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Arquivo do Autor

Heverton, a padaria e a Portuguesa

outubro 21, 2017

Personagem principal de um dos episódios mais vergonhosos da história do futebol brasileiro, a venda do rebaixamento da Portuguesa no campeonato brasileiro de 2013, o atacante Heverton, que nunca recebeu salários expressivos, parece ter se dado bem, ainda assim, em sua carreira no futebol.

Recentemente, adquiriu uma das padarias mais famosas de São Paulo, a Nova Veredas, no bairro da Mooca, conhecida não apenas pela qualidade dos produtos, mas também por cobrar preços acima dos praticados, em média, no mercado.

A transação, que não teve valor divulgado, segundo especialistas, custaria muitos milhões de reais.

Enquanto isso, a Portuguesa, de quem o jogador dependia para receber o sustento da família há quatro anos, nunca mais se recuperou, em vias de perder boa parte do patrimônio (estádio, inclusive), sem dinheiro para pagar as contas mais básicas do Canindé.

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Alckmin estapeia a face de João Dória… com pelica

outubro 20, 2017

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Sabatina de Andres Sanches no Corinthians foi um fiasco

outubro 20, 2017

O ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, compareceu ontem ao clube para sabatina com associados que vem sendo realizada ao longo dos últimos meses, somente com candidatos às próximas eleições, em 2018.

A participação, pura e simples, indica seus objetivos, apesar da candidatura ainda não ter sido formalizada.

O encontro foi um fiasco.

Seguramente, em comparação às anteriores, realizadas com Roque Citadini, Osmar Stabile, Romeu Tuma Junior e Paulo Garcia, a sabatina apresentou menor interesse do público, quase todos notórios correligionários do deputado.

Sem controvérsia, o bate-papo limitou-se a levantamentos de bola para que Andres repetisse as mentiras habituais.

Noutros tempos, o simples anúncio da presença do dirigente em evento de “boca-livre”, como o realizado ontem, arrastaria centenas de pessoas ao Parque São Jorge.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

outubro 20, 2017

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Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Empresário de jogadores ligado ao Corinthians entra na mira do FBI

outubro 20, 2017

Andres Sanches, Fernando Garcia e Paulo Garcia

O FBI pediu colaboração dos órgãos e investigações brasileiros para tentar identificar o proprietário de uma “off-shore” que teria sido utilizada por diversos dirigentes de clubes para receber dinheiro indevido em transações de jogadores.

Os investigadores americanos acreditam que a conta pertence ao agente Fernando Garcia, irmão do dono da Kalunga, Paulo Garcia, que tem no Corinthians sua principal fonte de negócios.

A informação partiu de delação premiada na Nike, nos EUA, que indicou locais de pagamentos de propinas a dirigentes.

Fernando Garcia já é réu de ação promovida pelo MPF por fraude em transação de jogadores em conluio com o departamento de registros da CBF.

Nuzman sai da cadeia, mas estará preso, perpetuamente, à fama de ladrão

outubro 20, 2017

Não há imoralidade, nem descumprimento à Lei, na decisão do STJ que, por unanimidade, decidiu conceder liberdade ao ex-presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, que estava preso, preventivamente, acusado de corrupção.

O caso seguirá na Justiça e o ex-ditador do olimpismo brasileiro será julgado pelos crimes cometidos.

É bem provável que Nuzman seja condenado, e que também venha a responder outras ações, de teor semelhante, com o avanço das investigações.

Se algum dia será encarcerado novamente ?

Impossível saber, nesse sistema judiciário brasileiro, rápido e de mão pesada para uns, letárgico para outros.

Certeza apenas é que, independentemente da punição penal, Nuzman já está condenado, perpetuamente, a viver sem o poder e os benefícios a ele atrelados, a nunca mais frequentar lugares públicos sem ser apontado como ladrão.

Pior ainda: a ver sua foto de preso exposta na internet sempre que alguém procurar saber um pouco de sua história.

Para alguém com sua notória vaidade trata-se quase de uma sentença de morte.

Empresa de limpeza do Corinthians dá calote em funcionários, mas banca evento em homenagem a Galvão Bueno

outubro 20, 2017

Roberto Andrade, Eduardo Caggiano, Andres Sanches e André Negão

Revelamos, na última semana, que a empresa EMBRASE – Seguranças & Serviços atrasou pagamento de salários e benefícios de seus funcionários, repassando calote de seu contratante, o Corinthians,

https://blogdopaulinho.com.br/2017/10/11/paralisacao-de-funcionarios-traz-a-tona-suspeitas-de-pagamentos-indevidos-a-dirigentes-do-corinthians/

Ambos, claro, estão errados.

Se no caso do clube de Parque São Jorge não pagar compromisso em dia é praxe, no da empresa torna-se injustificável, até por conta da confortável situação financeira em que se encontra.

Esta semana, em exemplo, a EMBRASE promoveu, em Cotia/SP, o torneio beneficente de golfe “Galvão Bueno”, com direito a promoção, em vídeo, realizada pelo próprio.

Comparecerem diversas personalidades, entre as quais: Rubens Barrichello, Felipe Simas, Hortência Marcari e Evandro Mesquita.

Certamente, o custo total do evento ultrapassa, e muito, a folha de pagamento dos humildes funcionários que prestam serviços no Parque São Jorge, que recebem, se tanto, um quarto dos quase R$ 4 mil cobrados por cabeça, em nebuloso acordo entre a prestadora e o diretor alvinegro Eduardo Caggiano, este submisso ao comando do vice-presidente, André Negão.

Lembrando que o dono da EMBRASE, Wagner Martins, amigo pessoal de Galvão Bueno e Faustão (por conta do serviço principal da empresa, o fornecimento de seguranças), comprou, recentemente, empresa de serviços no Rio de Janeiro, a “Personal”, com doze mil funcionários, sendo oito mil deles prestadores de serviço da Petrobrás, absolutamente ligada aos escândalos envolvendo o ex-Governo petista, partido que ajudou a eleger o deputado federal Andres Sanches, de quem ambos os dirigentes alvinegros citados beijam as mãos.

WTORRE agride Palmeiras em acordo com presidente do clube

outubro 20, 2017

O leitor do Blog do Paulinho, desde sempre, soube que boa parte das clausulas assinadas no acordo entre WTORRE e Palmeiras, para a construção do estádio, foram alinhavadas para beneficiar, desproporcionalmente, a construtora.

Algumas caíram por terra quando o ex-presidente Paulo Nobre decidiu partir para a disputa arbitral, em que o clube saiu vitorioso, não só revertendo questões que implicariam em grave desfalque financeiro (o problema da divisão de cadeiras para a comercialização), como também encontrando muitos milhões de reais que foram entregues pela “parceira” em desacordo com o previsto em contrato.

Por conta disso, a WTORRE foi intimada a refazer boa parte das obras.

Em golpe de sorte da construtora, ou talvez, em lance comercial, o novo presidente do Palmeiras, Maurício Galliote, traiu o antecessor antes mesmo de esquentar a cadeira, e, em vez de cobrar as pendências, decidiu se aproximar de Walter Torre Junior, que, junto com a empresa que nomeia, estão sendo investigados por diversos crimes no âmbito da “Operação Lava-Jato”.

Ontem, circulou a informação, confirmada por fonte, de que a WTORRE, exercendo clausula contratual, solicitou quase 300 dias, de 360, para utilização do estádio para shows e demais eventos, dos quais o Palmeiras lucra 20% do lucro (quando existe, lembrando que a contabilidade fica a cargo da construtora).

Levando-se em consideração o período de montagem e desmontagem de palcos, além do estrago do gramado, em verdade, o Palmeiras foi chutado de sua própria casa.

O estrago é ainda maior levando-se em consideração a necessidade de alugar o Pacaembu para mandar jogos fora da Arena (a WTORRE ajuda bancando apenas parte da fatura), a evidente queda de arrecadação (ninguém pagará o mesmo valor de ingresso para sentar no cimento), além da depreciação de acordos comerciais futuros, muitos deles ligados à exposição no novo estádio.

Soubemos, ontem, por gente da construtora, que o presidente do Palmeiras, cada vez mais serviçal a Walter Torre, deu anuência ao comportamento da construtora, o que, provavelmente, não terá coragem de confirmar publicamente.

Galliote, em ato que beira o cinismo, disse a algumas pessoas do clube que “colocará o jurídico para analisar o caso”, que já analisou dias atrás, com seu novo parceiro de negócios, na suntuosa sede da empresa, na mesma sala em que Antonio Pallocci recebeu por palestras que nunca foram, de fato, realizadas.

Jornalista se diz preocupado com omissão da ACEESP em demissões da Rede Globo

outubro 20, 2017

O Blog do Paulinho foi procurado por jornalista que, na condição de anonimato, por conta de temer represálias, desabafou sobre o que considera omissão da ACEESP (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo):

“Olá Paulinho, como vai?

Ainda sobre as demissões que Sportv/Globo/Globo Esporte fizeram nesta semana, tem uma história para a qual queria chamar a sua atenção.

Os responsáveis pelos cortes, como é praxe na maioria dos casos, não tiveram um mínimo de sensibilidade. Muita gente estava escalada para trabalhar, saiu de sua cidade de origem e quando chegou à cidade onde iria acontecer a transmissão, foi comunicada da dispensa.

Foi o caso do comentarista Rivelino Teixeira, que se deslocou até Varginha para a transmissão de Boa Esporte x Internacional.

Um outro caso foi o do narrador Bachin Jr.., escalado para narrar Santos x Flamengo pela Copa do Brasil Sub-17.

No entanto, o caso de Rivelino ganha contornos mais dramáticos. Hoje, o Luiz Augusto Simon, blogueiro do UOL postou a seguinte mensagem no Twitter:

https://twitter.com/BLOGDOMENON/status/921031418708398080

A esposa do comentarista teve um AVC.

Não seria caso de uma nota por parte da Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) posicionando-se contra a forma como muitas dessas demissões foram comunicadas? Bom, até agora nada e não há indícios de que alguma coisa vá ser publicada.

Para mim, o motivo tem um nome: Maurício Noriega, vice-presidente da entidade e comentarista dos canais Sportv. Enquanto a entidade que ele dirige fica em silêncio, ele, enquanto pessoa físíca, faz posts constantes no Facebook, muitos deles com temas políticos, algumas palavras sobre jornalismo, mas não há qualquer palavra de solidariedade direcionada aos colegas que saíram.

Não é segredo o fato que a Aceesp vai se esvaziando cada vez mais. Os clubes agora são os responsáveis pelo credenciamento de profissionais nos estádios. Existe a concorrência da Aceisp, cuja carteirinha é aceita também nas praças esportivas do estado de São Paulo. E ela não serve nem para se posicionar em certas situações. Ou quando se posiciona, é seletiva, conforme eu apontei a você em mensagem anterior. Temo pelo futuro da entidade, enquanto ela estiver na mão desse grupo.”

NOTA DO BLOG: a citada ACEISP é alternativa ainda pior, gerida que é pela quadrilha do site Futebol Interior, que tem como proprietários Arthur Eugênio Mathias, Elcio Paiola e Edgard Soares

Identifiquem estes ladrões que agem na Mooca

outubro 20, 2017

Por ANDRÉ LUIZ CARVALHO*

Alô rapaziada da Mooca e região.. .

Estas três pobres vítimas da sociedade entraram e ROUBARAM vários objetos de valor, monetário e sentimental, do apartamento de meu sobrinho, na Av. Paes de Barros, no domingo dia 15.

Quem puder me ajudar com qualquer informação sou muito…(MUITO MESMO) grato…

Serão bem tratados…

*ANDRÉ é professor de Educação Física da Academia Runner, na Mooca, corinthiano militante, BMV (quem é do Brás entenderá) e amigo deste jornalista desde os tempos de adolescência.

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outubro 20, 2017

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Corinthians é notificado por descumprimento de TAC assinado para liberação das obras do estádio

outubro 19, 2017

A Prefeitura de São Paulo, através da Superintendência de Obras Viárias, notificou o Corinthians, oficialmente, por descumprimento de TAC assinado junto ao MP-SP, de contrapartidas, avaliadas em R$ 12 milhões, obrigatórias para a liberação do estádio de Itaquera.

Trata-se do Item 5 do ofício 009/obras/001/2017, referente às obrigações assumidas à obra de canalização de águas pluviais da Rua José Vieira de Mattos.

O clube terá dez dias para responder a notificação, comparecendo à Av. São João nº 473, 14º andar ou ligando para a simpática funcionária Andréa, no telefone (11) 3397-9710, sob pena de ser colocado em “situação irregular”.

Em seu ofício, a Prefeitura diz que, comprovado o descumprimento, encaminhará a informação ao órgão fiscalizador (MP-SP), para que sejam executadas as devidas diligências.

Neste TAC, assinado em 2011, o Corinthians comprometeu-se, além de finalizar a obra descrita, a construir o estádio em Itaquera no período de três anos (até 2014), e também a realizar os R$ 12 milhões em contrapartidas (que poderiam ser ampliados em caso imprevistos e de exigência dos órgãos municipais).

Toda a execução do acordo já estava atrasada: R$ 4 milhões destas obrigações deveriam ter sido finalizadas até 31 de dezembro de 2014; os outros R$ 8 milhões findarão apenas no final de 2019, ou seja, pelo andar da carruagem, o próximo presidente alvinegro herdará compromissos do passado (com a necessidade de realizá-los às pressas), além do que já era necessário complementar no futuro.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

outubro 19, 2017

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Blog do Paulinho

(Hoje não teremos apresentação do programa por conta de compromissos assumidos pelo Blog. Retornaremos amanhã, às 10h30. Fique atento em nosso canal do YouTube… durante o dia novos vídeos serão postados)

Conheça detalhes da organização criminosa “Sol Embalagens”, ligada a Andres Sanches (PT)

outubro 19, 2017

Andres Sanches, Tadeo Sanchez e Ronaldo

Investigado criminalmente pelos MP-SP e MPF, além de Polícia Federal e STF, a organização criminosa gerida pelo grupo “Sol Embalagens”, da família do deputado federal Andres Sanches (PT), desespera-se, diariamente, ao ver esgotar, diante da mudança de quadro político nacional, fontes de recursos e parceiros para ocultação de seus malfeitos, situação ampliada após a queda do PT, a quem ajudava financeiramente para ser beneficiada comercialmente.

O Blog do Paulinho, que desvendou os segredos dessa gente e é base de boa parte dos procedimentos judiciais que os afligem, teve acesso, recentemente, a detalhes do organograma funcional da quadrilha, com revelações importantes repassadas por gente de dentro da organização.

Graúdo membro da facção revela:

“O Andres Sanches sempre foi um problema para a família… era um vagabundo que ficava criando problemas no CEASA… para que não o matassem por conta de golpes que aplicava no local, o pai dele, que sempre foi trabalhador, implorou para o José Sanchez (primo) lhe dar emprego na SOL”.

O primo de Andres Sanches, citado pela fonte, trata-se de José Sanchez Oller, que seria, de fato, o “Poderoso Chefão” do esquema, que consiste, resumidamente, em criar empresas fantasmas em nomes de “laranjas”, quase sempre funcionários, para que estas atuem no crime de “arara” e também, soubemos, em evasão de divisas, contrabando, etc.

Nosso informante explica como Andres Sanches deixou de ser empregado para tornar-se um dos ‘prepostos” da quadrilha:

“Depois de algum tempo, o José Sanchez e os outros diretores, após verificação, constataram que o Andres estava roubando a própria família, mas também que era habilidoso, levava jeito para praticar delitos… por isso, em vez de criar confusão, o Zé, que sempre foi safo, em vez de demiti-lo disse: “você não gosta de trabalhar… então vou dar um jeito de ser útil para nós e ainda lucrar com isso”… foi aí que colocaram o Andres para ser “laranja” de empresas em Caieiras/SP… “

Com a entrada do ex-presidente do Corinthians no sistema, o grupo SOL passou a funcionar da seguinte maneira:

  • José Sanchez Oller comandava toda a operação do escritório central da SOL Embalagens, em Camaçari/BA, e da SOL Embalagens Flexíveis, em Caieiras, funcionando como patrão de todos, o homem a ser obedecido;
  • A contadora Itaiara Pasotti, prima de Andres (que também está sendo inquerida nas ações criminais citadas), era a responsável por executar e repassar as ordens do “Chefão”para os diretores, e destes para os subalternos;
  • Seis eram os diretores, cada qual responsável por um grupo de empresa de fachada, desde a abertura, até a gestão operacional e financeira dos golpes: Andres Sanches, Wagner Martins Ramos, Wanderley Gomes Gallego, Tulio Monte Azul, Tadeo Sanchez Oller e Ismael Pugliese;
  • Haviam outros nomes, subalternos, que revezavam-se para compor a sociedade com os diretores e tinham também a responsabilidade de abrir novas lojas, para que dessem vazão à produção e às compras, que existiam, muitas vezes, somente no papel.
  • Filiais foram abertas, neste procedimento, no Amazonas, em Belém/PA, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em boa parte do Nordeste (Fortaleza, Salvador, etc) e, obviamente, em São Paulo (Capital, Sorocaba, Campinas, etc).
  • Atualmente, está em operação, no CEASA de Campinas/SP, uma “SOL EMBALAGENS”, que existe apenas no papel, realiza os mesmos golpes, escondida num dos diversos galpões do local, em que, por vezes, são alocados, segundo nossa fonte, produto de compras que jamais serão pagas aos fornecedores;
  • Era através das factorings, também abertas em Campinas/SP, entre as quais a famosa SALAMANDRA (exposta pelo Blog do Paulinho após Andres Sanches utiliza-la para emprestar dinheiro ao Corinthians, trazer para o Brasil recursos que seriam ligados a Kia Joorabchian e, dizem, lavar dinheiro do PT), geridas todas pelo Uruguai, através da empresa New But, em Montevidéu, inscrita em nome de Wagner Martins Ramos (um dos seis diretores da SOL), que girava toda a operação financeira da organização criminosa;
  • Recentemente, noticiamos, um destes diretores, Tadeo Sanchez Oller, saiu do Brasil e está morando em Barcelona, na Espanha, segundo informações, na tentativa de evadir-se das investigações correntes no Brasil;

Nossa fonte prossegue:

“O objetivo dos diretores, entre os quais o Andres, era abrir várias lojas para aumentar as vendas e escoar a produção – real ou não (só em Caieiras o esquema movimentava 100 toneladas/dia, sem contar Camaçari/BA)”

“Quando as “lojas” (nomenclatura pela qual são tratadas as empresas fajutas) começam a funcionar bem, iniciam o “Recrutamento”. Supervisor vira gerente e é mandado, como “laranja”, para abrir “lojas” em seus respectivos estados, todas em seus nomes, porém com contratos de gavetas repassando-as (os direitos de operação financeira) aos diretores (Andres Sanches e família)”.

Trata-se do mesmo procedimento utilizado pelo ex-presidente do Corinthians para colocar em nome de duas funcionárias a empresa “Orion Embalagens”, somente descoberto após as vítimas, então funcionárias da SOL, denunciarem à Justiça e à Receita Federal, razão pela qual o deputado federal e seus parentes respondem, neste momento, a ação criminal no STF, sob o julgo do Ministro Luiz Fux.

Sobre a evasão de divisas, fraude fiscal e contrabando, nosso informante disse:

“Eles abriram uma filial em Miami… de lá cometem crimes (para a empresa e contra o Corinthians), inclusive o que você publicou, no caso da ocultação de valores da contratação do Alexandre Pato”

“Um dos esquemas da Sol para Miami é o seguinte: o Andres e outros diretores viajavam como se tivessem vendido material para fora, porém levavam apenas as notas fiscais… daí davam entrada no dinheiro de fora”

“Aproveitavam, também, para trazer, contrabandeadas, peças mais baratas de máquinas, etc, que entravam com notas fiscais fornecidas pela empresa deles próprios, fajuta, nos EUA”

A participação do ex-presidente Lula nos negócios também foi detalhada:

“O Lula sempre foi amigo do José Sanchez, que é quem sempre mandou nos negócios da família… o Andres sempre foi menor… por intermédio dele, o BNDES foi obrigado a emprestar dinheiro a uma das empresas do grupo, a pretexto de financiar máquinas caríssimas, de milhões de reais, que nunca foram pagas… todos sabiam, desde o princípio, que não seriam… e ninguém faz nada de graça…”

O “grande empresário” Andres Sanches, conforme era informado no site oficial do Corinthians após a sua posse como presidente, em 2007, tratava-se, em verdade, de “laranja” útil da própria família, a quem antes teria assaltado, morando de aluguel na Zona Oeste de São Paulo.

A farsa, no clube, foi criada com ajuda de Luis Paulo Rosenberg, que transformou a história do golpista em conto do sujeito que havia ficado rico, conquistado o sucesso à custa de muito trabalho, mas ainda assim sofria preconceito por conta de não falar bem o português (qualquer semelhança com dono de Triplex e sítio em São Paulo não se trata de mera coincidência).

A lorota espalhou-se na mídia, com o trabalho sujo de imprensa do malfeitor Olivério Junior (convencendo alguns, pagando a outros), entre os seguidores do grupo “Corinthianos Obesessivos”, formado por advogados e contadores que queriam participar da política alvinegra, a princípio, enganados no discurso do líder Sergio Alvarenga (porém, depois, mesmo sabendo a verdade, decidiram “olhar para o outro lado”), e na torcida do Corinthians, golpeados pelos criminosos do movimento “Fora Dualib”, que contavam maravilhas do novo “Messias”, a quem, na verdade, ajudavam a assaltar os cofres alvinegros.

Em dez anos, Andres Sanches, mesmo sem receber salários do Timão (e licenciado das “empresas”), ficou milionário e permitiu a elevação da condição financeira de seus parceiros, às custas, porém, da saúde financeira do Corinthians, de quem subtraiu recursos e colocou em dívidas quase impagáveis.

Hoje o deputado não precisa mais da SOL Embalagens, mas, por conta do trabalho investigativo de alguns poucos da imprensa (principalmente, sem falsa modéstia, do Blog do Paulinho), ainda é assombrado com a possibilidade de prisão, seja pelos crimes citados na matéria ou nos cometidos enquanto dirigente alvinegro, alvo que se tornou, por eles, da temida “Operação Lava-Jato”.

 

São Paulo reconhece dívida com empresa de software e justiça concede liminar para sustação de protesto

outubro 19, 2017

Processado pela empresa Orbium – Soluções Interativas, o São Paulo não teve outra alternativa, por conta da inclusão do clube em desconfortáveis listas de caloteiros, entre as quais as dos cartórios de protestos, senão reconhecer a pendência em juízo, que, por conta disso, concedeu-lhe liminar para sustação dos apontamentos.

A pendência é de R$ 48.719,59.

O valor, irrisório para os padrões tricolores, demonstra nitidamente o descontrole de uma gestão que não consegue se acertar nos detalhes mais insignificantes.

Será marcada agora audiência de conciliação, em que o credor poderá aceitar ou não a proposta do clube, que pretende parcelar a cobrança.


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