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Palavra da CBF não durou cinco dias

setembro 21, 2017

Na última segunda-feira, o presidente da CBF, sobrepondo-se ao comando da arbitragem nacional e à Rede Globo, única operadora capaz de gerir o sistema, declarou: “teremos árbitro de vídeo na próxima rodada do Brasileiro”.

A palavra de Marco Polo Del Nero não resistiu a cinco dias de debates.

Ontem, a CBF voltou atrás, diante do evidente quadro de despreparo dos árbitros que serviriam de operadores dos equipamentos, da impossibilidade de, às pressas, ser atendida a contento pela emissora e a oposição dos clubes, descontentes em gastar R$ 30 mil por partida para manter o sistema.

Sem poder viajar para esconder-se do vexame, Del Nero terá que engolir, a seco, mais esta derrota.

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Ex-presidentes do Corinthians decidem apoiar oposicionista na luta pela presidência

setembro 21, 2017
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Valdemar Pires, Roque Citadini, Marlene Matheus e Alexandre Frota

Ontem, em evento que reuniu mais de 100 apoiadores em sua residência, o candidato a presidente do Corinthians, Roque Citadini, lançou o site de campanha, que leva o nome de sua chapa: “Corinthians mais Forte”.

http://corinthiansmaisforte.com.br

Dois ex-presidentes alvinegros comparecerem, declarando voto e apoio ao oposicionista: Valdemar Pires, que dirigiu o clube na histórica “Democracia Corinthiana” – a verdadeira, e a lendária Marlene Matheus, esposa do mais famoso mandatário alvinegro, Vicente Matheus.

Durante a semana, soubemos, o delegado Mario Gobbi, ex-presidente, também estaria apoiando Citadini.

Grande surpresa no encontro foi a presença do ator Alexandre Frota, criador do time de futebol americano alvinegro, que prometeu trabalhar na campanha.

Até o momento, dois são os candidatos declarados: Roque Citadini, que recebeu 43% dos votos oposicionistas na última eleição e Romeu Tuma Junior, que acolheu alguns conselheiros eleitos no grupo de Andres Sanches.

Outros três insinuam candidatura: os situacionistas Andres Sanches e Paulo Garcia (no caso do deputado, por questões judiciais, ficar fora da disputa) e Osmar Stabile, oposicionista.

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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

setembro 21, 2017

http://rockngol.com.br

Blog do Paulinho

(hoje não teremos a exibição do programa Blog do Paulinho, que retornará amanhã, às 10h30, horário habitual)

O vexame do Santos e a glória do Grêmio

setembro 21, 2017

O Santos, assim como o Grêmio, desistiram do Campeonato Brasileiro, quase desde o início, jogando-o no colo do rival Corinthians, com objetivo único de vencer a Copa Libertadores da América.

Uma tática, evidentemente, arriscada.

Vencer levará à glória, perder ao desastre total.

Por enquanto, o Grêmio, ao superar o Botafogo, parece talhado à conquista, time coeso que é, praticante do melhor futebol jogado no Brasil em 2017, principalmente porque nas semifinais, em vez do Santos, enfrentará o modesto Barcelona do Equador, que aplicou ao time da Vila, presidido por um “Modesto” dos mais incompetentes, um dos maiores vexames de sua história.

O Peixe perdeu por um a zero em casa, jogando com um homem a mais grande parte do tempo de jogo, quando precisava apenas empatar para garantir a classificação.

Jogou o ano no lixo, literalmente.

Castigo que se estende às burras “organizadas” do clube, marginais que certamente estimularam o adversário ao, por não trabalharem, descompromissados com o dia seguinte, passaram uma madrugada inteira soltando fogos às portas do hotel da equipe adversária.

No placar agregado, divertiam-se os rivais após a partida, somando ambos os Barcelonas, o da Espanha, que impôs ao Peixe humilhantes oito a zero e quatro a zero, e o do Equador, empate em um a um e vitória de um a zero, o resultado final seria de quatorze a um.

O Grêmio, que é melhor que o Santos, tem tudo agora para superar os equatorianos, e, se a rodada de hoje confirmar a eliminação do River Plate, tornar-se favorito absoluto para a conquista da Libertadores.

Ao Santos resta lamber as feridas e acordar para o futuro, apesar de que este promete ser ainda mais nebuloso pelo que se vê na listagem de candidatos que se apresentam para geri-lo nas próximas eleições, desde a manutenção da turma de Marcelo Teixeira até composição de oposicionista que se dizia honesto com gente como Orlando Rollo

EM TEMPO: sujeito que cospe no outro, como fez o santista Bruno Henrique com o adversário, não merece vestir camisa de clube grande

Os “odiadores” e a maldade com Renata Fan

setembro 21, 2017

Em meio à polêmica gerada pelo gol irregular marcado com o braço pelo jogador Jô, do Corinthians, que deu a vitória ao clube de Parque São Jorge contra o Vasco da Gama, a apresentadora Renata Fan, em seu programa, comentou:

“Eu pergunto para você, Denilson: ‘Você roubou o meu anel?’. Você vai falar: ‘Renata, claro que não’. Aí uma câmera na minha casa mostra que você roubou. Aí eu falo assim: ‘Não, Denílson, mas a câmera da minha casa mostra você pegando meu anel’. Aí você fala: ‘Ah, é mesmo, roubei’. Então, o que a gente está falando é de ter iniciativa, de falar a verdade sempre, não porque os outros estão pressionando”

Qualquer pessoa minimamente capaz de interpretação básica de texto entendeu que Renata não tratou o artilheiro alvinegro com desrespeito, apenas comparou episódios distintos em que os protagonistas decidiram não falar a verdade.

Mas os “odiadores” da internet, inteligentes, distorceram o episódio para divertirem-se com a burrice elevada da grande maioria dos usuários de rede sociais brasileiras, incapazes de enxergar um palmo à frente do nariz, vitimas fáceis de manipulação.

Aliados ao fanatismo de alguns torcedores, estes fomentaram, com sucesso, a versão de que a apresentadora teria comparado Jô a um ladrão, o que, evidentemente, não é verdade.

Espaço aberto, imprescindível e relevante para democratização da informação, as mídias socais, lamentavelmente, tornaram-se também terreno fértil para divulgação de mentiras e exposição do que há de pior entre os mais lamentáveis seres humanos.

Um episódio da Ditadura brasileira contado por Juca Kfouri

setembro 21, 2017

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(Trecho do livro “Confesso que Perdi”, escrito por JUCA KFOURI, que será lançado, ainda este mês, pela Companhia das Letras)

Não havia pós‑graduação à noite e a Abril me liberava para fazer o curso, algo impossível com a Placar, porque a abertura da revista se dava às terças, dia de expedir as pautas e cobrar as anteriores, função do chefe de reportagem.

Bem mais tarde soube que em minha classe a maioria fazia parte, como eu, de grupos clandestinos. Já aos 17 anos, eu era do chamado “grupo de apoio” da Ação Libertadora Nacional, a ALN, organização de combate à ditadura comandada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira.

Ajudava a fazer a documentação para quem tinha de sair do Brasil e, depois da morte de Marighella, em 1969, servi como motorista de Câmara Ferreira, o Toledo, ou o Velho, a quem devo o fato de estar vivo. Ajudei a fazer os documentos, por exemplo, do publicitário Carlos Knapp, o Washington Olivetto dos anos 60 em São Paulo, dono da badalada agência Oficina de Propaganda.

Knapp dirigia seu Mercedes‑Benz com Marighella para cima e para baixo, além de esconder o guerrilheiro em sua residência, no elegante bairro paulistano do Jardim Europa, a 300 metros da casa do comandante do II Exército. Ninguém desconfiaria que dentro de um carrão raro como aquele na cidade pudesse estar o “inimigo público número 1” da ditadura.

Não foi fácil tirá‑lo do país, pois Knapp usa bota ortopédica por causa de uma osteomielite sofrida na infância.

Relato apenas este caso porque o próprio publicitário já o contou em suas memórias Minha Vida de Terrorista.

Mas não foi por nada disso que na noite de 7 para 8 de setembro de 1971 fui preso e levado para o DOI‑Codi, na rua Tutoia, o inferno chamado de Operação Bandeirantes.

Em plena Semana da Pátria na faculdade, fui estudar com três colegas no apartamento de um deles no Guarujá. Na volta a São Paulo, os convidei para tomar cerveja em minha casa. Dois aceitaram o convite. O terceiro, Guido Mantega, não aceitou. Passamos a brincar com ele por ser um cara de sorte e com ele viajei, no ano seguinte, até a região dos lagos quentes de Osorno, no Chile, de automóvel.

Pouco antes da meia‑noite, quando nos preparávamos para deitar, minha primeira mulher, Susana, que aniversaria no dia 8 de setembro, e eu ouvimos a campainha tocar forte e a porta do apartamento ser esmurrada. Quando abri, sei lá quantos homens armados de metralhadora entraram na sala.

Apavorante e ridículo. Apavorante por motivos óbvios, ridículo porque até um faqueiro, cuja chave foi impossível localizar em meio àquela cena, eles ameaçaram explodir, por suspeitar que nele houvesse armas.

Nos levaram para a rua Tutoia, de onde só nos soltaram no início da noite seguinte. Durante a madrugada e o dia inteiro ouvimos um de nossos colegas gritar sob tortura.

No meio da madrugada, fui interrogado. Eu podia saber por que estava sendo preso, mas sabia, também, que eles não sabiam por que haviam me prendido. Nenhum dos dois colegas tinha a menor ideia do que eu fizera na ALN, da qual já estava desligado.

Com muito medo, mas firme, comecei a responder ao interrogatório.

– Você é comunista?

– Não – menti.

– Mas socialista você é?

– Socialista é o ideal cristão – respondi.

– Você tem um primo procurado como terrorista – afirmou o interrogador.

– Como tenho outro que é o braço direito do governador Laudo Natel.

(O primo procurado era João Carlos Kfouri Quartim de Moraes e o braço direito do governador era Henri Aidar.)

– Por que você tem tantos livros subversivos?

– Não são subversivos, são livros de estudo da faculdade.

– Sua mulher já viu seu amigo pelado?

– É claro que não.

– Pois vai ver agora e vai chupar o pau dele na sua frente.

Tomado pelo pavor e pela indignação, reagi:

– Sou um cidadão comum, pago meus impostos, vocês não têm nada contra mim e eu exijo ser bem tratado e ficar ao lado de minha mulher.

O interrogador, de cabelo cortado rente e não mais de 35 anos, levantou‑se irritado e me deu um tapa no rosto, gritando:

– Vocês saem na chuva e não querem se molhar. Você vai ficar com ela até que a gente saiba tudo. Daí você vai ver o que é bom, porque aqui pode ser o céu ou o inferno.

No fim da tarde, sem mais, outro policial entrou na salinha em que estávamos confinados e disse que poderíamos ir embora, mas que não falássemos nada para ninguém sobre o que havia acontecido e que olhássemos para o episódio como experiência de vida.

Dias depois, sempre seguido por dois homens aonde quer que fosse, inclusive um jogo entre Corinthians e Vasco no Parque Antarctica, fui chamado a depor no Dops. Nome do delegado que me interrogou: Alcides Singillo, mais tarde denunciado por ter participado da prisão ilegal e ocultação do paradeiro do lavrador Manoel Conceição Santos. Quando vi o sobrenome numa placa sobre sua mesa, pensei em Kafka: dr. Singillo!

Minha ficha no Dops diz que meu nome de guerra é… é… Juca! De fato. Um tio foi o responsável. Eu tinha uns 3 anos.

O que nos levou à prisão foi o carro mal estacionado de um dos colegas. Pela placa levantaram sua identidade e souberam que ele já tinha sido preso por subversão. Abriram o carro, havia panfletos, esperaram por sua chegada e o fizeram dizer de onde vinha.

O constrangedor silêncio das Confederações

setembro 21, 2017

Por ALBERTO MURRAY NETO

É certo que a maioria da Confederações desportivas que compõem a assembleia geral do Comitê Olímpico do Brasil (“COB”) querem ver o Nuzman e a turma dele pelas costas. E isso não é de hoje. Mas também é correto que, mesmo em face dos gravíssimos fatos apurados pela operação Unfair Play, uma tragédia anunciada, às Confederações faltam coragem para agir. Pelo estatuto do COB, dez Confederações podem convocar uma assembleia geral. Essa assembleia geral seria essencial para que fossem discutidas alternativas para o massacrado olimpismo brasileiro.

Entendo que como a fonte do Ministério do Esporte secou, as Confederações dependem exclusivamente dos recursos públicos da lei Piva, cujos repasses são controlados pelo COB, de forma unilateral e autoritária. E as Confederações têm medo de possíveis retaliações que podem advir de qualquer movimento considerado subversivo pelo Pajé Olímpico.

Mas acima de qualquer coisa, está a ética no esporte. Eu sempre escrevi que essa gestão do COB era temerária e tinha um fim em si mesma. E é isso que está ocorrendo. Mesmo com a queda de Nuzman, o Movimento Olímpico do Brasil continuará. E as Confederações precisam agir. Muitas delas foram renovadas sob o manto da renovação. Então essa é a hora desses novos dirigentes mostrarem a que vieram. A falta de ação e manifestação das Confederações é constrangedora e dá a impressão que são cúmplices da esbórnia financeira da casa matriz. As Confederações vivem de dinheiro público e o esporte olímpico do Brasil deve satisfações à sociedade.

Faltam líderes e referências no esporte brasileiro. Não é possível que não haja ninguém que possa tomar a frente dessa discussão.

O cachorro está morto. Basta enterrá-lo. Daí talvez haverá líderes de ocasião. Soará falso.

Treinamento para goleiros espetacular !

setembro 21, 2017

Romário lança livro em São Paulo

setembro 21, 2017

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setembro 21, 2017

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Arena Fundo, gestora do estádio de Itaquera, cobra R$ 34,6 milhões do Corinthians

setembro 20, 2017

Na última quinta-Feira (14) a BRL Trust, que segue na gestão do Arena Fundo, responsável pela contabilidade do estádio de Itaquera, meses após ter apresentado estranha carta de renúncia, protocolou na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) novo Informe Mensal de receitas e despesas da operação.

A dívida do Corinthians com a Odebrecht caiu de R$ 351,8 milhões para R$ 348,8 milhões, redução, portanto, de R$ 3 milhões, certamente oriunda da venda de ingressos de partidas do clube no Brasileirão.

Existe, porém, no campo “outros valores a receber”, estranho apontamento de R$ 34,6 milhões, sem especificação detalhada, como deveria ocorrer, da origem da pendência.

Levando-se em consideração que a receita do Arena Fundo é integralmente proveniente de recursos repassados pelo Corinthians, subentende-se que o devedor seja o clube de Parque São Jorge, que é cobrado, também, no mesmo documento, pelo pagamento de taxa de administração no valor de R$ 100,6 mil.

Observa-se, por fim, que boa parte dos CIDs, cedidos pela Prefeitura de São Paulo, a princípio R$ 420 milhões, já foram utilizados, restando ainda R$ 299,9 milhões, apontados como “outros direitos reais”, estranhamente ainda em poder dos gestores, quando, em verdade, já deveriam ter sido repassados à construtora, o que, em consequência, praticamente zeraria esta parte da pendência alvinegra, restando apenas equacionar o acordo com o BNDES.

Confira abaixo o Informe Mensal do Arena Fundo, referente às contas de agosto de 2017, protocolado na CVM em 14 de setembro:

Informe Arena Fundo – agosto-2017

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setembro 20, 2017

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Blog do Paulinho

Caio Ribeiro critica Jô, mas também fez gol de mão e não se acusou à arbitragem

setembro 20, 2017

Criminosos da Torcida Jovem do Santos infernizam noite de sono do Barcelona de Guayaquil

setembro 20, 2017

Em 1943, sexto maior artilheiro da história do São Paulo acusou-se após marcar gol de mão contra o Vasco

setembro 20, 2017
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Sastre, Luizinho e Leônidas da Silva

Mais famoso por se tratar de assunto recente, o jogador Rodrigo Caio não foi o primeiro atleta Tricolor a dar bom exemplo no futebol.

No dia 15 de setembro de 1943, Vasco da Gama e São Paulo disputaram acirrado amistoso na cidade de Niterói/RJ, período em que qualquer partida entre cariocas e paulista apresentavam clima de final de campeonato.

Por exemplo, o embate chegou a ficar paralisado por 20 minutos após confusão entre Leônidas e Rafanelli, geradora de confusão nas gerais, que chegaram, em parte, a desabar.

Dentro deste clima, o São Paulo venceu por três a dois.

Porém, em determinado momento do jogo, que estava empatado, Pardal cruzou a bola na área e Luizinho, sexto maior artilheiro da história Tricolor, empurrou-a, com a mão, para o fundo das redes, tento este validado pela arbitragem.

Ato contínuo, o ídolo são-paulino, em clara demonstração de honradez, acusou-se como infrator, e gol foi anulado.

Imagem: @jogosspfc


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