Para agradar agentes de jogadores, Corinthians retomará “time B” em 2019

Paulo Angioni e Osmar Loss

O Corinthians deixou vazar à imprensa, no dia de ontem, o retorno das atividades do “Time B”, formado, em regra, quando não por jogadores que fracassaram após saírem da base, pelas ‘mercadorias” que os agentes de atletas precisam “esquentar” (o currículo) para depois transacioná-las (o jogador é apresentando em mercados menores da Europa como ex do Timão, mesmo sem nunca ter jogado uma partida sequer pela equipe principal alvinegra).

A malandragem já foi utilizada na primeira passagem de Andres Sanches pela presidência.

Trata-se de operação a custo altíssimo (salários, encargos, estrutura, etc) para o clube, e que proporciona retorno apenas aos intermediários e dirigentes a eles coligados.

Serve também para ocultar gastos do futebol (misturados no balanço) e empregar apoiadores do “Rei”, como ocorreu no passado com integrantes do venal grupo “Fora Dualib”, que entraram no Parque São Jorge pedindo dinheiro emprestado para dividir o “hot-dog” e, anos depois, compraram, literalmente, a lanchonete.

Não por acaso, o treinador escolhido para tocar a empreitada é Osmar Loss, que, atualmente, curte férias remuneradas pelo Corinthians na Europa, absolutamente alinhado a Andres Sanches, assim como ocorre com o responsável pelo Sub-20, Eduardo Barroca, sócio do “gestor” Paulo Angioni, ex-MSI de Kia Jorabchian.

Eduardo Barroca e Paulo Angioni

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Imprensa italiana repercute matéria do Blog do Paulinho sobre Ronaldo e o Valladollid

Ronaldo, il signor Kia del Valladolid?

Do CALCIOMERCATO.COM

Por PIPPO RUSSO

(para ler em português basta clicar no aplicativo de tradução, localizado ao lado direito das postagens)

Ronaldo, il signor Kia del Valladolid?

“Un’operazione che, come opportunamente fatto notare dall’informatissimo blogger brasiliano Paulinho, ricorda quella che portò la Media Sports Investments a controllare il Corinthians fra l 2004 e il 2007″


Andrà meglio alla prossima. L’esordio di Ronaldo Luís Nazário da Lima come azionista di maggioranza del Real Valladolid coincide con una sconfitta casalinga contro l’Alaves. Un risultato che fa emergere le prime preoccupazioni. Perché conseguito contro una possibile rivale nella corsa alla salvezza, e perché la casella dei gol segnati continua a mostrare lo 0 dopo 360 minuti di campionato. Nulla di irrimediabile, ma quanto basta per cominciare a essere vigili. E intanto che il campo da gioco manda segnali negativi, la situazione societaria continua a rimanere nebulosa.

Sono passate quasi due settimane da quando Ronaldo ha concluso la scalata alla proprietà del club, eppure i termini dell’operazione continuano a essere vaghi. Come c’era da aspettarsi, la stampa mondiale e quella nazionale si sono soffermate quasi esclusivamente sul motivo del grande campione del passato che prova a rilanciare un club di modesta taglia. Una narrazione estremamente pigra, ma forse non c’era da aspettarsi granché di diverso. Troppo chiedere che la maggioranza della stampa si soffermasse sui soci-investitori di cui Ronaldo è il front-man. Nulla si sa sul loro conto. Chi sono? E perché insieme a Ronaldo hanno deciso di investire nel Real Valladolid? Quali vantaggi si aspettano di ottenere? Interrogativi che rimangono lettera morta, nemmeno formulati. Meglio limitarsi a registrare l’attualità, che porta due notizie da aggiungere al mood trionfalistico. La prima: il Consejo Superior de Deportes, l’agenzia governativa spagnola che sovrintende alle politiche dello sport nazionale, ha dato il via libera al passaggio di proprietà che mette il 51% del Real Valladolid nelle mani di Ronaldo e dei suoi anonimi soci. La seconda, tutta fanfare e lustrini: il “Progetto Valladolid” (chiamato così, pomposamente) verrà presentato in occasione del World Football Summit che si terrà a Madrid il 24 e 25 settembre. In quell’occasione Ronaldo parteciperà a una tavola rotonda insieme Carlos Suárez, ex cestista e presidente del Valladolid rimasto in carica nonostante gli abbia ceduto le quote. Accanto a loro siederà Julio Senn, avvocato gran sostenitore del ruolo delle terze parti nel business calcistico, con un portafoglio clienti che fra gli altri comprende Jorge Mendes è l’ei fuDoyen Sports Investments. Come a dire che il piccolo, neopromosso Valladolid entri nel giro grande. A far cosa non si sa, dato che per il momento non riesce nemmeno a sbattere un pallone in porta.

Nell’attesa che lo stesso Ronaldo decida di chiarire chi siano i suoi compari, una prima indicazione è stata offerta da una testata locale, il Diario de Valladolid. Che in un articolo dei giorni scorsi ha reso noto un fatto che potrebbe essere connesso con l’acquisizione del club biancoviola. Lo scorso 11 maggio con sede in Madrid, al quinto piano del numero 3 di Plaza de la Lealtad, è stata fondata la società a responsabilità limitata, Tara Sports 2018. Dal 20 giugno il suo amministratore unico risulta essere Nazario de Lima Ronaldo Luis. Alla voce “Ragione sociale” si legge: a) servizi di consulenza e assistenza in attività relative al mondo artistico e dello sport, nei confronti di persone fisiche e giuridiche, partecipate e no; b) compravendita, gestione e sfruttamento dei diritti d’immagine, audio, d’autore, attoriali, pubblicitari e così via.

Dunque una società di servizi, specializzata nel segmento Sport & Entertainment, con particolare attenzione ai diritti d’immagine. Che sono adesso la nuova frontiera di sfruttamento per l’economia parallela del calcio globale. I prossimi mesi ci diranno quali intersezioni verranno a crearsi tra Tara Sports 2018 e Valladolid. Rimangono le perplessità su questa operazione che ha portato il gruppo di investitori a comprare per 30 milioni di euro (per di più pagabili con tempistica comoda) per mettere le mani sul 51% del club spagnolo. Un’operazione che, come opportunamente fatto notare dall’informatissimo blogger brasiliano Paulinho, ricorda quella che portò la Media Sports Investments a controllare il Corinthians fra l 2004 e il 2007. Anche allora il soggetto acquirente stilò un accordo per mettere le mani su un 51%. Ma in quel caso si trattava della percentuale sui ricavi annuali, nel quadro di un accordo di durata decennale. Allora il front-man dell’operazione si chiamava Kia Joorabchian. Ciò che ha spinto il blogger brasiliano a definire Ronaldo “il Kia Joorbachian del Valladolid”. Il tempo dirà se le cose stanno così. Ma intanto le premesse ci sono tutte.

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Palmeiras também é cobrado pela FAAP

Revelamos, em postagem anterior, que a FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais), está cobrando, judicialmente, pouco mais de R$ 500 mil do São Paulo.

Federação das Associações de Atletas cobra mais R$ 529,6 mil do São Paulo

Mas outras equipe da capital paulista também está sendo acionada.

Na última terça-feira (18), a FAAP ingressou com processo de cobrança contra o Palmeiras, exigindo receber R$ 487,5 mil, fruto de percentuais, exigidos por lei, decorrentes de acordos salariais e transações de atletas.

Espécie de “chupim” mais encorpada da categoria – que muito cobra e pouco devolvo aos sindicalizados, a “federação”, noutra oportunidade, já havia levado, também na Justiça, mais de R$ 1 milhão dos cofres palestrinos.

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Federação das Associações de Atletas cobra mais R$ 529,6 mil do São Paulo

A FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais), espécie de “chupim” mais encorpada da categoria, daqueles que muito cobram e nada retribuem, ingressou com nova ação judicial contra o São Paulo.

Desta vez quer receber R$ 529,6 mil.

O Tricolor é “cliente” habitual dos processos do “sindicato”.

Noutras oportunidades, o clube perdeu, em ações distintas, valores que ultrapassam R$ 3 milhões.

Por lei, os clubes precisam pagar percentuais à FAAP por diversas transações, desde salariais até pelos valores recebidos em vendas de direitos econômicos.

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A arte esquecida de fazer craques

De O GLOBO

Por FERNANDO CALAZANS

Aplicar dinheiro na base só se for para ganhar mais ainda com a venda dos jovens

Reportagem publicada quarta-feira aqui na página de esporte, com o título de “Mercado de Usados”, mostrou que a maior parte dos grandes clubes brasileiros está gastando mais dinheiro na contratação de jogadores do que na formação e na preparação de jovens nas suas categorias de base. Mostrou também, no comentário de Rodrigo Capelo, que é mais um erro de planejamento cometido pela nossa classe de dirigentes, que prefere investir em contratações nem sempre racionais.

A situação é curiosa, e ao mesmo tempo triste, vista por um outro ângulo histórico. Que não é ou não devia ser novidade para ninguém, menos ainda para os cartolas e os técnicos. Sem nenhum rompante de patriotismo, de clubismo, ou de parcialidade, podemos dizer que o Brasil sempre foi, pelo menos durante o século passado, o maior fabricante de craques do futebol mundial. Como sabemos nós, e como sabe o resto do planeta. Como mostram os títulos mundiais e, mais até do que eles, as escalações de nossas seleções, incluindo até uma que não foi campeã, mas que foi a melhor daquela Copa de 1982, com Leandro, Oscar, Júnior, Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico. Imaginem então as que conquistaram as taças.

Pois, de repente, a partir dos anos finais do século passado, nossa produção de craques foi perdendo força, perdendo brio, perdendo competência e, pior de tudo, perdendo importância. Nem tudo está perdido: ainda podemos criar um Neymar, um Philippe Coutinho, um Arthur e até garotos como Vinícius Júnior, Pedro e Rodrygo (17 anos, partindo do Santos para o Real Madrid), mas nem assim a produção se compara à mais antiga.

É fruto de um propósito diferente dos clubes brasileiros — não o de fortalecer seus times, mas sim os seus cofres, que andam vazios. Como a reportagem demonstra. Até clubes reconhecidos como grandes formadores de talentos já mudaram de rumo. Por exemplo, o Flamengo. Antes, tinha como lema a frase muito conhecida: “Craque, o Flamengo faz em casa.”

Hoje, pode até estar fazendo um ou outro, mas é para reforçar times de outras casas, na Europa — e o mais rápido possível. Em contrapartida, os jogadores contratados são de patamar bem inferior e mal se ajustam no time, como estamos vendo exatamente no Flamengo, outra vez como exemplo. Mas é o que acontece com todos os nossos grandes clubes de futebol.

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