão de direitos em anexo), e este ao tomar ciência que o imóvel estava com restrições junto a receita (bloqueio), se negou a continuar honrando as prestações junto a caixa econômica federal, até que por fim houve a adjudicação pela Caixa levando Eliane a perda de imóveis. .

Posto isto, nobre Julgador, deseja as requerentes serem indenizadas pelos danos que lhe foram causados devido à conduta indevida, irresponsável e ilícita dos Requeridos, fato que deve ser veementemente rechaçado pelo Poder Judiciário, única via que possui para buscar seus direitos, tendo por base no mínimo 10% do valor movimentado por ser um parâmetro do valor apurado a título de movimentação bancária no termo de verificação fiscal apurado pela Receita Federal (doc. em anexo), ou seja, R$ 30.804.196,08, (trinta milhões e oitocentos e quatro mil, cento e noventa e seis reais e oito centavos).

III – DO DIREITO

(…) Sendo assim, deve ser decretada a nulidade deste negócio jurídico do qual as Requerentes não participaram expressando sua vontade.

Trata-se de um ato praticado por terceiros com o fim de fraudar lei imperativa, com o fim de obter vantagem ilícita.

Por se tratar de sentença proferida no bojo de uma ação declaratória de nulidade do negócio jurídico, a invalidade do ato retroage até a data da realização do ato, invalidando-o na initio (efeito ex tunc).

Declarado nulo o ato, as partes restituir-se-ão ao estado em que antes dele se achavam, e, não sendo possível restituí-las, serão indenizadas com equivalentes.

(…) declarando que as Requerentes não foram responsáveis pelos golpes praticados na praça, devendo não constar nenhum ônus sobre seus nomes.

IV – DOS PEDIDOS 

Isto posto, vem pela presente requerer:

  1. a) Sejam concedidos às Requerentes, os Benefícios da Justiça Gratuita, haja vista que não têm condições econômicas e/ou financeiras de arcar com as custas processuais e demais despesas aplicáveis à espécie, honorários  advocatícios, sem prejuízo próprio ou de sua família, nos termos da inclusa declaração de pobreza, na forma do artigo 4º, da Lei n. 1.060, de 05 de fevereiro de 1950, e artigo 1º, da Lei n. 7.115, de 29 de agosto de 1983;;
  1. b) a citação dos Requeridos, nos endereços citados na peça inaugural, para, querendo, responderem a presente demanda dentro do prazo legal, sob pena de confissão e revelia;
  1. c) a oficialização da RECEITA FEDERAL DE SÂO PAULO, para que tomem conhecimento da presente ação e prestem informações referentes a processos administrativos em nome da empresa Orion Embalagens Ltda., inscrita no CNPJ nº 05241262/0001-61
  1. d) a procedência da presente ação para que seja declarada a nulidade das procurações, com a conseqüente determinação da retirada dos nomes das Requerentes de quaisquer cadastro de inadimplência, uma vez que não foram as responsáveis pela atividade financeira da empresa;
  1. e) E ao final, seja julgado totalmente procedente o pedido, com a condenação dos Requeridos em danos morais e materiais, no valor de R$ 3.400.419,00 (três milhões, quatrocentos mil e quatrocentos e dezenove reais).

Protesta provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em direito, principalmente pelas fotocópias dos documentos em anexo e prova testemunhal, em especial o depoimento pessoal dos Requeridos, sob pena de confesso;

Dá-se à causa o valor de R$ 3.400.419,00 (três milhões, quatrocentos mil e quatrocentos e dezenove reais).

Estes são os termos em que se pede e aguarda deferimento.

São Paulo, 07 de agosto de 2014.

Dra. Mirian Dias de Souza Lemos

OAB/SP 198.823

Dra. Adriana Procópio Correia

OAB/SP 194.084

sol sanches

CLICANDO NO LINK ABAIXO O LEITOR TERÁ ACESSO À ÍNTEGRA DA DENÚNCIA

Denúncia Empresa Fantasma Andres Sanches

Vamos prender os racistas que ofenderam o goleiro Aranha

agosto 29, 2014

vaca macaco

A loirinha que está gritando na foto flagrada pela ESPN é Patrícia Moreira, e precisa ser encontrada pela Polícia, assim como outros que com ela dividiram atos racistas contra o goleiro Aranha, do Santos.

“Macaco”, gritava, como se fosse uma vaca.

Espera-se reação popular à altura, sem violência, mas com fornecimento de informações para que todos sejam devidamente punidos.

E que Aranha perdoe, como pessoa de bem que é,  a imbecilidade humana de alguns, porém sem afrouxar no desejo de que a  justiça tem que ser feita, servindo de exemplo para evitar episódios semelhantes.

Caso das Carteirinhas Fantasmas: dossiê incrimina Orlando Rollo e grupo Terceira Via Santista

agosto 29, 2014

orlando-rollo.jpg

Em 23 de setembro, o grupo Terceira Via Santista expôs publicamente o que seria uma denúncia de sócios fantasmas no Santos, com direito a voto nas próximas eleições.

Porém, aos poucos a história tomou rumo diferente.

São fortes os indícios de que os próprios acusadores teriam orquestrado a falsificação no intuito de beneficiar possível candidatura de Orlando Rollo, um dos vice-presidentes da Federação Paulista de Futebol.

No link abaixo, você terá acesso a um Dossiê absolutamente detalhado sobre o caso, com autoria de associados do Santos, que, temerosos das violência dos integrantes do TVS, preferiram manter-se no anonimato, embora tenham se identificado ao enviar o material ao blog.

Vale a pena conferir.

carteirnhas fantasmas Santos

Site oficial da CBF adota estilo “Joel Santana” de tradução

agosto 29, 2014

joel

“STJD CREATES THE ESCOLA NACIONAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA”

A espetacular tradução acima foi postada na versão em inglês do site oficial da CBF.

Demonstra bem o nível da entidade.

Tanto o inglês britânico quanto o americano deram lugar ao estilo “Joel Santana” de pronuncia.

Porém, sem o mesmo charme e espontaneidade.

cbf inglês

 

Com REFIS, Corinthians quadruplica 50% de sua dívida fiscal para tentar salvar a pele de dirigentes

agosto 28, 2014

pato e raul

Na tentativa de transformar, com ajuda da mídia, um péssimo negócio em ação positiva, o Corinthians deixou vazar a informação de que refinanciou R$ 100 milhões de suas dívidas fiscais, através do REFIS, a serem pagas num período de 15 anos.

Porém, os detalhes da transação, ocultados pela gestão, são, na verdade, terríveis para o clube.

De cara, há um empréstimo, de R$ 6 milhões, utilizado como entrada para o refinanciamento, que trata-se de nova dívida bancária, assegurada por recebíveis futuros da Rede Globo, com taxas acima do mercado.

O restante, R$ 100 milhões, não é a pendência total dos valores fiscais devidos pelo Corinthians, como a diretoria quis fazer entender, mas apenas parte do débito, de quase R$ 200 milhões, que o clube já havia confessado quando tentou, desesperadamente, fazer lobby para a aprovação do PROFORTE, pensando em incluir tudo no pacote da nova Lei.

Agora, após o indiciamento de quatro dirigentes alvinegros por crimes fiscais, a diretoria alvinegra iniciou uma corrida para parcelar, nem sempre em condições vantajosas, todas as dívidas do Timão com o Governo, tentando evitar novos dissabores na Justiça Federal.

Tenta-se, também, evitar que as empresas de um dos indiciados, a BDO/RCS, do diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, parceira do clube na divulgação de balanços e Relatórios de Sustentabilidade, sofra ainda mais impactos com a divulgação de possíveis novas ilegalidades.

É importante ressaltar, também, que os valores agora inclusos no REFIS, nada tem a ver com os R$ 15 milhões pagos – com adiantamento de cotas da CBF – na tentativa de livrar os dirigentes corinthianos da referida ação criminal.

Trata-se apenas das pendências federais, não incluindo outros impostos devidos pelo clube – mais R$ 100 milhões – entre os quais as obrigações Estaduais, Municipais e as trabalhistas, como a inadimplência dos Fundos de Garantia.

O parcelamento, que funciona como uma espécie de carnê das Casas Bahia, vai até 2026, elevando a pendência, que já era majorada com juros e correções, de R$ 100 milhões para valores próximos dos R$ 400 milhões.

Pelo negócio, o Corinthians foi obrigado, também, a renunciar a qualquer disputa ou discussão sobre a dívida, aceitando as condições impostas pelo Governo, ou seja, juros sobre o que já tinha juros, multas, etc.

Vale lembrar que essas pendências não tem origem na gestão Dualib, inviabilizando a desculpa habitual de “herança maldita”, já que o próprio juíz federal, quando aceitou a denúncia criminal contra os dirigentes alvinegros retirou a obrigação do clube em quitar as dívidas anteriores a 2010, por estarem juridicamente prescritas.

O prejuízo, imenso, é fruto do discurso – e do hábito – dos atuais gestores alvinegros de empurrar impostos com a barriga, como se não fossem contas de pagamento obrigatório, utilizando, ainda, o valor não quitado para, de maneira irresponsável, realizar investimentos e ostentar riqueza com recursos não pertencentes ao caixa corinthiano.

Como resultado final, a “esperteza” transformou-se em “bola de neve”, que se juntará a outras dívidas e compromissos de pagamentos, quase todos inviabilizados pelo adiantamento de cotas futuras, num caos financeiro de proporções ainda não devidamente avaliado.

Retrato da falta de cidadania no Metrô de São Paulo

agosto 28, 2014

loira imbecil

“Saída de Emergência” pode atrasar inauguração de estádio do Palmeiras

agosto 28, 2014

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Dentre tantas razões que serviram para atrasar, por quase meia década, as obras da Arena Palestra, inclusive falta de recursos da construtora, surgiu outra, recentemente, absolutamente inusitada.

A WTORRE demonstrando sua “competência” habitual fez uma das “saídas de emergência” do estádio desembocar dentro do Palmeiras, e não na rua, como seria mais adequado.

Não apenas os associados estão insatisfeitos como também o MP-SP parece não estar feliz com a alternativa.

Se, após análise, o clube for obrigado a modificar o setor, novos atrasos devem acontecer, deixando ainda mais apreensivo o torcedor que espera pela inauguração da casa palestrina.


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