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Dez dias sem medalhas… mas enquanto isto…

Por CLAUDIO H. DAMORE 

Após o terceiro dia de disputa no mundial do judô, onde obtivemos dois ótimos quintos lugares com Sarah Menezes e Rafaela Silva, completamos onze dias, entre o atletismo e judô, sem aparecermos no quadro de medalhas destes importantes eventos.

Temos ainda boas chances de pódium no campeonato disputado em Roterdã nesta modalidade profícua em premiações, especialmente em Olimpíadas, mas onze dias sem aparecer no ranking de medalhas é muito tempo.

Em compensação assumimos a primeira colocação no número de casos fatais da gripe H1N1, suplantando EUA e Argentina, que até então vinham liderando este triste ranking.

É verdade que somos o país mais populoso do hemisfério sul que no momento está no fim do inverno, estação mais vulnerável para este tipo de vírus… mas antes de se pensar em se candidatar a sediar uma Olimpíada deveria-se preocupar com necessidades básicas da população como saúde, educação, segurança etc, etc…

Não sou desfavorável à organização de campeonatos mundiais em nosso pais mas acredito que a realização de uma edição dos jogos olímpicos deve esperar uma estruturação melhor em diversos aspectos.

Esperamos que com o aquecimento da temperatura, possamos deixar esta lamentável liderança… enquanto isto continuaremos a torcer por medalhas e boas participações de atletas brasileiros nos principais campeonatos internacionais.

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4 comentários em “Dez dias sem medalhas… mas enquanto isto…”

  1. Perder e ganhar é do esporte. Só comentarista esportivo não vê isso. Em vez de enaltecer o adversário os caras só falam das proezas do brasileiro que tomou o ippon. Dizem que o cara estava ganhando a luta até levar o ippon. E continuam falando que o brasileiro deveria ter tido melhor sorte. Dá um tempo comentaristas de araque. Será que o adversário é um Zé Mané?

  2. Com essa estrutua e organizacao dos esportes, dito amador, nao vai a lugar nenhum, so o voley e Cesar Cielo estao fazendo a diferenca no momento.

  3. FHC e a maconha: não foi isso o que ele fez no governo dele
    Fonte: Carta Capital

    Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria e Ernesto Zedillo fingem esquecer os fracassos abissais e buscam liderar o movimento voltado a introduzir novas políticas de enfrentamento do fenômeno representado pelas drogas. No particular, lembro um quadro exposto em Nápoles, no famoso museu nacional de Capodimonte. A pintura mostra um cego a guiar outros, conduzindo-os inapelavelmente em direção ao abismo.
    Os supracitados ex-presidentes criaram a Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. Na semana passada, reuniu-se a comissão brasileira. No particular, convém relembrar os governos da trinca mencionada e as suas ferrenhas posturas de criminalizar os usuários e tratar como párias os dependentes, que não conseguiam assistência médico-sanitária ou tratamentos. Nem pensar no uso terapêutico da maconha, em locais seguros para consumo, pill testing ou tratamento para encarcerados, pois entendiam como casos de polícia criminal.
    No segundo mandato, FHC solicitou ao presidente da Câmara, o então deputado Aécio Neves, a colocação em votação, em regime de urgência, de projeto de lei sobre drogas proibidas, que considerava excelente e tramitava há anos no Congresso. Depois da aprovação, FHC percebeu que não dava para sancioná-lo, de tão reacionário e retrógrado: previa, inclusive, pena alternativa de interdição do usuário para o exercício do comércio e proibição para casar. Em resumo, a lei de 1976 era melhor.
    O usuário continuou a ser tratado, por FHC, como criminoso. E não lhe faltou insistente proposta para seguir o então progressista modelo português, segundo o qual o porte de drogas para uso próprio era enquadrado como infração meramente administrativa, ou seja, não criminal.
    Nos estertores do seu segundo mandato, FHC resolveu anunciar uma política sobre drogas, certamente com a intenção de contribuir com o governo do novo presidente. Não foi difícil, como registrado pelo jornalista Fernando Rodrigues, constatar que a tal política se tratava de uma cópia carbonada da norte-americana, cujo fracasso até o democrata Bill Clinton admitiu, jogando nas costas do czar antidrogas da Casa Branca, um general afinado com o Partido Republicano desde o tempo de combatente no Vietnã.

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