Treinador uruguaio, famoso por correr atrás de Rivellino quando jogador, denuncia golpista brasileiro

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Por SÉRGIO RAMIREZ D’ÁVILA

Nota de esclarecimento e alerta

Venho através deste alertar e denunciar um sujeito crápula e sem vergonha que está usando meu nome e meu prestígio para enganar atletas, colegas (técnicos) e empresários.

O sujeito usa meu nome, como podem ver nos diálogos anexos, com os números 77 88240961 e 77 99024772 no whatsapp, dizendo que é o coordenador de futebol do Guarani de Palhoça, clube em que eu trabalho. O mesmo diz que está precisando jogadores para disputa do Campeonato Catarinense Série B – Profissional e Copa Santa Catarina. Oferece salário de 3 mil reais, alimentação e hospedagem completa, mas exige que o atleta pague a transferência no valor de R$ 900,00 (aproximadamente). Ele passa duas contas, uma delas no nome de Manoel Carlos P. Silva – Caixa Econômica – Agência 3582 – Operação 013 – Conta 00008890-6.

Fiz um boletim de ocorrência e estou na espera da polícia capturar este sujeito o mais rápido possível.

Alerto as possíveis vítimas que o estelionatário é brasileiro, possivelmente do estado da Bahia.

Tenho alguns áudios onde se percebe o sotaque nordestino, totalmente diferente ao meu que é linguagem espanhola.

Peço as pessoas que ele entre em contato, que não aceitem dialogo pelo whatsapp e sim através de ligações telefônicas e assim irão perceber que não sou eu, porque apesar de morar há 42 anos no Brasil, tenho um acentuado sotaque da minha língua madre (espanhol).

O sujeito está atuando no Brasil todo.

att.

Sérgio Ramirez D’ávila

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VAR da atual situação política , financeira e esportiva do Corinthians

Bastaram cinco meses de continuidade da administração do grupo “Renovação e Transparência”, após as eleições realizadas em fevereiro, para que a dura realidade do Corinthians, fruto de herança de atos cometidos pelos próprios – no poder há longos onze anos, superassem as fantasiosas promessas de campanha.

Diante do caos financeiro explicitado e da ineficiência de seus homens de confiança nos departamentos mais relevantes do clube, o apoio “incondicional” de alguns desapareceu, enquanto oportunistas famosos tentam surfar no quadro desolador atual.

Alçado à condição de “primeiro-ministro” do Corinthians, apesar de, oficialmente, ocupar o cargo de diretor de marketing, Luis Paulo Rosenberg dá as cartas neste departamento, nos negócios do estádio e também na pasta de finanças, onde inseriu como preposto um corretor de seguros com ligações familiares na Odebrecht.

Nada funcionou.

O clube segue sem patrocínio master e até nos mais simples voltou a fechar negócios com empresas irrelevantes; os “naming-rigths do estádio – sempre “encaminhados” em discurso, viraram chacota e as contas nunca estiveram tão ruins.

As dívidas do Corinthians são tantas, entre as factíveis – com fatura à porta, e as que estão por estourar – ações trabalhistas e processos que empurram calotes em impostos com a barriga, que tornam-se, diante da falta de transparência prometida, difíceis de serem precisamente calculadas.

Nesse contexto, os recebíveis para amortização das pendências estão cada vez mais escassos, inviabilizando planejamentos de curto e longo prazo.

Estão comprometidos: direitos de transmissão e dinheiro da Nike (adiantados cinco anos para frente), empréstimos diversos, percentuais de jogadores em todas as categorias, patrimônio imobiliário – em garantias de dívidas (desde o Parque São Jorge, passando pelo CT da Ayrton Senna e também o estádio de Itaquera – incluindo utilização do terreno, faturamento de ingressos (por, no mínimo, doze anos), as contas bancárias – todas bloqueadas, os recebíveis por cartão de crédito – confiscados, etc.

E não há o que se falar em “herança maldita” quando os herdeiros são os próprios ocasionadores da desgraça.

O grupo “Renovação e Transparência” recebeu o clube com quase R$ 100 milhões em caixa, em 2007, e hoje, mesmo tendo realizado mais de R$ 1 bilhão em transações de jogadores na última década, não consegue explicar a escassez improvável de recursos.

A cada ano, mesmo com faturamento recorde em bilheterias (no período pré-Itaquera, em que ainda podia dispor dos recursos), patrocínios e direitos de tv, o Corinthians fechava seu balanço com números ruins e crescimento nos contratos de empréstimos.

Concomitantemente, dirigentes do clube, não remunerados, enriqueceram, assim como os agentes de atletas que por eles circulam como se fosse satélites de planetas.

Este quadro, a bem da verdade, não é recente, mas vinha sendo mascarado por bons resultados no futebol – fruto do trabalho de dois treinadores, Tite e Fábio Carille, que souberam isolar o vestiários das tramoias administrativas, e pela ação orquestrada de uma mídia que comia nas mãos, e por vezes amparava-se no bolso, da cartolada alvinegra.

Nos últimos meses, porém, ao lotear o poder do clube para seus homens de confiança: Luis Paulo Rosenberg e André Negão, para que pudesse agir com liberdade no futebol – os diretores apenas obedecem ordens, o presidente Andres Sanches cometeu grave erro, que está colocando a perder sua habitual “cortina de fumaça”.

Para contextualizar: ainda na gestão Roberto Andrade, o parlamentar condicionou trabalhar contra o impeachment do presidente desde que algumas reivindicações fossem atendidas, entre as quais, substituição do treinador Fabio Carille por Osmar Loss – da sua patota, e domínio absoluto dos cargos mais relevantes das categorias de base.

No departamento amador, tudo correu a contento, com a efetivação do notório contraventor Jaça na diretoria -padrinho de Sanches no Timão, e a ampliação de esquemas com agentes de jogadores no setor.

Andres não contava, porém, logo após colocar Loss como auxiliar de Carille – para derrubá-lo, que o treinador alvinegro iniciasse sequencias improváveis de bons trabalhos, vencendo campeonatos Paulista e Brasileiro, inviabilizando qualquer tomada radical de posição.

Vale lembrar, Sanches não era ainda presidente e Roberto Andrade não teria como assumir, sem razões plausíveis, a demissão duma comissão técnica vencedora.

Bastou, porém, a vitória do deputado no pleito de cinco meses atrás para que Carille – que antes havia recusado sair do Timão, repensar e evitar tornar-se vítima do “jogo sujo” na primeira sequência negativa de resultados.

Com a saída do empecilho, Andres efetivou Loss – a quem sempre vendeu, dentro do clube, como responsável pelo sucesso do futebol em 2017, alçando ainda como auxiliar o ex-jogador Coelho, a quem agenciava desde os tempos de juvenil.

O balcão de negócios, por razões evidentes, intensificou-se, porém, diferentemente doutros tempos, não havia profissional qualificado no banco de reservas para resolver os problemas.

Com o desandar do futebol, os apoiadores de Andres Sanches no Parque São Jorge sumiram das fotografias e pouco tem comparecido às festividades.

Desembargadores que sempre encontravam tempo livre, passaram a ter agendas cheias, empresários de grandes empresas e até de instituições de ensino assustaram-se, políticos retraíram-se e o barco, desde então, vem sendo esvaziado.

É essa gente, que sempre destinou sustentação financeira, jurídica e operacional aos cartolas alvinegros, mesmo após denúncias diversas de malfeitos – inclusive na “Operação Lava-Jato” que precisa ser cobrada, junto com os infratores, pela conivência em meio ao caos que ultrapassa o período de uma década.

Por fim, diante da escassez de reais opositores a este grupo que vem gerando tantas preocupações aos corinthianos (dá para contar nos dedos os que nunca estiveram ao lado destes dirigentes), em meio desastre, surgem os oportunistas, não se sabe com intenções de adesão à gestão – para dela partilhar as benesses, ou de lucrar politicamente com discurso demagogo.

Abaixo, trechos de mensagem enviada pelo candidato derrotado nas últimas eleições alvinegras, Romeu Tuma Junior (último colocado entre cinco postulantes) – que, publicamente, sempre tratou os atuais dirigentes alvinegros como bandidos, a alguns conselheiros e associados do Corinthians, logo após a derrota por três a um para o São Paulo:

“Sempre fui de brigar, bater, discutir, mas, francamente, entendo que o momento é tão grave que a lógica deve ser invertida: primeiro devemos buscar um diálogo objetivando soluções, depois crucificamos os culpados”

Tuma, que se diz oposicionista, em vez de querer ver os supostos assaltantes do Corinthians fora do clube, parece querer sentar com Sanches para dialogar, assim como fez com Lula ao aceitar cargo na gestão petista – a quem, pelo que escreveu em seu livro, já sabia de quem se tratava, e com Paulo Li, durante trinta anos, sem saber que o sujeito operava contrabando chinês no Brasil.

Mas não parou por ai:

“Bater boca entre nós ou mesmo com a Diretoria, nesse momento e tão somente nesse momento só vai agravar a crise”

“Obviamente para isso todos tem que colaborar e ter disposição em dialogar (…) especialmente a direção,que, creio, não recusará”

É nesse mundo, coabitado por aproveitadores, espertalhões e oportunistas, que um clube com a grandeza do Corinthians, gerador de grandes emoções, mas também de muita riqueza, vem sendo administrado nos últimos tempos, desta vez, porém, com mais dificuldades e menos adeptos para ajudar a esconder a sujeira embaixo do tapete.

Os incentivos de Leila Pereira em nova “boca-livre” no Palmeiras

Madame Leila Pereira

Na última semana, em novo evento “boca-livre” para associados e conselheiros do Palmeiras, madame Leila Pereira, esposa do dono da Crefisa, patrocinador do alviverde, voltou a condicionar dinheiro aos votos das pessoas presentes.

Os decentes, ofenderem-se, diferentemente dos que vivem do clube, que enxergaram oportunidade.

Publicamente, em discurso, disse que se o “SIM” na votação que poderá mudar alguns termos do estatuto palestrino for vencedor, colocará R$ 20 milhões no clube através de programas de incentivos fiscais.

“Sim” significa adiantar para já a ampliação de mandato para presidente do clube, que beneficiaria a madame, reduzindo em um período eleitoral sua pretensão de se tornar presidente palestrina.

Vale sempre a pena lembrar que Leila Pereira somente ingressou no Conselho – outra regra obrigatória para atingir a cadeira principal do Palmeiras, por conta de ilegalidade flagrante cometida contra o estatuto – ela não tinha tempo suficiente como associada, corroborada por testemunho do ex-presidente Mustafá Contursi, sem provas, de sua “filiação”.

Em conversas reservadas, durante o evento, madame teria tornado a reiterar velhos hábitos, já inseridos no contexto do clube, de prometer “ajudar” – ação esta nem sempre bem explicada (fala-se em quitação de dívidas de alguns, vaga em faculdade para outros, etc), àqueles que participarem da realização de seus desejos no Palmeiras.

Aos que não aceitam esse tipo de situação resta comparecer ao clube no dia da votação e deixar nas urnas mais do que o voto, a lealdade ao Palmeiras que não pode ser refém de quem estaria condicionando apoio à satisfação de interesses pessoais.

Os dez mandamentos de Andres Sanches no Corinthians

Andres Sanches, André Negão e Mané da Carne

Por IVAN SAMPAIO

Eis os dez mandamentos seguidos religiosamente pelo Taxinha:

1 – Cerque-se de pessoas incompetentes, suspeitas, analfabetas e que não saberiam administrar nem uma lojinha de R$ 1,99 (André Negão, Mané da Carne, etc);

2 – Diga sempre que o time precisa vender jogadores para diminuir o déficit, mesmo estando há mais de 10 anos no comando do clube;

3 – Diga sempre que quando o jogador quer sair, não tem como segurar, apesar de outros times conseguirem o oposto;

4 – Quando questionado, tergiversar e contar piadinhas sobre a administração do maior rival, afinal parte da torcida vai adorar (‘Mito!’; ‘Ele não tem medo de dizer a verdade!’);

5 – Argumentar que não tem dinheiro para trazer 2 ou 3 jogadores de renome, mas abarrotar o time com pernas-de-pau medíocres (Giovanni Arbusto, Alan Mineiro, Luidy, Marlone, Marquinhos Gabriel, Gustavo, Kazim e mais uma dezena) que, somados os salários e preços de compra, causam um prejuízo infinitamente maior;

6 – Liberar jogadores promissores para times que disputam competições medíocres e contratar outro para a mesma posição (Ex: Renan Areias/Red Bull – Douglas);

7 – Culpar a crise econômica, a justiça, a lava jato, os céus, a terra e o mar por não ter patrocinador master, apesar de ser o único grande time do país que não o possui. Até quem está há 10 anos sem ganhar nada consegue patrocínio;

8 – Quando questionado, mandar o primeiro-ministro Rosemberg conceder entrevista para algum repórter amigo e contar planos mirabolantes, a exemplo da criação de um tal ‘Facetimão’, e prometer que os naming rights estão ‘encaminhados’;

9 – Contratar jogadores pensando no ‘futuro’, quando na verdade o presente requer medidas drásticas e urgentes;

10 – Agraciar dirigentes de organizadas e manter o sistema atual favorável e sem questionamentos.

O dinheiro do Fla sumiu ?

Do JORNAL DO BRASIL

Por RENATO MAURÍCIO PRADO

O presidente do Conselho de Administração do Flamengo Bernardo Amaral fez, no último dia 20, uma convocação do órgão que dirige para discutir, no próximo dia 26, às 19 horas, na sala Moreira Leite, na sede da Gávea, a aprovação de um empréstimo de R$ 20 milhões junto à instituição financeira Banco Daycoval S.A (???), dando como garantias os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de 2019 a 2024!

Espera, espera, espera… Para tudo! Estou ficando maluco ou o clube não deveria estar nadando em dinheiro, após vender Everton, Jonas, Vizeu, Vinícius Jr. (cai agora a terceira e última parcela de 15 milhões de euros) e receber, enfim, o dinheiro do Brocador? Como precisa recorrer a empréstimos, pagando juros bancários (sempre elevadíssimos) e tendo ainda que penhorar as cotas de TV dos Brasileiros dos próximos seis anos?

A administração Bandeira de Mello não é exemplar, em termos financeiros? O presidente e seus pares não são gênios da economia? Que raio de empréstimo é esse? Desde o início da gestão do atual presidente (há cinco anos e meio), o departamento de futebol gastou, entre salários e contratações, R$ 1 bilhão (número dos balanços oficiais). Para ganhar uma Copa do Brasil e dois Carioquinhas. Que custo benefício, hein?

Só falta agora se descobrir que a propalada administração modelo nas finanças não passou de um factoide. Em tempo: e que não me venham com a desculpa esfarrapada de problemas de “fluxo de caixa”. Saber administrar bem o fluxo do dinheiro é básico e fundamental no beabá de economia.

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Os detalhes das transações de Rodriguinho, desde a chegada até a saída do Corinthians

Minutos antes do Corinthians entrar em campo para perder do São Paulo, por três a um, o Pyramids, do Egito, anunciou a contratação do jogador Rodriguinho, por US$ 6 milhões (R$ 22,6 milhões na cotação atual).

Na entrevista coletiva pós-jogo, o deputado federal Andres Sanches confirmou o negócio, dizendo ainda que o clube recusou duas propostas recentes pelo atleta – uma delas do futebol turco, mas não conseguiu “lutar” contra os dólares dos egípcios.

Em verdade não haviam propostas e a referência aos turcos é fruto de negociação ocorrida ainda na gestão Roberto Andrade – recusada á época, que o parlamentar introduziu no presente, contando com a falta de apuração da imprensa.

Os interesses em torno do “negócio” Rodriguinho, desde sua aquisição pelo Corinthians, sempre foram nebulosos.

Desde sempre, a única preocupação do clube era expô-lo na vitrine para revendê-lo.

Rodriguinho ter jogado, de fato, no Corinthians foi pura obra do acaso.

Vamos explicar, na sequência, todos os detalhes.


AQUISIÇÃO DE RODRIGUINHO PELO CORINTHIANS

Luis Paulo Santarelli

Em 2013, o Corinthians anunciou estar comprando 50% do meia junto ao América/MG, por R$ 5 milhões.

Não era verdade.

O negócio se deu da seguinte maneira:

  • em 01 de agosto de 2013, o América/MG, que nunca foi dono de Rodriguinho, devolveu o jogador ao Capivariano (em verdade ao empresário Luis Paulo Santarelli, ligado à família Chedid), de quem havia emprestado o vínculo em 01 de maio de 2011;
  • antes disso, a família Chedid, em janeiro de 2010, havia cooptado Rodriguinho, quando este jogava no ABC de Natal.
  • Santarelli e Chedid, juntos, desde que Andres Sanches assumiu a presidência do Corinthians, fizeram diversos negócios no Parque São Jorge;
  • em 01 de setembro de 2013, um mês após o América/MG “devolver” Rodriguinho ao Capivariano (Santarelli/Chedid), a equipe “barriga de aluguel” cedeu-o ao Coimbra/MG, que pertence ao BMG – o banco do Mensalão, que tem o dono, Ricardo Guimarães, em diversas sociedades de atletas com o iraniano Kia Joorabchian (parceiro de Andres Sanches);
  • No espaço de mais trinta dias (em 01 de outubro de 2013), ocorreu o tal acerto do Corinthians para a contratação de Rodriguinho, porém, sem a participação do América/MG – que já estava fora do negócio, mas do Coimbra/MG (barriga de aluguel do BMG);
  • O valor acordado, em vez dos R$ 5 milhões relatados pelo Timão (expostos, equivocadamente, no balanço alvinegro), era, em verdade, de R$ 6,6 milhões;
  • No mesmo dia, coincidentemente, o Corinthians assina contrato de empréstimo com o BMG, de R$ 5 milhões (constante em balanço alvinegro), em verdade simulação para que o banco acertasse o dinheiro ao Capivariano, finalizando a triangulação.
  • Os juros cobrados foram de 1,9% ao mês, bem acima do praticado, à época, no mercado.
  • Dias após, segundo áudio a que o Blog do Paulinho teve acesso à ocasião do negócio, o BMG teria transferido R$ 1 milhão para a conta de Mauro “Van Basten”, então olheiro do Corinthians, que seriam destinados, em verdade, ao bolso de Andres Sanches, ficando o Corinthians responsável por quitar R$ 600 mil aos demais intermediários;
  • Após a formalização do acordo, os direitos de Rodriguinho foram divididos da seguinte maneira: 50% Corinthians (repassados pelo BMG); 40% Capivariano (Santarelli/Chedid) e 10% América/MG (clausula de vitrine)

EMPRÉSTIMOS PARA VITRINES

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Durante longo período, o Corinthians tentou se desfazer de Rodriguinho, logo após a chegada dele ao clube.

O negócio era tratado como muitos outros realizados no Parque São Jorge: esquentar o currículo do jogador e repassá-lo a quem se interessasse pela mercadoria.

Seis meses após contratar Rodriguinho, em abril de 2014, o Corinthians emprestou-o ao Grêmio, sem custo, arcando com os salários.

Em 01 de outubro do mesmo ano, o atleta retornou ao Timão para, um dia depois (02) ser novamente emprestado ao Sharjah, dos Emirados Árabes, nos mesmo moldes da transação anterior.

Somente em junho de 2015, no retorno de Rodriguinho ao Corinthians, é que o jogador passou a ser mais aproveitado pelo clube, chegando à titularidade em meio ao ano de 2016.

O que era para ser um negócio “lava-rápido”, por conta de desvios do destino e da insistência da comissão técnica alvinegra, acabou por alongar a permanência do jogador no Parque São Jorge, agrandando a torcida, mas desagradando investidores.


VENDA DE RODRIGUINHO PARA O PYRAMID, DO EGITO

Ontem (21), o Pyramid do Egito aceitou pagar US$ 6 milhões por 100% dos direitos de Rodriguinho, que, na cotação atual, correspondem a R$ 22,6 milhões.

Destes, US$ 3 milhões, em tese, deverão entrar nos caixas do Corinthians, que possui 50% dos direitos do atleta.

R$ 11,3 milhões.

Os outros R$ 11,3 milhões, oficialmente 40% do Capivariano (Santarelli/Chedid) e 10% do América/MG deverão percorrer muitas gavetas ao longo do caminho, que, possivelmente, alterarão alguns destinos de valores finais.

Voltando ao Corinthians: dos R$ 11,3 milhões a serem recebidos pelo clube, no mínimo, R$ 1,13 milhão será descontado para pagar os intermediários da transação.

Sobram R$ 10,17 milhões.

Destes, R$ 3 milhões serão repassados a Rodriguinho, referentes à dívida do clube pelos direitos de imagem do atleta, que recebia, desde algum tempo, R$ 550 mil mensais de salários.

Restaram R$ 7,17 milhões, provavelmente insuficientes para reposição de peça com a mesma qualificação no elenco alvinegro.

O caos financeiro do Flamengo: clube adiantará parte das receitas de TV até 2024

Maurício Galiotte, Andres Sanches, Raul Correa e Bandeira de Mello (em São Paulo)

Há algumas semanas, o Blog do Paulinho tem revelado distorções nas contabilidades do Flamengo, que, se houvessem sido tratadas com exatidão, em vez de lucro, trariam demonstrativos preocupantes ao torcedor rubro-negro:

Balanço do Flamengo escondia a verdade: em vez de redução de 5%, dívida aumentou 21%

Adiantamos, também, que, apesar do discurso de saneamento das contas, manipulada distorção da diretoria flamenguista que a imprensa, em grande maioria, tomou como verdade, o clube estava prestes a tomar, no mercado financeiro, empréstimo milionário (falava-se em R$ 20 milhões):

As contas que a diretoria do Flamengo não consegue explicar

Na última sexta-feira (20), a diretoria do Flamengo, em convocação do Conselho de Administração para reunião a ser realizada na próxima quinta-feira (26), às 19h, discriminou como assunto principal:

“Apreciação e votação de empréstimo junto à instituição financeira Banco Daycoval S/A, através de instrumento particular cessão de direitos creditórios e outras avenças, tendo como garantia o contrato de transmissão do Campeonato Brasileiro de 2019 a 2024 (…)”

Os contratos do Flamengo com a Rede Globo, utilizados como suporte à tomada de dinheiro, podem render ao clube valores anuais calculados entre R$ 180 e 190 milhões, o que sugere socorro maior do que os R$ 20 milhões anteriormente previstos.

Em regra, esse tipo de operação (empréstimo atrelado às receitas de tv) funciona, na prática, como dissimulação para encobrir adiantamento de receita: pego, não pago e entrego.

Por fim, gera estranheza o fato de um dos maiores clubes do Brasil, com renda líder de mercado, fazer negócio com banco, se tanto, mediano, sediado em São Paulo, especializado em transações com pequenas e médias empresas, quando o presidente rubro-negro é ex-diretor do BNDES e, consequentemente, possui acesso fácil à instituições mais encorpadas.

Lucas Lima, Alexandre Mattos, Neymar Pai e o Palmeiras

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A informação, revelada por Juca Kfouri em sua coluna de hoje, na FOLHA, de que o diretor de futebol da CBF, Edu Gaspar, teria sido ameaçado por Neymar Pai de que se não ganhasse a Copa seria substituído por Alexandre Mattos, cartola do Palmeiras com quem mantém estreitas relações, é bem esclarecedora.

Comportamento de pai de Neymar dá a medida de quem ele é

Sob todos os aspectos.

Primeiro o das três personalidades, absolutamente ambientadas no submundo do futebol.

Edu, conhecedor das represálias do esporte e da necessidade de se manter “de bem” com Neymar (filho) se quiser seguir trabalhando na CBF, por razões evidentes, desmentiu.

Porém, basta observar a enorme paciência do Palmeiras com Lucas Lima – agenciado por Neymar pai – e o desproporcional salário pago ao atleta, bem superior ao futebol apresentado, para que a realidade seja clareada.

São os interesses de poucos sobrepondo-se ao de milhões, entre torcedores da Seleção Brasileira e do Palmeiras, todos com destinos sendo traçados, na surdina, nas mais diversas reuniões realizadas em flats, jatinhos ou “conventos” conhecidos da noite paulistana.

Comportamento de pai de Neymar dá a medida de quem ele é

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

Empresário discutiu com repórter da Folha que tentava entrevistá-lo

​O fato: Neymar pai era o único familiar de jogador hospedado no mesmo hotel da seleção brasileira em Sochi, o Swissôtel, durante a Copa do Mundo.

Três fontes diferentes afirmaram à repórter Camila Mattoso, da Folha, que familiares dos jogadores da equipe de Tite se queixaram ao coordenador técnico da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Edu Gaspar, de que, no hotel da seleção, o pai do camisa 10 da equipe teria feito uma festa depois do jogo contra a Suíça.

O que fez ela, responsável que é?

Partiu para apurar a veracidade do que lhe contaram.

Ao apurar, ouviu mais.

Ouviu que Neymar pai, irritado com reclamação de Gaspar, o ameaçou, ao recomendar que ele ganhasse a Copa do Mundo porque em caso contrário seria substituído por Alexandre Mattos, diretor de futebol do Palmeiras e amigo do genitor da maior estrela do futebol nacional.

A repórter falou com Gaspar que desmentiu ter recebido a ameaça.

Faltava perguntar ao principal protagonista.

Ela perguntou se ele tinha dado alguma festa e, diante de sua irritação com a pergunta, gravou a parte final da conversa  —e o avisou que estava gravando: “Cidadã. Não te dei meu telefone, não conheço você, não sei quem é você. Você não tem o direito de ligar para mim. Agora, você está me abordando com uma pergunta dessas? Eu não fiz festa nenhuma, deu para você entender? Quero saber quem é o mentiroso e se você quer vender jornal?” disse Neymar pai.

“A festa que eu fiz foi com a sua mãe”, gritou, ofendendo a repórter que, calmamente, seguiu perguntando se ele confirmava a suposta festa e lhe dizia que bastava ele dizer sim ou não.

“Eu estava com a sua mãe lá. Eu fiz a festa com a sua mãe”, seguiu aos gritos Neymar pai.

“Estou te respondendo, estava a sua mãe, seu pai, quem você quiser”, continuou.

Impossível afirmar que houve a festa, apesar da reação desproporcional, pois bastaria negar numa conversa civilizada, embora exista quem tenha visto um grupo de mulheres indo para sua suíte.

O que fica muito claro é como se comporta o mentor do principal jogador do país.

E como não faz o menor sentido é que a CBF lhe dê privilégios.

Fazer festas é direito dele, vender o filho para o Barcelona dias antes da final do Mundial de Clubes também, apesar de condenável.

Comportar-se como agiu com a repórter dá a medida de quem ele é.

Ainda mais porque ela só queria ouvir o outro lado.

Como é direito do outro lado e se exige no jornalismo.

Futebol era política de Estado dos EUA nos anos 70

Pelé é estrela de informe tornado público pela CIA

De O GLOBO

Coluna de LAURO JARDIM

Por GUILHERME AMADO

Pelé é a grande estrela de um informe secreto da CIA de junho de 1975, liberado pelo governo dos EUA ao público recentemente. O texto foi enviado por Henry Kissinger para informar Gerald Ford sobre o objetivo do encontro.

Nele, o secretário de Estado orienta o presidente a pedir a Pelé que ensinasse aos americanos a jogar futebol melhor e a amar o esporte. Pelé estava estreando no Cosmos justamente naquele mês.

O texto é tão minucioso nos detalhes sobre como Ford deveria se portar com Pelé que ensina o presidente até a pronunciar o nome do jogador. Em inglês: peh-lay.

São Paulo atropela o Corinthians no Morumbi

O São Paulo, de maneira absolutamente justa, venceu o Corinthians, por significativos três a um, no Morumbi, e segue em sua perseguição ao Flamengo (que passou pelo Botafogo, por dois a zero) na disputa pelo título do Campeonato Brasileiro.

A diferença é de apenas um ponto.

A primeira etapa foi disputada sob comando estéril do São Paulo, que ficava a maior parte do tempo com a bola, mas pouco criava.

O Corinthians, apesar de defender-se bem, era uma nulidade ofensiva

Tirando algumas incursões esporádicas, não há lance, dos dois lados, digno de nota.

O jogo seguia na mesma toada na segunda etapa até que, aos 10 minutos, Anderson Martins, aproveitando-se de cobrança de escanteio pela esquerda, e da falta de atenção da defesa do Corinthians, abriu o marcador em cabeçada indefensável para Cássio.

O Timão, na sequência, tentou manter-se mais ofensivo, mas, tropeçando na mediocridade, era presa fácil para o adversário

Porém, aos 24 minutos, Gabriel recuou a bola nos pés de Reinaldo, que driblou a Cassio, chutou, Henrique salvou em cima da linha, mas o lance voltou para o atacante tricolor que bateu cruzado, sem goleiro, para ampliar o marcador.

Dois minutos depois, Diego Souza acertou o travessão de Cássio.

Empolgado, o São Paulo permaneceu no ataque e, aos 36 minutos, Reinaldo arriscou da entrada da área e Cássio aceitou.

Um frangaço !

Aos 43, Fagner, com a covardia habitual, após ser humilhado em drible de Liziero (caiu sentado), acertou-lhe um pontapé por trás, merecia ser expulso, mas recebeu somente o cartão amarelo.

Dois minutos depois, em lance irregular, Jonathas foi lançado na área, dominou a bola com o braço e assinalou o gol de honra do Timão.

No final, venceu o time que, apesar de contar com elenco mediano, nitidamente é melhor treinado do que um Corinthians fraco, que, apesar de estar ainda no primeiro turno, já  deu adeus à qualquer possibilidade de conquista do Brasileirão.

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Os números dos negócios envolvendo Corinthians e Fluminense

Paulo Angioni e Osmar Loss

Na última semana, o Corinthians formalizou dois negócios com o Fluminense: emprestou o atacante Junior Dutra, sem custos, ao clube carioca, mas contratou, em definitivo, o volante Douglas.

As transações efetivaram-se por conta da grande entrada do dirigente Paulo Angioni (ex-MSI e Parmalat) nos dois clubes.

No Flu, o cartola é o gestor de futebol profissional; no Timão, mantém seu sócio, Eduardo Barroca, como treinador Sub-20, além de proximidade com o treinador, Osmar Loss, o preferido de Andres Sanches.

Os números das transações não foram, à princípio, divulgados (no caso de Douglas), e, quando o foram (Junior Dutra), faltaram alguns detalhes importantes.

O acerto com Douglas se deu pelo valor total de R$ 7,3 milhões por 100% dos direitos; destes R$ 4,6 milhões entraram nos cofres do Fluminense, com o restante fatiado entre investidores.

Porém, apesar de ter adquirido a totalidade do atleta, o Corinthians não sabe ainda com que percentual permanecerá, já que o dinheiro para a aquisição foi, novamente, emprestado por agentes de jogadores.

Por falar em empréstimo, dirigentes alvinegros cederam Junior Dutra para o Flu sem cobrar pelo negócio, e, pior, pagando metade dos salários do jogador: R$ 100 mil de R$ 200 mil mensais.

O Corinthians deve ainda cerca de R$ 400 mil ao atleta, fruto de acerto de luvas quando de sua chegada ao Parque São Jorge.