Nova gestão do Corinthians não pagou impostos em 2024

A nova diretoria do Corinthians, empossada no início deste ano, adotou o calote em impostos como política de gestão.

FGTS, INSS e demais obrigações.

Em reunião do Conselho Deliberativo, o comportamento foi confessado pelo diretor financeiro Rozallah Santoro, pouco antes de ser desmoralizado, após ocultar dados do balanço, por Andres Sanches (a reunião foi gravada).

A justificativa era a de que o clube estaria quitando acordos anteriores.

O clube atrasou, também, o pagamento de parte da dívida da Arena de Itaquera; o restante será honrado – se for – com incidência de juros.

Muitos milhões entraram nos caixas do Corinthians, no início do ano, fruto de transações como as Gabriel Moscardo, Murillo, etc.

Augusto Melo, irresponsavelmente, trocou as contas obrigatórias por gastos, quando não evitáveis, suspeitos.

Alguns exemplos:

  • R$ 130 milhões gastos em contratações de jogadores para a equipe principal – os mais custosos, veteranos, sem currículo no mercado;
  • aquisição de dezenas de atletas para as categorias de base;
  • criação de três times sem campeonatos para disputar (o Sub-23 será o quarto);
  • invenção de cargos remunerados para acolher desde apoiadores de campanha a amigos de longa data, como Sergio Moura e Marcos Boccatto;
  • multa de R$ 44,1 milhões do rompimento com a ‘PixBet’, somada aos R$ 25 milhões de comissão pagos à empresa ligada ao Superintendente de Marketing

Enquanto Augusto e seu grupo se esbaldam, o Centrão, principalmente a diretoria financeira, não apenas fecha os olhos para as barbaridades, mas se esforça para justificá-las.

Alguns por cargos, outros, como Fernando Alba, para participar das espertezas.

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