
Teríamos, ontem, em reunião do CORI, discussão para aprovação da previsão orçamentária do Corinthians para o ano de 2017.
O encontro foi adiado para a próxima terça-feira, por falta de parecer do Conselho Fiscal, que ainda tem dúvidas sobre o material enviado pela diretoria de finanças, e deu novo prazo para explicações e alterações.
Como resultado, o clube entrará no mês de abril sem o documento que tem por objetivo impor limites a gastos, recebimentos e ações da gestão administrativa do clube.
É a primeira vez que isso ocorre na história do Timão.
Membros do Conselho Fiscal desconfiam que o Corinthians estaria descumprindo acordo de pagamento das dívidas fiscais (contraídas quando Raul Corrêa da Silva era diretor financeiro, que aproximam-se de R$ 1 bilhão, com juros e correções), já que as parcelas não estão especificadas na Previsão.
Por conta disso, o diretor de finanças, Emerson Piovesan, deverá ser questionado sobre o assunto, para explicar se a suspeita tem fundamento (caso contrário, terá que retificar o documento enviado aos conselheiros fiscais)
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