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Boca Juniors elimina o Palmeiras e disputará final épica contra o River Plate

Sem criatividade, o Palmeiras, que havia perdido por dois a zero em La Bombonera, apenas empatou com Boca Juniors, na Arena, em dois a dois, acordando do sonho de conquistar a segunda Libertadores de sua história, enterrando, em consequência, o objetivo do primeiro Mundial.

Benedetto, novamente, saiu do banco para ser protagonista.

Logo aos 10 minutos, Dudu lançou Bruno Henrique que mandou a bola para o fundo da rede, porém a alegria palmeirense durou pouco com o VAR assinalando, corretamente, impedimento de Deyverson, na origem da jogada.

Nos dois lances posteriores, aos 12 e 15 minutos, o Boca levou enorme perigo à meta palestrina.

Com os argentinos melhores, aos 18 minutos, Ábila aproveitou-se de cruzamento rasteiro pela direita e abriu o marcador.

O Palmeiras, que precisava de dois gols de vantagem para se classificar, agora corria atrás de quatro, sem que, dentro de campo, demonstrasse futebol suficiente para atingir o objetivo.

Nem pressionar direito o time conseguia, facilitando a vida do Boca, que virou o intervalo com grande vantagem.

Felipão, no retorno a campo, trocou Bruno Henrique por Moises, no intuito de melhorar o setor ofensivo.

Aos 2 minutos, o apático Lucas Lima, sozinho, bateu em cima de Rossi, facilitando a vida do goleiro adversário.

Cinco minutos depois, na pressão, Luan recebeu passe de cabeça de Felipe Melo, bateu cruzado e empatou a partida.

Dudu, aos 13 minutos, protegeu a bola dentro da área e foi derrubado por Izquierdoz.

Pênalti que Gustavo Gomez, com categoria, aos 15, converteu, deixando o torcedor palmeirense em êxtase na Arena.

Na sequência, Benedetto entrou no Boca na vaga de Ábila, e Borja, no Palmeiras, substituindo Willian, machucado.

Sentindo o golpe, os argentinos passaram a catimbar, na tentativa de frear a empolgação palmeirense.

E conseguiram: aos 25 minutos, o carrasco Benedetto – que havia assinalado os dois gols do primeiro jogo – bateu cruzado, da entrada da área, empatando, novamente, o marcador.

Aos 30, Scarpa entrou no lugar de Felipe Melo, com o Palmeiras no desespero.

No minuto seguinte, de falta, Zarate acertou o travessão do Verdão.

Daí por diante, os argentinos apenas controlaram o jogo, diante do adversário nitidamente desmotivado por conta da missão quase impossível.

Teremos uma final épica de Libertadores, com Boca Juniors e River Plate, um dos maiores clássicos do futebol mundial, de prognóstico absolutamente imprevisível, sobrando para o Palmeiras a tentativa de conquistar o Brasileirão, salvando – se conseguir, um ano que prometia bem mais do que vai, efetivamente, entregar.

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Corinthians, suposta vítima, nunca investigou denuncia da “lava-jato” contra seus dirigentes

É de conhecimento público que a “Operação Lava-Jato” da Polícia Federal, investiga dirigentes do Corinthians, acusados de facilitar a vida da Odebrecht em troca de recebimento de propina.

Andres Sanches, Vicente Cândido e André Negão já foram citados por delatores, mas existem outros que, sem alarde, também estão sendo averiguados.

Vale lembrar que o ex-diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva, assinou todos os contratos e aditivos do negócio, que teve participação ativa, também, do atual primeiro ministro, Luis Paulo Rosenberg, além de aval dos presidentes do período.

Apesar de ser tratado como vítima de uma quadrilha, estranhamente, o Corinthians nunca se mexeu para apurar, por si, a confusão.

Os dirigentes acusados, em estando “limpos”, deveriam fazê-lo para dissipar quaisquer suspeitas e o Conselho Deliberativo, por obrigação estatutária.

Porém, até o momento, nada, sequer um ofício, nem para pedir explicações, foi enviado a quem quer que seja (MPF, PF, etc).

O mais próximo que o clube chegou de “apurar” os fatos foi, timidamente, tocar no assunto em reunião, iniciativa que morreu após truculenta negativa dos envolvidos, convenientemente tratada como “verdade” pelos conselheiros.

A imprensa sob ataque do Governo Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, na primeira entrevista relevante concedida após as eleições, ao Jornal Nacional, revelou sua verdadeira face, que destoa do “jairzinho paz e amor” montada pelo marketing de sua campanha.

Utilizou a FOLHA como exemplo do que está por vir para os jornalistas que ousarem criticar o sistema.

Bolsonaro, em parte do discurso alinhado com o script, disse ser contrário à censura dos órgãos de imprensa, mas deixou claro que, em descumprimento à lei vigente, manipulará verbas publicitárias aos grandes conglomerados midiáticos, ou seja, retirará dinheiro relevante dos que incomodam (entre os quais a FOLHA), abastecendo a conta dos que se “comportarem”.

Em meio à evidente intimidação, o jornal seguiu adiante, dando continuidade no trabalho crítico ao novo governante.

A postura incentivou diversas manifestações de solidariedade, seja de famosos, como também da população mais simples, reveladas no aumento do volume de assinaturas da FOLHA, com testemunhos diversos de que tratava-se de protesto contra o comportamento fascista do presidente.

Não há dúvidas de que a FOLHA, dona de produtos diversos (entre os quais o UOL e as maquininhas de cartões), que consegue sustentar-se sem a necessidade de auxílio governamental, neste episódio, saiu-se vitoriosa, pela propaganda gratuita, em horário nobre da Rede Globo, do incomodo ocasionado no poder constituído, regra básica do exercício do jornalismo.

Evidentemente, nem todos os grupos de comunicação possuem o mesmo poder financeiro e estão, todos, ameaçados pela chantagem de um Governo que sequer subiu a rampa do Planalto, mas, desde já, revela o perfil antidemocrático da censura e intolerância.


EM TEMPO: A FOLHA PUBLICOU, HOJE, EDITORIAL EM RESPOSTA A JAIR BOLSONARO:

ACOSTUME-SE

A imprensa não deixará de escrutinar o poder porque seus detentores adotam a tática da intimidação

presidente eleitoJair Bolsonaro, parece obcecado com este jornal. No dia seguinte ao pleito, quando tradicionalmente candidatos vitoriosos desfilam com discursos magnânimos, ele se desviou do protocolo e voltou a ameaçar a Folha.

Ao Jornal Nacional, da TV Globo, reclamou de reportagem que em janeiro revelou o emprego indevido de uma servidora de seu gabinete da Câmara dos Deputados. Na época, afirmou, ela estava em férias e por isso foi localizada em Angra dos Reis (RJ), onde o deputado mantém uma casa de veraneio.

Bolsonaro deixou de dizer, no entanto, que exonerou a funcionáriaapós nova visita de jornalistas da Folha ao balneário, em agosto, constatar que o desvio continuava. O Ministério Público abriu investigação para apurar se o deputado cometeu improbidade no caso.

Seria apenas mais um episódio desimportante de memória seletiva de um político se o presidente eleito não tivesse aventado se vingar da Folha quando assumir o Planalto, cortando-lhe verbas publicitárias federais. “Imprensa que se comportar dessa maneira indigna não terá recursos”, afirmou.

Pela primeira vez na história da Nova República, o eleito para servir à Constituição no cargo mais elevado sugere descumprir, uma vez empossado, o princípio constitucional da impessoalidade na administração. Está documentada a afronta, de resto reincidente.

Se mostra disposição para discriminar veículos da imprensa entre amigos e inimigos, que dirá quando os interesses em jogo tiverem mais vulto. Nessa toada logo surgirá a “bolsoburguesia”, composta de empresários palacianos abençoados pelo acesso privilegiado a fundos e regramentos federais.

Não foi ameaça, mas apenas crítica à Folha, tratou de aduzir o advogado Gustavo Bebianno, assessor do capitão reformado, talvez sentindo cheiro de questionamentos formais à frente. A distribuição da verba publicitária, afirmou, obedecerá a critérios técnicos. Este jornal vigiará os próximos lances em situação confortável, pois não depende de propaganda federal.

Depende do público leitor, parte do qual de pronto reagiu à truculência verbal de Bolsonaro e lançou uma campanha espontânea por assinaturas. Depende de seus anunciantes privados, que continuam a confiar na sua marca.

Depende da reputação decantada ao longo de décadas de fidelidade ao cânone do jornalismo profissional —gentilmente reconhecida pelo editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, diante da parvoíce pronunciada por Bolsonaro.

Veículos como a Folha não deixarão de escrutinar o exercício do poder porque seus detentores de turno resolveram adotar a tática da intimidação. Jair Messias Bolsonaro não precisa aprender a lição. Basta que se acostume com o fato.


NOTA OFICIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA

Cai a máscara de Edu Gaspar na Seleção Brasileira

Edu Gaspar e Tite

Adepto de procedimentos e ligações comerciais, nos bastidores da bola, que, em qualquer empresa relevante do pais, inviabilizariam-no para o exercício do cargo de gestor, o diretor de seleções da CBF, Edu Gaspar, defendeu ontem, em entrevista à FOX, a convocação de jogadores que estiverem disputando partidas decisivas por seus clubes, no Brasil.

Pior, ameaçou os que ousarem pedir dispensa:

“O atleta tem o direito [de pedir para não ser convocado], mas nas futuras convocações, obviamente vai ser muito bem pensado se ele vai voltar a ser convocado ou não. Todos os atletas que são convocados vão de muito bom grado”

“(…) se um atleta diz que não quer jogar na Seleção Brasileira, ele não vai jogar na seleção”

Edu, que é ligado a quase todos os agentes de jogadores que possuem interesse em ter seus convocados na Seleção, não nos clubes (para valorizá-los), costuma ser ouvido por Tite no momento de decidir a lista final de atletas, o que, diante do que já se sabia e o que agora foi revelado pelo próprio dirigente, explica bastante coisa.

Jô revela farsa do departamento de futebol do Corinthians

Em entrevista ao portal Lance!, o atacante Jô, ex-Corinthians, desmascarou, em descuido, grave mentira do departamento de futebol alvinegro:

“O Guilherme Arana já estava acertado (com outro clube) no meio do ano, Pablo também”

À época, dirigentes do Corinthians, que, evidentemente, sabiam das transações, diziam que lutariam para manter os jogadores no elenco.

Por conta do desmanche premeditado, o torcedor do clube sofre, nos dias atuais, o temor de retornar à Série B do Brasileirão.

Pai de goleiro do Corinthians diz que Blog do Paulinho pode “ir para o pau-de-arara”

No último domingo (28), o Blog do Paulinho rebelou que Claudinei Vidotto, pai de Matheus Vidotto, goleiro do Corinthians, cometeu crime eleitoral ao fotografar, na cabine de votação, seu voto ao então candidato Jair Bolsonaro.

Pai de goleiro do Corinthians comete crime eleitoral

Ontem, publicamos no facebook:

“A @folha segue ameaçada de censura pelo presidente fascista, disfarçada em boicote de verba publicitária à empresa, com acréscimo de investimentos, dos mesmos recursos, públicos, no concorrente, que portou-se como pelego de quem ocupava a dianteira nas pesquisas… é só o começo”

Numa das respostas à manifestação, surgiu Vidotto, demonstrando absoluto alinhamento com o pensamento do novo chefe da nação:

“Cuidado, a Folha já acabou… jornal não vende nem para embalar bananas, infelizmente, mas você não e pode ir para o “pau-de-arara””

Dono da pizaaria “Di Vidotto”, localizada à Rua Dona Ana Neri nº 744, no bairro do Cambuci, em São Paulo, Claudinei é mais um exemplo, entre tantos, de que boa parte dos eleitores de Bolsonaro não foram enganados, mas, miseravelmente, comungam de suas ideias mais sórdidas, revelando o atual estágio de miséria humana da população.

Jogador do São Paulo foi filmado transando com mulher de traficante antes de ser assassinado

O Blog do Paulinho revelou, ontem (30), que o episódio motivador do assassinato do jogador Daniel (24 anos), do São Paulo, teria sido ataque de ciumes de um traficante da região de São José dos Pinhais, por conta de relação do atleta com a esposa do sujeito .

Jogador do São Paulo teria sido morto por traficante enciumado

Recebemos, durante o dia, vídeo que mostra o jovem tricolor, de pé, transando com a garota em banheiro imundo, de local do mesmo padrão, sem utilização de preservativo, ou seja, correndo todos os riscos possíveis e imagináveis.

Por razões evidentes, não publicaremos.

O traficante, segundo soubemos, recebeu as imagens pelo whatsapp e preparou, posteriormente, a covarde emboscada.

Relato que serve de exemplo sobre condutas a serem evitadas, não apenas a outros jogadores, mas à juventude em geral, nesses tempos sombrios em que a vida humana é tratada com absoluto desprezo, principalmente pelos mais desprezíveis.

Atlético/MG se livra de Gallo, mas não pode tropeçar em Marco Aurélio Cunha

Ontem (30), após algum tempo de sofrimento, o Atlético/MG demitiu o dirigente Alexandre Gallo, que, nos bastidores, desde antes dos tempos de Seleção Brasileira, participava, ativamente, de transações com jogadores de futebol.

Para seu lugar, interinamente, assumiu o ex-atacante Marques.

Porém, parece que o novo dirigente ficará pouco tempo no cargo, porque os dirigentes do Galo (clube) sondam a contratação de Marco Aurélio Cunha, um dos atuais beijadores de mão da CBF, que, enquanto vereador de São Paulo, confessou colocar funcionário para bater ponto por ele, na Câmara.

Exemplos de conduta incompatíveis para o exercício do cargo mais relevante, depois da presidência, de um clube de futebol do porte do Atlético.

Corajoso, River Plate supera o Grêmio e está na final da Copa Libertadores

O River Plate está na final da Copa Libertadores da América, após jogar com muita coragem e vencer, de virada, por dois a um, ao Grêmio, que havia conquistado vantagem no jogo de ida, por um a zero.

No primeiro tempo, os argentinos sufocaram os gaúchos, que não passavam do meio campo, até os 35 minutos, quando Leonardo acertou grande chute da entrada da área e abriu o marcador.

O River, que precisava vencer o jogo, agora somente passaria de fase marcando, no mínimo, dois gols.

Na etapa final, o Grêmio equilibrou a partida, e, mesmo sendo atacado, defendeu com eficiência, criando boas jogadas no contragolpe.

Num deles, aos 21 minutos, Cicero deixou Everton na cara do gol, que perdeu gol inacreditável.

O castigo veio aos 36 minutos, quando Borré, aproveitando-se de chuveirinho na área, empatou a partida.

Mais um gol e o River conseguiria a classificação para a final do torneio.

Aos 42 minutos, após consultar o VAR, a arbitragem assinalou imprudente toque de braço de Bressan, marcando pênalti, corretamente, expulsando o zagueiro gremista.

Em apenas seis minutos o Grêmio foi punido pela falta de coragem dentro da partida.

Após alguma confusão, Martinez, aos 50 minutos, converteu o gol da virada e classificação dos argentinos.

O River Plate agora aguarda a definição do adversário, entre Palmeiras e Boca Juniors, que possui grande vantagem, de dois gols, conquistada, semana passada, em La Bombonera, podendo realizar uma histórica final caseira da Libertadores.

Conselho Deliberativo do Corinthians reuniu-se uma vez e meia ao longo de 2018

Antonio Goulart e Andres Sanches

Órgão responsável por fiscalizar o comportamento da diretoria, o Conselho Deliberativo do Corinthians, em 2018, demonstrou-se omisso, preguiçoso e incapaz de exercer o ofício para o qual foi designado.

Somente duas reuniões foram realizadas ao longo de 2018, uma delas tratada como “meio encontro”, porque, encerrada às pressas, impediu a manifestação de conselheiros.

Cobrado, frequentemente, por assocados, pela falta de trabalho, o deputado federal Antonio Goulart, presidente do Conselho, desconversa e nada resolve.

Assuntos não faltam a ser discutidos: elevação das dívidas, do déficit, falta de acordo para pagamento do estádio, ineficiência do marketing em fechar patrocínio relevante e também os naming-rights da Arena, equipe de futebol fraca, negócios nebulosos com jogadores, etc, etc, etc.

Alheio a isso tudo, Andres Sanches, o presidente da diretoria, segue tocando o clube como se fosse uma dessas suas empresas enroladas na Justiça, sem responsabilidade e com aparente má-intenção.

No Parque São Jorge, trabalhou-se demais pelo fim do “Chapão”, depois pelas eleições das “Chapinhas”, mas esqueceu-se do principal: entre os conselheiros eleitos deveriam constar pessoas que não precisem do Corinthians ou da ajuda de dirigentes para sobreviver, situação que, em regra, leva ao constrangimento muitos dos que deveriam fiscalizar a gestão, mas não podem fazê-lo por questões de sobrevivência pessoal.

Palmeirense Jair Bolsonaro grita “Vai Corinthians!” em bar de São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro, enquanto deputado federal e também durante a candidatura ao cargo máximo do país, frequentou as dependências da Arena Palestra, em dias de jogos, para, supostamente, assistir a jogos do time de coração.

Ontem, diversas matérias pós-vitória no pleito do último domingo, enfatizaram que a origem de seu nome se deve a homenagem ao craque palestrino “Jair da Rosa Pinto”.

Circulou, em meio a isso, em grupos de whatsapp de conselheiros do Corinthians, vídeo em que o novo presidente, em bar de São Paulo, entoa grito de guerra do maior rival alviverde:

“Vai Corinthians!”.

Confira, logo abaixo:

Coelho na toca: Corinthians ajuda a esconder auxiliar técnico que deu calote em aluguel

Coelho (dir)

Desde o dia 19 de março, data em que protocolou ação judicial de cobrança, a Sra. Elisabete Aparecida Rodrigues Santos tenta receber calote do auxiliar técnico do Corinthians, Dyego Coelho, braço direito do presidente Andres Sanches, referente a cobrança de alugueis.

O valor, há sete meses, era de R$ 3,5 mil, que, provavelmente, deve ter mais do que dobrado neste período.

Os oficiais de justiça relatam diversas visitas ao Parque São Jorge, mas, aparentemente, foram despistados pelo RH alvinegro, que informou a impossibilidade de encontra-lo noutras dependência do clube “porque está sempre viajando com o time”.

Não é verdade.

Coelho, que recebe de salário, mensalmente, dinheiro suficiente para vários anos de aluguel, trabalha, diariamente, no CT da Ayrton Senna, eventualmente, em datas de partidas de futebol, deslocando-se para a Arena de Itaquera e, de vez em quando, conforme tabela dos campeonatos, em viagem com a equipe.

Justiça nega liminar e inquérito contra Mustafá Contursi, por cambismo, segue adiante

Recentemente, os ex-parceiros Mustafá Contusi e Madame Leila Pereira, esposa do dono da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, brigaram e passaram a soltar seus respectivos “podres” no ventilador.

O mais conhecido, remete ao repasse de ingressos para jogos do clube, da crefizense ao dirigente, que teriam sido revendidos, em suposta prática de cambismo.

Em investigação interna do Verdão, Mustafá foi punido com advertência, alegando que doava as entradas por questões políticas, não em troca de dinheiro.

No âmbito da justiça criminal, mesmo após o pedido do MP-SP pelo arquivamento do caso, motivada por Leila Pereira, a Justiça decidiu realizar novas diligências, que, em tese, poderiam complicar o cartola alviverde.

Mustafá reagiu, ingressou com pedido de Habeas-Corpus para trancar o inquérito, alegando constrangimento ilegal, mas o TJ-SP indeferiu, dando prosseguimento às investigações.


Confira abaixo a sentença:

Nº 2232590-85.2018.8.26.0000 – Processo Digital. Petições para juntada devem ser apresentadas exclusivamente por meio eletrônico, nos termos do artigo 7º da Res. 551/2011 – Habeas Corpus – São Paulo

Impetrante: Ricardo Cáfaro – Impetrante: Carlos Gregorio Marcos Garcia – Paciente: Mustafa Contursi Goffar Majzoub

Trata-se de Habeas Corpus, com pedido de liminar, impetrado pelos advogados Ricardo Cáfaro e Carlos Gregório Marcos Garcia em favor do paciente MUSTAFÁ CONTURSI GOFFAR MAJZOUB alegando constrangimento ilegal por parte do MM. Juiz de Direito do Foro Central Criminal da Barra Funda Anexo de Defesa do Torcedor JECRIM de São Paulo.

Afirmam que o paciente foi investigado pela suposta prática do crime previsto no artigo 41-F e 41-G, ambos do Estatuto do Torcedor, e que foram ouvidas diversas pessoas, bem como elaborado um Relatório Final pela Comissão de Sindicância Interna da Sociedade Esportiva do Palmeiras representada por seu Conselho Deliberativo, que entendeu não ter ocorrido a prática de cambismo pelo paciente, havendo, apenas, advertência verbal em razão da cessão de ingressos gratuitamente com o cunho meramente político.

Prosseguem informando que o representante do Ministério Público requereu o arquivamento dos autos em razão da falta de provas, pois entendeu serem insuficientes os elementos para a propositura da ação penal, pois não comprovada a venda de ingressos e o recebimento de qualquer quantia em dinheiro.

Alegam que o Diretor Superintendente e principal acionista da empresa Crefisa S/A protocolou pedido para realização de diversas novas diligências a serem realizadas pela autoridade policial
e o representante do Ministério Público se manifestou favorável, sendo tais diligências deferidas pelo MM. Juízo.

Sustentam que o prosseguimento do inquérito policial constitui coação ilegal, uma vez que inexistem elementos que comprovam a prática de cambismo por parte do paciente, após um ano de investigações.

Aduzem ainda que o que se pretende nos autos do inquérito policial é a instauração do contraditório, com o intuito pessoal e político dos peticionários de usarem a manutenção do referido inquérito como moeda de barganha e coerção frente à influência do paciente na Sociedade Esportiva Palmeiras.

Asseveram que o retorno do inquérito policial ao distrito policial para cumprimento de novas diligências após um ano e um mês da instauração do referido procedimento afrontaria a garantia da duração razoável do processo, o que também deve ser aplicado à investigação criminal.

Pretendem a concessão da ordem para que seja determinado o trancamento do inquérito policial nº 0110689-68.2017.8.26.0050, por ausência de justa causa.

Postulam ainda a concessão da liminar para sobrestar o andamento daquele inquérito policial até o julgamento do presente writ.

É o relatório.

A despeito do quanto alegado pelos impetrantes, observo que a análise sumária da impetração não autoriza inferir se houve o preenchimento dos requisitos cumulados típicos da medida liminar. Observo ainda que a referida decisão não determinou a aplicação de quaisquer medidas cautelares em desfavor do paciente, mas apenas a realização de novas diligências, inexistindo, nas atuais circunstâncias, perigo na demora que justifique a concessão da medida liminar requerida. Isso porque, em verdade, a matéria arguida diz respeito ao próprio mérito do presente writ, escapando, portanto, aos restritos limites de cognição da cautelar, que há de ser deferida apenas nos casos em que exsurge flagrante a ilegalidade afirmada. Pelo exposto, indefiro, por ora, a liminar.

olicitem-se as informações à autoridade impetrada, remetendo-se, em seguida, os autos à Douta Procuradoria Geral de Justiça. Em seguida, com o r. Parecer, retornem imediatamente conclusos ao Relator.

São Paulo, 26 de outubro de 2018.

César Augusto Andrade de Castro
Relator

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