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A nova Seleção Brasileira

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O treinador Tite acaba de realizar a primeira convocação da Seleção Brasileira após o recente fracasso na Copa do Mundo da Rússia.

A equipe jogará amistosos contra os EUA e também El Salvador, nos dias 07 e 11 de setembro, ambas as partidas em solo americano.

Abaixo a relação:

Goleiros: 

Alisson (Liverpool), Hugo (Flamengo) e Neto (Valencia)

Ao que parece, Alisson e Ederson (que foi convocado, mas pediu dispensa por questões particulares) salvaram-se, na opinião da comissão técnica, do fiasco do mundial.

Cássio não.

Hugo é uma aposta e Neto quase esteve na Rússia, recentemente.

Laterais:

Filipe Luís (Atlético de Madri), Alex Sandro (Juventus), Fagner (Corinthians) e Fabinho (Monaco)

Filipe Luis entrou bem na Copa e será titular, tendo como companheiro Fagner, escolha polêmica de Tite, enquanto Alex Sandro e Fabinho seguem na disputa para conquistar espaço na Seleção.

Marcelo, ao que parece, não estará no Catar em 2022.

Zagueiros:

Dedé (Cruzeiro), Felipe (Porto), Marquinhos (PSG) e Thiago Silva (PSG)

Dedé quase esteve na Copa, Marquinhos e Thiago Silva deverão formar, à princípio, a nova zaga titular – a idade de Miranda praticamente elimina suas chances de estar no grupo em 2022, enquanto Felipe será o primeiro dos testados para compor elenco.

Meio Campo:

Andreas Pereira (Manchester United), Arthur (Barcelona), Casemiro (Real Madrid), Fred (Manchester United), Lucas Paquetá (Flamengo), Coutinho (Barcelona) e Renato Augusto (Beijing Guoan).

Tite corrige seu maior erro ao convocar, agora, Arthur para a Seleção.

Porém, insiste em outros, inexplicáveis, como Fred e Renato Augusto, a quem a dívida pessoal do treinador já deveria estar paga com o chamamento ao Mundial.

Lucas Paqueta tem jogado futebol para estar no grupo, Casemiro e Philippe Coutinho são, no momento, unanimidades e Andreas Pereira será testado.

Ataque:

Douglas Costa (Juventus), Everton (Grêmio), Roberto Firmino (Liverpool), Neymar (PSG), Pedro (Fluminense)  e Willian (Chelsea)

A melhor convocação se deu no setor ofensivo, com o reconhecimento de Pedro – de fato, diferenciado, e também do empenho de Willian, Douglas Costa (principalmente) e Firmino no Mundial.

Everton será testado e Neymar ainda é o melhor jogador do Brasil.

Gabriel Jesus perdeu espaço e dificilmente recuperará se Pedro jogar 10% do que vem apresentando no Fluminense.

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Grupo de oposicionistas, eleito para o Conselho do Corinthians, se esfacela seis meses após o pleito

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O grupo “Inteligência Corinthiana”, com discurso oposicionista, eleito no pleito de fevereiro, que teve Andres Sanches reconduzido à presidência do Corinthians, praticamente não existe mais.

Há algum tempo, segundo informações, desentendimentos vinham ocorrendo, mas a votação das contas do clube, em que alguns membros da “Inteligência” bandearam de lado e aprovaram os interesses de Andres Sanches, praticamente selou a separação.

Os desertores foram: Silvio Romoaldo Junior, Moacir Cestari Nunior, José Eduardo Savoia e Carlos Alberto marinho Pereira (aprovaram o balanço), além de Gilmar Cícero Altamirano, que absteve-se, ou seja, não teve coragem de se posicionar.

Pegaram mal, também, as ausências, nem sempre com desculpas convincentes, de: Antonio Craveiro Silva (um dos líderes do grupo), Eudes Pontes da Silva, Paulo Rogério Filgueira Carreras e Silvio dos Santos.

Os demais votaram contrários à aprovação.

Basta observar a movimentação política alvinegra para notar que já existe, mais do que descumprimento de promessas, a cooptação de alguns por grupos de situação.

Boa parte dos integrantes da “Inteligência Corinthiana” era formada por dissidentes de gestões anteriores da “Renovação e Transparência”, chefiada por Sanches.

Dias atrás, em mídia social, o advogado Herói Vicente, que trabalha, entre outros, para Neto e Milton Neves, falou sobre seu desligamento do grupo:

“Hoje encerrou para mim, a participação no grupo que ajudei a fundar e que garantiu-me o segundo mandato como conselheiro do glorioso Corinthians, com a votação mais expressiva dentre todas as chapas oposicionistas”

“Não foi pouca coisa”

“Só tenho motivos para agradecer e nenhum arrependimento”

“Inicia-se uma nova fase, porém os desafios são os mesmos; regozija-me saber que alguns bons e velhos amigos acompanharão essa luta. Uma luta para nos libertar do jugo dos velhos coronéis. Dos caciques de sempre. Das ideias ultrapassadas e da gestão opaca”

Andres Sanches, que já tinha maioria no Conselho Deliberativo, com a fragmentação dos opositores e a indefinição doutras chapas eleitas, que, oficialmente, não apresentam-se como situação, mas tem votado, nos últimos tempos, favoráveis aos interesses situacionistas (espécie de PMDB do Parque São Jorge), segue gerindo o clube sem ser incomodado de maneira relevante, tendo como única preocupação, até o momento, os inquéritos criminais que tramitam contra si, no STF e na Justiça Federal, um deles sob acusação de prejudicar o Corinthians em troca de propinas da Odebrecht.

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Eleitorado feminino pode definir derrota de Bolsonaro nas eleições

Na última terça-feira, o Instituto Paraná Pesquisas divulgou pesquisa de opinião pública sobre os candidatos à presidência do Brasil.

2002 eleitores foram ouvidos, com margem de erro de 3,5%.

Os resultados já foram amplamente divulgados pela mídia e apontam o capitão Jair Bolsonaro na liderança, com 23,9%, seguido de Marina Silva com 13,2%, Ciro Gomes, 10,2% e Geraldo Alckmin, com 8,5%.

É grande, porém, a quantidade de gente que respondeu “nenhum” ou “não sei”, que, somados, atingem a 29,9%, deixando o pleito absolutamente indefinido.

Um dado, dos mais importantes, foi ignorado pela mídia e é bem ruim para as pretensões de Jair Bolsonaro: a preferência do eleitorado feminino, que corresponde a 52% dos votantes, ou seja, é maioria.

Entre os candidatos mais bem colocados na pesquisa, a proporção de votos é a seguinte:

  • Bolsonaro possui 55% a mais de votos do sexo masculino, comparados com seu eleitorado feminino;
  • Marina Silva apresenta o inverso: tem 25% de votos femininos acima do que receberia do eleitor masculino;
  • Ciro Gomes e Alckmin tem proporções equilibradas, na casa dos 50%;

Ou seja, se Bolsonaro não diminuir a distância entre os desejos da maior parte dos eleitores (mulheres) para seu atual quadro de apoiadores terá dificuldades de, em afunilando as escolhas de indecisos, permanecer com o favoritismo que, à princípio, lhe é imputado.

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Patrocinador do São Paulo se complica após vazamento de dados de 13 mil clientes

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O Banco Inter, patrocinador do São Paulo, o primeiro totalmente digital a figurar com capital aberto na bolsa de valores está sendo investigado pelo MPF e também pela CVM por conta do vazamento de dados de 13 mil clientes.

As informações (extratos bancários, nome, endereço, CPF e CNPJ) foram encontrados pela polícia sendo comercializados na “deep web”.

Assim que o vazamento foi descoberto, o Inter, no período de uma semana, contou aos investigadores três versões sobre o problema: primeiro disse que a informação era falsa, depois, confrontado com provas, afirmou ter sido vítima de chantagem interna de ex-funcionário, e, ontem (16), afirmou que não houve invasão ao sistema, mas retirada dos dados diretamente por quem tinha acesso, com senha, ao sistema.

O MPF, desconfiado, segue com as investigações, mas, por conta da confirmação do banco sobre a má-utilização dos dados, ingressou na Justiça com Ação Pública requerendo R$ 10 milhões por danos morais coletivos aos correntistas.

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André Negão utiliza o Corinthians para fazer campanha, na “Zumbi dos Palmares”, em favor de aliado tratado como bandido pelo MP-SP

André Negão e Luiz Moura

Recentemente, o Corinthians anunciou, sem explicar os termos, parceria com a Faculdade “Zumbi dos Palmares”, concorrente de patrocinadora do clube.

No mínimo, um contrassenso.

Na verdade, tratava-se de acordo político, extra-clube, mas utilizando-se da agremiação, para beneficiar o candidato a deputado federal Luiz Moura, a quem o MP-SP atribui ligações com facções criminosas, que utiliza-se, há mais de um ano, do gabinete parlamentar de Andres Sanches, presidente alvinegro, como comitê de campanha financiado, indevidamente, pelo dinheiro público.

Para dar sequência ao procedimento, na última quarta-feira (15), o diretor do Corinthians e chefe de gabinete de Sanches, o ex-bicheiro André Negão ministrou palestra (pelo menos assim foi anunciado) para os alunos da instituição.

Em meio ao evidente desserviço educacional, o trabalho de angariar votos para o suspeito candidato, aliado da cúpula alvinegra, foi realizado, com apoio institucional da Faculdade, além de, informal, do clube de Parque São Jorge.

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Prefeitura processa veteranos do Santos por calote na “taxa do lixo”

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Lima e Pelé

Diferentemente dos dias atuais, em que qualquer jogador meia-boca torna-se milionário da noite para o dia, os craques do passado, com raras exceções, sofrem para sobreviver.

Para ajudar boa parte dos melhores jogadores que o Brasil presenciou em todos os tempos, foi criada a Associação de Veteranos do Santos Futebol Clube.

Porém, até mesmo quem quer auxiliar, por vezes, também precisa de uma mão.

O grupo de ex-atletas, e também o ex-jogador Lima, desde anteontem (16) estão sendo processados por calote na “taxa do lixo”.

A quantia, irrisória, é de R$ 370,30.

Muito menos do que o Peixe pagou, comprovadamente, a Aldo Neto, vulgo “Filézinho”, assessor de Marcelo Teixeira, para que este não trabalhasse (R$ 120 mil) ou paga ao ex-ombudsman da Vila, Odir Cunha, para que este proteja, nas mídias sociais, o patrão José Carlos Peres, presidente com três pedidos de impeachment protocolados.

Os cartolas do Santos, se não por decência, ao menos por esperteza política, deveriam, em gratidão aos que ajudaram a tornar o clube tão grande, pedir o boleto e acabar com o constrangimento.

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Auditor faz jogo da CBF, “modifica” Lei Pelé e nega efeito suspensivo do presidente da Federação Paraibana

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Mauro Marcelo de Lima e Silva

Em decisão à margem do que prevê a legislação, o auditor do STJD, Mauro Marcelo de Lima e Silva, negou recurso com pedido de efeito suspensivo a Antônio Nosman Barreiro Paulo, presidente em exercício da Federação Paraibana de Futebol, afastado do cargo por 30 dias.

Seu crime ? Dizer, em entrevista, que a CBF era corrupta.

Convenhamos, deveria ser premiado.

Diz o Art. 147-B do CBJD (citado na sentença):

O recurso voluntário será recebido no efeito suspensivo nos
seguintes casos:
I – Quando a penalidade imposta pela decisão recorrida
exceder o número de partidas ou os prazos definidos em lei,
e desde que requerido pelo punido;
(…)
§ 1° O efeito suspensivo a que se refere o inciso I apenas
suspende a eficácia da penalidade naquilo que exceder o
número de partidas ou o prazo mencionado no inciso I.
A definição do “número de partidas” e do “prazo”,
mencionados no dispositivo legal acima citado, está contida
no art. 53, § 4º, da Lei nº 9.615/98 (Lei Geral sobre
Desporto), a chamada “Lei Pelé, quando a penalidade
exceder em mais de duas partidas, ou mais de 15 dias.
Art. 53 -: Lei Pelé (…)
§3o Das decisões da Comissão Disciplinar caberá recurso ao
Tribunal de Justiça Desportiva e deste ao Superior Tribunal
de Justiça Desportiva, nas hipóteses previstas nos
respectivos Códigos de Justiça Desportiva. (Redação dada
pela Lei nº 9.981, de 14.7.2000)
§ 4o O recurso ao qual se refere o parágrafo anterior será
recebido e processado com efeito suspensivo quando a
penalidade exceder de duas partidas consecutivas ou quinze
dias.

Em resumo, pena maior do que 15 dias garante ao recorrente (que foi condenado a 30 dias) o efeito suspensivo até julgamento do mérito da ação.

Mas, em absoluto exercício de criatividade, o auditor Mauro Marcelo não acolheu o pedido dizendo que o termo “será” (4º parágrafo da Lei Pelé) não significa obrigatoriedade de conceder o efeito, e que a palavra adequada para tal seria “deverá”:

“Com efeito, o art. 147-B, de certa maneira, impõe a concessão do efeito suspensivo (ope legis) em determinadas hipóteses, mas essa concessão NÃO é absoluta, pois se fosse intenção do legislador a concessão obrigatória, o verbo de comando do artigo em questão seria “deverá” e não “será””

A nova interpretação da Lei, coincidentemente alinhada com os interesses da CBF (que indicou interventor, dizem, para “limpar” provas de seus desvios de conduta da FPF em associação com o ex-presidente, anterior ao recém afastado), não viu problema em conceder efeito suspensivo apenas à multa, de R$ 30 mil, aplicada junto com a suspensão.

Apenas para contextualizar, a CBF e alguns de seus dirigentes são acusados de praticas criminosas nos EUA e também no Brasil, enquanto o auditor Mauro Marcelo, ex-delegado de polícia de má-fama, foi apontado, em 2017, pela Procuradoria de Milão, na Itália, como provável recebedor de propina do grupo Telecom Itália para favorecer interesses da “Brasil Telecom”, subsidiária da empresa.

Quase R$ 1 milhão teriam sido repassados a “colaboradores” brasileiros.

Na lista, estão depósitos para Mauro Marcelo, que, em maio de 2004, quando era delegado da Polícia Civil de São Paulo, foi chamado pela TIM Brasil para fazer uma conferência sobre os crimes de informática e depois de três meses foi promovido a chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

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Nova parceira do Corinthians é investigada, no Brasil e nos EUA, por corrupção e pagamentos de propinas

Marcelo Campos Pinto (Globo), Andres Sanches e Ricardo Teixeira

Com algum alarde, o Corinthians anunciou, ontem (15), parceria com a empresa “Sport Promotion”, para que esta, com exclusividade, seja intermediadora da venda das placas de publicidade ao redor do gramado do estádio de Itaquera.

O primeiro ministro Luis Paulo Rosenberg, responsável pelo acordo, com anuência do presidente Andres Sanches, prevê receita de R$ 12 milhões.

Não revelou, porém, o histórico da nova parceira alvinegra.

A Sportpromotion, de propriedade dos empresários José Francisco Coelho Leal, o “Kiko”, ex-parceiro de Luciano do Valle na “Luqui Participações”, de péssima fama no mercado, e João José Bastos, está envolvida nas principais falcatruas do futebol mundial, com acusações diversas de pagamentos de propinas a cartolas.

Por conta destes problemas, a empresa, fundada em 27/11/1991 como “Sport Promotion Sociedade Simples Ltda” (depois Sport Promotion S/C Ltda), precisou mudar de nome e CNPJ, no ano de 2011, mantendo “Kiko” no contrato social, acrescendo Bastos na nova composição.

O CNPJ antigo era o de nº 59.049.627/0001-80, substituído, sete anos atrás, pelo nº 13.425.378/0001-89, co alteração, também, da razão social, que passou a ser “Equipe Sport Promotion & Eventos Ltda”, a que figurará no contrato com o Corinthians.

No ano passado, a Polícia Civil de São Paulo abriu inquérito contra o atual dono da CBF, Marco Polo Del Nero, por conta de um contrato, assinado quando ainda era presidente da Federação Paulista de Futebol, com a Sport Promotion, que teria, junto com o dirigentes, simulado três propostas, todas de empresas ligadas, quando não a “Kiko”, a seus parentes, para dissimular licitação que, de fato, teria sido forjada.

Diz trecho da denúncia policial:

“(…) há forte indícios de direcionamento e deliberada ordenada preterição de concorrentes nos certames licitatórios”, lembrando que a FPF pode optar por procedimento simplificado (tomar três orçamentos e escolher o mais barato), desde que observados “os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, economicidade e eficiência, como forma de garantir a seleção de proposta mais vantajosa sem praticar qualquer tipo de favorecimento, sob pena de nulidade”

“(os procedimentos) podem caracterizar, em tese, delitos previstos nas leis de licitações, a vantagem indevida na figura do crime de estelionato e mais as decorrentes modalidades previstas nas leis 9.613/1998 e 12.850/2013”

Os desvios atingiriam R$ 7 milhões.

O caso encontra-se agora sob acolhimento do Ministério Público de São Paulo, sob nº 14.0695.0001022/17-1.

Depois que se tornou presidente da CBF, Del Nero repassou à Sport Promotion os direitos do Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol, e, em razão disso, a empresa recebeu verba de apoio da CAIXA, no valor de R$ 50 milhões.

Desconfia-se que parte do montante teria sido dividido com o “dono” da Casa Bandida.

A Sport Promotion está sendo investigada, também, pelo FBI, por conta de associação com a TRAFFIC, do falecido delator corrupto J. Háwilla, na comercialização dos direitos de transmissão da Copa do Brasil, sob suspeita de ser uma das intermediadoras (assim como ocorreu com a argentina “Torneos & Competências”) de vantagens indevidas a cartolas do futebol, originárias da Rede Globo.

O contato de “Kiko” era o agora desaparecido ex-executivo global, Marcelo Campos Pinto.

Sempre envolvida em negócios polêmicos, a Sport Promotion é protagonista, também, do relatório paralelo da CPI do Futebol, assinado pelo senador Romário, base de sustentação para diversas investigações criminais vigentes sobre cartolas corruptos do esporte.

As acusações, novamente, juntam “Kiko” e Marco Polo Del Nero, mas, desta vez, também Lulinha, filho do ex-presidente Lula, ex-funcionário do Corinthians por imposição do deputado federal Andres Sanches (PT), atual mandatário alvinegro:

Diz trecho do documento:

“Existem comunicações que exigem cavadas averiguações, por exemplo entre Marco Polo Del Nero e Luís Claudio Lula da Silva, o ‘Lulinha’, filho do Lula, ex-Presidente da República, sobre negócios envolvendo a ‘LFT’ e a ‘Sport Promotion’”

“Em um e-mail de 16 de agosto de 2011, Luís Cláudio questiona Del Nero, então vice da CBF e presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), sobre possibilidades de negócios. “Olá, presidente Marco Polo, tudo bem com o senhor? Gostaria de saber se tem alguma novidade com o projeto futebol feminino ou com nossa participação na Federação Paulista. Fico no aguardo. Grato. Luís Claudio Lula da Silva (Lulinha)”, escreveu no e-mail”

“No mesmo dia, Del Nero responde: “Já tenho alguma coisa, passe por aqui. Abraços. Marco Polo”. No dia 1.º de setembro daquele ano, Lulinha faria novas propostas de negócios com o atual presidente da CBF. “Já conversei com o pessoal da Sport Promotion e fizemos um rascunho do projeto, gostaria de ir apresentar ao senhor””

“No mesmo e-mail, o filho de Lula completa com outra proposta. “Fora esse assunto, o que o senhor acha de fazermos as placas nos estádios de LED para a Série A, usando máxima tecnologia como é feito na Sul-Americana?”, escreveu. Os dois acertaram de se ver no dia 13 de setembro de 2011”

Luis Paulo Rosenberg e Andres Sanches, dupla que assombra o Corinthians há onze anos, responsável por introduzir no clube as complicadas Odebrecht, OMNI e SPR – todas acusadas de repasses indevidos de recursos, parece, diante do avanço das investigações do MPF e da Justiça Federal contra dirigentes, estar ávida por negócios cada vez mais nebulosos, que sugerem ainda mais prejuízos ao alvinegro.

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Justiça condena “Casal Crefisa” por desvio ilícito de dinheiro em associação sem fins lucrativos

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Cartolas do Corinthians desesperam-se ao cair nas mãos de Sérgio Moro

O Blog do Paulinho revelou, ontem à noite (15), que o ministro Celso de Mello, do STF, enviou inquérito que investiga pagamentos de propinas da Odebrecht ao deputado federal Andres Sanches, para a Justiça Federal de Curitiba-PR.

Processo de Andres Sanches enviado à Justiça Federal é por receber propina da Odebrecht

O cartola, até então, desmentia estar sob investigação.

Trata-se de desdobramento da “Operação Lava-Jato”, que acolhe como suspeitos não apenas o presidente do Corinthians, mas também outros dirigentes do clube, entre os quais André Negão (que chegou a ser preso pela Polícia Federal) e o deputado Vicente Cândido (PT).

Informações dão conta, também, que Luis Paulo Rosenberg, Raul Corrêa da Silva, Roberto Andrade e Lucio Blanco correm risco de indiciamento.

Todos são acusados, cada qual com sua responsabilidade, de facilitar sobrepreço no estádio de Itaquera, com objetivo de favorecer a Odebrecht.

Alguns foram delatados como recebedores de propina por executivos da construtora: Andres Sanches, André Negão e Vicente Cândido; outros, apesar de não delatados, revelam indícios de recebimentos nebulosos, entre estes Luis Paulo Rosenberg – através de negócios no mercado financeiro e Raul Corrêa da Silva (a assinatura mais presente nos contratos), que adicionou a empresa a seu rol de clientes logo após a inauguração da Arena.

Com o fim do Foro Privilegiado, a decisão do STF fez o caso parar nas temidas mãos do juíz Sérgio Moro.

Desde então, o desespero entre os cartolas alvinegros é notório, e deverá ser ampliado à medida que o magistrado se debruçar sobre as provas, robustas, incrementadas por colaborações espontâneas de notório associado do Corinthians, que enviou á “Lava-Jato” documentos comprovadores de atos criminosos que marcaram toda a vida de vários dos prováveis indiciados.

André Negão, preso pela Polícia Federal em 2016

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Ao apostar no esporte Rede TV pode, enfim, adquirir identidade

Circulam nos bastidores informações de que a cúpula da Rede TV decidiu transformar a emissora no “canal do esporte”, e, para tal, passará a concorrer pelos direitos de transmissão dos principais campeonatos do planeta.

Trata-se de enorme acerto.

A Rede TV, detentora de aparato tecnológico de fazer inveja, inclusive, à Rede Globo, nunca conseguiu firmar audiência pela falta de identidade, por não se definir editorialmente.

Ao optar pelo esporte, e, aparentemente, como demonstra o debate de candidatos à presidente do Brasil que está por vir, também por jornalismo, a emissora passará a figurar na memória do telespectador como opção à estas alternativas.

Se seguir adiante com a ideia e souber selecionar seus próximos colaboradores – o campo é vasto e formado por ótimos profissionais recém demitidos de redações importantes – a Rede TV, que já possui em seus quadros aquele que, certamente, figura entre os três melhores narradores brasileiros de todos os tempos, único, inigualável no estilo, o genial Silvio Luiz, poderá, além de angariar o público órfão e sem opções esportivas da tv aberta, também os descontentes com a mesmice que inviabilizou a audiência dos debates de concorrentes ocupantes de espaço nos pacotes à cabo.

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Eduardo Baptista, Nelsinho e os dirigentes do Sport/PE

Há pouco mais de quatro meses, o treinador Nelsinho Baptista abandonou o Sport/PE, detonando seus dirigentes:

“Não consigo trabalhar com pessoas que enganam todo mundo. Agradeço ao torcedor, mas não consigo trabalhar com pessoas desse tipo. Enganar torcedor, jogador, e os problemas são sempre dos outros”

Durante a semana, seu filho, Eduardo Baptista, aceitou proposta da equipe pernambucana.

A justificativa para o constrangedor episódio é facilmente explicável por conta do histórico de contratantes e contratado.

Tudo o que Nelsinho falou sobre os cartolas do Sport é verdade.

Assim como parece ser a fama de negociador de atletas e divisor de dinheiro com dirigentes do filho Eduardo.

Para alguns, quando a necessidade bate na porta a honestidade foge pela janela.

No caso da provável relação entre treinador e cartolas, poderá até não haver crime, mas, provavelmente, em se confirmando as famas dos envolvidos, comentada nos bastidores, assistiremos imoralidade.

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Fifa roubou a corrupção do seu código de ética

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

Surpreendente é seguirmos loucos por futebol

A CBF não pediu restituição do dinheiro que seus ex-presidentes surrupiaram da entidade, e a Fifa tirou a corrupção de seu código de ética.

Se a rara leitora e o raro leitor acham que estão lendo um texto de humor, se enganam. É de horror. Porque fiel à Lei da Omertà, a “nova” CBF se mantém fiel aos ex-chefes que, afinal, indicaram os atuais.

E a “nova” Fifa, para cumprir o que seu presidente prometeu ao assumir a transnacional mafiosa do futebol, que acabaria com a corrupção que a abalou tão seriamente, roubou a palavra maldita de seu código chamado de ética, na verdade de estética, mera maquiagem para tudo seguir como sempre. Daí não surpreender que o trio, até o ano passado soberano no futebol mundial, Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar Júnior, viva às voltas com o fisco.

Surpreendente é seguirmos loucos por futebol.

Tivéssemos um mínimo de vergonha na cara, daríamos um bico a escanteio no futebol e iríamos tratar de coisas mais importantes. Como a política, por exemplo…

OK OK OK, como diz Gilberto Gil em seu novo disco.

Paremos de brincadeira porque está dito que o texto não é de humor e, segundo o filósofo escocês Bill Shankly (1913-1981), “é claro que o futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso”. Shankly fez do Liverpool o melhor time europeu nos anos 1970 e não viveu para ver a Premier League virar o que virou, o melhor campeonato nacional do planeta.

Talvez tivesse inveja de ver o Manchester City de Pep Guardiola, campeão no ano passado e já vitorioso na estreia desta temporada, ao passar por cima do Arsenal, em Londres, por 2 a 0, num clássico que honra o nome dos clássicos.

Mas o que veio fazer aqui o velho Shankly numa história podre dedicada aos Infantino, Blatter, Havelange, Teixeira, Marin, Del Nero e seus seguidores espalhados pelo mundo em geral e pelo Brasil em particular?

Veio explicar, com sua devoção cristalina ao futebol, por que seguimos apaixonados por esse esporte em sua capacidade infinita de nos fazer retornar à infância, com todos os direitos permitidos pela ingenuidade.

Quando a bola que interessa rola, esquecemos de todas as demais, infames, na maioria das vezes impunes, embora somem milhões e milhões de dólares, de euros, de reais.

Porque o bicho homem é assim, precisa ter com o que se distrair, tem de se divertir, de acreditar na salvação do mundo, na utopia da justiça sendo feita, no drible do Mané, no passe do Tostão, no gol de Pelé.

Ou, vá lá, apesar de todos os pesares, no drible de Neymar, no passe de Messi, no gol de Cristiano Ronaldo.

A quarta (15) passou e ficamos hipnotizados por Flamengo e Grêmio e por Chapecoense e Corinthians.

Nesta quinta (16), a anestesia será aplicada por Palmeiras e Bahia, pelo São Paulo na Argentina.

Quem dera poder desistir, mandar tudo às favas e dizer em alto e bom som para os mafiosos que chega, basta, vocês não nos engabelarão mais. Como não cobrar o que foi desviado da CBF?! Como roubar até a corrupção no código da Fifa?!

É tarde, futeboleiras e futeboleiros, demasiado tarde.

Quem veio até aqui continuará se iludindo, esmurrará todas as facas que porventura ainda houver para esmurrar. E quando o apito na fábrica de torcidas vier ferir nossos ouvidos, estará pronto para soltar o grito de gol. Pois como ensinou o cardeal corintiano Dom Paulo Evaristo Arns, “não há derrotas definitivas para o povo”.

Coisa que o saudoso amigo Claudio Weber Abramo também sabia em sua luta permanente contra a palavra que a Fifa extirpou.

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A vitimização de Lula na manobra da candidatura

EDITORIAL DE “O GLOBO”

O projeto é levá-la o mais longe possível, para ajudar na transferência de votos a Haddad

Não se nega ao PT a competência em torcer fatos e repetir à exaustão sua versão, para conseguir dar a volta por cima nos próprios maus momentos, e fazer valer seu discurso.

A carreira política de Lula estaria encerrada, ou pelo menos bastante abalada, na condenação no processo do tríplex do Guarujá, em duas instâncias, com vários recursos negados, até no Supremo, não fosse ele uma liderança política caudilhesca, com ares de divindade.

Seguidores fiéis se recusam a examinar as provas materiais e testemunhais que atestam que um apartamento simples no prédio concluído pela OAS foi substituído pela cobertura tríplex, reformada, com elevador interno e cozinha moderna (comprada na mesma loja que forneceu a cozinha do sítio de Atibaia, assunto de outro processo).

Em troca, o PT abriu as portas da Petrobras para a empreiteira. Daí tantos juízes rejeitarem argumentos da defesa do ex-presidente.

O roteiro seguido para registrar a candidatura de Lula a presidente, para que ele possa se eleger pela terceira vez, segue um padrão. Inelegível, pelo que estabelece de forma clara a Lei da Ficha Limpa — segundo a qual condenados em segunda instância ficam impedidos de concorrer a eleições por oito anos —, Lula mobilizou partido e aliados para resistir e tentar emparedar o Judiciário.

Em parte, consegue no Supremo, mas enfrenta dificuldades na Justiça Eleitoral. Todas as indicações são de que a Ficha Limpa também valerá para ele, seguindo o inegociável princípio republicano de que a lei é para todos.

Tanto que o PT deixou engatilhado um plano B: assume o lugar de Lula, na chapa, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, o candidato a vice, e, substituindo este, Manuela D’Ávila, inicialmente candidata à Presidência pelo satélite PCdoB.

Parece bem executada a tática de levar até o fim a candidatura do ex-presidente, numa tentativa ousada de inseminar sua foto na urna e mesmo de contrabandeá-lo para o programa eleitoral.

A recém-empossada presidente do TSE, ministra Rosa Weber, não se mostra disposta e permitir que o tribunal seja um joguete na manobra lulopetista. E espera-se que o mesmo ocorra no Supremo, aonde deverá chegar um último recurso.

Tudo isso para tentar ampliar ao máximo a capacidade de transferência de votos lulistas para Haddad, mal cotado em pesquisas em que seu nome foi incluído.

Para turbinar ainda mais esta manobra, o partido e o ex-presidente procuram usar ao máximo o clássico ingrediente da vitimização — truque sempre utilizado no PT. Militantes nas ruas, versões distorcidas espalhadas nas redes e artigos na imprensa estrangeira servem para criar a falsa ideia de um mártir do povo, um injustiçado. De nada valem os robustos autos dos processos.

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