Archive for janeiro \31\UTC 2016

“Qual é o CNPJ da empresa ?”,patrocinadora do Corinthians bloqueia torcedores que fazem perguntas no facebook

janeiro 31, 2016

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Logo mais à tarde, o Corinthians estreia no Campeonato Paulista, contra o XV de Piracicaba, em Itaquera, com a primeira exposição pública da casa de apostas WINNER em seu uniforme.

Ontem levantamos diversas suspeitas sobre a origem, não apenas dos recursos, mas também dos proprietários da nova parceira alvinegra.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2016/01/30/winner-empresa-de-apostas-gerenciada-de-paraisos-fiscais-pode-lavar-r-20-milhoes-na-camisa-do-corinthians/

Nossa matéria estimulou torcedores do clube a invadirem a página da “empresa”, no facebook, com questionamentos básicos, mas que parecem ter incomodado seus gestores:

– Qual é o CNPJ da empresa ?

– Qual é a data de fundação ?

– Quem são os investidores ?

Pois é.

Nenhuma pergunta foi respondida, os torcedores, todos, que se “atreveram” a preguntar, acabaram “bloqueados” e as postagens quase que imediatamente deletadas.

winner face

Tomara, no conselho deliberativo do Corinthians, os questionamentos possam ser refeitos, e respondidos, por quem de direito.

Sonegação falsidade ideológica e lavagem de dinheiro: até que ponto Neymar é vítima ?

janeiro 31, 2016

Malaquias, Neymar e Wagner Ribeiro

A arte magnífica de Neymar dentro das quatro linhas tende a nos impedir, por vezes, de querer enxergar sua participação, como fez o MP-SP e também o da Espanha, nos graves crimes, que, tudo indica, parece ter cometido.

Dentre os quais sonegação de impostos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Criação de empresas fajutas, assinatura de contrato com outra equipe à margem do conhecimento da que estava atuando (mas não de presidente e vice, também investigados), e a convivência, quase impossível de não impregná-lo de conhecimentos do submundo, comercial com o empresário Wagner Ribeiro e familiar, com seu próprio pai, reconhecido nos guetos da malandragem litorânea.

Até que ponto Neymar é inocente ?

Ou culpado ?

Pode-se acreditar, apesar de a cada dia se tornar mais difícil crer, que o jogador nunca tenha tomado conhecimento do que assinava (ou assinavam por ele), mas é inacreditável, quase impossível, o desconhecimento das práticas daqueles a quem permitiu cuidar de sua carreira.

Um, conhecido pela alcunha, “luxemburgo” do empresários (o que, evidentemente, não se trata de elogio), ao menos, nem parente de sua cachorrinha é, estando ao seu lado apenas para sugar-lhe o máximo possível de recursos, mas o outro, familiar, deveria, se for de fato o caso, procurar os MPs de Brasil e Espanha, assumir o que fez, e, com dignidade, impedir que o pior aconteça a seu rebento.

Enquanto a Neymar, o craque, se ainda quiser evoluir na carreira, sem cercar-se de problemas ligados a malandragem, resta, até porque possui tamanho para tal, romper com ambos, ao menos comercialmente, pedir desculpas a quem, voluntariamente ou não, prejudicou com o recebimento indevido de valores, limpando uma imagem que deveria permanecer na memória de seus torcedores apenas pelo que pode produzir nos principais gramados do planeta.

Até tu, Petrobras ?

janeiro 31, 2016

ratos cbf

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

No país da piada pronta, perde-se o amigo, jamais a anedota.

Como revelado pelo repórter Rodrigo Mattos em seu blog no UOL, do Grupo Folha, em outubro a Petrobras rompeu o contrato de patrocínio da Copa do Brasil.

A estatal não disse estar cansada dos escândalos da CBF, ao contrário do apurado pelo calejado jornalista, premiado com o Prêmio Esso de 2012, nestaFolha.

Em dezembro tinha sido a vez de a Gillette cortar relações com a CBF e agora a Sadia deixou de patrociná-la, por saber que a destruição de uma marca é bem mais rápida que a construção.

Também a Sadia, da BRF Brasil, cujo presidente do Conselho Administrativo é o empresário Abílio Diniz, não diz que os escândalos a afastaram da CBF, mas o motivo do rompimento foi exatamente este.

A Fifa se mexe e a CBF imagina a solução na figura bizarra do coronel Nunes.

Tanto não é que a entidade teve de recuar rapidinho e engolir a Primeira Liga, tal o respaldo dado ao seu torneio pela opinião pública e pela mídia.

Se a saída da Petrobras parece o roto abandonando o esfarrapado, aí a piada pronta, leve-se em conta o esforço dos novos gestores para limpar a sujeira instalada em suas entranhas, ao contrário do que ocorre na Casa Bandida onde não há remendo que a remedeie.

Nova eleição, sob novas regras, sem as cláusulas de barreira que impedem candidaturas de pessoas de bem à presidência, é a saída.

Até acontecer, sentiremos o odor podre de um cadáver insepulto que insiste em sobreviver.

Trump é o voto do medo

janeiro 31, 2016

 

trump

Da FOLHA

Por CLOVIS ROSSI

Gideon Rachman, colunista do “Financial Times”, terminou seu texto de balanço do Fórum de Davos-2016 com uma aterradora lembrança: o fórum de 2017 pode se realizar com um certo Donald Trump como presidente dos EUA.

Não sou só eu quem se assusta com essa possibilidade: em dezembro, a Quinnipiac University saiu pelos EUA perguntando se ficariam envergonhados se Donald Trump fosse o presidente.

Cinquenta por cento responderam que sim, ficariam envergonhados. (No caso de Hillary Clinton ganhar a Presidência, os envergonhados seriam apenas 35%.)

A revista “The Economist”, no número que começou a circular na quinta-feira (28), escreve com aquela rude franqueza com que toma posições a respeito de eleições alheias:

“Nem Mr. Trump nem Mr. Cruz [Ted Cruz, o segundo colocado nas pesquisas entre os candidatos republicanos] oferecem coerência na economia ou políticas ajuizadas. Nenhum deles passa no teste de caráter”, diz a publicação.

Acrescenta Peter Wehner, republicano desde que começou a votar, em 1980, e que trabalhou com os dois Bush presidentes:

“Há muitas razões para se abster de votar por Trump, se ele for indicado, começando com o fato de que seria o mais desqualificado presidente da história americana”. Uau.

À primeira vista, portanto, Trump pode até ganhar as primeiras primárias -nesta segunda-feira (1º)- em Iowa, mas parece suicídio para os republicanos escolhê-lo como candidato ao fim do longo processo de seleção, certo?

Gostaria que fosse certo. Tudo o que o mundo dispensa no momento conturbado que vive é um presidente machista e preconceituoso na nação mais poderosa do planeta, incapaz de “distinguir a Quds Force [unidade de elite iraniana] dos curdos”, como ironiza o citado Peter Wehner.

Começo a temer, no entanto, que a sabedoria convencional que dá Trump como inelegível possa estar equivocada.

Primeiro, porque Trump -escreve Demetri Sevastopulo no “Financial Times”- conseguiu ser visto como “um não político que desafiará um sistema político que não mais trabalha para as pessoas comuns”.

Mais do que “não político”, Trump se apresenta como antiestablishment, o que é uma falácia tão imensa quanto Fernando Collor apresentar-se como “caçador de marajás” (e Collor ganhou a eleição, montado nessa mentira).

Recente pesquisa do Pew Research Center mostra uma impressionante queda na porcentagem das pessoas que confiam no governo em Washington: de quase 80% nos anos 60 e 70, foi para meros 20% agora.

É enorme, portanto, a cesta de votos que Trump pode caçar, ainda mais que todos os seus principais adversários, republicanos ou democratas, são gente de Washington.

Há mais, no entanto: Trump fala aos medos dos americanos. Usa um boné com a frase “Fazer a América grande de novo”, com o que acena a uma sensação difusa, mas disseminada, de decadência (sensação sem muita base factual, diz a “Economist”, mas fígado e cérebro raramente conversam).

Deixar que o medo vença uma eleição falará muito mal dos Estados Unidos.

Título do filme deveria ser ‘Os Dez Mandamentos – O Pesadelo’

janeiro 31, 2016

Edir Macedo

Da FOLHA

Por INÁCIO ARAUJO

Não, o pior não é “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O pior é a interminável sessão de trailers de longas em produção que o precede. Temos Jesus crucificado, Jesus menino, romanos fazendo maldades e, para terminar em grande estilo, a promessa de “Deus Não Está Morto 2”, onde a fé, parece, é perseguida.

Eis aí, em resumo, uma amostra de que Deus, pragmático, parece mesmo ter trocado sua infinita misericórdia por uma idêntica vulgaridade: é preciso acompanhar os tempos.

Quanto a “Os Dez Mandamentos”, o filme entrega em linhas gerais o que se esperava dele. Começa com Josué anunciando aos hebreus que vai contar a sua história. Ele a narra de frente para a câmera, quase aos berros; o seu público permanece atrás dele. A mensagem está dada: Josué é o seu pastor, e a verdadeira plateia somos nós, não os hebreus do deserto.

Desde então, o grande mistério que o filme nos propõe não é do combate dos judeus pela liberdade nem a disputa para saber quem é o verdadeiro Deus. O que realmente intriga são aquelas egípcias que vira e mexe estão chorando sem, nunca, jamais, borrar a maquiagem.

De resto, o que dizer de um filme extraído de 176 capítulos? O fundamento do cinema é a síntese, o das novelas é seu inverso (que não é a análise, mas qualquer coisa que se espalha no tempo). Então, os erros narrativos são evidentes e, talvez, inevitáveis.

E o que dizer de uma representação feita à base de 40 minutos diários? Não se pode pedir dela nenhum rigor. Não se pode pedir dos atores muito mais do que a interpretação superficial que oferecem.

Claro, os diálogos são um problema, já se sabia. Mas podiam nos ter poupado de coisas como um Moisés que comenta, depois de o Egito ser vitimado por uma pilha de pragas: “É impressionante o poder de Deus”. Com efeito.

Ou, ao ver um homem estirado, após receber chibatadas e mais chibatadas, perguntar a ele: “Você está bem?”. Ah, claro, está ótimo: nada como uma chibata nas costas para revigorar uma pessoa.

O roteiro também sofre enormemente com a contração, de tal modo que os sentimentos de Moisés por Ramsés e vice-versa vão se alternando, passando de amor a ódio e inversamente sem a menor cerimônia. Etc.

As melhores cenas são as de ação, em particular as com efeitos especiais e, se possível, sem câmera lenta.

O que resta da empreitada é um livro do Êxodo desossado: uma série de episódios que se acumulam sem nenhum interesse dramático, sem um fotograma de invenção.

Um exemplo: quando temos um lance dramático decente (a família do recém-nascido Moisés tenta escondê-lo, mas é surpreendida pelos guardas), a cena de fuga é incompreensível. Ainda uma vez, não se pode avaliar por aí o trabalho de quem grava 40 minutos de ficção por dia.

Tudo isso não significa que “Os Dez Mandamentos – O Filme” (e por que não: “Os Dez Mandamentos – O Pesadelo”) não cumpra sua função: não era para ser um bom filme, um bom divertimento ou mesmo um ato de fé.

Era para ser uma demonstração de força da Igreja Universal proporcional à tonitruante e onipresente trilha musical. Veremos se a turma aguenta na boa.

Winner: empresa de apostas, gerenciada de paraísos fiscais, pode lavar R$ 20 milhões na camisa do Corinthians

janeiro 30, 2016

gustavo herbetta

O Corinthians anunciou, ontem, por intermédio de seu superintendente de marketing, Gustavo Herbetta, um patrocínio com a “Winner Play”, que comprometeu-se a pagar R$ 20 milhões para expor sua marca na camisa alvinegra por três anos.

Há, porém, diversas obscuridades a serem explicadas.

Por exemplo, o domínio do site da empresa, http://winnerplay.net, foi cadastrado apenas em 28 de dezembro de 2015, entrando em operação ontem, 30 de janeiro.

O mesmo procedimento foi adotado na página de facebook, criada apenas este mês.

Ou seja, o patrocinador do Corinthians, que possui R$ 20 milhões para gastar em publicidade, sequer existia até um mês atrás.

Estranhamente, a WINNER utilizou-se da empresa WHOISGUARD.INC, registrada no Panamá, que tem por ofício receber dinheiro para assumir a propriedade de domínios de internet que não podem, por diversos motivos, expor publicamente seus proprietários.

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(Imagem: Arthur Carvalho)

OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS PELA WINNER PLAY

Em sua recém criada página, a “Winner Play”, esforça-se para dizer, no rodapé, que “esse não é um site de apostas”, o que, a primeira vista, parece até ser verdade.

Porém, o negócio proposto ao consumidor é, no mínimo, inusitado: o “jogador” se cadastra, dá palpites em jogos de futebol, nada paga por nenhuma das suas ações, e, em sendo o melhor colocado, ainda leva prêmios, como, por exemplo, uma moto.

Mas, basta observar com atenção, ao final da página, para verificar a real intenção dos novos “parceiros” da diretoria do Corinthians.

“WINNER PLAY é patrocinada por WINNER.COM”, diz o texto.

Ou seja, bancada por outro site.

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WINNER.COM é um site de apostas, também recente (criado em 2015), que, apesar de registrado no exterior, opera ilegalmente, também, no Brasil.

Seria este dinheiro, portanto, que estaria sendo lavado na camisa do Corinthians.

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Mas há ainda outra empresa por detrás da WINNER.COM, que banca a WINNER PLAY: trata-se da Redfinger Trading Limited, do Chipre, paraíso fiscal europeu, exposta no próprio site da casa de apostas, tratada como responsável pela marca utilizada.

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Continuando o jogo de esconde, a Redfinger, segundo consta no próprio site da WINNER, é comandada por outra empresa, também responsável por jogatinas na internet, a Zirconium Gaming Limited, registrada no Caribe, na ilha de Antigua e e Barbuda.

Segundo o site Bloomberg Business, a Zirconium não tem proprietários conhecidos, nem efetuou transações relevantes com outras empresas, pelo menos nos últimos doze meses.

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A única coisa realmente clara, em toda essa nebulosidade, é o fato do Corinthians, nos últimos meses, estar loteando sua camisa, em contratos de patrocínios obscuros (a KLAR é outro exemplo recente), com parceiros que possuem absoluta dificuldade de comprovar a origem de seus recursos.

Não é necessário ser nenhum gênio para perceber o real objetivo de uma empresa, que começou a operar no dia da assinatura do contrato com o clube, e tem como gestora uma casa de apostas que opera ilegalmente no Brasil.

O superintendente de marketing do Timão, Gustavo Herbetta, o financeiro, Emerson Piovesan, e o presidente, Roberto “da Nova” Andrade, devem explicações.

O engenheiro da Odebrecht, o sítio de Lula e o estádio do Corinthians

janeiro 30, 2016

frederico barbosa andres sanches

Aos poucos, os executivos da ODEBRECHT com mais proximidade do ex-presidente Lula, envolvidos nos negócios que levaram à construção do estádio que o Corinthians utiliza como seu, em Itaquera, estão se transformando em “estrelas” do Jornal Nacional.

Primeiro foram Alexandrino Alencar e Marcelo Odebrecht, presos pela Operação Lava-Jato, agora, Frederico Barbosa, engenheiro envolvido nos trâmites da reforma de um sítio do tamanho de 24 campos de futebol, que o ex-presidente garante não ser de sua propriedade, mas toda Atibaia (cidade próxima a Capital de São Paulo) diz o contrário.

Se, para atender Lula, Barbosa, segundo relatos de testemunhas, teria emitido notas de empresas que não existem, orquestrado pagamento de despesas com lojas de materiais de construção, semanalmente, com dinheiro vivo (em média, R$ 70 mil a cada sete dias), e, após ser flagrado pelo MP-SP, alegado desconhecer que a propriedade pertenceria ao ex-presidente, há razões de sobra para desconfianças noutras obras em que se fez presente.

Principalmente a do “Fielzão”.

Ao gerir uma empreitada que Lula, certamente, queria deixar em segredo (o sítio), torna-se óbvio acreditar que o engenheiro é homem de absoluta confiança do petista, capaz, tudo indica, até de faltar com a verdade em determinadas situações.

Como acreditar, após a divulgação de suas peripécias pela Rede Globo, que Frederico Barbosa agiu com absoluta transparência nas contas, na contratação de terceirizadas, na compra de materiais, e na gestão de mão de obra de Itaquera, realizada em conjunto com o deputado federal Andres Sanches, também investigado, pelo STF, por lavagem de dinheiro, ocultação de bens, entre outros crimes ?

Talvez seja o momento adequado para que os conselheiros do Corinthians exijam minuciosa prestação de contas, com exposição de documentos, e checagem dos mesmos, evitando, assim, que o clube pague pelo que não recebeu ou a quem, indevidamente, possa estar se beneficiando com a falta de fiscalização.

Oposição do São Paulo protocola no MP pedido de investigação de Aidar por “lavagem de dinheiro” e “organização criminosa”

janeiro 30, 2016

Carlos Miguel Aidar e Cinira Maturana

Conselheiros do São Paulo, oposicionistas, protocolaram no Ministério Público pedido de investigação contra a gestão do ex-presidente do clube, Carlos Miguel Aidar.

Muitas são as acusações, entre as quais “lavagem de dinheiro” e “organização criminosa”.

Assinaram o documento:

Newton Luiz Ferreira, Luis Marcio Domingues Aranha, Joandre Antonio Ferraz, Antonio Garcia Neto, Denis Ormrod, Luis Antonio Moraes Barreto, Erovan Tadeu da Silva Carmo, Joaquim José de Lacerda Ribeiro, Kalef João Francisco Neto, Pedro Luiz Baggio, Benedito de Souza, Roberto Antonio Kirschner, Clóvis Gomes Botelho, Renato Finotti Pellegrino, Fabiana Santos Ferreira, Paulo de Oliveira Barros Junior, Renato Ferreira Santiago e Sylvio Fernandes de Oliveira Filho.

Tomara sirvam de exemplo, não apenas no Tricolor, mas a outros clubes, assaltados, há anos, por bandidos de baixo clero, acobertados pela omissão daqueles que tem por obrigação fiscalizá-los.

CONFIRA ABAIXO ÍNTEGRA DO DOCUMENTO PROTOCOLADO NO MP-SP E A MANIFESTAÇÃO OS CONSELHEIROS, JUSTIFICANDO O PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO:

MANIFESTO DOS 18 DO SPFC-FORTE

A situação do São Paulo Futebol Clube nos últimos tempos nos força a decidir entre o Fácil e o Certo.

Os escândalos relativos à última gestão ultrapassaram em muito as fronteiras internas do clube, como ilustra o amplo noticiário sobre o contrato com a Far East e as denúncias do Vice-Presidente de Futebol, que podem agravar ainda mais a crise financeira do clube, se não devidamente apuradas e resolvidas.

O São Paulo vem sofrendo desgaste em sua imagem e consequente perda de credibilidade.

Tudo por conta de um sistema de administração há muito nele instalado.

As Comissões internas incumbidas de apurar os fatos e seus responsáveis não têm poder investigativo.

Os sócios e torcedores do clube exercem legítima pressão por respostas que não recebem da entidade.

Nosso grupo de oposição vem refletindo muito sobre esse cenário, junto a conselheiros e associados.

Há um senso comum de que, como diz o filosofo, Mario Sergio Cortella,

“É necessário cuidar da Ética, para não anestesiarmos nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal”.

Daí a necessidade de buscar outros meios que possam investigar os fatos e os responsáveis por eles, como é o Ministério Publico, ao qual solicitamos apurar todas as denúncias que vem ocorrendo no clube.

Visando demonstrar à sociedade tricolor que continuamos sendo uma instituição de vanguarda ao buscar, de modo transparente, o devido e definitivo aclaramento dos fatos, com a punição dos responsáveis por conduta ilícita ou o atestado de idoneidade dos que não a praticaram.

Na expectativa, assim, de contribuirmos para o resgate transparente e objetivo da credibilidade do São Paulo F.C., esperamos que, embora não Fácil, esteja Certa esta nossa tentativa pró resgate da credibilidade do São Paulo F.C.

Atenciosamente

Oposição = SPFC-FORTE

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Mimos incômodos

janeiro 30, 2016

lula dops

EDITORIAL DA FOLHA

Num dia, a OAS. Em outro, a Odebrecht. Mais uma vez, surgem sinais comprometedores de que as relações entre grandes empreiteiras nacionais e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) extravasaram dos limites impostos pela ética republicana.

Primeiro, o apartamento no Guarujá. Agora, o sítio em Atibaia. Nos dois casos, um padrão se repete. Uma grande construtora, responsável por incontáveis obras contratadas pelo governo federal, realiza melhorias num imóvel que beneficiaria o ex-presidente.

No caso do tríplex na praia das Astúrias, um engenheiro calculou em R$ 777 mil o montante gasto pela OAS, no ano de 2014, em obras no apartamento, do qual a família de Lula tinha uma opção de compra –a qual só foi abandonada em 2015, diante da reação pública negativa ao negócio.

Reportagem publicada nesta sexta-feira (29) pela Folha traz relatos segundos os quais, ao final do segundo mandato do petista, a Odebrecht responsabilizou-se por despesas num sítio utilizado por ele e seus familiares.

A propriedade, dividida em duas partes, está registrada em nome de dois sócios de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente. A circunstância não atenua o incômodo em torno do caso; antes o agrava, quando se toma conhecimento dos cuidados que, conta-se, cercavam os contatos entre a Odebrecht e fornecedores locais.

Conforme declarações da proprietária de um depósito de materiais de construção à época das obras de benfeitoria, as notas fiscais do que era adquirido foram diluídas, a pedidos, em nome de outras empresas.

Os pagamentos, ela afirma, eram feitos em dinheiro vivo, transportado em proverbiais maletas e envelopes de papel pardo.

Engenheiro da Odebrecht, Frederico Barbosa admite ter dado “algum apoio” à reforma, enquanto estava em férias. Estranhamente, um dos principais nomes da empreiteira na construção da Arena Corinthians declara ter prestado esse “bico” a uma empresa cujo nome desconhece.

“Era uma empresa, cujo dono se chamava Carlos, eu não lembro do nome dele. Era uma empresa pequena, eu não me recordo qual era a razão social dela”, diz.

Dadas as dimensões milionárias dos escândalos em curso nas operações Lava Jato e Zelotes, é até possível que, na cultura que predomina no relacionamento entre empreiteiras e os mais altos nomes do Executivo, benesses como essas sejam vistas mesmo como meros mimos, agrados, iniciativas de relações públicas.

Talvez essa seja a defesa mais plausível ao alcance de Lula.

Coluna do Fiori

janeiro 30, 2016

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Muitas das coisas mais importantes do mundo foram conseguidas por pessoas que continuaram tentando quando parecia não haver mais nenhuma esperança de sucesso”.

Dale Carnegie – foi escritor e orador norte-americano, pioneiro em livro de autoajuda

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Novos componentes da CA-FPF

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Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, sempre mala, resolveu nomear provisoriamente o ex- assistente FIFA, Ednilson Corona, presidente da Comissão de Árbitros da FPF, a vice-presidência será ocupada por José Henrique de Carvalho, na condição de auxiliar, Silvia Regina

Conduta

Salvo falha de memória, Ednilson Corona faz parte da turma formada na segunda metade da década 1980; antes de ser lançado na divisão principal do futebol paulista, Corona trabalhou nas diversas categorias, dentre estas, na saudosa Divisão Intermediaria, onde o pau comia solto, dentro e fora do campo

Inodoro

Tanto quanto outros, para garantir escalas, Corona sempre ficou em cima do muro, desconheço que tenha prestado solidariedade a colegas ou encarou algum dirigente FPF, clubes e sindicato; quanto a falar brando, entendo, que este comportar infunde ser de pessoas fofoqueiras, por este motivo, continuo na duvida

Agressões

Ednilson Corona e demais componentes da CA, principalmente, Silvia Regina, não podem alegar desconhecimento quanto às agressões diretas e indiretas, perpetradas por Reinaldo Carneiro Bastos contra árbitros na década de 1980, na cidade de Taubaté e outras; assim como, das ameaças na porta ou travessas que circundam o antigo prédio da FPF, localizado na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, no bairro da Bela Vista

Vice-Presidente da CA

Referente a José Henrique de Carvalho, assevero que obtive boas informações

Assessora

Silvia Regina, a quem considero ser mal-agradecida, vez que, em uma cerimônia, esqueceu-se de citar o nome dos instrutores que a ampararam no caminhar inicial da arbitragem de futebol, são eles: Mario Franciscon, Dirceu Fernandes e Gustavo Caetano Rogério; em meu entendimento, não poderia nem deveria participar da CA

“Sorteio” dos árbitros para primeira rodada da Serie A do Campeonato Paulista 2016

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Na tarde do dia 28/01, acredito, que, seguindo orientação do presidente Reinaldo Carneiro Bastos, para que fossem cautelosos na escolha dos árbitros da rodada inicial, os componentes da Comissão de Árbitros realizaram o afamado “sorteamento”

Nada surpreendente

Foram colocadas duas colunas, cada uma com dez nomes; salvo erro de leitura, o que me chamou a atenção e fortalece meu descrédito, é que, os dez nomes, constam nas duas colunas, este modelo, expressa que os componentes da CA-FPF, sortearam a partida que será arbitrada por um deles

Checagem

Ao que lembro, mesmo não dando credito, confrontando com o sistema acima, o implantado na longa gestão do latinha esculpida nos ombros, continha maior clareza, vez que, havendo dez jogos, antecipadamente, iam pro “sorteamento” por volta quinze nomes ou números que os representavam

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Final da 47ª disputa da Copa São Paulo de Futebol Junior – 2016

Sábado 25/01

Corinthians 2 x 2 Flamengo-RJ – tempo regulamentar

Na cobrança das penalidades máximas

Corinthians 3 x 4 Flamengo – resultado que proporcionou o Titulo de Campeão ao Flamengo

Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva

Árbitro Assistente 01: Daniel Paulo Ziolli

Árbitro Assistente 02: Danilo Ricardo Simon Manis

Quarto Árbitro: Thiago Luis Scarascati

Item Técnico

Como principal, o erro do assistente Danilo Ricardo Simon Manis, ocorrido no primeiro minuto da segunda etapa, que, anulou gol legal, sinalizado por Paquetá, atacante flamenguista; explico:

– Assim que a redonda entrou na descendente, por volta de dois metros, havia um dos consortes do flamenguista Paquetá em posição de impedimento, no entanto,

– a bola passou e, o mesmo, não esboçou nenhum movimento

Item Disciplinar

Em alguns momentos, o caldo quase entornou

Remato

Se bem orientado e não entrar no lugar comum, Rafael Gomes Felix da Silva demonstrou condições para o exercício da atividade

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1º Torneio da Liga Sul-Minas-Rio

4ª Feira 27/01

Atlético-MG 0 x 2 Flamengo

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Itens Técnico/Disciplinar

Aceitáveis

Fluminense 0 x 1 Atlético-PR

Árbitro: Célio Amorim (SC)

Item Técnico

Deixou de sinalizar algumas faltas, acertou na marcação da penalidade máxima em favor do Fluminense, batida por Cícero, defendida pelo goleiro atleticano Weverton

Item Disciplinar

Acertou por ter expulsado Fred após covarde agressão no oponente Léo, que reagiu e corretamente expulso

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Finalizando

“Quem perdeu a confiança não tem mais que perder”.

Públio Siro – foi escritor da Roma antiga, nasceu na Síria, levado como escravo por Domício para Roma

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Chega de Sabujos, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP 30/01/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Blog do Paulinho #26

janeiro 30, 2016

OMNI, Naming-Rights e Corinthians

janeiro 29, 2016

andres areia mijada

Pela enésima vez, surge a informação de que o Corinthians está próximo de fechar acordo de naming-rigths para o estádio de Itaquera.

Em verdade, ao menos nas oportunidades anteriores, nunca esteve.

Todas as vezes em que alguma empresa aceitou conversar sobre o assunto, afastou-se ao saber que, além dos R$ 420 milhões (que seriam pagos em 10 parcelas de R$ 42 milhões) para o fundo gerido pela BRL TRUST (responsável pela amortização da pendência com a ODEBRECHT), teria, ainda, que arcar com mais 20% de comissão, que o ex-presidente do Corinthians (único autorizado pelo clube a negociar) exige, sejam depositados à vista, numa conta de off-shore, ligada a parceiros comerciais de Kia Joorabchian.

Porém, agora, revela-se que o Bradesco estaria interessado, e que, de maneira estranha, uma terceira empresa, fornecedora do clube, entraria no negócio, a OMNIGROUP, responsável pelo plano de ingressos “Fiel Torcedor”, que seria comprada pela referida instituição bancária.

Vamos à verdade.

A OMNI, que possui capital social de apenas R$ 10 mil, estando localizada, em sede alugada, na Rua Brigadeiro Vilela, nº 114, em nome da Sra. Marta Alves de Souza Cruz, ingressou no Corinthians assim que Andres Sanches assumiu a presidência, em 2007, por indicação de Luis Alberto Bussab (então diretor), com o nome de OMNISYS, à época, sediada na própria residência de sua proprietária (no papel), Rua Fernando Pessoa, 462.

Sua função era controlar o acesso de associados no clube, além do banco de dados do Corinthians.

Pouco tempo depois, foi denunciada pela ex-controler alvinegra, Nilza Fiuza (hoje chefe de gabinete da Presidente Dilma Rousseff (PT), em São Paulo), ligada ao Ministro Edinho Silva, que havia brigado, à época, com Andres, de operar um esquema de “Caixa 2″ no Parque São Jorge, além de fraudar a lista de eleitores.

Anos depois, já com o nome de OMNIGROUP, com a anuência do Conselho Deliberativo alvinegro (que, com medo de Andres Sanches, não teve coragem de, mesmo com as provas em mãos, expulsar a empresa pelos desvios de conduta do passado), indicou o fornecedor das urnas eletrônicas das ultimas eleições, absolutamente contestadas pela oposição.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2015/01/21/urnas-eletronicas-empresa-escolhida-e-ligada-a-diretor-juridico-e-ja-foi-denunciada-por-fraude-no-corinthians/

A OMNI, mesmo com histórico complicado, acabou, antes, agraciada com a conta do ‘Fiel Torcedor”, pela qual é remunerada em expressivos 50% de comissão sobre a comercialização do plano, quando o praxe de mercado é pagar entre 10 e 30%.

Em 2015, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões.

Esse pequeno histórico de favorecimentos à OMNI (que inclui, até, dar o nome da empresa a um teatro dentro do Parque São Jorge), serve como preambulo para revelar que, dentro do Corinthians, apesar da empresa estar em nome da Sra. Marta Alves (de posses e currículo modestos), todos sabem que o verdadeiro proprietário seria o deputado federal Andres Sanches (PT).

Razão pela qual, o dirigente alvinegro ofereceu a empresa ao Bradesco (não foi o banco que demonstrou interesse inicial), como forma de, se fechado o negócio, receber, por intermédio de terceiros (no caso, terceira), o valor da pretendida comissão, cerca de R$ 90 milhões (além do montante negociado com  clube).

O leitor deste blog sabe, não seria a primeira vez que Andres Sanches se utilizaria de ‘Laranja” para ocultar recebimentos e propriedades, condenado que foi, em Relatório arrasador da Receita Federal (que pode ser conferido no link a seguir), a indenizar os cofres públicos com os impostos que sonegou.

https://blogdopaulinho.wordpress.com/2015/06/25/integra-de-relatorio-da-receita-federal-que-trata-andres-sanches-como-criminoso-solicitado-por-rodrigo-janot/

Não dá para cravar até que ponto estaria ou não avançada a negociação com o Bradesco (ou se não passa de mera sondagem), até pelo histórico de lorotas contadas pelos dirigentes alvinegros, nos últimos anos, mas é nítida, ao menos, a intenção de Andres Sanches em se dar bem no negócio, às custas do clube, que já vem sendo desfalcado, há anos, pela empresa que o deputado diz não ser dele, mas que tem estranha autorização para vender.

EM TEMPO: informações oriundas do Parque São Jorge dão conta de que a queda do último diretor de marketing do Corinthians se deu exatamente quando este se contrapôs à exigência de comissionamento de Andres Sanches para fechar qualquer negociação referente ao estádio.

Blog do Paulinho estará ao vivo no Youtube às 20h. Participe !

janeiro 29, 2016

paulinho

Logo mais, às 20 horas, o Blog do Paulinho estará, ao vivo, no YouTube.

Participe !

O leitor poderá enviar mensagens (texto e voz) pelo wathsapp (11) 98402-3121 (favor deixar nome ao final da mensagem) ou nos comentários desta postagem, que serão lidas e debatidas no programa.

Entre, também, pelo Skype: blogdopaulinho.

Na sequencia, o vídeo, para quem não puder assistir no horário marcado, ficará disponível no canal de YouTube do blog, no endereço https://www.youtube.com/user/paulinhonet (adicione) e também será postado na barra lateral deste espaço.

Assista, às 20h, logo abaixo:

Os “Fora Dualib” e os “Garcias”

janeiro 29, 2016

foradualib

Em 2007, no auge do movimento “Fora Dualib”, seus líderes, entre os quais o atual diretor adjunto de futebol, Eduardo “gaguinho” Ferreira, à época tratado como Edu dos Gaviões (era assessor de imprensa da facção criminosa), diziam, no Parque São Jorge:

“Não podemos deixar os “Garcias” tomarem o poder do clube. Se isso acontecer, nunca mais sairão”.

O tempo tratou de transformar a previsão em irônica verdade.

Hoje, mesmo, “oficialmente” fora da gestão, os ‘Garcias”, que bancaram a campanha de Andres Sanches (PT) ao parlamento (R$ 600 mil, do que pode ser, efetivamente, declarado) dominam o departamento mais importante do Corinthians, o de futebol, donos de 35 jogadores que são, carteira que permite-lhes decidir quem será contratado ou vendido pelo clube.

Mandam mais, por exemplo, do que o próprio “gaguinho”, hoje submisso (assim como seus companheiros de “Fora Dualib”), que tem cargo ‘oficial’, de Diretor Adjunto de Futebol.

Romário: o mais genial atacante de todos os tempos completa 50 anos

janeiro 29, 2016

romário 1994

Há cinquenta anos nascia, no Rio de Janeiro, Romário de Souza Faria, o mais genial atacante que o mundo já viu jogar.

Técnico como Coutinho e Pagão, porém, insuperável na frieza dentro da área, habilidade causadora de calafrios aos goleiros adversários, que, somados, buscaram mais de mil bolas do Baixinho dentro das redes.

Pelas contas do ex-jogador, foram 1.002 gols, embora o Globo Esporte tenha encontrado outros três, que elevariam a 1.005.

Na média de partidas disputadas, Romário supera Pelé e Ronaldo em tentos anotados pela Seleção Brasileira, 58 gols, embora fique atrás deles em números gerais.

O Baixinho é também o maior artilheiro de todos os tempos, contabilizadas apenas partidas oficiais, com 768 gols, superando Pelé, que assinalou 720.

Ninguém superou, também, até os dias atuais, seu recorde de goleador em campeonatos, totalizando 27 torneios (nacionais e internacionais).

Pela Seleção Brasileira, comandou a conquista da Copa do Mundo de 1994, as Copas Américas de 1989 e 1997 e a Copa das Confederações de 1997.

Incontáveis são as conquistas pelos clubes que tiveram a honra de tê-lo no ataque, entre os quais: Vasco da Gama, Flamengo, Fluminense, Barcelona, PSV, Valência, América/RJ, Al Sadd e o Olaria (no sub-15).

Diversos foram os reconhecimentos individuais da genialidade de Romário, destacando-se: Bola de Ouro da FIFA de melhor jogador do mundo, em 1994, Prêmio de melhor jogador da Copa do Mundo de 1994, Bola de Ouro da Revista Placar, em 2000 e Melhor Atacante da Europa, nos anos de 1990, 1991, 1993 (PSV) e 1994 (Barcelona).

Após encerrar a carreira, eleito Deputado Federal, sob o descrédito doutras atuações de ex-atletas no parlamento, destacou-se pela valentia e combate à corrupção no esporte, transformando as desconfianças em apoio maciço da população, que elevou-o ao cargo, em nova eleição, de Senador da República, onde ocupa importante posição na CPI da CBF.

Mas, melhor do que falar sobre este genial cinquentão é relembrar sua arte, razão pela qual os leitores estão convidados a assistir, com gratidão, ao vídeo abaixo:


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