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Archive for the ‘Sem-categoria’ Category

Detalhes da vitória de Andres Sanches sobre o grupo de Edgard Soares, evitando o impeachment no Corinthians

fevereiro 21, 2017

paulo-garcia-andres-dualib-roberto-e-negao

“não é guiados por porcos que se resolvem os problemas do chiqueiro”.

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Aconteceu o que o leitor do Blog do Paulinho já estava avisado que ocorreria, há dias: Andres Sanches se compôs com Roberto Andrade e, por ter mais de cem conselheiros encabrestados (eleitos sob o antigo sistema do “chapão”), direcionou-os à votar contra a proposta de impeachment do presidente do Corinthians.

Porém, a explicação para o massacre (183 votos contra 81, com um nulo e um em branco) precisa ser mais aprofundada.

Vamos a outros números:

Dos 144 conselheiros vitalícios com direito a voto, 85 compareceram, 59 faltaram.

Destes (votantes), 50 votaram à favor do impeachment; 34 contra; um em branco.

Entre os Trienais (eleitos sob anuência de Andres Sanches), 185 compareceram, 15 faltaram.

150 votaram contra o impeachment; 34 à favor, um anulou.

O quadro é claro: enquanto Andres Sanches demonstrou força com adesão maciça entre os seus (trienais), os dissidentes da gestão (“reforçados” pela batuta reprovável de Edgard Soares e alguns oposicionistas que insistiram em não enxergar que um barco sem capitão habilitado tende a afundar) sequer conseguiram, entre os próprios, unanimidade.

Diziam ser mais de 60, quando apenas 34 votaram favoráveis às suas proposições.

Mesmo entre os vitalícios, que não suportam mais a gestão de Roberto Andrade, nem o domínio de Andres Sanches e seu grupo sobre o Corinthians, a “vitória” de 50 a 34 tratou-se, em verdade, diante da expressiva ausência (59 conselheiros) de exemplificar a falta de estímulo de alguns em apoiar qualquer iniciativa em que gente com as “qualidades” de alguns apoiadores do impeachment representavam.

O clube, agora, espera para presenciar a que tipo de acordo o atual presidente, Roberto Andrade, se submeteu para se manter no poder (na última sexta-feira, chegou a chorar à frente do deputado e doutras testemunhas, e, reunião que aproximou a todos), e que aqueles que batalham por mudanças no Parque São Jorge, diante do terrível quadro de desvios de condutas que se repete hà mais de dez anos, aprendam a lição:

“não é guiados por porcos que se resolvem os problemas do chiqueiro”.

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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

fevereiro 21, 2017

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Blog do Paulinho

(o programa Blog do Paulinho de hoje foi ótimo, mas, lamentavelmente, foi interrompido por queda de energia que, em consequência, danificou a gravação do podcast. Mas tudo bem ! Amanhã estaremos de volta, ao vivo, no horário habitual)

PVC responde com arrogância, mas leva de volta

fevereiro 21, 2017

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No último domingo, o jornalista PVC publicou coluna na FOLHA em que justificava a injeção de recursos da CREFISA no Palmeiras com o deplorável termo: “Não se rasga dinheiro”, frequentemente utilizado pelos que aceitam desvios de conduta para benefício próprio ou para determinado grupo de pessoas.

Contextualizando:

“Não se trata de dispensar a Crefisa. Não se rasga dinheiro. Mas é possível usá-lo para fazer a transição necessária entre ser clube comprador e formador de seus próprios ídolos.

A Crefisa promete investimento no esporte amador e no clube social, contrapartida à eleição de Leila Pereira e de José Roberto Lamacchia, agora conselheiros. Por que não incluir dinheiro para montar a estrutura na formação de jogadores?”

https://blogdopaulinho.com.br/2017/02/19/pvc-crefisa-e-o-dinheiro-que-se-rasga/

O Blog do Paulinho, por razões óbvias, criticou o pensamento, deixando claro que “(…) ao falar sobre as vantagens trazidas pela CREFISA com nítido olhar palmeirense, PVC esqueceu-se da análise jornalística, que, até pela responsabilidade adquirida em anos de trabalhos respeitados, precisa ser mais aprofundada.”

Nenhum ataque pessoal ao jornalista, apenas discordância de seu pensamento.

PVC, nos bastidores da imprensa, é absolutamente agradável com quem lhe afaga o ego ou, no entendimento dele, possui algum poder decisório em empresas relevantes da grande mídia.

Mas, basta contrariá-lo para despertar-lhe arrogância, prepotência e até alguma má-educação.

Todas as vezes que encontrei-me com PVC, estando em concordância com suas idéias ou, talvez, por ser amigo de pessoas em comum com ele, sempre fui tratado com respeito e até alguma reverência.

Na entrega do Prêmio Comunique-se, em 2011, quando dividimos o protagonismo entre os três blogs de Esporte (Blog do Paulinho, Blog do Juca e Blog do PVC) indicados como melhores do Brasil, em meio aos dez finalistas (de áreas diversas), chegou a dizer: “sensacional você estar aqui. Seu trabalho é ótimo”.

Aparentemente, tratava-se de elogio “da boca para fora”.

Explicaremos na sequencia.

Depois disso, num debate tratando de torcidas “organizadas”, ousei discordar de uma fala, equivocada, de PVC, que, na presença de alguns deles, disse “nunca ter presenciado episódio de jornalista ser agredido por esses torcedores.”.

Foi o suficiente para ser tratado com desrespeito (tenho algumas testemunhas, como o escritor José Renato Santiago), tendo recusado o aperto de mãos ao final do debate.

Em sequencia, após, num de meus textos, ter tratado a avaliação de PVC sobre as “organizadas” como ingênua demais para quem tem a obrigação, como jornalista, de ser mais “antenado”, recebi de volta o seguinte comentário, falado pelo próprio, num dos programas da ESPN (local em que trabalhava): “tem gente que para fazer sucesso precisa ficar na sombra de jornalista conhecido”.

De maneira maldosa, mesmo conhecendo a verdade, o irritado comentarista deu luz às maledicências de gente que utiliza factóides para desqualificar o trabalho de quem incomoda a cartolagem nacional, apenas por sentir-se tocado no ego.

Convenhamos, PVC é, de fato, um dos melhores comentaristas esportivos do país, em seu estilo “estatístico”, mas que não se confunda com “jornalismo”, profissão em que estar bem informado e dissociado de paixões clubísticas é absolutamente necessário para atuação minimamente aceitável.

Voltemos ao episódio de ontem: logo após comentarmos o texto da FOLHA (justificando a CREFISA), publicamos foto de PVC, com a camisa do Palmeiras (em que destacava-se o nome da patrocinadora), ao lado de Leila Pereira, a quem beneficiou com a referida análise, em sua coluna dominical.

Pensamos, não que o jornalista estava sendo desonesto, mas ingênuo e mal-informado, como não deveria ser alguém com sua projeção de mídia e credibilidade.

Fomentado pela reação das mídias sociais, PVC enviou a seguinte mensagem ao Blog do Paulinho, via wathsapp:

“Paulinho. PVC. Você não quer falar comigo sobre a foto? Deveria…”

Respondi, por áudio:

“Oi PVC, tudo bem ? Estou num almoço… saindo daqui eu te ligo… pode ser ? Um abraço”

PVC:

“Vou fazer entrevista com Zé Ricardo. Te ligo depois das 15h.”

Paulinho:

“Estarei no ar entre 15h e 15h30 (gravando a coluna do Fiori)… depois disso qualquer horário e tranquilo…”

PVC, já com alguma arrogância, respondeu:

“Se terminar antes das 15h, te ligo antes. Quero que você publique exatamente o que eu vou te dizer.  Quem publicou que a candidatura da Leila estava vetada fui eu. Não se esqueça disso. Tinha de ter me ligado.”

Respondi:

“PVC fique tranquilo… o espaço é todo seu… com relação a foto, o sentido da postagem é sua falta de cuidado, consigo próprio, em aparecer ao lado desse tipo de gente em fotografia… sei que é honesto (não coloco isso em dúvida), mas exagerou no direito de ser ingênuo e estar mal informado… além do temível termo “não se rasga dinheiro” utilizado para justificar a utilização dos recursos da Crefisa no Palmeiras… PVC nada tenho contra você… critiquei o texto, em si… aguardo seu contato… em meia hora estarei tranquilo…”

Perto das 14h45, PVC ligou e, para minha surpresa, com absoluta arrogância, prepotência e falta de educação, disse, após eu atender com “Oi PVC, tudo bem,?”:

“Alô… você é um escroto ! Não, não está nada bem ! Você foi escroto comigo!”

Retruquei:

“Fui o que ? Você leu o texto do blog ?”

Acreditando estar tratando com alguém que se intimidaria com sua “fama”, PVC tentou desqualificar-me:

“Não ! Pra minha felicidade não entro no seu blog, não leio o que você escreve!”

Difícil é saber se faltou com a verdade agora ou quando, ao encontrar-me em alguns eventos, elogiou-me efusivamente.

Por razões óbvias, ao ser tratado de maneira desrespeitosa, terminei a conversa mandando PVC comer “tomate crú” (o leitor, inteligente, decifrará), orientando-lhe a procurar a Justiça se assim julgar necessário, porque não mais ouviria esse tipo de “argumentação”.

É isso.

Nem sempre o que se vê na TV é o que realmente acontece nos bastidores.

Vereadora de Goiás exibe na Câmara áudio em que Kajuru, de viva voz, passa número da conta ao bicheiro Cachoeira

fevereiro 21, 2017

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Recentemente, o agora vereador Jorge Kajuru, acusou a vereadora Sabrina Garcêz (PMB), de trabalhar para o bicheiro Carlinhos Cachoeira, mas, como de hábito ocorre em sua denúncias, não comprovou.

Por conta disso, foi humilhado, no plenário da Câmara, na presença de todos os políticos da casa.

Sabrina exibiu para todos áudio (de grampo da Polícia Federal) em que o próprio Kajuru, de viva voz, passa o número de uma conta corrente (em nome de uma mulher, que ele, jocosamente, ao soletrar o nome, diz: “L, de laranja”) para funcionário do bicheiro Carlinhos Cachoeira, de quem, por anos, teria recebido “mensalinho”.

Outros áudios também foram transmitidos, entre os quais um em que Kajuru pede o email do bicheiro para se comunicar (Cachoeira diz o endereço) e outro, já postado anteriormente, com exclusividade pelo Blog do Paulinho, em que o contraventor, contrariado, pede para que a torneira de pagamentos ao então apresentador seja fechada.

Ouça e tape o nariz:

Documentos da Polícia Federal que colocam Jorge Kajuru na Folha de Pagamento do bicheiro Carlinhos Cachoeira:

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Clássico do amor: 45 mil camisinhas serão distribuídas no Derby da Arena em Itaquera

fevereiro 21, 2017
Clebinho e Filipinho

Clebinho e Filipinho

O estádio em Itaquera receberá amanhã o clássico entre Corinthians e Palmeiras, válido pelo Paulistinha, Derby sempre motivador de emoções.

Lamentavelmente, somente torcedores do Timão estarão presentes, diante da burrice de utilizar o critério de “torcida única” para resolver o que a incompetência não consegue atingir.

Estes, porém, serão beneficiados.

Por iniciativa da Secretaria da Saúde do Governo, 45 mil camisinhas serão distribuídas no local, além de vídeos de orientações, exibidos nos telões antes e no intervalo da partida.

O nível da “diretoria” do Santos

fevereiro 21, 2017

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Se Modesto Roma Junior já não é reconhecido nos bastidores do Santos por se tratar de um “coroinha”, ainda mais tendo como “braço direito” um empresário de jogadores, Luis Taveira – situação absolutamente inapropriada, moralmente – e as cordas que regem seus pensamentos nas mãos de Marcelo Teixeira, que dispensa apresentações, suas recentes aproximações políticas tem premiado o que há de pior nos bastidores do Peixe.

Existe um sujeito, de nome Marcio Rosas, que em recente postagem em mídia social, escreveu:

“(…) nessa merda (Santos) mandamos nós, até o final do ano. E quem sabe mais uns seis anos”

Além do nível rasteiro do tratamento com um clube da importância do Santos, evidencia-se a arrogância em meio a suspeitas ainda mais graves de compadrio, que explica as razões de quem antes era contrário ao atual grupo gestor, mas agora até camarote da presidência frequenta, com direito à exposição pública de má-educação e modos reprováveis de etiqueta.

Governo nega beneficiar “Gaviões da Fiel” com Lei Rouanet

fevereiro 21, 2017

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Da FOLHA

Por MÔNICA BERGAMO

A Gaviões da Fiel teve o pedido de autorização para captar R$ 1,5 milhão pela Lei Rouanet reprovado pelo Ministério da Cultura.

O dinheiro iria cobrir gastos da preparação para o desfile de Carnaval deste ano em São Paulo.

O projeto foi indeferido porque a escola não esclareceu questionamentos feitos pelo MinC.

Clássico com torcida única significa o fim do futebol no Rio

fevereiro 21, 2017

Vereadores instituem "Dia em Memória ao Futebol"

Da FOLHA

Por ÁLVARO COSTA E SILVA

O dia 10 de dezembro de 1967 se tornaria inesquecível para o menino. Foi quando ele conheceu o Maracanã. Não lembra se entrou pelo Bellini ou pela Uerj, mas recorda o frio na barriga. E o impacto da visão multicolorida: o verde do gramado contrastando com o azul das cadeiras; as bandeiras do Botafogo e do Fluminense (estas, envoltas em nuvens de pó-de-arroz).

Depois veio o som do alarido e da batucada, e o gosto do cachorro-quente Geneal, o melhor que já comeu. Pai e filho estavam no meio da arquibancada, o espaço das famílias, com torcida mista e sem brigas. O melhor lugar para assistir ao jogo, quando o sol do verão baixava. Com 88.571 pessoas no estádio, o menino virou para o pai e disse, apontando para o lado do Botafogo: “É aquele”. O pai tricolor não gostou. Mas deixou passar.

A escalação do time, ele até hoje sabe de cor: Manga, Paulistinha, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima. Os gols, revê sempre no filme do Canal 100: Samarone, o Diabo Louro —o primeiro gol que viu na vida!— e Roberto Miranda. 1 a 1. Pai e filho voltaram felizes para casa.

Estive no Maracanã zilhões de outras vezes, como repórter e sobretudo como torcedor. Pois, na semana passada, a Justiça do Rio acatou o pedido do Ministério Público de instaurar a torcida única nos clássicos. Uma briga entre facções organizadas do Botafogo e do Flamengo, que teve transmissão ao vivo e terminou com a morte de um botafoguense na ponta de um espeto de churrasco, motivou a decisão. Triste futebol carioca.

Já não tínhamos estádio (jamais esqueça que o ex-governador Sérgio Cabral destruiu o Maracanã). Agora não temos torcida adversária. Num futuro próximo, perguntaremos como a grã-fina das narinas de cadáver: “Quem é a bola?”.

Roberto Andrade vence no Conselho e permanece presidente do Corinthians

fevereiro 20, 2017

roberto andrade

Com ajuda explícita de Andres Sanches, que pediu votos contra o impeachment na porta do clube, o presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade venceu votação no Conselho Deliberativo e a possibilidade de seu afastamento foi descartada.

Foi de lavada: 183 a 81.

Nulos 1, brancos 1.

181 dos votantes são conselheiros eleitos na chapa de Roberto Andrade, mas, em verdade, selecionados por Andres Sanches.

Apenas 85 vitalícios compareceram.

A votação foi dividida em duas etapas: a primeira, para decidir se haveria necessidade de votar o impeachment diante dos fatos apresentados; a segunda somente ocorreria se houvesse admissibilidade dos conselheiros; diante da negativa sequer foi necessário dar continuídade à reunião.

Na prática, o afastamento não foi colocado em pauta, encerrando a questão.

Edgard Soares, mentor da ação contra o presidente (ao lado de Romeu Tuma Junior e Herói Vicente), abandonou a reunião em meio à votação, retornando apenas no final.

Tudo indica, porém, conforme adiantado pelo blog durante a semana, que Roberto Andrade venceu, mas não levará, tornando-se a Rainha da Inglaterra que Andres Sanches tanto desejou.

Se houver impeachment, Corinthians terá novo Presidente eleito em menos de 30 dias

fevereiro 20, 2017

voto urna

Diante da desinformação geral da imprensa, que publicou nos principais veículos de informação do país as mais variadas versões sobre os desdobramentos do processo que pode ocasionar no impeachment do presidente Roberto “da Nova” Andrade no Corinthians (todas equivocadas), o Blog do Paulinho, amparado no Estatuto do clube, esclarece:

Segundo o Art. 107, em sua letra “h”, após a destituição do Presidente ser aprovada pelo Conselho Deliberativo, o órgão é obrigado, no prazo máximo de cinco dias, a realizar a convocação da Assembléia Geral.

A iniciativa, levando-se em consideração de que o presidente do Conselho, o desembargador Guilherme Strenger, não esconde ser favorável ao afastamento, pode se dar ainda durante a reunião de hoje (segunda-feira), proporcionando que, em hipótese, no próximo domingo a Assembléia Geral de sequencia aos trâmites, ou, no mais tardar (devido ao período de Carnaval), na semana subsequente.

Aprovada a destituição do Presidente pela referida Assembléia, assume o cargo o atual 1º Vice-Presidente, André Negão, que, segundo interpretação do art. 108, será obrigado a convocar, imediatamente, novas eleições (por via indireta – pelo Conselho) à presidência (salvo se faltasse seis meses para findar o mandato – não é o caso).

As publicações davam conta de que Negão não teria prazo para a convocação ou que poderia ocupar o cargo até as eleições de 2018.

Não é verdade.

Além disso, segundo o Inciso 1º do art. 108, com a queda de Roberto Andrade, todos os Diretores (inclusive os principais, de futebol e financeiro), automaticamente, serão demissionários, o que, por razões óbvias, amplia a necessidade de celeridade.

Art. 107 – o processo de Destituição obedecerá à seguinte tramitação:

  1. h) caso a Destituição seja aprovada pelo CD, deverá ser convocada em até cinco dias a Assembléia Geral de associados para, em última instância, votar a destituição, ficando o processado afastado cauterlamente desde logo do exercício de suas funções até a Proclamação do resultado fina da Assembléia Geral;

PARÁGRAFO ÚNICO: a destituição do Presidente ou de seus Vices-Presdientes apenas terá eficácia definitiva após a proclamação do resultado final da Assembléia Geral.

Art. 108 – Vagando-se o cargo de Presidente, por morte, renúncia ou cassação de mandato, assumirá o 1º Vice-Presidente da Diretoria ou, na sua ausência, o 2º Vice-Presidente da Diretoria, devendo ser convocado o CD para eleição de novo Presidente até o término do mandato, salvo se faltar  menos de seis emses para findar o referido mandato.

Inciso 1º Ocorrendo a vacância do cargo de Presidente da Diretoria, os Diretores, os Diretores Adjuntos e o Secretário geral serão considerados demissionários.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

fevereiro 20, 2017

rockngol-logo-preto

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Blogueiros

Por conta da votação do processo de impeachment de Roberto Andrade (coberto pelo Blog do Paulinho) e de compromissos particulares do apresentador Fabiano Pellege o programa, excepcionalmente, não foi ao ar.

Voto aberto ou fechado ? É o dilema no dia em que o Corinthians pode afastar seu presidente

fevereiro 20, 2017

compradevotos

Se a indefinição impera entre os conselheiros do clube, que julgarão (logo mais, por volta das 19h) se Roberto ‘da Nova” Andrade merece ou não ser afastado da presidência do Corinthians, o panorama é semelhante nas opiniões sobre o sistema de votação a ser utilizado: voto aberto ou fechado, eis a questão.

A regra, a princípio, prevê a votação sem identificação do conselheiro, mas poderá ser alterada se o presidente do Conselho Deliberativo (que é favorável ao impeachment) permitir.

O quadro atual, salvo as tradicionais traições, é o seguinte:

Pela permanência de Roberto Andrade no poder: seguidores do próprio presidente, conselheiros vitalícios ligados a Paulo Garcia e Alberto Dualib e alguns oposicionistas (minoria) que acreditam ser mais favorável disputar as eleições do clube em 2018 (pelo voto popular) do que agora (diante dum conselho nas mãos da situação);

Pelo impeachment: oposicionistas, além de alguns dissidentes do grupo de conselheiros eleito com Roberto Andrade (aproximadamente 40 pessoas lideradas por advogados que seguem as orientações do “171 do Vale do Paraíba);

Indefinidos: conselheiros que obedecem às ordens do deputado federal Andres Sanches, que espera resposta de Roberto Andrade, até o último minuto, sobre aceitar sua condição para orientar os votos de seus seguidores (estima-se, mais de 100 pessoas), ou seja, tornar-se a Rainha da Inglaterra… é o Fiel da Balança da votação.

Em resumo, se Roberto Andrade aceitar a chantagem, permanecerá no cargo, mas apenas para adoçar o ego histórico, submetendo-se a humilhação de ser mandado por quem se acredita “dono do Corinthians”.

Em caso de recusa, o impeachment parece certo.

Porém, voltando ao dilema de votação aberta ou fechada, o que parece linear (como explicado acima) poderá ser mudado, diante da notória fama ligada à traição de boa parte dos conselheiros ligados ao parlamentar.

Explico: burramente, oposicionistas, que dificilmente mudarão de lado, pedem que o sistema seja alterado para “Voto Aberto”, facilitando a vida de Andres Sanches, que conseguirá controlar o seu “Rebanho”, sem risco de ser “trapaceado” por aqueles que morrem de medo de contrariá-lo.

Se a votação for fechada, o único grupo que poderá ocasionar surpresas, sem o controle do ex-presidente, é exatamente o “encabrestado”, que terá a oportunidade de escolha diferente da “sugerida” pelo “capo” do Parque São Jorge.

Apesar da indefinição do resultado ser opinião da maioria dos que frequentam o Corinthians, apenas o grupo de Roberto Andrade canta vitória, através do secretário geral Antonio Rachid – funcionário de Paulo Garcia, que diz ter 180 votos seguros contrários ao afastamento.

Saberemos se a conta bate, logo mais.

Certo é que não há resultado agradável, a curto prazo, para o Corinthians: se Roberto Andrade permanecer, o clube seguirá a cartilha que infelicita o Timão há quase dez anos; se sair, o vexame de ter um notório contraventor na Presidência jamais será apagado (mesmo que temporário), restando ainda uma herança terrível a ser resolvida pelo próximo mandatário (a ser eleito, pouco mais de um mês depois) que será obrigado a se dividir entre a administração de uma agremiação que respira por aparelhos e o período eleitoral (2018), sempre fomentador de novos problemas.

ATUALIZAÇÃO: o vice-presidente do Corinthians, André Negão, posicionou-se, hoje pela manhã, contrário ao impeachment de Roberto Andrade. Se não se tratar de blefe pode ser indicativo do caminho a ser seguido por “encabrestados” de Andres Sanches

O Atletiba foi histórico, mas não pode parar por ai

fevereiro 20, 2017

atletiba

Atlético/PR e Coritiba fizeram história ao recusarem-se a atender ordens da Federação Paranaense de Futebol, que, pressionada pelos interesses da Rede Globo (que não conseguiu fechar contratos com as equipes) objetivava impedir a transmissão do clássico pela internet, bancada pelos clubes.

“Cortem a transmissão ou não teremos jogo”, disse o constrangido árbitro Paulo Roberto Alves, deixando claro estar seguindo ordens de superiores.

Não tivemos partida, mesmo diante de um estádio com 20 mil pessoas, que puderam, ao menos, presenciar a história, simbolizada no abraço coletivo de jogadores intercalados ao meio do gramado, em gesto de união.

Como de hábito, nas respostas “oficiais”, diante do clamor popular favorável às equipes, a FPF mentiu ao dizer que o jogo só não foi realizado por conta dos jornalistas contratados para a transmissão não estarem credenciados (em vídeo, o árbitro do jogo diz, claramente: “o pessoal não pode transmitir porque não é a detentora do campeonato” ), e a Rede Globo se fez de desentendida, emitindo nota no Fantástico dizendo ser responsável pelos jogos do qual mantém direitos, sem se opor à iniciativas particulares nos outros eventos.

O fatos são esclarecedores: até quase o pontapé inicial não havia sequer menção à paralisação do espetáculo (esperava-se pelo fracasso de audiência), porém, após a constatação de que mais de 100 mil pessoas estavam assistindo durante a execução do hino nacional, bateu o desespero entre os que não acreditavam no sucesso, razão pela qual, avisado, certamente em cima da hora, o árbitro seguiu o que lhe fora passado, nitidamente sem conseguir explicar, detalhadamente, a questão.

Resta agora aos clubes, não apenas os envolvidos no episódio, mas os outros que, excetuando-se Corinthians e Flamengo, em regra, seguem em desvantagem nas negociações televisivas, dar o passo seguinte, libertador não apenas diante da Globo, mas, principalmente, das Federações: assumir o comando da gestão do futebol em seus estados, que não precisa ser condicionado a empresas (Federações) claramente existentes para beneficiar meia dúzia de políticos e cartolas às custas de percentuais indevidos das arrecadações da agremiações.

Com relação às transmissões em si, o NETFLIX  (serviço mantido na internet que já tem mais audiência que as TVs a Cabo americanas e tem tirado o sono das emissoras abertas do Brasil) está ai para comprovar que boas ideias e competência podem render muito dinheiro a quem souber trabalhar seu produto.

Hoje em dia todas os novos televisores fabricados tem tecnologia para transmissão, pela internet, de partidas em resolução máxima (4k), superior à disponibilizada pela Globo, com a vantagem da flexibilidade do telespectador poder estar em qualquer loca do planeta para torcer pela equipe de coração.

Por que os patrocinadores, que pagam fortunas à Globo pelos direitos dos campeonatos (repassados em quantia muito inferior aos clubes), deixariam de investir em iniciativas privadas das agremiações (desde que bem fundamentadas), sabedores de que a audiência estaria garantida (que torcedor deixaria de assistir ao jogo – inclusive entre os que estiverem no estádio ?).

O futuro está à mão, teve o pontapé inicial num jogo que não se iniciou e, se buscado com coragem e competência comercial revolucionará não apenas as fontes de arrecadações do futebol brasileiro, como democratizará a escolha do torcedor sobre a opção que melhor lhe convier para acompanhar seu clube de coração.

PVC, Crefisa e a foto

fevereiro 20, 2017

pvc-e-crefisa

Saiba mais sobre o assunto clicando no link abaixo:

https://blogdopaulinho.com.br/2017/02/19/pvc-crefisa-e-o-dinheiro-que-se-rasga/

Mancomunado com Atlético/GO, Sindicato dos Atletas subtrai fortuna de jogadores

fevereiro 20, 2017

marcal-goias

O Ministério Público de Goiás investiga suposto golpe aplicado pelo SINAPEGO (Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás), que, mancomunado com o Atlético-GO, teria subtraído uma fortuna de 70 ex-jogadores da referida equipe.

Há suspeitas de que o presidente do Sindicato, Janivaldo Marçal Chaveiro, ex-jogador do clube (chegou a ser campeão mundial sub-20 pela Seleção Brasileira), teria embolsado boa parte da quantia (que só não foi maior devido à ação dos atletas, que, alertados por advogado, conseguiram suspender os pagamentos).

Vamos explicar.

O Atlético/GO devia para setenta jogadores os salários (em carteira) referentes aos meses de dezembro de 2012, janeiro, fevereiro e março de 2013, além dos “direitos de imagem” de  outubro, novembro e dezembro de 2012 e janeiro, fevereiro e março de 2013.

Sem autorização dos credores, o SINAPEGO ingressou com ação judicial contra o clube, para receber o montante, que, supostamente, seria repassado aos atletas (que sequer foram avisados da contenda).

A justiça avaliou a dívida em R$ 8.192.711,40.

Citado no processo, o Atlético/GO não compareceu, ocasionando condenação à revelia.

No dia 14 de novembro, a Justiça homologou a sentença e iniciou a execução, dentro do cálculo de pouco mais de R$ 8 milhões.

Bens do Atlético/GO foram penhorados e a Rede Globo notificada para não direcionar ao clube, e sim aos atletas, os pagamentos de diretos de televisão.

Porém, de maneira absolutamente suspeita, em 23 de fevereiro de 2016, o presidente do SINAPEGO, conhecido como Marçal, compareceu à Justiça junto com dirigentes do Atlético/GO e formalizou novo acordo, em que abria mão, em nome dos jogadores (sem que estes tenham autorizado) de receber R$ 8,1 milhões para aceitar inacreditável R$ 1.244.000,00, em parcelas de R$ 45 mil.

Vale a pena relembrar: a causa estava ganha, com penhoras executadas.

Mas as iniciativas suspeitas não pararam por ai: as quatro primeiras parcelas (total de R$ 180 mil), descontadas do dinheiro que os atletas tinham à receber, foram sacadas por advogados do SINAPEGO, à título de “honorários advocatícios”.

Além disso, em sequencia, o Sindicato peticionou na Justiça que todos os outros pagamentos deveriam ser realizados, pessoalmente, em nome de Janivaldo Marçal Chaveiro, presidente da entidade, e não dos jogadores.

Não fosse descoberto a tempo pelos atletas (que conseguiram obstar o processo e também os depósitos, levando o caso ao MP-GO), o que sugere ser um grande golpe, seria difícil saber o final exato dessa história.

Vale a pena escutar, abaixo, áudio de conversa do jogador Adriano sendo orientado pelo seu advogado, que explica-lhe, detalhadamente, toda a movimentação processual:

Cálculo da Justiça indicando que dívida do Atlético/GO com os jogadores era de R$ 8,1 milhões

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Amostragem de cálculo detalhado para alguns jogadores

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“Acordo” do Sindicato para reduzir recebíveis dos jogadores de R$ 8,1 milhões para R$ 1,2 milhão

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Acordo para depositar dinheiro dos jogadores na conta de Janivaldo Marçal Chaveiro, presidente do SINAPEGO

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