Auxílio moradia de Carlos Eduardo seria utilizado para pagar diretor do Flamengo

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O escândalo dos valores pagos pelo Flamengo ao jogador Carlos Eduardo, que virou inquérito no Flamengo, pode ter capítulos mais graves, ainda não revelados.

R$ 10,8 milhões gastos (segundo o jornal Lance!), R$ 1,1 milhão em comissão, pagos a Jorge Machado, mas divididos com a trupe de Carlos Leite e Mano Menezes, R$ 528 mil em salários (R$ 100 mil destes para os empresários), sem contar os inacreditáveis R$ 10 mil em “auxílio moradia”.

Este valor, R$ 10 mil, segundo gente ligada aos intermediários, foi  a maneira de discriminar a saída de recursos do caixa do Flamengo, mas, por razões óbvias, nunca foi utilizado pelo atleta, que sequer necessitava do benefício.

O verdadeiro destinatário da grana seria o diretor Paulo Pelaipe, unha e carne com Carlos Leite e Mano Menezes, numa espécie de “mensalinho”, repetido noutros contratos do clube, com jogadores ligados ao grupo.

Segundo nossa fonte, não tem segredo.

Basta pedir as cópias e constatar.

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