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Blog do Paulinho #27 (podcast)

 

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Assessor de Andres Sanches diz que CT do Corinthians foi pago por Ronaldo, mas dinheiro não consta na contabilidade do clube

“(o Ronaldo) virou para o presidente do Corinthians, o Andres, e deu um cheque de R$ 5 milhões”

(Olivério Junior, assessor de Andres Sanches)


Olivério Junior é assessor pessoal do presidente do Corinthians, Andres Sanches, há mais de duas décadas, mas não apenas dele.

Entre os seus clientes alvinegros está o empresário Paulo Garcia, dono da Kalunga, e o irmão dele, Fernando Garcia, além dos agentes de jogadores Kia Joorabchian e Giuliano Bertolucci, sem contar o médico Joaquim Grava, concidentemente, todos ligados ao mandatário alvinegro.

No último final de semana, participando de bate-papo com outros assessores de imprensa, mediado pelo jornalista Alexandre Preatzel, o intrépido Olivério Junior não se conteve e revelou um pouco do que testemunhou nos bastidores do Timão.

Em determinado momento, João Paulo Fontoura contava ter escutado de Ronaldo ‘Fenômeno’ sua influência para que o Corinthians tivesse uma moderna academia.

O assessor de Andres Sanches desmentiu:

“Quem arrumou a Academia do Corinthians fui eu… a Matrix é cliente minha… fui eu por um pedido do Joaquim Grava… a importância do Ronaldo fez com que a empresa fosse lá e colocasse os equipamentos”

Não é a primeira vez que Olivério Junior é flagrado se metendo em negócios do clube.

Mas a conversa não parou por aí e seguiu para uma revelação importante sobre a construção do CT da Ayrton Senna:

“O Ronaldo (Fenômeno) foi muito importante numa outra coisa… o Ronaldo foi treinar naquele campo que não tinha nada, não tinha alambrado, uma bagunça… chegou todo enlameado, virou para o presidente do Corinthians, o Andres, e deu um cheque de R$ 5 milhões… falou: “Quanto custa um CT?”… (o Andres) falou: “R$ 5 milhões’”

“Ele (Ronaldo) fez um cheque, deu na mão dele (Andres) e falou: “Faz… é uma vergonha um clube do tamanho do Corinthians”… isso ele fez! “É uma vergonha um clube do tamanho do Corinthians não ter um CT”.

Até então, a versão oficial sobre as obras do CT da Ayrton Senna era a de que a participação de Ronaldo foi apenas de consultoria, por conta da experiência que possuía em ter jogado em equipes relevantes da Europa.

Não há, em todos os balanços apresentados pelo Corinthians, desde que o ‘Fenômeno’ chegou ao clube, nenhuma menção a essa quantia, seja como empréstimo ou patrocínio ao empreendimento.

Ou seja, o dinheiro entrou no bolso de Andres Sanches, mas ninguém sabe, ao menos oficialmente, se saiu.

O fato é que os valores expostos pelo diretoria do Corinthians ao Conselho como gastos pelo clube nesta obra superam, e muito, os tais R$ 5 milhões (levando-se em consideração – e isso é de conhecimento de todos no Parque São Jorge – que o clube teve grande economia no fornecimento de materiais de construção, doados, por diretor alvinegro, em suposto esquema de desvio de obras da DERSA).

No dia 17 de setembro de 2010, reportagem do IG, assinada por Marcel Rizzo, dizia que, até aquele momento, o investimento no CT era de R$ 15 milhões (a obra total foi orçada, oficialmente, em R$ 27 milhões).

Ouvido na matéria, André Negão, que, ao lado de Joaquim Grava, gerenciou toda a operação comercial do negócio, declarou:

“Usamos apenas dinheiro do Corinthians na obra. Não teve financiamento, empréstimo, nada”

Andres Sanches, com a educação e transparência habitual, disse:

“Não interessa com o dinheiro de quem Corinthians construiu seu CT”

À época, a matéria já apontava para a obscuridade de informações, conforme revela o trecho a seguir:

“O valor gasto até o momento causou até uma saia-justa entre os dirigentes do clube. Sanchez disse que foram gastos R$ 19 milhões até o momento, Joaquim Grava entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões. Oliveira, que cuidou da parte financeira, garantiu que foram R$ 15 milhões e que essa diferença é porque alguns pagamentos importantes foram atualizados nas últimas semanas. Sanches, segundo Oliveira, já antecipou gastos”

Para ter acesso à íntegra da reportagem do IG basta clicar no link a seguir:

https://esporte.ig.com.br/futebol/2010/09/17/como+ronaldo+ajudou+o+corinthians+na+construcao+do+ct+9593899.html

A declaração de Olivério Junior, que, mais do que assessor pessoal, é amigo, confidente, parceiro de negócios e testemunha de muitos dos atos de Andres Sanches não pode ser minimizada.

Se faz necessária apuração minuciosa sobre o caso.

Dinheiro não costuma deixar rastro em negócios complicados, mas os cheques (meio de pagamento utilizado por Ronaldo para ‘doar’ os tais R$ 5 milhões), quando descontados, constam de extratos bancários e, nesse valor, precisam ser declarados em Imposto de Renda.

Justiça arquiva denúncia criminal do Santos contra Modesto Roma Junior por falta de provas

Recentemente, o Santos denunciou seu ex-presidente, Modesto Roma Junior, por estelionato e fraude cometidos no exercício do poder.

No final de 2019, o cartola foi expulso da agremiação.

Outros dois nomes ligados ao clube também foram investigados: Cesar Augusto Conforti e Osvaldo Eduardo Cardoso Ribeiro.

O Peixe alegou que Modesto utilizou-se do escritório Bonassa Bucker para embolsar dinheiro alvinegro nas principais ações judiciais.

Entre os casos citados estão: Neymar, Doyen e Teisa.

O valor do desvio foi avaliado em R$ 13 milhões.

Após investigação policial, o inquérito chegou ao Ministério Público, que opinou pelo arquivamento por falta de provas.

Na última sexta-feira (29), o juiz Valdir Ricardo Lima Pompêo Marinho, da 2ª Vara Criminal de Santos, acolheu a manifestação da promotoria e ordenou o arquivamento do inquérito:

“Arquivem-se estes autos de inquérito policial, figurando como Requerente o Ministério Público e o Santos Futebol Clube, e como Requeridos MODESTO ROMA JÚNIOR, CÉSAR AUGUSTO CONFORTI e OSVALDO EDUARDO CARDOSO RIBEIRO, com ressalva do disposto no artigo 18 do Código de Processo Penal”

Diz o art.18, referido na sentença:

“Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia”

Assessor de Leila Pereira apresenta-se como ‘corinthiano’ e ironiza o Palmeiras

Joaquim Grava, Bernardo, Oliverio Junior e Andres Sanches

Participando de bate-papo com outros assessores de imprensa, Olivério Junior, que trabalha não apenas para Leila Pereira, mas também para Crefisa e FAM, ironizou o Palmeiras, clube pelo qual madame alega torcer:

“No dia seguinte (a uma confusão no vestiário do Palmeiras) fui chamado pelo Mustafá Contursi: “você está louco?”… “mas louco, doutor? Todo mundo na imprensa sabe que eu sou louco, presidente…”

“Agora, o senhor é mais louco do que eu… o senhor põe um corinthiano na assessoria de imprensa o Palmeiras… quem é louco, eu ou o senhor? Eu de vir ou o senhor de me colocar?”

Olivério é o responsável pelas postagens, digamos, produzidas, que madame, diariamente, insere em suas mídias sociais trajando uniformes alviverdes.

Além disso, é encontrado, frequentemente, nos vestiários palestrinos.

Ele será o assessor de imprensa do Palmeiras se Leila Pereira vencer as próximas eleições, fazendo dupla na diretoria com o semelhante moral Paulo Serdan, presidente de ‘honra’ da Mancha Verde, que cuidará das categorias de base.

Consultora diz que clubes precisam de ‘trusted advisor’ para apontar seus erros

No último sábado, o programa Inacreditável, da Vibe Mundial 95,7 FM, entrevistou Daniela Badran, consultora de negócios com larga experiência internacional.

Em meio a questionamentos diversos, entrei no assunto sobre o tratamento desigual dispensado pelos clubes de futebol a seus funcionários em meio à pandemia do COVID-19.

Daniela confirmou que os cartolas erram com esse procedimento, que, segunda ela, poderia ser evitado com a contratação de um ‘trusted advisor’ (consultor de confiança):

“(…) é aquele cara que vai chegar no presidente, e o presidente vai pagar e autorizar essa pessoa a falar: “você está errado!””


Confira abaixo o trecho da entrevista, com a devida transcrição:

Os clubes de futebol estão cortando, para tentar sobreviver, pelo menos é o que estão alegando, 70% dos salários dos trabalhadores mais humildes. Em contrapartida, dos jogadores, não há corte algum. Há uma simulação de corte, com descontos, mas promessa de que os valores serão repostos quando tudo voltar ao normal. Aos trabalhadores mais humildes, não haverá reposição. Que orientação você daria aos presidentes de clubes como consultora? Está correto (o comportamento). Não é uma grande sacanagem?

“É. Por isso temos uma função, que, em breve, teremos muitas surpresas, sobre esse tema, que se chama ‘trusted advisor’ (consultor de confiança)”

“(trusted advisor) é aquele cara que vai chegar no presidente, e o presidente vai pagar e autorizar essa pessoa a falar: “você está errado!”

E eles (presidentes de clubes) odeiam isso

Eles escolhem que, vai falar que estão errados”

“Eu espero ser escolhida… já fui para alguns… e eu vou falar “está errado! Está totalmente errado!”

Desprezível e abjeta Ditadura Militar

Por Ministro CELSO DE MELLO*

“Guardadas as devidas proporções, o “OVO DA SERPENTE”, à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933), parece estar prestes a eclodir no Brasil !

É preciso resistir à destruição da ordem democrática, para evitar o que ocorreu na República de Weimar quando Hitler, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg, em 30/01/1933, como chanceler (Primeiro Ministro) da Alemanha (“Reichskanzler”), não hesitou em romper e em nulificar a progressista, democrática e inovadora constituição de Weimar, de 11/08/1919, impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição, em março de 1933, da Lei (nazista) de concessão de plenos poderes (ou Lei habilitante) que lhe permitiu legislar sem a intervenção do Parlamento germânico!!!!

“Intervenção Militar”, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, nada mais significa, na novilíngua bolsonarista, senão a instauração, no Brasil, de uma desprezível e abjeta Ditadura Militar !!!!”


*Mensagem enviada pelo whatsapp para os demais ministros do STF

Democratas ressentidos vencerão golpistas desesperados

Da FOLHA

Por CELSO ROCHA DE BARROS

É preciso fazer uma frente contra o autoritarismo de Bolsonaro, e, se ela for feita, ela vai vencer

Os bolsonaristas falaram mais de golpe de estado na semana passada do que esta coluna no último ano e meio, o que é um feito admirável. Do “Acabou, porra” de Bolsonaro ao “não é questão de se, é de quando” de Eduardo Bolsonaro, passando por Olavo de Carvalho pedindo a execução de Alexandre de Moraes, o jogo está cada vez mais aberto.

Bolsonaro nunca teve tantos motivos para dar um golpe. Seja pelos atentados à democracia, pela sabotagem à saúde pública ou pelo aparelhamento da Polícia Federal, é difícil imaginar um cenário em que o Brasil continue tendo lei e Bolsonaro não tenha problemas. Ainda tem ideologia, ainda tem projeto de poder, mas agora o golpe é para fugir da polícia.

As chances de sucesso de um golpe bolsonarista já foram maiores: quando tinham Moro e o lavajatismo na mão, quando tinham o dobro de aprovação popular, quando a reeleição de Trump parecia certa, quando ainda havia quem acreditasse em Paulo Guedes, quando Bolsonaro ainda não havia sido o pior governante do mundo no combate à pandemia.

Mas mesmo um golpe fraco pode ser bem-sucedido se não encontrar resistência.

É preciso fazer uma frente contra o autoritarismo de Bolsonaro, e, se ela for feita, ela vai vencer. Ela será forte o suficiente para intimidar e converter os golpistas prudentes, será forte o suficiente para destruir os imprudentes.

​Não é fácil montá-la. Será uma frente de gente que já brigou no limite de suas forças para derrotar outros membros da frente, de gente que já perdeu cargos por causa de outros membros da frente, que já foi sacaneada por outros membros da frente, que acha (em mais de um caso, com razão) que outros membros da frente são responsáveis por estarmos na situação em que estamos.

O ideal é que essa seja, inclusive, uma oportunidade para conversar, para dar uma olhada no que os outros democratas estão pensando, quem sabe dali não sai algo que sirva para sua própria reflexão? Pode ser uma chance de curar ressentimentos e construir novas alianças. Essas polinizações cruzadas não são raras em momentos como esse. O debate sobre a renda básica, por exemplo, parece estar cruzando fronteiras ideológicas.

A pandemia fortaleceu os governadores, e os governadores de esquerda vinham sendo mais moderados e abertos ao diálogo do que vários parlamentares progressistas (o que é normal, governadores precisam conquistar maiorias). Pode ser o momento de se construir um novo programa de centro, que ainda não existe. Quem não quiser dar palpites sobre os termos de sua reconstrução pode passar o resto da vida correndo atrás dele depois.

Mas se não der para fazer nada disso, não importa, vamos em frente, todo mundo com seus ressentimentos, todo mundo com as feridas abertas, cada um defendendo uma coisa diferente, unidos apenas na preservação da democracia constitucional brasileira. Ninguém precisa votar no mesmo candidato, levantar a mesma bandeira, falar com o mesmo vocabulário. Só é necessário que se esteja disposto a defender a liberdade do adversário mais do que o próprio programa.

A única certeza é que a república se lembrará de quem não a tiver defendido quando ela estava sob ataque, quando seus filhos morriam sem socorro. E nenhum trilhão que não veio vai servir de álibi. ​

Manifesto ‘Juntos pela Democracia’ é passo para virarmos o jogo

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

A reação começou forte e a virada se aproxima. A torcida brasileira acordou de vez

O gol estava na primeira página desta Folha no sábado (30 de maio) com remissão para a página 5, embora não fosse a de esportes, naturalmente meio escondida nestes tempos de pandemia.

Graças à dupla Carolina Kotscho e Antonio Prata como representante de um time que resolveu mobilizar a massa.

Que golaço! Mais de 150 mil assinaturas no manifesto “Juntos pela Democracia”, capaz de reunir, como se fossem os tempos das “Diretas Já”, o tricolor Raí e o alvinegro Casagrande, sob a benção do discreto, e sempre certeiro, Doutor Tostão.

Caetano Veloso e Lobão. Don Odilo Scherer e Frei Betto.José Carlos Dias e Miguel Reale Jr. FHC e Guilherme Boulos. Marcelo Freixo e Sarney Filho. Flávio Dino e Cristovam Buarque.

O chamado arco da sociedade civil, enfim, de novo reunido, com todas as suas diferenças, contra o fascismo.

Carolina Kotscho, brilhante roteirista, e Antonio Prata, reluzente cronista, ficarão bravos pelo destaque da citação, porque, de fato, representam uma criação coletiva. Acontece que ambos são a prova provada de que quem sai aos seus não degenera, filhos de casais com contribuição inestimável ao jornalismo e a cultura nacionais: Ricardo e Mara Kotscho e Marta Góes e Mário Prata.

É comum você ouvir de comentaristas de futebol que o gol saiu na hora certa, como se houvesse uma hora errada para fazer gols. O gozado é que há.

Para quem sofre, claro, é sempre a hora errada, mas este gol veio na hora exata em que os 11 do Supremo Tribunal Federal andavam precisando sentir o pulso da sociedade e em que o Congresso Nacional tinha mesmo de receber uma injeção de coragem e cidadania.

Na marcha da resistência de entidades como a Associação Brasileira de Imprensa, a Comissão Arns, as centrais sindicais, o Direitos Já, o Instituto Vladimir Herzog, a Ordem dos Advogados do Brasil, um grupo de jovens, com outros atores nem tanto, brota de repente e, ao perceber a bola quicando na área, faz o gol necessário para derrotar a letargia e ressoar mesmo em dias de quarentena.

Estão lá entre os signatários o corajoso Felipe Neto, além de influenciadores como Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Luciano Huck e Marcelo Tas. E Drauzio Varella, de sete instrumentos.

O time dos escritores é de babar: Ignacio Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo, Milton Hatoum, Raduan Nassar e Paulo Coelho, entre outros.

E as mulheres?

Poderia reunir todas numa só: Fernanda Montenegro.

Mas tem também a sua filha, Fernanda Torres. E tem Patrícia Pillar. E Adriana Calcanhoto, Beth Mendes, Camila Pitanga, Eliane Brum, Helena Ranaldi, Jandira Feghali, Laura Carvalho, Letícia Sabatella, Lilia Schwarcz, Luiza Erundina, Maria Adelaide Amaral, Marieta Severo, Monja Coen, Vera Zimmermann, Zezé Motta, centenas, melhor dizendo, milhares.

Entre os filósofos você escolhe: Vladimir Safatle ou Luiz Felipe Pondé? Renato Janine Ribeiro ou Leandro Karnal?

Entre economistas não é diferente: Eduardo Moreira ou Armínio Fraga? Cadê os empresários? Ora, também estão: Paulo Francini, como sempre, e representantes tanto dos Diniz como dos Klabin, além de Guilherme Leal.

“Vamos virar o jogo” foi o lema da campanha que elegeu o imortal jornalista Audálio Dantas deputado federal em 1978, quando a ditadura começava a ser derrotada.

Faz dois anos que ele morreu. Seu espírito e exemplo sobrevivem.


EM TEMPO: a assinatura do representante deste Blog do Paulinho também está no ‘Manifesto pela Democracia’

Corinthians, FIFA e naming-rights

Recentemente, o Cruzeiro foi apenado pela FIFA por conta de calote na transação do jogador Denilson.

Iniciará a Série B com seis pontos negativos.

Péssimo pagador notório desde que Andres Sanches assumiu o poder, o Corinthians precisará se coçar para não ter destino semelhante.

A entidade máxima do futebol notificou o Timão sobre falta de pagamento na contratação de Bruno Mendez, concedendo prazo máximo de 45 dias para quitação de quantia próxima dos R$ 5 milhões.

Existe ainda outro problema, também sob análise da FIFA, referente a falta de quitação de R$ 2,6 milhões do empréstimo de Sidcley junto ao Dínamo de Kiev.

Em recente ‘live’, Sanches garantiu que o Corinthians não mantinha pendências com a entidade.

Mentiu.

Levando-se em consideração que boa parte dos atletas alvinegros estão sendo negociados do exterior, é bem provável que as confusões não parem por aí.

A diferença é que, enquanto a Justiça brasileira limita-se a bloqueios de recebíveis, a FIFA ‘ataca’ a questão esportiva, através da incompetência e irresponsabilidade dos próprios clubes.

No primeiro momento, perda de pontos; na reincidência, rebaixamento.

É pouco provável que, em momento eleitoral, a diretoria do Corinthians deixe de resolver a questão, até porque os agentes com ela envolvidos, por motivações comerciais, não podem ter suas ‘mercadorias’ desvalorizadas, mas o simples fato desses vexames terem tornado-se internacionalmente publicos respingará na credibilidade da agremiação, inviabilizando outros negócios que poderiam surgir no futuro.

Alguém tem dúvida ainda das razões da inexistência de interessados em dar nome ao estádio de Itaquera?

Inacreditável #05 – entrevista com Daniela Badran

Inacreditável #05 – entrevista com Daniela Badran

Programa Inacreditável, da Vibe Mundial 95,7 FM, que apresentei ao lado de Marcelo Santos e Fernando Pereira.

Nossa convidada foi Daniela Badran, CEO e Fundadora da Dunia Ideas, especialista no mercado Multinacional com foco em Desenvolvimento Humano.

Imperdível!

União de Arena Itaquera com marketing do Corinthians gera neto a José Dirceu

A gerência financeira do estádio do Corinthians, capitaneada por Joana Saragoça, filha do petista José Dirceu, e o departamento de marketing alvinegro, do qual Breno Augusto Felício é funcionário, não são conhecidos, propriamente, pela eficiência administrativa.

As contas da Arena são pra lá de duvidosas e os parceiros comerciais do Timão absolutamente irrelevantes (e agora, por conta da pandemia, sequer pagam a mensalidade ao clube).

Mas, em meio ao caos, surgiu o amor.

Ambos estão ‘gravidos’ e presentearão José Dirceu com um netinho.

Não é o primeiro filho que Breno ‘encomenda’ nos bastidores alvinegros.

O rapaz foi casado com Natália Zago, filha do ex-gerente de futebol do Timão, Antonio Carlos Zago, donde resultou uma bela garotinha.

Ou seja, na labuta, uma ‘ovelhinha’, na arte conquista, um ‘leão’.

Falta Flávio Bolsonaro explicar por que demitiu o correto Fabrício Queiroz

Da FOLHA

Por ELIO GASPARI

Outro dia, respondendo ao governador Wilson Witzel, o senador Flávio Bolsonaro lembrou, a troco de nada, que “você ficava ligando para o Queiroz para correr atrás de mim na campanha. Sabia que o Queiroz estava do meu lado. Um cara correto, trabalhador, dando sangue por aquilo que acredita.”

Desde o final de 2018, esta foi a primeira vez que o 01 louvou a figura de Fabrício Queiroz, faz-tudo do gabinete de seu pai.

De vez em quando, Queiroz queixa-se de abandono, pois já temeu que os procuradores tenham um objeto “do tamanho de um cometa para enterrar na gente”.

Falta explicar por que o senador demitiu o “cara correto, trabalhador” que dá o “sangue por aquilo que acredita” pouco antes da realização do segundo turno da eleição presidencial. No mesmo dia, Jair Bolsonaro demitiu a filha de Queiroz, lotada no seu gabinete da Câmara dos Deputados.

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