Archive for agosto \31\UTC 2009

Não compre notebooks da INTELBRÁS

agosto 31, 2009

intelbrás

Muito cuidado ao comprar produtos da marca INTELBRÁS.

O Mídia sem Média adquiriu, no dia 27 de junho, um Notebook, desta marca.

Dias depois o teclado parou de funcionar.

O site enviou o equipamento, que está no prazo de garantia, para consertar na empresa autorizada LABFIX, localizada na Av. Guilherme Cotching, 1214, telefone: 2954-5955.

A atendente PAULA disse que a empresa faria uma avaliação do problema e daria a resposta em 5 dias.

Neste prazo o MSM entrou em contato novamente com a LABFIX.

A empresa informou que solicitou a troca de teclado para a INTEBRÁS, e que o prazo de envio da peça era de 30 dias.

Decorrido mais este prazo, entramos em contato, diariamente com a LABFIX, cobrando uma posição sobre o assunto.

A atendente PAULA, desta vez, veio com uma nova história, bem diferente da anterior.

Disse que o problema era na “placa mãe”, e que a LABFIX enviou o equipamento para a INTELBRÁS apenas no dia 7 de agosto.

O Mídia sem Média aguarda, até o momento, por uma solução.

A falta de respeito das duas empresas, LABFIX e INTELBRÁS, com o consumidor, é evidente.

Muito cuidado ao tratar com estas empresas.

Você pode ser o próximo prejudicado.

Jabá SPORTV ?

agosto 31, 2009

Saída da Sala de Imprensa do Morumbi, logo após a partida entre São Paulo e Palmeiras.

Muricy Ramalho ainda falava na coletiva.

Edmilson, na porta do local, reclamava com um amigo: “Poxa, me convidaram para ir no Arena SPORTV, mas querem que eu utilize a marca do “cara”.”

O desabafo foi testemunhado por repórteres que estavam ao lado.

Um dos jornalistas do MSM correu atrás do atleta e perguntou: “Algum problema para ir ao Sportv ?”

O jogador respondeu, visivelmente contrariado: “Não, não há problema nenhum…”

Realmente lamentável.

Roubos, desvios e comissões

agosto 31, 2009

Os roubos e desvios de atletas nas categorias de base do Corinthians são de impressionar.

Primeiro pela ousadia de gente que não se importa de fazer as coisas sem se esconder.

Evidente que a impunidade é o maior dos estímulos.

Por último pelo fato de Andres Sanches aceitar “oficialmente” alguns destas transações.

Anteriormente, negava de pés juntos, como no caso Palmeirinha.

Dirigentes ganham comissões, partes de direitos federativos, e escolhem ainda quem negociar, ou não.

Há também uma espécie de guerra interna entre os ladrões.

Que atingiu também os empresários, incomodados com o poder cada vez maior de Carlos Leite, o Mano do Mano.

O filé vai para ele, o restante tem dividido as sobras.

O zagueiro Renato vem sendo prejudicado porque seu pai recusou assinar vínculo com o empresário.

Depois disso, nunca mais foi relacionado, e viu o clube contratar zagueiros inexpressivos, como Paulo Andre, amigo da turma.

Por falar nele, seu empresário entrou em contato com o blog, nervoso com a divulgação da verdade.

Evidente que não adiantou.

Uma coisa é certa, nunca se roubou tanto, no futebol amador do Corinthians, quanto agora.

Nesi Curi realmente foi um bom professor.

A imprensa sofre no Morumbi

agosto 31, 2009

Estive ontem no Estádio do Morumbi acompanhando a equipe do Mídia sem Média, que realizou a cobertura da partida entre São Paulo e Palmeiras.

Pude constatar a precariedade das instalações que são destinadas aos profissionais da imprensa.

Muita coisa precisa mudar se o Tricolor pretende sediar a abertura de uma Copa do Mundo.

A cabine de nº 30, onde a equipe se postou, próxima do UOL e da Globo.com, além de ter uma visão muito ruim do gramado, possui alguns pontos cegos, que realmente dificultam a boa execução do trabalho.

Por mais irônico que possa parecer, no local onde estão localizadas as equipes de sites, a internet não estava funcionando.

Nas cabines que tiveram mais sorte, havia uma irritante oscilação de sinal.

Foi necessário o deslocamento de um profissional do MSM até a Sala de Imprensa, próxima ao portão principal, para que a conexão pudesse ser realizada.

Outro fato que me chamou a atenção é a absoluta escasez de locais para que os jornalistas consigam, no mínimo, fazer um lanche.

O único disponível, o Habibs, cobra preços mais de 5 vezes acima do que suas lojas de rua.

Um verdadeiro absurdo.

Em alguns locais, onde as credenciais precisavam ser mostradas para que o profissional circulasse por ambientes restritos, alguns “filhinhos de papai” faziam escândalos para entrar de graça. “Meu pai é fulano de tal”, “ Conheço o diretor X”, “Você não sabe com quem está falando”.

Muitos deles conseguiram entrar, mesmo sem carteirinha.

Os repórteres que ficam no térreo, à espera de escalações, e outras notícias, trabalham em condições ainda piores.

Sala apertada, sem estrutura adequada, e o mínimo de conforto.

Visitei ainda as cabines da CBN, onde conversei com Deva Paschovith e Vitor Birner, da rádo Globo, onde encontrei Oscar Ulisses, Zé Elias e Oswaldo Paschoal, e da Rádio Bandeirantes, onde cumprimentei rapidamente o José Silvério e o Mauro Beting.

É um local apertado, pior do que o Pacaembu.

Para finalizar, subi até o último andar, e entrei na cabine da BAND, onde conversei rapidamente com o Neto, sob o olhar incrédulo de Luciano do Valle.

É, sem dúvida, o local menos ruim de trabalho.

Com mais espaço, além de banheiros e lanchonetes mais próximos, embora, nem por isto, de melhor qualidade.

Fui embora antes da partida começar.

Tinha um compromisso inadiável.

A equipe ficou por lá, e mesmo com as dificuldades relatadas, conseguiu se virar bem.

O resultado você confere mais tarde.

Grave denúncia na Fórmula 1

agosto 31, 2009

Reginaldo Leme fez uma denúncia gravíssima na transmissão do GP da Bélgica, pela Rede Globo.

Segundo o jornalista, Nelsinho Piquet e Flávio Briatore estão sendo investigados pela FIA, por ocasião de um acidente em que o brasileiro teria se envolvido, em 2008, que propiciou a entrada do “Safety Car” na pista, beneficiando seu companheiro de equipe, Fernando Alonso.

Reginaldo disse ainda que há rumores de que existiriam gravações em que ordens teriam sido transmitidas para que Nelsinho provocasse  o acidente, ou a entrada do carro.

Visivelmente incomodado com a informação, Galvão Bueno tentou alertar seu companheiro da gravidade desta notícia, e que o responsável por ela poderia arcar criminalmente se não tivesse provas do que estaria falando.

É difícil acreditar que Nelsinho se submeteria a uma situação tão lamentável, mas é evidente que tudo precisa ser apurado, e os culpados, punidos.

Sejam eles os que causaram o acidente, ou aqueles que inventaram a história.

A farra de Orlando Silva Junior

agosto 31, 2009

Integrantes de programa do Ministério do Esporte misturam relações pessoais e de parentesco com a vida profissional

Do CORREIO BRAZILIENSE

Por IZABELLE TORRES

As regras que proíbem o nepotismo na administração pública existem há um ano. Mas no Ministério do Esporte é fácil encontrar casos em que as relações pessoais se misturam com a vida profissional. Pior. Casos em que a máquina pública banca e beneficia a mesma família, graças à influência política que um dos seus integrantes exerce. E entre práticas de nepotismo declaradas, há também os atos indiretos a favor de amigos, aliados ou antigos ocupantes de cargos de chefias. O Correio encontrou algumas dessas demonstrações de descumprimento da lei e de práticas de favorecimento a determinados grupos.

Uma das demonstrações de dribles à súmula (1)do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o nepotismo e o uso do cargo para beneficiar a própria família, é praticada pelo coordenador do Departamento de Programas Sociais de Esporte e Lazer, Luiz Roberto Malheiros. Sua mulher, Cláudia Marins, faz parte de um cadastro de formadores do Programa (2)Esporte e Lazer das Cidades (PELC). Ela é uma das 80 aprovadas em seleção para dar treinamentos em instituições que irão receber recursos do ministério. Cada curso paga ao formador cerca de R$ 6.400. Esse valor é repassado pela instituição que está recebendo o treinamento. No entanto, é o ministério que indica o formador responsável pelo curso. É nesse contexto que entra o poder da influência que cada integrante da lista de formadores consegue exercer. É aí também que entra a vantagem de Claudia Marins.

Favorecimento
De acordo com cinco professores que também constam no cadastro de formadores, a mulher do coordenador Luiz Roberto é frequentemente indicada para formações. Algumas vezes, seu nome não aparece na lista oficial do ministério, já que entra como “convidada” do palestrante oficial. Nesse caso, a quantia de R$ 6.400 é dividida entre os dois formadores. Um exemplo dessa parceria ocorreu esta semana em Brazlândia. Na formação dada na Brigada Mirim constava Antonieta Martins como a responsável pelo curso. Pelo menos oficialmente. A reportagem foi ao local do treinamento e verificou que Cláudia Marins era a outra palestrante, apesar de seu nome não aparecer em nenhum documento.

“Isso é muito comum. Sou amiga da Antonieta e sempre fazemos formações juntas. O ministério não tem nada com isso. Eles a indicaram e ela me chamou para dividir o trabalho. Meu marido tem mesmo influência lá, mas sou uma profissional capacitada. Os convites que recebo não têm a ver com ele”, diz a professora.

Indignação
Mas os relatos de responsáveis por entidades que já patrocinaram os cursos de formação desenham um cenário diferente. De acordo com três coordenadores de instituições esportivas, apesar de o dinheiro para os palestrantes sair dos recursos destinados às organizações, são os coordenadores do ministério quem escolhem os formadores. “A gente não diz nada. Eles já vieram com o nome do escolhido e o preço do curso. Confesso que não entendi isso direito, mas a gente não pode questionar muito sob pena de não receber os recursos para os projetos”, relata um deles em conversa gravada. O coordenador pediu para seu nome não ser publicado temendo retaliações.

O teor do depoimento do coordenador foi o mesmo dos outros dois representantes de entidades. Todos relatam o direcionamento na escolha dos formadores, apesar de existir uma portaria publicada em 2007 afirmando que “os formadores serão contratados pelas entidades conveniadas”. Na lista de formadores do programa há outros nomes influentes que, segundo professores também cadastrados, levam vantagens na hora das indicações.

É o caso de Andréa Ewerton, que foi diretora do departamento de esporte e lazer e uma das criadoras das regras para o cadastro do qual hoje faz parte. Ela nega qualquer favorecimento. “Não sou frequentemente convidada. Realizei duas formações. Tais indicações ocorrem em função de meu estudo no mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais e da minha atuação como Diretora de Políticas Sociais, cargo de que solicitei exoneração em 2008”, diz. Ironicamente, e apesar de Andréa constar no cadastro público de formadores, a assessoria de imprensa do ministério informou que a ex-diretora não consta como formadora do PELC. O formador Luiz Otavio Neves também trabalhou na diretoria que administra o cadastro de professores.

No amor
Além das estratégias indiretas para burlar a súmula do STF, o ministério também possui casos declarados e conhecidos de casais que trabalham juntos. No Departamento de Esporte Escolar e de Identidade Cultural estão Silvia Bortoli e Angelo Bortoli. Ambos são funcionários da prefeitura de Guarulhos (SP) e ocupam cargos comissionados no ministério. “Somos um casal sim, mas não vou falar sobre isso. Somos de setores diferentes e é só esse meu comentário”, diz ela, que ocupa cargo de chefia.

Mais disposto a falar sobre o assunto, o coordenador do Departamento de Programas Sociais de Esporte e Lazer, Mario Dutra, confirma sua relação com a funcionária Adriana Nemer. “Ela entrou aqui em 2000 e eu em 2003. Desde 2005 mantemos união estável. Nosso caso já foi relatado para os órgãos responsáveis e até o final do mês encaminharemos o relato para o setor responsável aqui do ministério. Nosso caso é simples porque estávamos aqui antes. Também porque somos de setores diferentes”, relata Dutra.

1 – Súmula do STF
Em 28 de agosto do ano passado, o STF decidiu pela proibição da prática de nepotismo nos três poderes. De acordo com o texto, ficou proibida a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até 3º grau, inclusive da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento. A decisão também proibiu o nepotismo cruzado, que acontece quando autoridades contratam parentes de outras autoridades para driblar a relação direta de parentesco.

2 – Vulnerabilidade
O Programa Esporte e Lazer das Cidades (PELC) foi criado para suprir a carência de políticas públicas e sociais que atendam às crescentes necessidades e demandas da população por esporte recreativo e lazer. De acordo com o texto de criação do programa, a prioridade deve ser dada para regiões em situação de vulnerabilidade social e econômica, reforçadoras das condições de injustiça e exclusão social a que estão submetidas.

Melhor para o Palmeiras

agosto 31, 2009

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

O time de Muricy Ramalho começou o jogo no Morumbi (com 41.083 pagantes) como se estivesse em casa.

Impedindo a saída de bola do São Paulo e até mais perigoso no ataque, tanto que foi de Armero, logo aos 5 minutos, a primeira chance de gol.

Verdade que depois disso o Palmeiras só criou mais uma chance.

E pelo mesmo motivo, falha na saída para o jogo da defesa tricolor, a primeira com Rogério Ceni e a segunda, aos 45, com André Dias, desperdiçada por Diego Souza, que foi fominha.

Já o São Paulo, depois de muita dificuldade, conseguiu equilibrar o jogo e passou a ser muito mais perigoso.

Com Washington, em contra-ataque, aos 13; com Dagoberto, em linda jogada, obstruída no segundo final por Edmílson, aos 14; com Jorge Wagner, depois de passe de Dagoberto com o peito, aos 16, e ótima defesa de Marcos; com Dagoberto, de novo, aos 17, de fora da área, em outra boa defesa de Marcos; e, aos 29, Dagoberto tocou de calcanhar para Washington pegar belo chute e Marcos defender mais uma.

Dagoberto que, para desfazer fofocas, fez questão de abraçar Muricy Ramalho antes do jogo, era o cara.

Aos 20, o Palmeiras perdeu Mauricio Ramos, que se machucou e deu lugar a Marcão.

O Palmeiras passou a jogar com três zagueiros, como o São Paulo, e Edmílson virou libero.

O 0 a 0 do primeiro tempo era muito melhor para o Palmeiras, que mantinha os quatro pontos de vantagem sobre o São Paulo, embora corresse o risco de ser superado na liderança pelo Goiás, pelo número de vitórias.

Vágner Love, de tranças verdes, estava no Morumbi.

E viu o segundo tempo começar com Souza no lugar de Ortigoza e com Arouca no de Hernanes, machucado.

Cleiton Xavier estava claramente sem ritmo de jogo e Diego Souza muito bem vigiado.

Richarlyson parecia dois, ou três.

Aos 8, Danilo cabeceou no cocoruto do travessão tricolor.

Aos 12, Borges substituiu Washington, que estava meio baleado.

O Palmeiras era mais perigoso e fazia Rogério Ceni se virar, ele que, com 370 partidas disputadas pelo Brasileirão, passou o ex-rubro-negro e alviverde Zinho e se tornou o recordista em jogos pelo campeonato.

Aos 17 foi a vez de Cleiton Xavier sair para a entrada de Deyvid Sacconi.

O jogo que tanto prometia, despencava tecnicamente — e o resultado ficava a feitio do líder Palmeiras.

Só aos 22 minutos, em tiro do meio da rua de Arouca, Marcos teve de trabalhar.

O São Paulo se dava conta de que fazia o jogo que o Palmeiras queria e tentava pressionar, mas errava demais em passes aparentemente fáceis.

Aos 30, Ricardo Gomes tirou Dagoberto, que não era sombra do que fora no primeiro tempo, e botou Hugo.

Obina não aparecia e o palmeirense sonhava com a diferença que Vágner Love deverá fazer.

Então, Armero, como no começo do jogo, mas aos 31, quase surpreendeu Rogério Ceni ao aparecer ninguém sabe de onde dentro da área para finalizar e conseguir um escanteio.

Mas o 0 a 0 ficou como resultado de um clássico que acabou frustrante, mas na medida alviverde.

A arbitragem, coisa rara, foi nota 10.

Eles não aprendem…

agosto 30, 2009

Torcedores do São Paulo tentam agredir palmeirense em ônibus

Confira no Mídia sem Média

http://www.midiasemmedia.com.br/futebol/seriea/saopaulo/5132-Torcedores-Paulo-tentam-agredir-palmeirense-nibus.html

Rubinho erra, e Raikkonen vence o GP da Bélgica

agosto 30, 2009

Kimi Raikkonen venceu o GP da Bélgica, recolocando a Ferrari no lugar mais alto do pódio.

Sua largada foi espetacular, pulando para a segunda colocação.

Barrichello, ao contrário,errou no momento de tracionar, e caiu da quarta colocação para o último lugar.

Por sorte, seu companheiro de equipe, Jenson Button, envolveu-se em uma batida com Lewis Hamilton, que retirou os dois da prova, permitindo ao brasileiro manter suas chances no campeonato.

Em uma corrida de recuperação, Barrichello terminou em sétimo, lutando contra o motor do carro, que soltou fumaça nas duas últimas voltas.

Raikkonen, que logo na relargada, após o acidente de Button, pulou para a liderança, em nenhum momento teve sua vitória ameaçada.

Vale destacar a ótima corrida de Fisichella, que mesmo tendo um equipamento inferior a todos os primeiros colocados, conseguiu chegar na segunda colocação.

Confira abaixo a classificação final da prova.

1°. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 44 voltas em 1h23min50s995
2°. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), a 0s939
3°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 3s875
4°. Robert Kubica (POL/BMW), a 9s966
5°. Nick Heidfeld (ALE/BMW), a 11s276
6°. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), a 32s763
7°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), a 35s461
8°. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 36s208
9°. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 36s959
10°. Timo Glock (ALE/Toyota), a 41s490
11°. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 42s636
12°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), a 46s106
13°. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 54s241
14°. Luca Badoer (ITA/Ferrari), a 1min37s177

Como explicar ?

agosto 30, 2009

Chicão, zagueiro corinthiano, 92 partidas disputadas, 26 golsmarcados.

Títulos: Catarinense (2006),Campeão Brasileiro da Série B(2008), Paulista e Copa do Brasil (2009)

Salário: R$ 56 mil mensais

Paulo André, zagueiro corinthiano, 3 jogos disputados, zero gols marcados

Títulos: Zero

Salário: R$ 75 mil mensais

Puro show !

agosto 30, 2009

São Paulo e Palmeiras foram os assuntos principais durante toda a semana.

Duas grandes equipes, com treinadores de respeito.

Muricy Ramalho, há três anos, é o melhor do País.

Chegou no Palmeiras, carente de títulos expressivos, e com o futebol tentado se reerguer de épocas que devem ser esquecidas.

Mustafá, Luxemburgo, e demais aberrações, transformaram uma equipe acostumada a vencer, em um entreposto de atletas para negociação.

A missão de Muricy, com o apoio de Belluzzo e sua trupe, é a de reformular todo um conceito, ultrapassado, e reconduzi-lo a um lugar que sempre norteou as cores palestrinas.

Ricardo Gomes chegou ao clube cheio de desconfianças.

Nunca foi brilhante em sua carreira.

Seu trabalho mais conhecido foi um fracasso, na Seleção Olímpica do Brasil.

Mas, aos poucos, tem demonstrado que amadureceu na profissão.

É mais educado, até culto, do que o anterior.

Tem facilidade de lidar com os atletas.

Apagou um incêndio interno, e parece ter encontrado o caminho dos bons resultados.

No São Paulo, terá facilidade de trabalhar com uma diretoria acostumada com o sucesso.

Ninguém venceu mais do que o tricolor, nos últimos anos.

Estes são ingredientes que fazem deste clássico um show, de resultado absoltamente imprevisível.

Torceremos para que, dentro de campo, e só nele, as coisas sejam decididas.

E que o torcedor vá a campo, ciente de que assistirá a um clássico do futebol mundial, e não uma guerra mundial.

Assistir, curtir, se emocionar, e voltar para casa.

Não é difícil de fazer.

Marcelo Mattos agora é “Mano do Mano”

agosto 30, 2009

Marcelo Mattos teve que ser negociados duas vezes para poder entrar no Corinthians.

Primeiro com o Panathinaikos, para quem o Corinthians devia parcelas da aquisição do jogador Souza.

Depois com Mano Menezes, para que pudesse aceitá-lo.

Coma a equipe grega tudo foi resolvido, com a primordial participação de Kia Joorabchian.

Com o treinador corinthiano, as coisas seguiram o rumo “normal” dentro do clube.

Mattos teve que aceitar ser agenciado por Carlos Leite.

E tornou-se mais um Mano do Mano.

Farra dos padrinhos

agosto 30, 2009

O futebol amador do Corinthians continua uma festa.

A equipe formada por apadrinhados perdeu ontem para o grande Catanduvense por um a zero.

Na semana anterior já havia colhido outro vexame.

Enquanto isso, o filho de um conhecido Empresário da SORTE teve aumento salarial maior do que 100 % após a posse de seu pai como Diretor do clube.

Deve ser coincidência.

Cabeça a cabeça

agosto 29, 2009

O Corinthians encostou no Flamengo, líder de vendas no pay-per-view.

A relação atualizada, segundo a FOLHA, ficou assim:

Flamengo: R$ 15,6 milhões

Corinthians: R$ 14,7 milhões

Palmeiras: R$ 11,1 milhões

São Paulo: R$ 9,9 milhões

O interessante é que o Santos, apenas o 12º colocado, com arrecadação de R$ 2,4 milhões, é a equipe com maior número de jogos transmitidos.

Falácias e considerações

agosto 29, 2009

Por GUSTAVO CRIVELLI GUEDES

Aos poucos, uma antiga, entretanto, atual polêmica, que aflige o coração de muitos torcedores brasileiros, vem tomando corpo e caminhando para uma resolução assombrosa e patética: o êxodo de jogadores brasileiros.

Incontáveis torcedores, pelo menos duas vezes ao ano, utilizam-se das mais variadas mandingas, rezas, promessas e outras formas de manifestações que só o povo brasileiro é capaz de exteriorizar, concentrando as forças na esperança de que nenhum jogador de seu time seja assediado por uma proposta tentadora de um clube estrangeiro.

Eis que nosso mais caricato brasileiro tomou uma decisão, após seu clube do coração perder alguns jogadores, dar uma basta neste êxodo, com palavras fortes, reuniões, discussões na mídia, juntamente com ministros de Estado e o rei da CBF.

Entretanto, como de praxe de seu governo, entra o jogo de cena, as famosas cenas teatrais para inglês ver, puro populismo, a velha política do pão e circo.

Pois bem, sabem os governantes e personalidades públicas que se manifestam acerca do assunto, que há, sim, solução para este problema, e que esse resultado só será alcançando de uma única forma, tendo como caminho a discussão e vontade política, para que resulte em uma mudança estrutural de governança, administração, organização, e não me refiro aos clubes.

A modificação estrutural não deve iniciar nos clubes, mas contaminá-los, partindo do poder público, é este o caminho a ser trilhado, pois, todas as normas que regem os clubes, declinando os direitos e deveres emanam do Estado.

Citei, acima, apenas a ponta do iceberg, pois a legislação brasileira que influência a vida administrativa dos clubes, não é a causa principal, primária, do êxodo dos jogadores.

O marco determinante deste problema são as questões sociais, e a alteração do calendário, friso, não será de forma alguma solução para frear a saída de jogadores.

As discussões na mídia não abordam os temas sociais, políticos e econômicos, causadores da situação caóticas em que os clubes e a sociedade se encontram, isto, a certo ponto, não mais assusta, pois como brasileiros estamos acostumado com os mandos e desmandos e a ineficácia dos governantes.

Além do viés financeiro, o que seduz o jogador a aceitar uma proposta, é, indubitavelmente, a qualidade de vida que ele irá proporcionar a sua família, qualidade esta que o Estado brasileiro não lhe garante.

É impossível, e, até mesmo ridículo comparar a cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro, com as capitais européias, ou até mesmo cidades menores, que apresentam índices de IDH bem acima das brasileiras, bem como com as cidades do Leste Europeu ou Oriente Médio.

Não será essa adequação de datas que irá resolver o problema da diáspora de atletas, nem ao menos retardar o processo de venda, a emigração continuará ocorrendo, apenas iremos inverter a estação do ano.

Ademais, o calendário brasileiro é único no mundo, com seus campeonatos estaduais, regionais e brasileiro, voltados para o brasileiro, programado de acordo com as festividades e feriados nacionais, e em acordo com o clima tropical, a sua mudança implicará na perda de identidade do povo brasileiro com o esporte que lhe proporciona alegrias.

Gustavo Crivelli Guedes, brasileiro, advogado e São Paulino.


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