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Archive for Março, 2018

Palmeiras em vantagem na final

Março 31, 2018

Ao vencer o Corinthians, por um a zero, em Itaquera, o Palmeiras deu grande passo para a conquista de seu 23º título de Campeonato Paulista.

Em bobeada da defesa alvinegra, logo no início da partida, Borja aproveitou-se do cruzamento de William e fez o tento único da partida.

Daí por diante o Verdão não se arriscou, mas também pouco foi incomodado, por conta dum Corinthians que, apesar de dominar a posse de bola, sentiu falta de um atacante eficiente para finalizar as jogadas.

O Timão melhorou um pouco com Pedrinho, mas não o suficiente para reverter o quadro.

Antes do final da primeira etapa, Cleyson, burro, partiu para cima de Felipe Melo, que reagiu, e ambos foram expulsos.

O Corinthians perdeu, neste lance, a melhor alternativa de ataque, até então.

Agora, jogando em seus domínios, com equipe mais qualificada individualmente, e pelo empate, o Palmeiras tem tudo para fazer a festa de seu torcedor, num título que, se vier, premiará, de fato, a melhor equipe do campeonato.

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Bandido da Mancha Verde propõe sequestrar mãe de Carille para vencer o Corinthians

Março 31, 2018

Polêmica: o árbitro da final do paulistinha é corinthiano ?

Março 31, 2018

Resultado de imagem para leandro bizzio marinho

Leandro Bizzio Marinho, árbitro da final do paulistinha entre Corinthians e Palmeiras, vive um problema, horas antes do apito inicial da partida.

Postagens suas, feitas em rede social, datadas de 2012, indicam paixão pelo Timão.

Prints das imagens, algumas ao lado da mãe, corinthiana, circulam entre grupos de arbitragem e de torcedores de ambas as equipes:

Por conta disso, torcedores com acesso ao celular do árbitro já o estão pressionando:

O Blog do Paulinho entende que Bizzio tem o direito de torcer para quem desejar, mas, pelo fato de atuar com o árbitro, deveria, no mínimo, vigiar melhor suas mídias socias, evitando esse tipo de constrangimento.

Não dá para comparar, em exemplo, com o caso do ex-árbitro Braghetto, afastado de uma decisão de campeonato Paulista, anos atrás, porque mantinha contrato de prestação de serviços com o Corinthians, ou seja, recebia dinheiro.

Bizzio, até onde se sabe, não chegou a tanto.

Ex-árbitro da FPF e colunista deste espaço, Euclydes Zamperetti Fiori, que trata o árbitro da finalíssima pela alcunha “whatsapp”, por conta do hábito de enviar mensagens a dirigentes da FPF criticando colegas de profissão, disse:

“O “whatsapp” (Lenadro Bízzio) ser corinthiano, apesar dele dizer que não tem time. o problema não é esse. Ele pode torcer para quem quiser e apitar. Mas a partir do momento em que revelou sua preferência sobre o time que torce, publicamente, deveria, por ética, pedir para não apitar jogos deste clube”

A Federação Paulista de Futebol, que já foi alertada das postagens, ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Jailson na Seleção seria representação máxima de “contos de fadas” do futebol

Março 31, 2018

A contratação de Jailson, então goleiro reserva do Ceará, pelo Palmeiras, aos 33 anos de idade, com histórico de fracassos pela carreira, foi duramente criticada pelo Blog do Paulinho em 2014:

https://blogdopaulinho.com.br/2014/10/02/jailson-33-anos-goleiro-reserva-do-ceara-nao-ha-o-que-justifique-contratacao-pelo-palmeiras/

De fato, não justificava.

Diante do evidente e improvável sucesso do jogador, a postagem ainda circula em rede sociais de torcedores palestrinos.

Quatro anos depois, em janeiro deste ano, fizemos nosso justo ‘mea-culpa”:

https://blogdopaulinho.com.br/2018/01/26/os-dois-momentos-de-jailson-no-palmeiras/

Jailson superou todos os prognósticos razoáveis, surpreendeu e hoje, até pelo desempenho no Brasileiro de 2016 – com atuações fundamentais para o título, será lembrado como histórico craque palestrino.

Durante a semana, em raro momento de lucidez, o volante Felipe Melo defendeu a convocação do arqueiro para a Copa do Mundo de 2018:

“Futebol é momento”, disse.

Tem razão.

Dos nomes citados para compor o grupo de goleiros para o Mundial, na condição de terceiro reserva, as atuações de Jailson, hoje, são tecnicamente melhores do que as de Cassio – favorito da mídia, e do ótimo santista Vanderlei.

É improvável que ocorra (embora mereça mais do que alguns jogadores que são convocados do futebol ucraniano), mas seria a representação máxima de “Contos de Fadas” num mundo tão marcado por conchavos e acertos espúrios como é o do futebol.

De goleiro inexpressivo, em fim de carreira, à Copa do Mundo, tudo isso dos 34 aos 38 anos.

Ordem de Andres Sanches é deixar “totó” brincar no parquinho

Março 31, 2018

Em contrariedade ao desejo de correligionários importantes de seu grupo, como Mané da Carne e André Negão, o presidente do Corinthians, Andres Sanches, por questões políticas, empossou como diretor “adjunto” de futebol, o médico Jorge Kalil, tratado no Parque São Jorge como “totó”, apelido fornecido pelo empresário Paulo Garcia.

Anos atrás, flagrado em escutas da Polícia Federal no caso MSI, o próprio Kalil admitiu ser “laranja” de Carla Dualib, neta do então presidente, no marketing alvinegro.

A situação parece se repetir.

Andres Sanches ordenou ao diretor principal da pasta, Duílio “do Bingo”, que as funções de Kalil serão institucionais, ou seja, falar com a imprensa, comparecer em reuniões de federações, etc, mas que, em hipótese alguma, deverá influenciar em decisões do departamento.

Em resumo: “Totó” está liberado para brincar no parquinho, mas não poderá se juntar à mesa com a família no horário das refeições.

Presidente do Vasco está de parabéns !

Março 31, 2018

Alexandre Campello, presidente do Vasco da Gama, foi traído, durante a semana, por sua covarde equipe de seguranças, que permitiiu a chegada de seis marginais ligados às facções criminosas “organizadas”, que se dizem “torcedores” do clube, para intimidá-lo na ante-sala da presidência.

Querima ingressos, subsídios a viagens e diversas outras vantagens.

Corajoso, Campello negou todos os pedidos.

Depois, irado, demitiu todos os seguranças, mas voltou atrás após apelos de correligionários.

Acabar com a promiscuidade do clube com essa bandidagem será um legado que, independentemente do resultado em campo, merece ser exaltado.

Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil se mantém atuante no Atlético-MG

Março 31, 2018

Alexandre Kalil

Da FOLHA

Por CAROLINA LINHARES

Ex-presidente do clube mineiro é acusado por vereador de usar o time em barganha política

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), não abandonou completamente seu cargo anterior, o de presidente do Atlético-MG, após assumir o comando do Executivo da capital mineira.

Desde o início do mandato, em janeiro de 2017, a condução da prefeitura e do time se confundem —seja em viagens do prefeito e dos secretários ou em recente acusação de barganha na Câmara.

Kalil, porém, nega haver conflito de interesses e diz que participa muito pouco da administração do Atlético.

O principal indício de uso político do clube pelo prefeito veio de acusação do vereador Gabriel Azevedo (PHS).

Coordenador da campanha de Kalil, mas brigado com ele desde janeiro, Azevedo disse que o filho do vereador Jair Di Gregório (PP) ingressou na categoria de base do time em troca de apoio na Câmara.

Azevedo, que é conselheiro do clube mineiro, divulgou nas redes sociais a gravação de uma conversa telefônica em que o secretário de Desenvolvimento de Belo Horizonte, Daniel Nepomuceno, que até dezembro dividia a função com a presidência do Atlético, lhe confirmaria a barganha: “Eu não posso falar nada, isso é verdade. O filho dele está lá [no Atlético].”

A gravação transformou as sessões da Câmara Municipal em um campo de guerra. Jair Di Gregório entrou com pedido de quebra de decoro. A base de Kalil também acusa Azevedo de irregularidades.

Não é a primeira vez que Nepomuceno causa desgaste ao prefeito. Em abril do ano passado, Kalil soube por publicação em uma rede social que o secretário havia pedido licença não remunerada para ir à Itália assistir a um jogo da Liga dos Campeões.

Em janeiro, Nepomuceno viajou a Portugal para negociar a contratação de Elias.

Outros nomes relacionados ao Atlético também estão no primeiro escalão da prefeitura da capital mineira: o secretário da Fazenda, Fuad Noman, é conselheiro do clube, e Adriana Branco, ex-diretora executiva, é a secretária de Assuntos Institucionais e Comunicação Social.

“Eleito que fui, com expressiva votação, não pretendo consultar a ninguém sobre os cargos de minha inteira confiança”, disse Kalil.

Há um ano, já como secretária, Branco tirou quatro dias de licença não remunerada para acompanhar a estreia do time na Libertadores, na Argentina. Em foto da viagem, aparece ao lado de Cacá Moreno, publicitário da Perfil 252, que presta serviço ao Atlético e ao município.

O contrato entre a agência e a prefeitura foi firmado em 2014, na gestão do ex-prefeito Márcio Lacerda (PSB), e renovado duas vezes. A prefeitura chegou a notificar a empresa de que haveria uma nova licitação, mas desistiu e renovou até novembro de 2018.

A Uber também mantém relações com o clube e com a prefeitura. A empresa patrocina o Atlético-MG e o Carnaval de Belo Horizonte.

Ao menos três contratos de patrocínio do clube foram discutidos na prefeitura.

Segundo relatos de pessoas próximas à administração do Atlético, Kalil segue atuando nas principais decisões, como patrocínios e contratações. Representantes do time costumam se encontrar com ele na sede da prefeitura.

Kalil disse que não comete irregularidades. “Também recebi dirigentes do América-MG e do Cruzeiro”, afirmou.

ESTÁDIO

Em setembro de 2017, Kalil usou um jato particular de Rubens Menin, dono da construtora MRV (uma das patrocinadoras do clube), para ir ao Rio, numa quinta-feira, almoçar com o empresário e o jornalista Chico Pinheiro, conselheiro do Atlético.

Menin, de quem Kalil diz ser amigo, doou R$ 200 mil para a campanha do prefeito. A MRV, por sua vez, doou um terreno para a construção do futuro estádio do Atlético. A empresa ainda pagará R$ 60 milhões pelos naming rights da Arena MRV.

O almoço aconteceu para apaziguar uma briga entre os dois, iniciada após Pinheiro questionar em rede social a escolha da MRV pelo clube, pois a empresa havia sido denunciada por trabalho escravo. No encontro, Kalil esclareceu que a construtora foi absolvida no processo.

Uma foto do encontro foi publicada por Pinheiro com a seguinte legenda: “Em almoço no Rio, Rubens Menin, da MRV Engenharia, ratificou o compromisso com a conduta ética nas relações de trabalho e com o Atlético-MG”.

Nepomuceno, presidente do Atlético na época, também participou do encontro.

Atlético-MG deve gastar R$ 410 milhões para a construção do novo estádio, que será financiado pelo próprio clube, sem dinheiro público.

A obra foi aprovada no conselho do clube, mas ainda depende de aval dos vereadores. Cabe justamente ao prefeito enviar o projeto de lei autorizando a construção do estádio à Câmara. A prefeitura participa ainda nas etapas de licenciamento e liberação de alvarás.

Kalil foi à sessão do conselho que aprovou a construção do estádio. Votou à tarde e foi à comemoração à noite, o que inviabilizou encontro com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

PREFEITO DIZ QUE NÃO FAVORECERÁ A SUA AGREMIAÇÃO

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, nega haver conflito de interesse nas relações com o Atlético-MG.

“Se alguém está achando que vai fazer estádio irregular, sem todas as normas, sem [aprovação da secretaria de] Meio Ambiente, sem a Secretaria de Política Urbana, está enganado”, disse à Folha.

Kalil confirmou que viajou ao Rio com Rubens Menin, dono da construtora MRV, mas negou que o encontro com Chico Pinheiro tivesse relação com o clube.

Ele disse que a viagem ter acontecido em dia de expediente não atrapalhou sua agenda na prefeitura.

Kalil afirma não ver problema em secretários tirarem licenças não remuneradas para irem a eventos do clube desde que isso não atrapalhe o trabalho na prefeitura.

O prefeito declarou ainda que respeitou a legislação ao renovar o contrato de publicidade com a Perfil 252 sem licitação e classificou o procedimento como normal.

Kalil negou ter atuado para conseguir uma vaga nas categorias de base do Atlético-MG para o filho do vereador Jair Di Gregório.

Di Gregório confirmou que intermediou a participação de seu filho Jairzinho, 18, em um teste com o secretário de Desenvolvimento, Daniel Nepomuceno, então presidente da agremiação alvinegra.

“Pedi teste ao então presidente Daniel Nepomuceno. […] Minha conversa com Daniel foi sempre informal.”

Gregório disse ainda que o filho joga desde os quatro anos e se profissionalizou no Vila Nova no ano passado.

Segundo o diretor de comunicação do Atlético, Domênico Bhering, Jairzinho participa de testes no clube, podendo ser contratado ou dispensado a partir do seu desempenho. O clube não quis comentar os outros casos tratados na reportagem.

Coluna do Fiori

Março 31, 2018

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Infelizes aqueles que na ânsia de prosperar atropelam os outros”

Zíbia Gasparetto: é uma escritora espiritualista brasileira  

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CA-FPF/Bússola

Na época em que eu arbitrava, quando das disputas nas fases finais, o presidente da federação por intermédio do(s) responsável(s) do setor de árbitros, sutilmente, norteava os árbitros das contendas finais para segurar o cartão amarelo, vez que:

– Havia necessidade de preservar os atletas para jogos posteriores

Impossível

Que o mesmo não tenha ocorrido nas contendas de ida e volta das semifinais por mim  avaliadas em seguida

Ressalto

No meu tempo o relatório era entregue nas terças e sextas feiras, em uma destas datas, peguei meu relatório, coloquei no bolso, conversei com alguns colegas e fui pra casa. Lá chegando, após abri-lo, encontrei uma anotação com o numero de alguns possíveis litigantes, certamente, para que eu evitasse adverti-los com cartão

Entrega

Na data posterior da contenda, compareci no prédio da FPF, subi no andar do setor de árbitros, do bolso, tirei o papel acima citado e bem alto gritei:

– Não sou safado! Quem foi o FDP que colocou este papel dentro do envelope do meu relatório?

Sumiu

Como todo covarde e canalha, o gerador do fato não apareceu

Observação

A primeira contenda entre Corinthians e Palmeiras, das duas que definirão a equipe campeã do Paulistão 2018 terá na condição de arbitro Leandro Bizzio Marinho por mim denominado “whatsApp” e protegido do todo poderoso e diretor da CA-FPF Dionísio Roberto Domingues

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Contendas de ida da fase semifinal da Série A1 do Paulistão – 2018

Sábado 24/03

Santos 0 x 1 Palmeiras

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Item Técnico

Como principal: Dado momento da refrega no interior da área da equipe santista, agindo dentro do insuportável politicamente correto, bem colocado, com visão livre do ocorrido, Flavio Rodrigues de Souza apitou perigo de gol no lance que Lucas Lima, defensor palmeirense, teve o braço colado ao corpo, tocado pela redonda

Item Disciplinar

Foram advertidos corretamente com cartão amarelo 02 defensores santistas e 03 palmeirenses; todavia: deixou de amarelar outros contendores, como exemplos: Felipe Mello, defensor do Palmeiras por faltas, como também, para o atacante santista Gabigol, por simulação de penalidade máxima

Destacando

Ter sido esta a terceira e seguidas contendas que observo a mudança no comportar do árbitro Flávio Rodrigues de Souza; nas quais, deixou de se apresentar com rompante do ser o poderoso

Domingo 25/03

São Paulo 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Rafael Claus

Item Técnico

Aceitável. Vez que: Os contendores apresentaram futebol sofrível comparado com os preços dos ingressos

Item Disciplinar

No todo foram amarelados 03 são-paulinos e 01 dos corintianos.

Certamente

Seguindo orientações e garantir posteriores escalas, Rafael Claus foi conivente por não ter usado o cartão amarelo nos primeiros minutos da refrega; só o fez, próximo do término da primeira etapa, concomitantemente, para o são-paulino Reinaldo e seu oponente Maycon

Gerador

Por ter deixado o barco correr, antes do inicio da segunda etapa, precavendo-se de possível inflamar dos contendores, Rafael Claus reuniu os dois treinadores e seus capitães, para solicitar que colaborassem com a disciplina no transcurso da fase final da contenda

Partidas da volta

Terça Feira 27/03

No tempo normal da refrega

Palmeiras 1 x 2 Santos

Na decisão por penalidades máxima

Palmeiras 5 x 3 Santos

Palmeiras classificado para disputas finais

Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartões amarelos: 02 para palmeirenses e 05 para santistas,

Correto

O correto cartão amarelo para o palmeirense Felipe Melo, por ter corrido na direção do assistente 01, rezingando sem motivo que Rodrygo, autor do segundo gol santista, estava em posição de impedimento

Uai

Antes do inicio da segunda etapa o árbitro chamou os dois capitães solicitando ficarem espertos na parte disciplinar

Quarta Feira 28/03

Corinthians 1 x 0 São Paulo

No tempo normal da refrega

Corinthians 1 x 0 São Paulo

Na decisão por penalidades máxima

Corinthians 5 x 4 São Paulo

Corinthians classificado para disputas finais

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Item Técnico

Aplicou corretamente o assentado nas leis do jogo marcando faltas, dando vantagem nos tempos certos

Item Disciplinar

Por volta de décimo minuto da primeira etapa ocorreu pequeno chega pra lá iniciado por Trellez defensor são-paulino com o corintiano Pedro Henrique, de imediato o árbitro se fez presente controlando a situação; ao mesmo tempo, deixou de cumprir as leis do jogo por não ter usado o cartão amarelo neste e noutros lances; vez que: o primeiro amarelo aconteceu por volta do 37º minuto para um dos defensores do São Paulo

Completando

Advertiu acertadamente 04 corintianos e 03 são-paulinos. Se agisse em conformidade com as leis do jogo, estes números aumentariam

Apelo

Antes do inicio da segunda etapa o árbitro chamou os dois capitães para que pedissem para seus consortes evitassem praticar faltas maldosas

Acréscimos

Vinicius Gonçalves Dias Araujo concedeu 05 minutos na segunda etapa da refrega, 03 seria o justo; explico:

Paralizações:

1ª – quando do inicio do bafafá

2ª – atendimento ao goleiro Sidão do São Paulo

3ª – demora do goleiro são-paulino na reposição da bola ao jogo

4º – substituições 03 de cada litigante

Citando

O gol corintiano ocorreu no 47º minuto

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Política

A Suprema Corte e a Grande Itaguaí

Taí, o Brasil não passa de uma grande Itaguaí. Não há região metropolitana do Rio de Janeiro; há, sim, a Grande Itaguaí, tal como descrita por Machado de Assis em “O Alienista”.

O que não falta em nossa Suprema Corte são doutores Bacamarte, que, agindo em nome da ciência, invertem a ordem natural das coisas, livrando da Casa Verde concebida pelo alienista todo tipo de maluco e malfeitor.

No entanto, ao contrário do doutor Simão Bacamarte, que em suas “experiências científicas” internava quem bem lhe aprouvesse, os juízes brasileiros têm a sua disposição o instituto do “trânsito em julgado”, essa indecifrável construção semântica, para livrar, dentro da lei, quem bem lhes aprouver. Dos 194 países-membros da ONU, 193 põem em cana o criminoso logo após condenação em primeira ou segunda instâncias.

Além disso, o Brasil é um dos pouquíssimos países que adotam o chamado “foro privilegiado” para livrar a cara de mais de 30 mil ocupantes de cargos públicos. A isso se soma a excrescência da “prescrição do crime”, que garante total impunidade a quem tem grana para bancar bons procrastinadores.

Ao incorporar o espírito do doutor Bacamarte, chamando a si a decisão final de condenar ou absolver, o Supremo vê-se assoberbado com milhões de processos que, como mostra a experiência, o tribunal não consegue apreciar, poupando os bandidos, infelicitando o cidadão correto e garantido ao Brasil o troféu da impunidade.

Estariam os juízes do Supremo em desvio de função ao protagonizarem tamanho contorcionismo, ao se metamorfosearem de guardiães da Constituição Federal em guardiães da impunidade?

Além de parlamentares, alguns membros do STF e cidadãos comuns, uma advogada carioca aponta, em vídeo, para a gravidade das consequências jurídicas da decisão da Suprema Corte de proteger o líder petista, já condenado, por meio do acolhimento de um pedido de habeas corpus que pode conceder-lhe um questionável salvo-conduto.

Segundo a advogada, “a decisão poderá acarretar um grave risco de rompimento institucional e da ordem pública, além de trazer ameaças concretas à segurança da população, pois sinaliza que criminosos de todo tipo, incluindo homicidas e estupradores, permanecerão soltos em virtude da morosidade da Justiça até serem julgados em última instância”.

Frente ao absurdo contorcionismo jurídico hoje presenciado pela nação, não há como deixar de recorrer às palavras que Machado de Assis pôs na boca do doutor Simão Bacamarte: “A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente… Os exemplos, achou-os na história e em Itaguaí; mas como raro espírito que era, reconheceu o perigo de citar todos os casos de Itaguaí, e refugiou-se na história”.

Publicado no jornal “O Tempo” do dia 30/03/2018. Autor: Flávio Saliba – é doutor em Sociologia pela Universidade de Paris, com estudos pós-doutorais na Universidade da Califórnia/Berkeley, jornalista e escritor

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Finalizando

“Não vou dizer o que as pessoas querem ouvir, vou falar das coisas que elas têm mais medo”

Renilmar Fernandes – pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-31/03/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Corinthians: interdição da Fazendinha é resultado de onze anos de descaso

Março 30, 2018

O Corinthians passou, durante a semana, pelo vexame de ter o estádio Alfredo Schurig, a popular “Fazendinha”, localizada no Parque São Jorge, sede social do clube, interditado pela Federação Paulista de Futebol, atendendo solicitação do Corpo de Bombeiros.

Laudo da corporação revela estado deplorável das instalações.

A diretoria alvinegra, em nota, disse que:

“Após receber o relatório do Comando do Segundo Batalhão de Polícia de Choque sobre o Estádio Alfredo Schürig, o Corinthians deu início aos ajustes necessários no local para atender as exigências impostas no documento.”

Por que estes ajustes, que, com simples manutenção, seriam mínimos ou até inexistiriam, não ocorreram ao longo desses onze anos de gestão “Renovação e Transparência, havendo a necessidade da confirmação do caos para que providências fossem tomadas ?

Pior: foi neste quadro de insegurança que, em exemplo, no ano passado e iniciando o atual, famílias inteiras frequentaram as impraticáveis cadeiras da “Fazendinha”, seja para assistir a jogos da categorias de base ou até mesmo a “chegada do papai noel”.

Boa parte, em determinados setores, segundo laudo dos bombeiros, correu risco de vida.

Como resultado desta interdição, a base do Timão mandará jogos no CT e o time feminino no estádio do Canindé, noutra decisão equivocada, tendo em vista o apelo de público se as partidas fossem realizadas em Itaquera.

Apenas os empreiteiros ligados ao conselheiro alvinegro Eduardo “gaguinho” Ferreira, preposto do presidente Andres Sanches, contratados sem concorrência para realizar os reparos no estádio se deram bem no episódio.

Flamengo “limpa” o departamento de futebol, mas não pode “errar” novamente

Março 30, 2018

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Demorou três anos para que a diretoria do Flamengo percebesse a incompetência notória do “executivo” Rodrigo Caetano, demitido ontem, ao lado de comissão técnica e demais colaboradores, após a derrota para o Botafogo que eliminou a equipe da decisão do Carioca 2018.

Quadro, aliás, que acaba por demonstrar a própria ineficiência de uma gestão que se vende como moderna, mas incapaz, até o momento, de, mesmo com uma das maiores arrecadações do Brasil, transforma-la nas conquistas almejadas pelos torcedores.

Rodrigo Caetano é conhecido espertalhão do esporte.

Basta verificar o que aprontou em suas passagens por Vasco da Gama e Fluminense, locais que, assim como ocorreu no Flamengo, os agentes de jogadores tratavam como se fosse a Disneylandia.

Em três anos no rubronegro, contratou 42 jogadores, alguns caríssimos, todos com pagamentos de comissões acima das praticadas no mercado.

Foram eles:

Armero, Guerrero, Emerson Sheik, Marcelo Cirino, Pará, Bressan, Arthur Maia, Jonas, Almir, Kayke, Thallyson, Alan Patrick, César Martins, Ederson, Ayrton, Muralha, Willian Arão, Rafael Vaz, Donatti, Réver, Rodinei, Mancuello, Diego, Antonio Carlos, Arthur Henrique, Juan, Leandro Damião, Chiquinho, Cuéllar, Fernandinho, Rômulo, Trauco, Conca, Berrío, Renê, Everton Ribeiro, Geuvânio, Rhodolfo, Diego Alves, Marlos Moreno, Henrique Dourado e Júlio César.

Seriam os dirigentes do Flamengo, “acordados” somente após pressão pelos resultados, apenas mal informados ou alguém “se dava bem” com o que nunca deu certo, mas, ainda assim, era mantido sob os mais inverossímeis argumentos ?

Os atos homofóbicos que se perpetuam em nosso futebol

Março 30, 2018

Por JOSE RENATO SATIRO SANTIAGO

“Equipe com maior jejum de títulos estaduais, 13 anos, o maior de sua história e o maior entre todas as atuais, chamadas, grandes equipes brasileiras.”

“Nas últimas edições do campeonato brasileiro, a luta do São Paulo é para não ser rebaixado.”

“Outrora dono do maior e mais moderno estádio da cidade, um dos maiores do mundo, hoje possui um dos mais antigos.”

Estas são apenas três realidades que permeiam o meu tricolor, São Paulo Futebol Clube, a única equipe brasileira tricampeã mundial.

Além desses, certamente há muitos motivos de tiração de sarro.

“Equipe que não ganha clássicos…”

“Equipe que sequer chega em finais…”

E tantos outros…

Ao que parece, muito pouco para boa parte dos torcedores rivais.

Aconteça o que for as gozações vão sempre para citações homofóbicas.

“Ah, mas é brincadeira” alguns afirmam.

“Lá vem o mi mi mi, como o futebol está chato, não se pode nem tirar sarro” outros se defendem.

Frequentador de estádio desde os anos 1970, posso afirmar, jamais os torcedores foram tão homofóbicos como hoje.

O uso de argumentos similares aos utilizados por aqueles que fazem piadas racistas, mostra muito sobre estas pessoas.

E olha, que nesta linha, sequer se salvam muitos dos torcedores tricolores que também fazem uso de conotações homofóbicas para contrapor seus rivais. E certa vez até mesmo frente a um próprio atleta da equipe.

São os burros falando dos malcheirosos.

Mas a coisa é muito pior.

Profissionais do esporte, os próprios jornalistas estimulam isso, nos bastidores de praticamente todas as emissoras de rádio e televisão e ambientes web. Muitos deles, no entanto, quando em público, se escondem, covardemente, na linha do politicamente correto: “….até tenho muitos amigos gays…” Como se isso fosse um salvo conduto.

As mulheres bem sabem disso também.

Afinal, difícil achar uma que não tenha sido vítima de atos machistas e/ou piadinhas que têm como único objetivo, diminui las frente aos todos poderosos machos que insistem em contrargumentar: “Mas é apenas uma brincadeira…”

Vida que segue, com tantos pais e mães propagando e formando filhos inseridos neste mundo machista e homofóbico.

Uma pena que não consigamos fazer a nossa parte para mudar isso.

Palmeiras não consegue se livrar, por política, da “estrela vermelha”

Março 30, 2018

Homem com camisa verde

A nova camisa do Palmeiras, com alterações no tom de verde e a reinserção do símbolo do clube, que vinha sendo substituído por bonita homenagem às origens do “Palestra Itália”, é muito bonita, mas guarda, nos bastidores, decisões políticas subliminares.

O uniforme anterior era a marca (utilização do PI no peito) da gestão Paulo Nobre, concorrente ferrenho dos atuais gestores nas eleições que estão por vir.

Manter a ridícula “estrela vermelha” (do fictício Mundial de 1951), também.

A “homenagem” serve apenas para expor o clube ao deboche dos adversários.

Retirá-la do uniforme, porém, corresponderia a perder os votos do grupo liderado por Roberto Frizzo, idealizador do dossiê que tentou transformar a amistosa Copa Rio em taça da FIFA.

Maurício Galiotte precisa obedecer a Crefisa (o que faz sem constrangimento), torcer para que o clube consiga, ao menos, uma conquista no futebol e não brigar com os que possam lhe conseguir eleitores para chegar com chances de vencer Paulo Nobre, de gestão melhor avaliada, das poucas não ligadas a escândalos de corrupção no futebol brasileiro.

Face oculta

Março 30, 2018

Da FOLHA

Por FERNANDA TORRES

O Facebook é o próprio navio pirata. Seu butim se baseia no livre mercado de dados dos usuários

Eu seria um homem feio, muito feio. Foi a conclusão a que cheguei, logo após me engajar num aplicativo, aparentemente inofensivo, que chegou a mim via Facebook.

Concordei com os termos de contrato sem lê-los, admito, e disponibilizei uma foto para, em seguida, admirar a hedionda versão masculina de mim mesma. Não postei. Primeiro, porque não costumo dividir com os outros o meu tempo mal gasto em futilidades; segundo, pelo horror do resultado.

Graças ao passatempo imbecil, meu nome, hoje, deve constar do catálogo mafioso da Cambridge Analytica, arregimentado por meio de informações pirateadas do Facebook. Caso a sujeira não tivesse vindo à tona, meu perfil corria o risco de contribuir, e talvez ainda corra, para a manipulação das eleições de outubro no Brasil.

O vídeo do Channel 4 em que o CEO da Cambridge AnalyticaAlexander Nix, oferece seus serviços a um suposto interessado em ingressar na vida política do Sri Lanka é de vomitar de tão nojento. Nixsugere contratar prostitutas para obter imagens difamatórias de possíveis concorrentes e se vangloria das fake news. Não importa que sejam falsas, diz ele, contanto que as pessoas acreditem nelas.

Pressionado, o margarido Zuckerberg apareceu, com seu jeito de colegial do ensino médio que não possui bilhões na conta bancária, e pediu desculpas pelo maquiavélico uso de sua invenção.

A questão é que Aleksandr Kogan, o pesquisador que desenhou o modelo de prospecção de dados e o ofereceu para a Cambridge Analytica, não roubou as informações.

Kogan esqueceu a ética, mas se valeu do Facebook Graph API, que o próprio Face utiliza e disponibiliza para o uso comercial de informações dos usuários.

O Face é o próprio navio pirata. E não só ele. O Google, o YouTube, o Instagram e o Twitter também são corsários não regulados. Seu butim se baseia no livre mercado de dados. A pirataria está na gênese da internet.

Ano passado, quando os haters ameaçaram de morte minha mãe, contatamos o escritório da empresa no Brasil. Na época, pediram que aguardássemos até janeiro, quando um novo algoritmo entraria em funcionamento, visando barrar a difamação e a cultura do ódio impregnadas na rede.

Para minha surpresa, uma das principais mudanças anunciadas foi a de banir a influência da imprensa do Face.

A decisão se fundamentava no desejo de que a rede de relacionamento retornasse à pureza de sua origem, um lugar onde vovós saudosas compartilham os puns dos netinhos à distância.

Em vez de fortalecer a notícia apurada e regulamentada, da qual se conhece a fonte e a linha editorial do veículo que a publica, o Facebook privilegiava a fofoca e as fake news.

A decisão fez a Folha abandonar a sua página.

Em 2003, quando ainda estudava em Harvard, Zuckerberg lançou o Facemashprotoversão do Facebook, publicando fotos de estudantes para eleger os mais “quentes”.

A brincadeira atraiu milhares de participantes em poucas horas, até ser interditada pela direção da universidade. Zuckerberg enfrentou, entre outras acusações, a de violação de privacidade, a mesma que encara agora, pela associação com a Cambridge Analytica.

Há algo de estranho numa empresa que permite a proliferação de perfis falsos, aconselhando o indivíduo lesado a criar uma página oficial a fim de combatê-los. Foi o que aconteceu comigo.

O Facebook sempre lavou as mãos, alegando ser apenas o veículo, e não o autor das injúrias, falsidades e difamações. Isso muda agora. Pela primeira vez, o próprio Zuckerberg fala em regulação.

Já não era sem tempo.

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“Tem adversário que é melhor não pegar pela frente”

(FERNANDO MELIGENI em seu Twitter)


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