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O “ameixal” de Andres Sanches no Corinthians

Warian Ameixa em capa de vídeo promocional, feito para o exterior, utilizando-se de vínculo com o Corinthians

Desde janeiro de 2016, o volante Warian Ameixa é jogador do Corinthians, colocado no clube, por empréstimo, pelo BMG – banco do Mensalão, através do Coimbra/MG, equipe de aluguel da instituição financeira, que é tocada, nos negócios esportivos, em sociedade por Ricardo Guimarães e Kia Joorabchian.

É difícil encontrar um torcedor alvinegro que possa reconhecê-lo ou dizer, ao menos, se trata-se de jogador qualificado.

Pelo histórico, não inspira confiança.

Nestes dois anos, o jogador foi escondido na “equipe B” do Timão, período em que mais treinou do que foi utilizado.

O objetivo, evidente, era o de esquentar currículo para depois negociá-lo.

Em janeiro de 2018, às vésperas da disputa do “Flórida Cup”, nos EUA, o Corinthians resolveu comprar o atleta do BMG/Coimbra, pagando R$ 500 mil, com direito a contrato assinado até 2022, pagando-lhe R$ 50 mil mensais de salários.

Como por encanto, Warian Ameixa, que em dois anos esteve encostado no Parque São Jorge, entrou em campo nos EUA em todos os embates.

Substituiu Balbuena, nos segundos tempos do empate contra o PSV, em um a um, no dia 10 de janeiro, e na derrota para o Rangers, por quatro a dois, onde foi “decisivo” para a virada da equipe escocesa, que, até então, perdia para o Timão por dois a zero.

Após o desastre em terras americanas, que impediu os planos de vender Ameixa ao exterior, o treinador Fabio Carille, obrigado, neste torneio, a escalar o volante improvisado de zagueiro pelos dirigentes alvinegros, bateu o pé e disse não aceitá-lo no elenco para as disputas dos campeonatos subsequentes (Paulista, Brasileiro, etc.).

O Corinthians, então, em abril deste ano, emprestou o jogador para o Atlético/GO, atual oitavo colocado da Série B do Brasileirão.

Mais uma vez Ameixa, por conta de deficiência técnica, decepcionou.

Nos 18 jogos do clube desde a sua chegada, o volante emprestado pelo Corinthians sentou no banco, sem ser utilizado, em cinco oportunidades, não sendo sequer relacionado para as partidas noutras treze convocações.

Mas o “ameixal” de Andres Sanches não se limita, evidentemente, ao jovem Warian.

Somente neste ano de 2018, o Corinthians possui 18 jogadores emprestados a diversas equipes do Brasil, sempre pagando seus vencimentos, alguns deles na mesma situação de Ameixa – para ajudar empresários, outros mal avaliados, tecnicamente, quando das contratações, além de atletas das categorias de base.

Eis a relação:

Resultado de imagem para ameixas

  • Giovanni Augusto – contratado por R$ 15 milhões junto ao Atlético/MG, emprestado ao Vasco da Gama até 31 de dezembro de 2018;
  • Lucca – contratado por R$ 4,8 milhões junto ao Criciúma, emprestado ao Internacional até 31/07/2019;
  • Marlone – contratado por R$ 4 milhões junto ao Penapolense/SP, emprestado ao Sport até 31/12/2018;
  • Jean – contratado por R$ 1 milhão junto ao Paraná Clube, emprestado ao Botafogo até 31/12/2018;
  • Alan Mineiro – contratado por R$ 1 milhão junto à Ferroviária/SP, emprestado ao Fortaleza até 18/04/2018;
  • Camacho – contratado sem custo (fim de contrato) junto ao Audax/SP, emprestado ao Atlético/PR até 31/12/2018;
  • Fellipe Bastos – contratado sem custo (fim de contrato) junto ao Abu Dhabi – Emirados Árabes, emprestado ao Sport até 31/12/2018;
  • Yago – oriundo das categorias de base, emprestado ao Botafogo até 31/12/2018;
  • Gustavo (Gustagol) – contratado por R$ 3,6 milhões junto ao Criciúma, emprestado ao Fortaleza até 31/12/2018;
  • Luidy – contratado por R$ 1,4 milhão junto ao CRB/AL, emprestado ao Ceará até 31/12/2018;
  • Gabriel Vasconcelos – oriundo das categorias de base, emprestado à Ponte Preta até 25/07/2018;
  • Moisés – contratado se custo (fim de contrato) junto ao Madureira/RJ, emprestado ao Botafogo até 31/12/2018;
  • Guilherme Romão – oriundo das categorias de base, emprestado ao Oeste/SP até 30/11/2018;
  • Marciel – contratado por R$ 1,5 milhão junto ao Fragata/RS (clube de aluguel do ex-volante Émerson), emprestado à Ponte Preta até 26/07/2018;
  • Bruno Paulo – contratado sem custo (fim de contrato) junto ao Audax/SP, emprestado ao CRB/AL até 30/11/2018;
  • Rodrigo Figueiredo – oriundo das categorias de base, emprestado ao Londrina até 17/04/2018;
  • Carlinhos – oriundo das categorias de base, emprestado ao Oeste/SP até 30/11/2018;
  • Guilherme – contratado por R$ 5,6 milhões junto ao Antalyaspor – Turquia, emprestado ao Atlético/PR até 31/12/2018;

Destes, o clube pagou R$ 37,9 milhões na aquisição de nove atletas (sem contar salários e demais penduricalhos), cinco vieram das categorias de base e quatro foram contratados sem custo (encerramento de contrato).

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Santos escapa de Luxemburgo, mas corre riscos com Cuca

Graças à resistência do coordenador de futebol Ricardo Gomes, o Santos escapou das garras de V(W)anderlei(y) Luxemburgo, que era cotado para assumir o cargo de treinador do clube, imposto por oposicionistas tão lamentáveis quanto os homens que comandam a atual gestão.

Porém, o escolhido, Cuca, por inacreditáveis R$ 700 mil mensais de salários, também não inspira confiança, pelo histórico de instabilidade emocional e pouca evolução nos fundamentos básicos da profissão.

Em regra, quando teve sucesso, Cuca teve tempo para trabalhar seu sistema de jogo, e, mesmo nem sempre arrancando suspiros, seus times mantinham padrão tático estabelecido pelo treinador.

O caso do Santos, nos dias atuais, é bem diferente.

Perto da zona de rebaixamento, o Peixe não possui time base e os jogadores que compõem o elenco são apenas medianos.

Muitas mudanças serão necessárias.

Com a probabilidade de que, neste caminho, ocorra instabilidade de resultados, é difícil prever como Cuca reagirá às cobranças e quanto isso interferirá em seu trabalho.

Candidato ao parlamento, Tuma Junior é mais um que utilizou-se do Corinthians para promoção na política nacional

Romeu Tuma Junior e Luis Inácio Lula da Silva

No período eleitoral do Corinthians, o Blog do Paulinho afirmou que o candidato Romeu Tuma Junior, absolutamente sem chances de vitória (foi o último colocado entre os cinco postulantes), tinha como objetivo manter-se em evidência na mídia para disputa de cargos públicos nos pleitos a serem realizados em outubro de 2018.

O ex-delegado desmentiu.

Poucos meses após a disputa, Tuma Junior lançou, no último final de semana, sua candidatura à deputado federal, desta vez pelo PRB.

Ou seja, mais um político que utilizou-se do Corinthians para auto-promoção, assim como fez Andres Sanches, na eleição passada, e muitos outros ao longo da história.

Neste pleito, Tuma passará pelo constrangimento de apoiar João Dória, a quem detonou nas eleições municipais porque trabalhava, nos bastidores, para Celso Russomanno.

A equipe do ex-delegado, conforme comprova a foto logo abaixo, será formada por ex-dirigentes e alguns associados do Corinthians, os mesmos que lhe venderam apoio sob promessa de incorporação em gabinete (cargos mantidos com dinheiro público) no caso de êxito nas eleições gerais.

O endereço do site utilizado nas eleições alvinegras “tuma2018” também será mantido, mais uma evidência dos objetivos reais da empreitada.

É questionável, porém, se Tuma Junior permanecerá em campanha até o dia das eleições, por conta do histórico recente, em que abandonou duas candidaturas logo após cadastrá-las no TSE, sem confirmação de ter devolvido possíveis valores aferidos em doações eleitorais:

Após “caso contrabando”, Tuma Junior desistiu de duas candidaturas e foi alvo de condução coercitiva da PF

O escritório de advocacia do candidato enfrenta grave crise financeira e também, aos menos, quatro ações trabalhistas, uma delas, bem grave, com acusação de sucessivos assédios morais sofridos por uma de suas ex-funcionárias.

Tuma Junior saiu do Governo Lula sob acusação de facilitar a vida de Paulo Li, suposto mafioso chinês, que apresentava-se como assessor de seu gabinete e trabalhou durante décadas sob as ordens de seu pai, o senador Romeu Tuma, histórico lacaio da Ditadura Militar, que trabalhou ao lado do torturador Sérgio Paranhos Fleury, nos tempos do DOPS.

Depois escreveu um livro: “Assassinato de Reputações”, no qual revela crimes do ex-presidente Lula que ignorou ao aceitar submeter-se às suas ordens no cargo de Secretário Nacional de Justiça, obra pela qual o ex-delegado responde a processo criminal na Justiça Federal por calúnia, injúria e difamação, acusado de mentir sobre a vida de um de seus subordinados.

José Eduardo Romão que acusa Tuma Junior de mentir em “Assassinato de Reputação”

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Se Romero não for vendido até o final do ano, Corinthians pagará R$ 15,4 milhões aos sócios de Andres Sanches

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Ídolo da torcida do Corinthians, o jogador Angel Romero, que, nos últimos jogos, desandou a fazer gols, é adorado mesmo quando não balança as redes, pela garra e entrega em todas as partidas.

É estranho, até por conta de suas recentes convocações à seleção paraguaia e do histórico comercial dos dirigentes alvinegros, que o paraguaio, há quatro anos no Parque São Jorge, nunca tenha sido negociado.

O Blog do Paulinho, talvez, tenha encontrado a resposta para mais esse mistério alvinegro.

Antes de tratar de números, o leitor deste espaço deve guardar na memória dois nomes, que já tiveram hábitos revelados por este espaço: Regis Marques Chedid e Beto Rappa, ambos parceiros de negócios do presidente do Corinthians, Andres Sanches.


A contratação de Romero (versão oficial)

Beto Rappa

No dia 05 de junho de 2014, o Corinthians anunciou a contratação do paraguaio Romero, nas seguintes condições: US$ 3 milhões (R$ 6,7 milhões na cotação da época) pagos ao Cerro Portenho pelo empresário Beto Rappa.

Esta era a versão oficial.

Dias depois, o Corinthians “reembolsou” R$ 2,081 milhões ao agente (em dez parcelas de R$ 208 mil, que findaram em 2015), adquirindo 20% do atleta, conforme comprova Relatório de Sustentabilidade de 2015, assinado pelo diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva.

Ou seja, dum dia para o outro, o Timão pagou R$ 741 mil de sobrepreço, levando-se em consideração que 20% sobre 6,7 milhões equivalem a R$ 1,34 milhão.

O agente de Romero, autorizado a receber salários do jogador (disfarçados de ‘direitos de imagem”) em sua conta pessoal – conforme comprovam os balanços do Corinthians de 2016 e 2017, é Regis Marques Chedid, ligado umbilicalmente ao Cerro Portenho (jogou oito anos como goleiro da equipe – era reserva – e comanda as principais transações comerciais do clube).


A contratação de Romero (fatos reais)

Andres Sanches e Regis Marques em show de Alexandre Pires

Desde 2011, o paraguaio Romero tinha 100% de seus direitos ligados ao agente de jogadores Regis Marques Chedid, que levou-o para o Cerro Portenho (cedendo 20% ao clube) ainda no sub-20, para, três anos depois, colocá-lo no Corinthians, clube com quem mantém relações comerciais, através de Andres Sanches, desde 2008..

Esta é a razão do Timão ter pagado, pelos mesmos 20%, R$ 2,081 milhões ao agente, que repassou R$ 1,34 milhões ao Cerro, embolsando o sobrepreço (R$ 741 mil), permanecendo ainda com 80% do vínculo.

A transação de US$ 3 milhões atribuída a Beto Rappa para aquisição dos 80% de Romero, de fato, nunca existiu, apenas contabilmente, para justificar os percentuais pagos pelo Corinthians.

Não á toa, é Regis Marques que recebe, em sua conta pessoal, os salários de Romero, não Betto Rappa.

Para assegurar ainda mais lucro, o Corinthians inseriu no contrato de Romero – que termina em julho de 2019, interessante cláusula: se o jogador paraguaio não for negociado até o final de seu vínculo, o clube será obrigado a pagar US$ 3 milhões a Betto Rappa, que, na cotação atual, equivalem a R$ 11,13 milhões.

Ou seja, se vender Romero até janeiro de 2019, prazo limite para o atleta firmar contrato com outro clube sem necessidade de ressarcir os 20% do Timão, os agentes embolsarão 80% do montante; se a negociação não ocorrer, mesmo sem colocar, de fato, um tostão sequer na transação, embolsarão 100% do que disseram ter custeado.

Romero terá custado ao Corinthians (somados R$ 2.081 milhões dos tais 20% aos R$ 11,13 milhões desta suspeita multa contratual) a quantia de R$ 13,2 milhões, saindo gratuitamente ao final do vínculo.

O clube terá que quitar, ainda, R$ 2,2 milhões, de suposto atraso no pagamento de “direitos de imagem”, totalizando R$ 15,4 milhões.

Esta situação contratual sugere que Andres Sanches tem uma escolha, entre duas alternativas, a ser decidida até o final do ano, com a quase certeza de que Romero disputará, nos próximos quatro meses, suas últimas partidas pelo Timão: encontrar um comprador até janeiro de 2019 e minimizar o prejuízo alvinegro ou deixar as coisas como estão, tirando dos cofres do clube valores que, certamente, impactarão na saúde financeira do departamento de futebol.

A única certeza: em qualquer das definições, o grupo de agentes por detrás do jogador (Sanches incluído) sairá do episódio com uma bolada milionária.


Andres Sanches, Beto Rappa e Regis Marques Chedid

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Apartamento atribuído a Andres Sanches, em nome de Regis Marques, na Barra da Tijuca/RJ

Há tempos, o mercado da bola sabe que o empresário Beto Rappa é um dos prepostos do deputado federal Andres Sanches, presidente do Corinthians, em transações de jogadores.

O leitor do Blog do Paulinho, também.

Desde o início deste ano, o comentarista Neto, da BAND, ex-amigo do parlamentar, tem confirmado, em seu programa, a existência da sociedade.

Em 2011, revelamos que Beto Rappa e Washington Dias (sócio de Andres Sanches, no papel, na empresa Polygrain Polimeros do Brasil), participaram, como intermediários, da transação do jogador Jucilei, do Corinthians para o Anzhi, da China.

O negócio foi fechado por R$ 22,9 milhões e, por possuir 50% dos direitos, R$ 11,4 milhões destes deveriam ter entrado nos caixas alvinegros.

Mas não entraram.

Andres Sanches alegou que Beto Rappa (com Washington Dias, sócio do então mandatário alvinegro) teria emprestado dinheiro ao Timão na aquisição de Jucilei (mesma justificativa do caso Romero), e que, diferentemente do que havia sido divulgado, o percentual do Corinthians era menor.

De R$ 11,4 milhões, o alvinegro levou apenas R$ 2,9 milhões.

Enquanto isso, os ‘parceiros’ de Andres, que teriam gastado (gastaram?) R$ 2 milhões, multiplicaram o montante para R$ 6,8 milhões.

Foi pago, também, da parte do Corinthians (ou seja, tudo), 1 milhão de Euros ao empresário Giuliano Bertolucci, que trabalha com Kia Joorabchian, também ligado ao agora Deputado Federal pelo PT, à título de comissionamento.

Á época, interpelado pelo jornalista Gilberto Nascimento (Rede Record), J.Malucelli, presidente do Corinthians/PR (clube que negociou Jucilei ao Timão), disse, diferentemente do que afirmou Andres Sanches, que recebeu os R$ 2 milhões dos caixas alvinegros, não de Beto Rappa.


Regis Marques Chedid é considerado o “Rei” das transações de jogadores paraguaios para o Brasil, principalmente oriundos do Cerro Portenho, sua vitrine, local em que quase todos os acertos passam pelo seu crivo.

Sua aproximação com Andres Sanches se deu em 2008, quando o clube contratou o então lateral Alessandro (hoje gerente de futebol, desafeto do dirigente), que era por ele agenciado.

Alessandro e Regis Marques

Mas a relação estreitou-se, ainda mais, em 2011, quando o deputado assumiu cargo na CBF.

Naquele ano, Regis teria acertado pagamento mensal de R$ 10 mil a Andres Sanches para que este aprovasse renovação de contrato de Alessandro (metade do que recebia do atleta como taxa de agenciamento), cedendo ainda ao dirigente, como agrado para entrar no seleto grupo de empresários que fazem negócios na gestão “Renovação e Transparência”, um apartamento no luxuoso condomínio Lanai, localizado na famosa pria do Pepê, na Barra da Tijuca, região nobre carioca, em que artistas e jogadores costumam se encontrar para acirradas partidas de fute-vôlei.

Por conveniência, o registro do imóvel segue em nome do agente.

andres predio 3

Mas os rolos de Regis Marques não param por ai.

Desde o início do ano, a Polícia Federal de São Paulo investiga esquema milionário de desvio de FGTS das contas de jogadores famosos do futebol brasileiro e também paraguaio.

Entres os lesados estão Willian (Chelsea e Seleção Brasileira) e Dagoberto (ex-São Paulo).

Do ex-corinthiano, segundo fontes, mais de R$ 600 mil foram sacados.

A investigação corre sob sigilo, a cargo do Delegado Federal Gilberto Pinheiro, e, tirando alguns denunciantes, boa parte dos lesados (entre os quais os citados na matéria) sequer sabe ainda que foram roubados.

O chefe do esquema, segundo fontes, seria exatamente Regis Marques, contando com a conivência de funcionários da CAIXA, destes, dois delatores premiados que citaram o nome do agente nas investigações (Mônica Yamada (Gerente Geral da CAIXA – ag. Freguesia do Ó), Eduardo Freire (sub-gerente que seria responsável pela liberação dos saques)).

Participariam também do esquema: Marcelo Silva (ex-jogador, na cooptação) e Carlos Augusto (advogado).

regis marques corinthians
Duílio “do Bingo”, diretor de futebol do Corinthians, Regis Marques, Conca e Roberto Andrade

O patético comercial de Neymar

Ontem, no intervalo do Fantástico, o jogador Neymar apareceu em comercial da Gillette, uma de suas patrocinadoras (provavelmente coagida pelo staff do atleta à expor a marca nesta ridícula situação), e leu o que era para parecer desabafo sincero após as críticas recebidas por seu comportamento durante a Copa do Mundo de 2018.

Em verdade, obviamente, texto escrito por publicitários:

“Trava de chuteira na panturrilha, joelhada na coluna, pisão no pé. Você pode achar que eu exagero, e às vezes eu exagero mesmo. Mas a real é que eu sofro dentro de campo. Agora, na boa, você não imagina o que eu passo fora dele”

“Quando eu saio sem dar entrevista, não é porque eu só quero os louros da vitória, mas porque eu ainda não aprendi a te decepcionar. Quando eu pareço malcriado, não é porque eu sou um moleque mimado, mas é porque eu não ainda não aprendi a me frustrar”

“Dentro de mim ainda existe um menino. Às vezes ele encanta o mundo, e às vezes ele irrita todo mundo. E minha luta é para manter esse menino vivo, mas dentro de mim, e não dentro e campo.”

“Você pode achar que eu caí demais, mas a verdade é que eu não caí. Eu desmoronei. Isso dói muito mais do que qualquer pisão ou tornozelo operado”

“Eu demorei para aceitar as suas críticas, eu demorei para me olhar no espelho e me transformar em um novo homem, mas hoje eu estou aqui, de cara limpa e de peito aberto”

“Eu caí, mas só quem cai pode se levantar. Você pode continuar jogando pedra, ou pode jogar essas pedras fora e me ajudar a ficar de pé. E quando eu fico de pé, parça, o Brasil inteiro levanta comigo.”

Fica claro que a mensagem, apesar de digitada e pensada por terceiros, deve ter contado com aprovação do jogador, ou, pelo menos, do sujeito que lhe dá ordens – o pai.

Nela se constata, lamentavelmente, que Neymar está longe de aprender com seus erros, justificados com desvios de foco e de realidades facilmente perceptíveis pelos que acompanham o comportamento do atleta ao longo dos anos de carreira.

A frase final, em que o termo “parça” é inserido como tratamento dispensado à toda população brasileira, quando, em verdade, os tais não passam de encostados sustentados – assim como é o pai – pelo suor do atleta milionário, soa tão ridículo quanto ofensivo aos que labutam para prover o próprio sustento.

Seria muito melhor, mas requer personalidade, que Neymar respondesse por si, com suas próprias palavras, nem que seja para receber novas críticas, mas com alguma possibilidade de ser melhor compreendido, não receber dinheiro (obviamente não trabalhou de graça) para, supostamente, se justificar.

Mal orientado, Neymar segue atirando no próprio pé, com auxílio dos patrocinadores – num erro monumental de avaliação comercial, mesmo que pressionada, da Gillette -, da Rede Globo e direcionamento do maior de seus adversários – o próprio pai.

Justiça bloqueia contas do Santos para pagar Bruno Peres, mas só encontra R$ 31,9 mil de saldo

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Em maio de 2015, o lateral direito Bruno Peres, negociado em 2014 pelo Santos ao Torino/ITA (o Peixe recebeu R$ 4,2 milhões) ingressou com ação de cobrança contra o clube, na 6ª Vara Civil do Município.

O calote é de R$ 286.842,77.

Para tal utilizou-se da empresa BSP Sports (abreviação de seu nome completo).

Porém, diferentemente do que afirmou, à época, o empresário do atleta, o sempre envolvido em problemas Bernardo, não se tratava de “salário atrasado”, mas sim, de cobrança de “comissão”.

Ou seja, jogador levando dinheiro do clube, à parte do que já, evidentemente, receberia.

A Justiça deu ganho de causa a Bruno Peres e ordenou o bloqueio das contas do Santos, até a satisfação da obrigação.

Porém, somente R$ 31.947,40 foram encontrados.

A execução deverá partir agora para retenção de recebíveis, entre os quais direitos de tv, patrocínios, etc.

A pintura da Fazendinha

Com razoável alarde, o Corinthians tentou transformar em notícia positiva a falta de dinheiro para reformar a Fazendinha, que, na última semana, completou 90 anos.

Em verdade, o estádio estava interditado por falta de segurança e, nitidamente, caindo aos pedaços.

O descaso com a história do clube, que há onze anos trabalha sob ordens dos mesmos gestores, é tamanho que o diretor cultural alvinegro é advogado flagrado em duas oportunidades – no SBT e na GLOBO – defendendo interesses de empresa que rouba dinheiro de aposentados.

Apelando para o emocional do torcedor corinthiano (teve até conselheiro com discurso oposicionista caindo na conversa), os cartolas inventaram o “Mutirão da Fazendinha”, com objetivo de pintar o estádio, com esforço alheio, encobrindo a falta de recursos para executar a obra.

Pior: a pintura sobrepôs-se ao que não foi reformado, e, em breve, terá que ser refeita.

O torcedor que participou do evento, claro, de boa fé, sequer percebeu estar sendo enganado, saindo feliz do Parque São Jorge por ter participado de suposto evento histórico.

Esse tipo de “aplique” emocional sempre tem boa receptividade.

Haja vista a quantidade de voluntários que trabalharam, supostamente em nome da Pátria, na Olimpíada e no Mundial da FIFA, evitando que os cartolas investissem recursos de sobrepreço nos serviços e perdessem boa parte da propina embolsada.

Santos aceita pagar R$ 234 mil a empresa ligada ao treinador Dorival Junior e ação judicial é encerrada

Desde 30 de maio, a Khodor Soccer, empresa de intermediação de jogadores em nome de um cunhado do treinador Dorival Junior, cobra R$ 234 mil em comissionamentos, na Justiça, do Santos Futebol Clube.

Vale lembrar, Dorival foi treinador do Peixe.

Na última quarta-feira (25), o Santos reconheceu a dívida e firmou acordo com os credores, para pagamento parcelado da pendência.

Os hábitos de Dorival, ocultados em nome do cunhado, são amplamente comentados no mercado da bola, mas os dirigentes de clubes, convenientemente, fingem não saber.

Justiça indefere liminar a “trabalhador” da Mancha Verde, que seguirá preso

Condenado à prisão por diversos delitos ligados à brigas de “organizadas” ao redor de estádio de futebol, Cristian Araújo Benedito teve a pena comutada para regime aberto, desde que seguisse algumas determinações, entre as quais não comparecer a jogos do Palmeiras e, no dia em que as partidas fossem realizadas, apresentar-se em local pré-determinado, para constatação do cumprimento.

O sujeito seguiu afrontando a lei.

Cristian deixou de se apresentar nos dias de jogos do Verdão em oito oportunidades e foi, novamente, denunciado.

Resultado: está preso, preventivamente.

Seus defensores impetraram, dias atrás, Habeas Corpus objetivando a soltura, sob a inverossímil afirmação de que Cristian descumpriu as determinações por estar “trabalhando” nos horários das partidas.

Deve tratar-se de um trabalho duro, levando-se em consideração que os jogos, em regra, são realizados entre 20h e 22h ou 22h e 00h, nos dias de semana; e 16h aos finais de semana.

O TJ-SP, aparentemente, não caiu na conversa, negou a liminar e manteve o “organizado” em cana, restando agora ao mancha-verdense aguardar o julgamento do mérito do HC, sem data estipulada.

Pela extinção dos vices

De O GLOBO

Por BERNARDO MELLO FRANCO

Na semana em que um príncipe e um astronauta foram cotados para compor chapa presidencial, o historiador Luiz Felipe de Alencastro propôs uma ideia menos exótica: a extinção dos vices. Professor emérito da Sorbonne, ele considera que o cargo ficou “disfuncional” e se tornou uma ameaça à democracia. “A evolução recente das instituições brasileiras demonstrou a nocividade dos vices”, afirma, em ensaio publicado na revista Serrote.

No texto, Alencastro enumera crises e conspirações que envolvem vices desde 1961, quando os militares tentaram impedir a posse de João Goulart. “Com Michel Temer, a vice-presidência gerou um desastre político”, escreve. Ele lembra que o atual presidente assumiu o poder sem votos, depois de “complotar” contra a titular.

“Agindo contra o espírito e a letra da Constituição, Temer arvorou-se o direito de permanecer na vice-presidência depois que seu partido rompeu com o governo”, critica o historiador. Ele define o que veio a seguir como uma “afronta à soberania popular”. “Essa dupla traição, configurada pela derrubada da presidente e, na sequência, pela introdução de reformas políticas e econômicas contrárias ao programa votado pelos eleitores, caracteriza o impeachment e seus desdobramentos como um golpe parlamentar”.

O argumento do professor costuma ser contestado por brasileiros que, exercendo um direito inalienável, não gostavam da antecessora de Temer. Como eles voltarão à urna em outubro, cabe perguntar se desejam votar num liberal e eleger um comunista, ou escolher um tucano e levar uma raposa do centrão.

São exemplos reais, para não dizer prováveis. Dos últimos cinco vices, três (60%) vestiram a faixa por morte ou afastamento do titular. Para evitar novas reprises da novela, Alencastro propõe uma solução simples, inspirada na França: se a Presidência ficar desocupada, convocam-se novas eleições.

Além de estimular a conspiração, o sistema atual é uma usina de desperdícios. Para sustentá-lo, o contribuinte é obrigado a bancar 5.570 vice-prefeitos e 27 vice-governadores. Todos têm direito a nomear assessores e receber verbas indenizatórias. No Rio, o vice-governador Francisco Dornelles tem à disposição um séquito de 28 servidores e dois carros oficiais.

O professor Alencastro aponta outro exotismo brasileiro. Enquanto os presidentes americanos despacham de qualquer lugar do mundo, nossos vices vestem a faixa a cada vez que o titular viaja para o exterior. Na era da comunicação instantânea, a exigência parece tão obsoleta quanto um aparelho de telex.

Na terça-feira, Temer voou para o México e seus substitutos tiveram que fugir do país para não ficarem inelegíveis. O deputado Rodrigo Maia levou a família à Disney, e o senador Eunício Oliveira foi fazer compras em Miami. Ficou no Planalto a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. A juíza nunca recebeu um voto, mas já assumiu a cadeira quatro vezes desde abril.

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Andres Sanches pede ajuda a empresários para não perder a “galinha dos ovos de ouro”

Alexandre Pato, Andres Sanches e KIa Joorabchian em jantar de negócios, em São Paulo

Antes mesmo de sentar na cadeira da presidência, o deputado federal Andres Sanches tinha estratégia nitidamente traçada para administrar o Corinthians: dividir a gestão para que pudesse fazer negócios no futebol.

O clube seria tocado por seu chefe de gabinete, André Negão, que resolveria os problemas triviais (piscina, peteca, etc) e garantiria espaço para os pequenos mascates alvinegros seguirem sobrevivendo negocios menores no Parque São Jorge.

A responsabilidade de prover recursos para pagamento de dívidas e realizar investimentos ficou com o “primeiro ministro’ Luis Paulo Rosenberg, que hoje tem em mãos o controle do marketing, da diretoria financeira e também do estádio de Itaquera.

Sanches, então, passou a satisfazer os agentes que, há anos, estão consigo associados, facilitando a venda de alguns atletas a valores muito abaixo da multa rescisória, com expectativa, evidente, de todos saírem satisfeitos dos negócios.

O lance seguinte, também lucrativo (o Corinthians é o maior pagador de comissionamento entre os clubes brasileiros), seria utilizar o dinheiro prometido por Rosenberg (patrocínio master e demais ações comerciais) para reposição das peças.

É ai que o negócio desandou.

O discurso de Rosenberg, sem “o segundo raio caindo no mesmo lugar”, ou seja, a falta de um Ronaldo “Fenômeno” para atrair patrocinadores, não se transformou em realidade, evidenciando suas limitações como negociador.

Com jogadores importantes negociados e um treinador, parceiro do grupo, mas inexperiente no comando da equipe, Sanches percebeu que o título brasileiro escapou ainda no primeiro turno e que a possibilidade do rebaixamento, o segundo do Corinthians sob sua gestão, apesar de remota, existe.

Até mesmo, em permanecendo como está, ficar fora da Libertadores em 2019 seria um desastre, tanto para a marca alvinegra, quanto para as possibilidades de arrecadação e também esportivamente falando.

Durante a entrevista coletiva da última semana, somente realizada por medo de ameaças dos Gaviões da Fiel, Andres Sanches deixou escapar que os negócios alvinegros, mais precisamente os “naming-rigths”, não haviam sido sacramentados por “imcompetência”.

Ato contínuo, devidamente encarapuçado, Rosenberg perguntou a Sanches – que desconversou, se o cartola estava tratando-o como “incompetente”, para depois, em cirúrgica colocação, responder que o cenário “com dirigentes presos” dificultava negociações.

Os recados cruzados indicam que os parceiros, apesar de ainda fieis, estão sentindo a pressão da ineficiência.

Nesse contexto, em que o fracasso do Corinthians no futebol (ficar de fora da Libertadores) ou, pior, o desastre de ser rebaixado, provavelmente retiraria importante meio de sobrevivência das mãos do grupo que, há mais de uma década, está à frente do poder, fez Andres Sanches reunir seus sócios (agentes de jogadores) para avaliar a situação..

A importância dos negócios no Parque São Jorge na vida desse grupo é fácil de ser mensurada.

Sanches, antes de ser presidente do Corinthians, morava de aluguel e prestava-se, para sobreviver, a realizar pequenos negócios nas categorias de base alvinegra, além de emprestar o nome para objetivos que estão sendo tratados como criminais pela Justiça Federal.

Bertolucci abriu as portas para trabalhar nos bastidores da bola quando ingressou com parceria no Corinthians, crescendo em importância, segundo o MP-SP, ao tornar-se preposto do iraniano Kia Joorabchian, que, antes de chegar ao Parque São Jorge, através da MSI (gerindo dinheiro até os dias atuais sem origem explicada), sequer era notado no mercado.

O mesmo ocorre com Carlos Leite e Fernando Garcia, que eram irrelevantes até utilizarem o Corinthians como vitrine de suas transações.

Por conta disso, Andres Sanches exigiu que os agentes contribuíssem, financeiramente, com a reposição de peças no elenco, evidentemente com promessa futura de compensação.

Não por acaso, o Corinthians, que não tem dinheiro para pagar contas básicas, está com as contas bloqueadas judicialmente, não possuí patrimônio disponível para assegurar empréstimos regulares e adiantou cotas de patrocínio de tv e da Nike cinco anos à frente, passou a ter recursos para contratar.

E não é difícil perceber, pelo “mudus-operandi”, qual empresário ajudou com cada aquisição.

Kia e Bertolucci gostam de realizar negócios fora do país, em regra, no mercado sul-americano, com pagamento sempre em dólar, por fora, sem a necessidade de passar pelo crivo dos órgãos de fiscalização brasileiros.

Os demais, empurram jovens promessas em meio a algumas tranqueiras (para esquentar currículo), normalmente jogando em equipes medianas do Brasil, mas registradas em clubes de fachadas, dominados por seus escritórios.

Andres Sanches, que em 2007 nada fez para evitar o rebaixamento do Corinthians, porque o episódio, politicamente, o favorecia (apesar de ser o presidente, a culpa foi jogada para o antecessor Dualib), assim como comercialmente (dezenas de contratações foram realizadas), desta vez corre para evitar o desastre, não pelo clube, mas para ele e sua gente, que seriam duramente abalados com a perda do controle da mais relevante vitrine do futebol sul-americano.

Luxemburgo no Santos: “síndrome de Estocolmo” ou malandragem ?

V(W)anderley(y) Luxemburgo e José Carlos Peres

Acordos políticos com objetivo de impedir o impeachment de José Carlos Peres estão aproximando, mais uma vez, o nome de V(W)arderlei(y) Luxemburgo, preferido de seus oposicionistas, do cargo de treinador do Santos.

Há quem trate como certa a contratação.

O presidente do Santos, aos seus, esforça-se para se dizer “voto vencido” na operação, porém, dias atrás, o Blog do Paulinho revelou que a dupla acertou encontro para tratar, segundo Luxa: “daquele assunto”.

V(W)anderlei(y) Luxemburgo marca encontro com José Carlos Peres

Apenas Ricardo Gomes, abertamente, trabalha para impedir a contratação.

Trazer Luxemburgo de volta ao Peixe, casa em que, dizem, desandou a tomar dinheiro de jogadores – Rodrigo Tabata diz ter sido obrigado a repassar R$ 500 mil de luvas ao treinador – e mantinha extrema proximidade com agentes, equivale, em sentido figurado, a um ex-sequestrado, anos depois, dar emprego ao sequestrador.

Pura “Síndrome de Estocolmo”.

Porém, nem todos, em se concretizando o retorno, sofreriam da doença, mas estariam, talvez, ávidos pelo que Luxemburgo poderia proporcionar-lhes, em reciprocidade, pelo auxílio à recolocação.

O PT deixa bem claro, após convenção estadual, que nada mudou

André Negão, Andres Sanches e Jilmar Tatto

Ainda sem rumo, com seu principal líder, Luis Inácio Lula da Silva, preso e condenado por corrupção, o PT realizou, ontem, na sede do Sindicato do Metalúrgicos, sua convenção estadual.

O resultado demonstra, claramente, que o partido, mesmo que alguns tenham o desejo, não possui independência, nem coragem, para mudar.

É impossível que os militantes e “companheiros” não conheçam – porque toda a população de São Paulo conhece bem – o deplorável currículo de um dos candidatos escolhidos para a disputa de importante cadeira no Senado – mandato de oito anos.

Jilmar Tatto, vulgo Tattolândia na boca popular, é tudo o que os mais perigosos criminosos da capital – que agora atuam, também, ao redor das fronteiras brasileiras, desejariam como representante deste importante posto em Brasília.

Perto dele, muita gente do PT, de má-fama, passaria por principiante.

Abaixo, pequeno exemplo das ligações de Tatto na política, entre as quais o candidato a deputado federal Luiz Moura – que o MP-SP diz ser membro de facção criminosa, que mantém escritório bancado com dinheiro público no gabinete do deputado Andres Sanches (PT):

Andres Sanches e Luiz Moura

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