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Archive for março \31\UTC 2017

Suposto esquema de compra de votos no São Paulo teria a participação de primo de Aidar e financiamento de Abílio Diniz

março 31, 2017

Paulo Pontes

Ontem, o jornalista Paulo Pontes, da Jovem Pan, responsável por um site de torcedores do São Paulo (tricolornaweb), mesmo tomando cuidado com as palavras para não sofrer sansões judiciais, revelou fatos gravíssimos que estariam acontecendo nos bastidores das eleições Tricolores.

Disse ter sido procurado por três conselheiros de situação que confirmaram-lhe abordagem oriunda de representantes da chapa Eduardo Mesquita Pimenta (oposição), com promessas de quantia substancial em dinheiro para que mudassem seus votos no dia do pleito.

O dinheiro seria originário do empresário Abílio Diniz.

Entre os que estariam oferecendo dinheiro, foi citado Gabriel Aidar, primo do ex-presidente Carlos Miguel Aidar – expulso do São Paulo sob acusações de corrupção, prometendo “pacote de bondades que podem custar R$ 150 mil, R$ 200 mil”, segundo o jornalista.

Pontes revelou, ainda, estar de posse de mensagem de wathsapp, enviada pelo conselheiro Lucio Astolfo a uma conselheira do clube, dizendo que se ela se interessar pelo candidato (Pimenta) “é só avisar… tenho um pacote de bondades para você”.

O áudio dá conta ainda de que o responsável pelo cofre de Abílio Diniz, suposto financiador da compra de votos, estaria sob responsabilidade de Alex Bourgeois – o breve, mas que Douglas Schwartzmann também estaria ciente dos acontecimentos.

Diante do histórico de Mesquita Pimenta e dos demais citados na matéria, digamos que há razões, talvez, para não duvidar da veracidade das informações.

OUÇA ABAIXO OS TRECHOS MAIS RELEVANTES DAS REVELAÇÕES DO JORNALISTA SOBRE COMPRA DE VOTOS NO SÃO PAULO

Em tempo: em contato com o Blog do Paulinho, o jornalista Paulo Pontes afirmou que seu trabalho no site ‘tricolornaweb” nada tem a ver com o que executa na Jovem Pan, ou seja, não reflete a opinião da emissora.

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Empresário de jogadores será novo gerente da base do Corinthians

março 31, 2017

Após a rejeição ao nome de Marcelinho Paulista impedir o sonhado retorno, o diretor das categorias de base do Corinthians, Carlos “Nei” Nujud, obedecendo ordens do sócio de Andres Sanches, o sub-diretor Jaça, contratou um empresário de jogadores, da empresa Think Ball, para o cargo de gerente do setor.

Trata-se de Yamada, ex-goleiro do clube, que, no passado, foi agenciado por André Campoy (que também era ligado a Marcelinho Paulista).

Vale lembrar, Campoy é preposto de Andres Sanches para transações de jogadores de futebol.

A Think Ball quem tem entre seus proprietários o controverso Marcelo Robalinho, possui diversos atletas na base alvinegra, além de agenciar, também, os jogadores Léo Príncipe e Jadson (em parceria com Carlos Leite) no time principal.

O novo gerente da base alvinegra fez negócios, também, no Santos, em parceria com o então treinador “Pepinho”, coincidentemente agora contratado para dirigir o sub-20 do Corinthians, tendo como auxiliar o ex-jogador Coelho, também parceiro do parlamentar que manda no Timão.

Yamada, que comanda a Think Ball na ausência do proprietário e faz os negócios no Brasil, ou seja, não se trata de “mero funcionário” (o leitor ouvirá esta informação, do próprio, no áudio abaixo) diz que “se afastará da empresa”, assim como Sanches, em recentes entrevistas “que está afastado do clube há mais de um ano”.

Ouça e leia a transcrição de Yamada falando sobre seu trabalho como empresário, citando Léo Príncipe e Jadson como contratados da Think Ball:

“Eu recebi o convite da Think Ball, que é uma empresa global, né… que tem alguns escritórios, entre eles na Dinamarca, Holanda e Suiça… na Europa…”

“E a gente foi contratado (sic) para fazer a gestão do escritório, para ser o executivo do escritório”

“Dr. Marcelo Robalinho é o diretor internacional da empresa, passa  a maior parte do tempo mais fora do que dentro do país, né… então ele me confiou essa questão de gerir a empresa, o escritório”

“Obviamente eu tenho estado à frente das negociações nível Brasil”

“O grande desafio nosso lá é captar jogador no mercado, jogador talentoso… então a gente criou alguns processos no escritório, alguns critérios de “scouting” para você avaliar jogador… nós monitoramos todos os estaduais e a gente procura buscar o jogador por características…”

“Nós temos uma categoria lá que a gente entende que é uma categoria principal do escritório, que é dos 16 aos 23 anos”

“Você vê… hoje nós temos o Mariano no Sevilla, é um atleta da Think Ball, temos o Jadson na China, que é um mercado emergente, mas também temos um mercado paralelo…”

“Obviamente nas negociações você tem que pleitear uma comissão, que é natural”

“O Léo Príncipe, por exemplo, é atleta da Think Ball”.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

março 31, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

A farra dos seguranças às custas do Corinthians

março 31, 2017

Coronel Dutra

Recentemente, em demonstração de desgoverno absoluto, o Corinthians enviou para representá-lo na Conmebol, não o Presidente, Diretor ou algum conselheiro do clube, mas o chefe de segurança, Coronel Waldir Rapello Dutra, frequentador assíduo da corregedoria da PM.

Mas a moleza não para por ai.

Dutra sempre fez serviços relevantes para o deputado federal Andres Sanches (PT) – dono do clube, alguns absolutamente inconfessáveis, utilizando-se, inclusive, de seus subalternos, boa parte PMs, nem sempre de maneira regular, fazendo “bico” no Parque São Jorge.

Razão esta que lhe permite liberdades e favorecimentos inusuais à um simples segurança.

Gente do clube, sob a promessa de anonimato (por razões óbvias) enviou o seguinte relato ao blog:

“Demorou pra fazer materia da farra dos seguranças do corinthians.

“Sao eles que controlam os ingressos do CT, fazem cambismo e venda de ingressos todo jogo”

“Nos jogos, o coronel Dutra e o Ricardo parecem os diretores… mandam nos outros seguranças e ficam o tempo inteiro jogando pôquer e bebendo… participam até da reunião de contratação e escalação”

“Em Araraquara (no jogo Ferroviária e Corinthians), Coronel Dutra, Ricardo e Silvio Kirlen, três seguranças, foram ao puteiro “Sem Pressa” e voltaram mais de 5h para o hotel do Corinthians… falaram pra todas as putas que eram diretores do Corinthians”

“Entraram fazendo um puta barulho no hotel, acordaram até jogador, e depois só levantaram da cama no dia seguinte, quase 13h, depois dos jogadores… cade a chefia de segurança desse clube?”

“Andres sabe da farra toda dos seguranças, não faz nada e não deixa Roberto mandar embora”

“Ele sabe que a segurança assiste até jogo do camarote da Arena, leva familia e não faz nada”

O blog, que já flagrou farra semelhante à relatada pelo informante, tanto no estádio do Pacaembu, quanto em casa de tolerância de Presidente Prudente (Pops Drinks), em que não apenas os seguranças (entre os quais alguns dos citados), mas Andres Sanches, outros dirigentes e Ronaldo “Fenômeno” barbarizaram, não tem razões algumas para duvidar do que foi contado nas linhas acima.

Palmeiras está sendo exposto ao ridículo por dirigentes e jornalistas

março 31, 2017

Durante todo o dia de ontem, por conta de uma entrevista do ex-diretor de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, exigindo a colocação de uma estrela vermelha na camisa da equipe, e de matéria do jornalista PVC, que mostrou email da FIFA (desta vez não se tratou de fax) enviado ao então Ministro do Esporte Aldo Rebelo (que confirmaria um título mundial reconhecido pela entidade), a torcida do Verdão tem sido vítima das mais variadas gozações.

O assunto já está definido.

A FIFA, assim como este blog, considera que o Palmeiras é campeão de um torneio de âmbito mundial (Copa Rio 1951), porém amistoso, que não se tratava de um Campeonato Mundial reconhecido pela entidade, que somente o faz quando organiza os torneios.

É diferente, por exemplo, o tratamento dado ao Intercontinental, que tratava-se de um torneio oficial, que a FIFA reconhece como tal, apesar de também, pelos mesmos motivos (estar fora da gestão) não chancelá-lo.

Os campeões Intercontinentais podem ser tratados como mundiais porque era este o objetivo do campeonato, explícito e regulamentado, bem diferente da Copa Rio, que o tempo, a nostalgia e a imprensa tentaram transformar em algo maior do que realmente aconteceu.

O vexame a que o Palmeiras está sendo submetido, por alguns dirigentes e jornalistas, das mais diversas mídias, vestidos de verde (em horário de trabalho), implorando para que a FIFA aceite o clube no rol de seus vencedores é constrangedor.

A estrela vermelha de Frizzo serviria apenas para chacota de adversários, enquanto o email de Aldo Rebelo, evidentemente, trata-se de equívoco de expressão corrigido “n” vezes, pela própria FIFA.

O Palmeiras é grande, histórico e não precisa se humilhar, seja para colocar mais um título em sua galeria (tem força suficiente para conquistá-lo nos anos que estão por vir), quanto para conseguir dinheiro suspeito de patrocinadores que burlam Leis em busca de objetivos controversos.

Luciano Huck erra ao fazer discurso demagógico a quem não assiste o “caldeirão”

março 31, 2017

O apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, concedeu entrevista ontem à jornalista da FOLHA, Eliane Trindade – que mais parecia uma fã – que facilitou a exposição de discurso desprovido, por vezes, de verdade, noutras, de bom senso.

Há diferenças óbvias em falar para o público do “Caldeirão do Huck” e aos que leem um jornal tradicional, certamente mais antenados.

Em determinado momento, Luciano diz:

“Se foi golpe ou se não foi golpe (a queda de Dilma Rousseff), não importa.”

Este blog acredita que o impeachment foi justo e não se tratou de golpe; gente absolutamente respeitável tem posicionamento diferente; opiniões sobre se foi golpe são as mais diversas possíveis, cada qual com sua fundamentação.

Dizer que “não importa” é inadmissível.

Huck segue, em alguns trechos:

“(..) ficarei contente se puder ter melhorado o mundo à minha volta. Não gosto da ideia de viver de forma passiva. Somos curadores em tempo integral do futuro que queremos, precisamos imaginá-lo e criá-lo.”

“Sou a favor de todos os movimentos que ajudem a refazer e ressignificar as bases morais e éticas do Brasil.”

Esqueceu-se, talvez, a jornalista que o entrevistava, de questioná-lo sobre o episódio do crime ambiental, que a princípio negou, mas depois teve que correr atrás para resolver.

O apresentador fala ainda sobre ética na política e as características que, acredita, são fundamentais para um grande líder:

“As lideranças no mundo têm que reunir quatro características principais. Carisma é fundamental, capacidade de implementação. Mas, se ficar só nestas duas, você pode botar Hitler e Gandhi no mesmo saco. Acrescenta ética e já tira um monte da lista. Só que a pessoa carismática e ética pode ser egoísta. Aí coloca o altruísmo e você encontra os líderes que admiro.”

Depois, porém:

“(…) sou muito próximo do Fernando Henrique, a cabeça mais moderna do Brasil, e ele tem 85 anos. Sou amigo do Aécio [Neves, senador mineiro] desde que passei a dividir minha vida entre Rio e São Paulo, há 17 anos. Tenho carinho por ele (…)”

Desnecessário explicar as incoerência do discurso com as personalidades destacadas.

Sem contar que Huck, além destes, sempre foi cercado de amigos que não dão sorte com a justiça, entre os quais Eike Batista, J. Havilla, Ricardo Teixeira, Andres Sanches e por ai vai.

Se no “Caldeirão” tudo o que é falado pelo apresentador é “engolido” por um público, em grande maioria, dissociado da realidade, ao trazer as ideias para um debate mais qualificado, as mesmas não se sustentam diante dos fatos.

Caso Victor Ramos: o Inter em maus lençóis

março 31, 2017

Por JUCA KFOURI

O auditor do STJD, indicado pela CBF, Mauro Marcelo de Lima e Silva, acusou como falsos e-mails usados pelo Inter no caso Victor Ramos, do Vitória. Mauro Marcelo é homem de confiança do presidente da CBF e presidiu o TJD paulista quando o Marco Polo que não viaja era presidente da FPF.

É delegado de polícia e como tal, titular da 23ª DP em São Paulo, comandou o inquérito que não deu em nada sobre o caso do gás jogado no vestiário do São Paulo, na partida de volta das semifinais do campeonato estadual de 2008, no Parque Antarctica, contra o Palmeiras. Mauro Marcelo, fundador da ONG “Muda Palmeiras”, não se considerou impedido para comandar o inquérito que acabou, um ano depois, arquivado por “falta de vítimas”, embora o técnico Muricy Ramalho tenha sido fortemente afetado pelo gás e até as paredes do estádio saibam quem foi o palmeirense autor da façanha.

O delegado presidiu, também,  entre 2004 e 2005, por 367 dias, a Agência Brasileira de Informações (ABIN) durante o primeiro mandato do governo Lula, indicado pelo então chefe da Casa Civil, José Dirceu.

Foi demitido por ter chamado os membros da CPI dos Correios de “bestas-feras num picadeiro”. O Inter está em maus lençóis, nas mãos de profissionais…

Saiba mais sobre o assunto:

https://blogdopaulinho.com.br/2016/12/21/a-prova-de-que-a-cbf-mentiu-e-o-internacional-nao-falsificou-os-emails-anexados-ao-stjd/

Banco de Sangue de Hospital Estadual em São Paulo está fechado por falta de funcionários

março 31, 2017

Corinthians segue abandonado em sua gestão

março 30, 2017

Andres Sanches, Roberto “da Nova” Andrade e Mario Gobbi

Ontem, todos os presidentes dos grandes clubes de São Paulo, excetuando-se o do Corinthians, reuniram-se com a Secretaria de Segurança Pública para reafirmar o equívoco de manter “torcida única” nos clássicos disputados no Paulistinha.

O Timão enviou no lugar de Roberto de Andrade o advogado Luis Felipe Santoro, ligado a Andres Sanches.

Não é de hoje que o clube parece abandonado em importantes questões diretivas.

Em recente encontro com conselheiros alvinegros, diretores da Odebrecht disseram que, apesar de assinarem todos os documentos de autorização para as obras do estádio (inclusive as que não podem ser comprovadas – o que prejudicará o clube em negociações futuras), o ex-presidentes Andres Sanches e Mario Gobbi, além do atual Roberto de Andrade, enviavam prepostos para discutir decisões importantes da construção.

Detalhe: nenhum deles sequer passa perto de entender o mínimo possível sobre o assunto.

O primeiro, Lucio Blanco, alçado à gerente do estádio, trata-se, em verdade, do chefe de arrecadação do Corinthians (cuidava de venda de ingressos, etc), o outro, Caio Campos, trabalhou no departamento de marketing alvinegro.

Um descaso absoluto.

Por conta disso, a Odebrecht fez o que quis, quando quis, amparada em atualizações contratuais que sempre a favoreceram, sem a menor fiscalização, até porque os dirigentes alvinegros pareciam mais preocupados com a imagem (estádio erguido a qualquer custo) do que as consequencias (contrato mal formulado e checagem de procedimentos).

A conta chegou, é alta e, dentro das condições atuais, quase impossível de ser quitada.

EM tempo: Caio Campos ocupa cargo de diretor da SPR, antiga Poá Textil, empresa que tem criado problemas aos franqueados da “Poderoso Timão” e pela qual foi acusado, enquanto dirigente do Corinthians, de receber vantagens para favorecê-la.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

março 30, 2017

Blog do Paulinho

Por Fora do Campo

Alvará do camarote de Andres Sanches, em Itaquera, está em nome de agência ligada a Ronaldo “Fenômeno”

março 30, 2017

Dono da casa de shows Villa Mix, em São Paulo, o deputado federal Andres Sanches (PT) surpreendeu ao alugar camarote na Arena de Itaquera para comercializar ingressos do jogo da Seleção Brasileira contra o Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Aliás, foram R$ 650 por cabeça para 3.300 lugares, que, se vendidos todos garantiriam para o ex-presidente alvinegro arrecadação bruta de R$ 2.145.000,00 dos mais de R$ 12 milhões informados como renda da partida.

Não se tem notícias de quanto faturou o Corinthians.

Ousado, Andres, neste negócio, descumpriu o estatuto do Timão, que impede conselheiros de transações comerciais com o clube, e nem deu bola pela explicitação da aproximação com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, a quem tratava como desafeto.

O transação, porém, não fosse pelo Blog do Paulinho, teria seus verdadeiros beneficiários ocultados.

Tudo indica, no intuíto de não aparecer no negócio, Andres Sanches colocou a agencia de publicidade RF COMUNICACAO E PROMOCAO LTDA*, para negociar com a KLEFER, agencia da CBF, de propriedade do ex-presidente do Flamengo, Kleber Leite, aliado político no submundo esportivo.

Foi a RF, também, que conseguiu, em seu nome, o Alvará de Funcionamento do “Camarote Villa Mix” em Itaquera, aprovado apenas para o dia 28 de março de 2017 (descumprido porque a festa avançou para diversas horas do dia 29), para lotação máxima de 3.300 pessoas.

Os documentos do Alvará são: nº 2017-0047354-5 e SQL/INCRA nº 0014307210629-2 001.

Outra curiosidade, que não espanta, por razões óbvias, é que a referida agência é parceira de negócios de um grande amigo de Andres Sanches, da CBF e de Kleber Leite, o “fenômeno” Ronaldo, funcionário da Rede Globo.

Não deve tratar-se, diante de tantas proximidades, de mera coincidência.

*Correção: onde lia-se Multicase, anteriormente, na verdade tratava-se da RF Comunicação. O erro já foi corrigido. O restante da informação permanece inalterado.

Seleção Brasileira, Morumbi e Arena de Itaquera

março 30, 2017

Pode se tratar de acaso, coincidência ou até mesmo por conta da atmosfera do estádio (um mais distante e sombrio, o outro com o torcedor próximo e mais colorido), mas, para quem testemunhou ambas as situações, é diferente o comportamento da Seleção Brasileira quando atuava no Morumbi e agora no estádio em Itaquera.

Em 90% das oportunidades, o Brasil jogou mal e saiu vaiado da praça esportiva Tricolor.

E não se pode falar: “mas agora o treinador é o Tite”, porque equipes com Pelé, Zico e Ronaldo, em exemplo, algumas campeãs mundiais, desfilaram por lá, sempre com resultado semelhante.

O Morumbi parece funcionar mesmo, em algumas oportunidades (finais de torneios e Libertadores) para o São Paulo, enquanto a Arena em Itaquera, repito, sabe-se lá por quais junções de fatores, parece mais a cara da Seleção.

Freud talvez explique, porque este blog não vai se meter a besta de tentar encontrar solução para o que, apesar de sentir, não possui qualificação para esclarecer.

Ricardo Boechat arrasa com Romero Jucá tratando-o como “ladrão”

março 30, 2017

“Jucá, torço para que você entre na “suruba”, nú, de costas, no escuro e que a consequência lhe seja dolorosa”

(trecho de comentário do jornalista Ricardo Boechat, na BAND FM, referido-se a Romero Jucá (PMDB), a quem tratou diversas vezes como “ladrão”)


Ouça abaixo:

Para colocar camarote temático no jogo da Seleção, Andres Sanches fez negócio com Kleber Leite

março 29, 2017

Alguns torcedores pagaram R$ 650 para assistir ao jogo da Seleção Brasileira, na Arena em Itaquera, num camarote batizado como “Villa Mix”, que tem entre seus proprietários o deputado federal Andres Sanches (PT).

Não se sabe quanto o Corinthians recebeu para permitir a propaganda de seu dirigente.

A única certeza é que Sanches conseguiu o negócio por intermédio do ex-presidente do Flamengo, Kleber Leite, dono da KLEFER (de quem foi aliado no Clube dos 13), que, mesmo acusada pelo FBI de irregularidades gravíssimas, mantem-se negociando contratos pela CBF.

Obviamente, a custa de comissões.

Suspeita-se, há tempos, que Kleber Leite teria o hábito de partilhar esse tipo de rendimento com presidentes da Casa Bandida, situação em que poderia estar incluído o atual mandatário, Marco Polo Del Nero, foragido da polícia norte-americana.

Assim como Sanches, no Corinthians, levaria vantagens não contabilizadas por conta de evidente influência nas decisões do presidente, a quem conduziu ao cargo e depois, em re-acerto político, evitou o impeachment.

Convenhamos, um negócio que envolve, na mesmo contrato, assinaturas das três personalidades citadas, quando, tempos atrás, um falava cobras e lagartos do outro, é razão suficiente para ficar com pé atrás, a mão no bolso e os olhos muito bem abertos.

Seleção Brasileira, auge e a Copa da Russia

março 29, 2017

A Seleção Brasileira, em mais um espetáculo de futebol, não deu a menor chance para o Paraguai na vitória por três a zero no estádio de Itaquera, classificando-se, matematicamente, para a Copa do Mundo da Rússia em 2018.

Iniciou a partida um tanto quanto ansiosa, mas, assim que Phillippe Coutinho abriu o marcador, aos 35 minutos, com assistência a lá Sócrates de Paulinho (durante o jogo ele daria mais duas de calcanhar – parece estar se especializando), num golaço, a superioridade que já existia se acentuou.

Foi um passeio.

No início da segunda-etapa, Neymar cavou uma penalidade, bateu e perdeu.

Pior para os paraguaios que viram em sequencia uma exibição de gala do craque brasileiro, com todos os recursos possíveis, além de esplendorosa demonstração de técnica e explosão física.

Não tardou para, aos 18 minutos, Neymar roubar a bola na lateral esquerda do setor defensivo, passar pelo marcador, vencer o segundo, numa corrida espetacular, carregar até a área, balançar o corpo e deixar o terceiro atordoado, se enfiar no meio de mais dois e tocar, com enorme categoria, para o fundo das redes.

Para aplaudir de pé e nunca mais se esquecer.

No restante do jogo, o ídolo do Barça apanhou (desde a primeira etapa sofria botinadas), driblou, encarou e maravilhou.

Deu tempo ainda para Marcelo, aproveitando-se doutro passe de “doutor” de Paulinho, entrar na área a confirmar a vaga à Russia, de cavadinha.

Três a zero, reverenciados por uma Itaquera enlouquecida.

O Brasil chegará em mais uma Copa do Mundo com seus principais nomes no auge de suas capacidades, com favoritismo, que não garante título, mas grande possibilidade de imortalidade.

Neymar da Seleção é muito maior, importante e decisivo do que o do Barcelona, com o protagonismo evidente, além de liberdade técnica absoluta.

Paulinho, que já era bom no Corinthians, tornou-se excepcional pelas mãos de Felipão no mais improvável dos mercados da bola, o da China, defendendo, atacando e até criando, com uma classe que antes nem sempre demonstrava.

Um jogadoraço !

Phillippe Coutinho amadureceu e inferniza as defesas adversárias com grande habilidade, chamando a atenção para si, facilitando, em consequencia, a abertura de espaços para Neymar.

Por fim, Tite teve a coragem de continuar quando todos achavam que nada mais precisaria provar ao atingir o cume da glória no Corinthians, aceitando a gestão de uma Seleção Brasileira tida como fracassada, e, quase com os mesmos jogadores, reconduzi-la a um estado de grandeza que há tempos não se via, de excelência absoluta nos gramados, e, principalmente, emocionando ao torcedor que parecia ter desistido da equipe nacional.


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