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Sem chapa branca, Andres Sanches não resiste e abandona entrevista

novembro 18, 2017

Acostumado a conceder entrevistas “preparadas” pelo assessor Olivério Junior, o deputado federal Andres Sanches se deu mal ao encontrar pela frente o repórter Diego Garcia, da ESPN.

O ex-presidente do Corinthians até tentou intimidá-lo, mas conseguiu apenas piorar ainda mais sua situação.

A ponto de, sem saída para os pertinentes questionamentos, abandonar o bate-papo.

A ESPN terá, agora, que aguentar uma semana de Olivério Junior pedindo a cabeça do jornalista, que merece os parabéns pelo eficiente trabalho.

Vale a pena conferir:

ESPN – Por que você decidiu voltar para o Corinthians?
Andrés – 
Como todo mundo sabe, houve uma dissidência no nosso grupo nos últimos dois anos. Eu realmente não queria sair como candidato novamente, mas, pelo que nós discutimos e falamos, se eu não fosse candidato, talvez ele saísse muito mais dividido. Então me convenceram, insistiram bastante – era para a gente ter lançado a candidatura há uns 40 dias –, eu relutei, mas, graças a Deus, é uma paixão, também, e temos que procurar fazer o melhor pelo Corinthians.

ESPN – Você vai pedir licença do mandato de deputado?
Andrés – 
Principalmente no começo. Vou me licenciar por um período, que tenho direito, e depois a gente continua vendo o que faz.

ESPN – O clube hoje está dividido? A possibilidade é de vários candidatos na eleição.
Andrés – 
Isso não é… A divisão não é essa no clube. A divisão dos candidatos não é isso. A divisão é que foi aprovado no ano passado, no estatuto, chapinhas para o conselho, e isso realmente dividiu bastante o clube. O eleitorado é pequeno, só tem 500 candidatos ao conselho.

ESPN – Hoje já existem 18 chapinhas. Como você está…
Andrés –
 (interrompe)… 21.

ESPN – Isso vai ser benéfico para o clube?
Andrés –
 Não. Chapão já era uma coisa ultrapassada. Nós temos que ir ou proporcional ou individual. A chapinha é o pior meio para o clube. Divide muito o clube, sai muita discussão, cada departamento faz uma chapa, cada grupo faz uma chapa, e isso divide muito o clube e é ruim para o clube. É ruim para a instituição.

ESPN – E essa divisão dentro da própria chapa de vocês? Tem o Ezebella, que saiu…
Andrés –
 (interrompe)… Não, não, não. Não tem divisão na chapa. Quem saiu, saiu.

ESPN – O diretor de finanças que era seu também saiu.
Andrés – 
Que seja feliz.

ESPN – Mas por que teve essa divisão?
Andrés –
 Pergunta para ele.

ESPN – Teve alguma briga interna?
Andrés –
 Briga pelo poder. Eles acham que estão no direito de tentar ter o poder com o projeto novo deles, que tenham boa sorte. O importante é frequentar o clube.

ESPN – E a sua relação com o Roberto, hoje? Como é?
Andrés –
 Excelente.

ESPN – Você vai ser o sucessor dele, se vencer, e ele não está aqui.
Andrés – 
Ele estará no jogo à noite. Ele está no CT do Corinthians.

ESPN – Mas o jogo é só às 22h (eram 17 horas).
Andrés –
 Mas ele tem que estar no CT desde manhã. Espero que ele tenha ido almoçar lá, tomado café lá e ter ficado lá. E com certeza foi. Todo mundo sabe que o Roberto está me apoiando, é do nosso grupo, é parceiro, e não está aqui por um obséquio.

ESPN – E vocês são amigos? Se falam diariamente?
Andrés –
 Não, diariamente não. Tem amizade. Eu não briguei com o Roberto, nunca. Nunca estive rachado com o Roberto. Quando ele precisou, ele me ligou. Quando eu precisei, eu liguei. Se ele não precisou, não me ligou e, se eu não precisei, não liguei.

ESPN – Quando você decidiu que ia voltar, ele te deu algum telefonema, uma palavra de apoio?
Andrés –
 Ele participou de várias reuniões para decidir meu nome. Aliás, em algumas eu nem estava presente. Ele estava presente e foi um dos que bateu que tinha que ser meu nome.

ESPN – E como você vê a gestão do Roberto? Que nota você daria de 0 a 10?
Andrés –
 Dois Campeonatos Brasileiros e um Paulista? Nove.

ESPN – No mês passado, teve uma reunião do conselho no fim do mês passado para falar das contas da Arena. Por que você não foi?
Andrés –
 Porque eu estava em Brasília e não podia estar presente. Mas todos os conselheiros, todo mundo sabe das contas da Arena.

ESPN – Falaram que a dívida estava em 1 bilhão e 700. Um bilhão e 300, sem contar as CIDs.
Andrés –
 Não, na reunião foi passado R$ 980 milhões, que é o que custou a Arena.

ESPN – R$ 1,3 bilhão, sem as CIDs dá R$ 1,7 bilhão.
Andrés – 
Você vai perguntar e responder ou vai deixar eu responder?

ESPN – Pode responder, por favor.
Andrés – 
Então tá bom. É R$ 1,3 bilhão hoje, se você contar os juros que têm até 2028. Mas o estádio custou R$ 980 milhões.

ESPN – Mas os juros contam, também.
Andrés – 
É isso aí.

ESPN – Então a conta está em R$ 1,7 bilhão, não é isso?
Andrés –
 Não está em R$ 1,7 bilhão, quem falou que está em R$ 1,7 bilhão?

ESPN – Foi dito na reunião. Porque também tem os cerca de R$ 400 milhões das CIDs.
Andrés –
 A CIDs não é despesa, a CIDs é lucro.

ESPN – Lucro? Quanto foi vendido até agora?
Andrés –
 Uns R$ 40, 50 milhões.

ESPN – Mas a maioria foi para a Odebrecht, né?
Andrés – 
Uma grande parte. E qual o problema disso?

ESPN – Mas qual você…
Andrés – 
(interrompe) A tua Folha, a UOL comprou, também.

ESPN – Mas eu sou da ESPN.
Andrés –
 Comprou, também. Se não comprou é porque não tem crédito.

ESPN – Eram R$ 490 milhões de CIDs. Porque só vendeu R$ 40 ou 50 milhões?
Andrés – 
Porque o Ministério Público questionou na Justiça e, hoje, realmente há uma insegurança para quem vai comprar.

ESPN – O tema ‘Lava Jato’ também atrapalhou?
Andrés – 
Que? Não está na Lava-Jato.

ESPN – O ministro Teori Zavascki autorizou uma abertura de inquérito contra você?
Andrés – 
Comigo, não. Isso é mentira. Isso é mentira. Eu não estou em Lava-Jato nenhuma, cara.

ESPN – No fim do ano passado, isso foi divulgado nos principais jornais e…
Andrés – 
(interrompe) … É mentiroso quem divulgou. Eu não estou em Lava-Jato nenhuma, cara. Se você é jornalista, vai lá e vê no STF.

ESPN – Por ser jornalista, eu estou te perguntando.
Andrés –
 Perguntando, não. Você está afirmando. Eu estou te falando que eu nunca estive na Lava-Jato. Isso é invenção da imprensa.
NOTA DA REPORTAGEM: A ESPN também procurou o STF, que informou existirem atualmente seis inquéritos abertos contra Andrés Sanchez. Além disso, podem existir outros que estejam em segredo de Justiça e não aparecem na busca comum por acompanhamento processual, o que, segundo noticiaram os portais doG1, do Globo, do Estadão, da Folha de SP, do Lance, entre outros, em 10 de novembro de 2016, é o caso do inquérito de Andrés na Lava Jato.

ESPN – Então, a culpa é da imprensa por ter publicado que um inquérito seria aberto contra você na Lava Jato?
Andrés – 
Tudo o que vocês escrevem de ruim, é ruim para a imprensa, é ruim para todo mundo. É ruim para o estádio, vocês não falam Arena Corinthians, falam outro nome. Tudo isso é ruim.

ESPN – A ESPN fala Arena Corinthians.
Andrés – 
Vamos ver depois. Vamos ver depois.

ESPN – Depois de quando?
Andrés – 
Depois que tiver um nome.

ESPN – Mas vai ter nome?
Andrés – 
Não sei, se você pagar R$ 400 milhões pode ter um nome.

ESPN – Por que não tem nome ainda, então?
Andrés – 
Por que ninguém paga R$ 400 milhões.

ESPN –  A primeira vez que você falou que o estádio teria um nome “nos próximos dias” foi em 2012 e…
Andrés –
 (interrompe)… Ninguém quis pagar R$ 400 milhões!

ESPN – Várias vezes você disse que estava próximo. O que aconteceu que não saiu?
Andrés –
 Ninguém quis pagar R$ 400 milhões!

ESPN – Você ainda tem esperança que vai sair?
Andrés –
 Um dia sai.

ESPN – Então, mesmo hoje você só fecha por R$ 400 milhões e…
Andrés –
 (interrompe)… Se você falar de novo, vai ser R$ 420 milhões.

ESPN – E se oferecerem menos que R$ 400 milhões?
Andrés – 
Se o cara pagar R$ 400 milhões, fechamos. Se não pagar, não.

ESPN – Você já chegou a dizer que tinham sete interessados e…
Andrés – 
(interrompe)… Eu não falei.

ESPN – Falou, sim. Em uma sabatina da Folha de São Paulo, no dia 6 de fevereiro de 2012, no shopping Pátio Higienópolis.
Andrés – 
(interrompe)… Falei há quatro, cinco anos atrás!

ESPN – E hoje, tem alguma empresa negociando?
Andrés –
 Hoje, quem está negociando é o Roberto.

ESPN – Hoje, então, você não participa de mais nada com relação ao estádio?
Andrés –
 Só quando o presidente pergunta.

ESPN – E você sendo presidente de novo, como trata a questão dos naming rights?
Andrés – 
Como?

ESPN – Se você vencer a eleição, como vai resolver os naming rights?
Andrés –
 Isso é problema da diretoria do Corinthians

ESPN – Se você vencer, você será da diretoria.
Andrés – 
Mas não vou te falar. Tenho a minha estratégia. Vocês vão saber lá na frente.

ESPN – A economia como está hoje atrapalha?
Andrés – 
Tudo atrapalha.

ESPN – O Palmeiras fechou bem antes de inaugurar.
Andrés – 
Eles são mais competentes que nós.

ESPN – Você acha isso?
Andrés – 
Acho. O Palmeiras é enorme de competente.

ESPN – O faturamento do Palmeiras, no ano passado, foi R$ 477 milhões.
Andrés – 
Parabéns ao Palmeiras.

ESPN – E o do Corinthians foi R$ 352 milhões. Enquanto o do São Paulo foi R$ 374 milhões, e o do Flamengo, R$ 379 milhões.
Andrés – 
Parabéns ao Palmeiras, parabéns ao São Paulo e parabéns ao Flamengo. Foram competentes.

ESPN – Por que o Corinthians teve apenas o quarto maior faturamento do futebol brasileiro, ficando atrás destes clubes?
Andrés – 
Nós já chegamos a ser o 15º.

ESPN – Ok, mas hoje é o quarto.
Andrés –
 Tá bom, e amanhã vai ser o segundo. E depois vai ser o primeiro, depois o quarto de novo. Cada um tem uma estratégia para os seus anos de clube.

ESPN – Lembro que, uma vez, em 2011, você disse que…
Andrés –
 (interrompe)… Você pega a renda da Arena que vai para o fundo e coloca no faturamento do Corinthians. É que para vocês (da imprensa) não interessa.
NOTA DA REPORTAGEM – Explica-se: as rendas de jogos do Corinthians vão 100% para o Fundo que administra a Arena, visando quitar a dívida que ficou por conta da construção do estádio. O clube, hoje, não leva nada do que arrecada com as bilheterias das arquibancadas dos jogos como mandante.

ESPN – Continuando a pergunta que eu ia fazer e…
Andrés – 
Acabou (a entrevista)?

ESPN – Não. Sobre essa história do faturamento, você disse uma vez que o Corinthians seria o time mais rico e estruturado do mundo.
Andrés –
 Eu não falei isso. Falei que o Corinthians ia chegar entre os cinco, seis maiores do mundo.

ESPN – Ah, você não falou uma vez que o Corinthians seria um dos três times mais ricos e estruturados do mundo?
Andrés –
 Não. Falei dos cinco.
NOTA DA REPORTAGEM: Em entrevista de 2011 ao Sportv, Andrés disse a seguinte frase: “Nos próximos três anos, o Corinthians será o time mais rico e estruturado do mundo”.

ESPN – Ok. O que deu errado, então?
Andrés –
 Não deu certo.

ESPN – Por que?
Andrés – 
Não deu certo.

ESPN – Por que não deu certo?
Andrés –
 Se eu soubesse, não tinha acontecido. Você faz umas perguntinhas também que é brincadeira.

ESPN – Estou te perguntando porque você é candidato a presidente do Corinthians.
Andrés – 
Quando eu for presidente do clube então você pergunta.

ESPN – Você vencendo, então, é que você responde, só?
Andrés – 
Não sei. Eu quero ser o primeiro de tudo.

ESPN – Ok. Você vencendo, então, vai colocar o Ronaldo onde?
Andrés –
 Isso é problema do Corinthians, cara. Eu não vou falar a estratégia que eu tenho para você.

ESPN – Você não está falando para mim, está falando para o torcedor que ler a entrevista.
Andrés – 
O torcedor que tem que saber, o sócio que tem que saber, o conselheiro que tem que saber. Eles que sabem.

ESPN – Ah, então todo mundo já sabe o que você vai fazer com o Ronaldo se vencer?
Andrés –
 Vamos ver.

ESPN – E o Rosenberg, vai fazer parte?
Andrés –
 Vai estar na gestão.

ESPN – E o Duílio?
Andrés –
 Vai estar na gestão.

ESPN – Como diretor?
Andrés – 
Pode voltar a ser diretor cultural.

ESPN – Não tem nenhum cargo definido para a diretoria, se você vencer?
Andrés – 
Não.

ESPN – Alguma coisa está definida? Reforços, por exemplo?
Andrés – 
Quando eu for presidente, você pergunta.

ESPN – Eu estou te perguntando porque você é candidato.
Andrés –
 Isso aí você tem que perguntar para o Roberto, cara.

ESPN – Mas você é o candidato do Roberto…
Andrés –
 (interrompe)… Beleza. (Levanta da cadeira e vai embora).

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Acordos da Globo com clubes brasileiros precisam ser investigados

novembro 18, 2017

Marcelo Campos Pinto (Globo), Andres Sanches e Ricardo Teixeira

Embora fosse evidente, diante do fato de que tratava-se na única compradora de direitos televisivos, para o Brasil, dos principais torneios esportivos do planeta, o depoimento do delator argentino Alejandro Buzarco esclareceu, em detalhes, datas, locais e procedimentos da Rede Globo nos pagamentos de propinas a dirigentes de futebol, responsáveis por bater o martelo na negociações.

Em todas as luxuosas mesas de restaurantes, escolhidos como QG da organização criminosa, sentavam cartolas, intermediários (empresas de marketing) e o representante dos corruptores, o executivo Marcelo Campos Pinto.

Diante deste quadro, é justo acreditar que a “bola” rolou solta, também, nos acertos realizados com clubes brasileiros.

Muitos são os procedimentos suspeitos entre as partes, mas, principalmente, a obrigatoriedade da Globo pagar às agremiações por intermédio das Federações, não diretamente, como deveria ser realizado.

Diante da fama dos ex-presidentes e do atual, da CBF, todos corruptos notórios, a probabilidade de não terem cobrado seus respectivos percentuais sobre o montante, além de dividido parte destes com presidentes de clubes brasileiros, quase todos de má-fama, é tão remota quanto Marco Polo Del Nero assistir, in loco, o Mundial de 2018, na Rússia.

Será que PF e MPF seguirão fechando os olhos para o que o FBI e a Justiça Americana, sem temor, estão escancarando ou, enfim, enfrentarão o temor de brigar com a “toda poderosa”, revelando seus podres e colocando, na cadeia, não apenas seus dirigentes, mas também todos os que se beneficiaram de suas vantagens ?

Ah! A Rede Globo alega nunca ter pagado quantia alguma que não estivesse prevista em contrato… não explicou, porém, que muitos destes documentos, dissimuladores de propinas, estão em nome de empresas de fachada, situadas nos mais variados paraísos fiscais.

Novo plano de ingressos para jogos do Corinthians: camarote “fiéis eleitores”

novembro 18, 2017

Desde 2014, período em que foi inaugurado o estádio de Itaquera, o Corinthians não foi capaz de negociar seus camarotes, que, até então, viviam às moscas.

Bastou a chegada do período eleitoral para que algumas coisas se alterassem.

Apesar de ainda não comercializados, os camarotes da Arena, misteriosamente, passaram a ser ocupados, quase na totalidade.

Continuam a não gerar lucros ao clube, mas agora, ampliando despesas.

Durante o jogo do Campeonato Brasileiro que definiu o hepta do Timão, João Alberto de Souza, candidato ao conselho deliberativo do clube, fez esclarecedora sequência de fotos destes locais, em que observa-se quem são os frequentadores das mordomias.

Tratam-se, quase na totalidade, de apoiadores, dirigentes e demais pessoas ligadas à chapa “Renovação e Transparência”, que lançou, no dia deste jogo, o deputado federal Andres Sanches na disputa pela presidência do Corinthians.

Uma espécie de plano “Fiéis Eleitores”, bancado, indevidamente, pelo dinheiro alvinegro para favorecer um grupo específico de pessoas.

Palmeiras repete erros de anos anteriores

novembro 18, 2017

Recentemente, o gestor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos, esteve na Europa, local em que sondou, acertou-se e preparou novo pacote de “reforços” ao clube.

Em breve, alguns nomes serão anunciados, nem todos “europeus”, muitos jogando por aqui.

A viagem se deu, quando muita coisa poderia ser tocada por telefone, midias sociais, etc, porque vários dos agentes, inclusive de jogadores brasileiros, preferem conversar determinados assuntos com a certeza de não estarem sendo gravados.

Além disso, os bancos brasileiros não são bem-vindos para algumas operações.

Mesmo se houvesse seriedade absoluta no trabalho de Mattos, ou seja, contratações embasadas em critérios técnicos, não apenas comerciais, seria difícil explicar como fazê-lo sem que se defina o treinador para 2018, que, em tese, deveria escolher o elenco de atletas.

Enquanto o gigante Palmeiras permitir ser utilizado por gente com objetivos distintos do que deveria ser o de torcedores, associados e conselheiros, o clube, que vem sendo chamado pelos adversários de “Crefisense”, tamanha é a submissão e falta de identidade histórica dos tempos atuais, continuará ampliando a bola de neve financeira, que, em regra, costuma cobrar conta bem salgada no futuro.

Partidos que investem em Huck apostam no golpe do outsider

novembro 18, 2017

Da FOLHA

Por DEMÉTRIO MAGNOLI

Aécio Neves enxerga no ensaio de candidatura de Luciano Huck a “falência da política”. É mais um álibi de uma figura incapaz de admitir suas responsabilidades. O espectro de Huck emerge da falência dos políticos —especialmente do PSDB.

A leitura superficial das mais recentes pesquisas de opinião indica a probabilidade de um segundo turno entre Lula (algo em torno de 35%) e Jair Bolsonaro (perto dos 15%). Seria o cenário dos sonhos de Lula: nada mais perfeito que concorrer com um ultranacionalista primitivo, autoritário, cercado por um cortejo sombrio de policiais dos costumes.

A hipótese não deve ser descartada, mas colide com a principal informação das sondagens: cerca de 50% do eleitorado rejeita as duas candidaturas salvacionistas, que são as únicas amplamente conhecidas. É como se metade dos cidadãos estivesse pedindo uma alternativa moderada, limpa e reformista.

Em tempos normais, o PSDB seria o estuário dessas expectativas. Contudo, sob o comando de Aécio, os tucanos afundaram no lodo.

Primeiro, em nome do impeachment, queimaram os princípios mais básicos no altar sacrificial de Eduardo Cunha. Depois, hábito antigo, engalfinharam-se em crônicas disputas internas entre caciques que enxergam na Presidência um espólio de guerra. Finalmente, uma ala incorrigível, mas talvez majoritária, perfilou-se na defesa de Aécio, o líder que pede favores aos bandoleiros da JBS. “Falência da política” ou falência de Aécio?

Não é só Aécio, como atestam os movimentos do centro político na direção de Huck. Celebridade do mundo do entretenimento, Huck não oferece nem o esboço de um discurso político coerente, mas exibe sua possível candidaturacomo uma dádiva misericordiosa ao Brasil.

Os partidos que investem nessa postulação, notadamente o PPS, apostam no clássico golpe do outsider.

Geralmente, os “salvadores da pátria” situam-se na esquerda ou na direita. Por aqui, inventamos o salvacionismo centrista. O nome disso não é “falência da política”, mas falência do centro político, que renuncia a fazer política, entregando-se a uma oportunista estratégia de marketing.

“Não temos um De Gaulle —alguém capaz de dar um sentimento de que estamos juntos”, constatou FHC, referindo-se ao colapso da Quarta República francesa. Vivemos um colapso similar, o da Nova República proclamada em 1985, mas não precisamos de um De Gaulle —e muito menos de um Huck. Um périplo no eixo Paris-Buenos Aires sugere que a política tem os meios para solucionar os impasses de uma democracia.

Na França, um rumo de reformas emergiu da articulação conduzida por Emmanuel Macron, um líder inteligente e ousado, mas não um sucedâneo carismático de De Gaulle. Macron operou uma cirurgia no sistema partidário, envolvendo a sociedade civil na criação de um novo partido de centro. Derrotou os nacionalistas de Le Pen, resgatando a França (e a União Europeia) da beira de um precipício. Nas campanhas das presidenciais e das legislativas, escolheu dizer a verdade, oferecendo um receituário de amargas mudanças na legislação trabalhista e no sistema previdenciário. Nada garante seu sucesso, mas o exemplo da Argentina indica que o fracasso não é inevitável.

Mauricio Macri, eleito em 2015 por escassa margem, acaba de impor uma dura derrota à máquina populista do kirchnerismo, vencendo as legislativas. Isso, na hora de uma retomada inicial do crescimento, após um ajuste que envolveu retração econômica, repique inflacionário, redução da renda e do emprego. O sucesso no teste eleitoral prova que Macri pode não apenas se tornar o primeiro presidente não-peronista a concluir seu mandato desde a redemocratização mas também conquistar um segundo mandato.

“Falência da política”? Não: falência do nosso centro político, que prefere a prestidigitação à política. Fora do caldeirão do Huck, há tempo para corrigir.

Coluna do Fiori

novembro 18, 2017

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Perguntaram a Al-Khwarizmi sobre o ser humano e ele respondeu

– Se tiver Ética, então é igual a 1 (um)

– Se também for Inteligente, acrescente 0 (Zero) e será igual a 10 (dez)

– Se também for Rico, acrescente mais um 0 (zero) e será igual a 100 (cem);

– Se ainda for Belo, acrescente mais um 0 (zero) e ele será igual a 1000 (mil);

– Mas se ele perder o 1 (um), que corresponde a Ética, então perderá todo o seu valor, pois restarão apenas os zeros.

Al-Khwarizmi – foi uma das mentes mais brilhantes da Idade Média (matemático, geógrafo, astrônomo e historiador)

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Significado de Ética

Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter

É pra rir

Partindo do significado da palavra ética, fico pensando com os meus botões com que cara o todo poderoso Sergio Correa da Silva ministrou sua palestra no dia 03/11 no finalizado Curso de Formação de Instrutores de Arbitragem de Futebol bolado pela ANAF – Associação dos Árbitros de Futebol e SAFESP – Sindicato dos Árbitros de Futebol do estado de São Paulo

Curriculum

Ético do todo poderoso é apavorante.

– Salvo pequena falha de tempo, por volta do inicio da década 2000, na condição de presidente do SAFESP, Sergio Correa da Silva não bicava com Marco Polo Del Nero, então presidente da FPF

– Paralelamente, Sérgio e Artur Alves Junior também não se bicavam, nos cantos e nas esquinas da vida em conversa com os árbitros, cada um dizia o diabo em detrimento doutro;

– os desentendimentos resultaram na criação da Cooperativa dos Árbitros e prejuízo para seus associados, vez que, eram obrigados a pagar duas mensalidades, se não o fizessem: não eram escalados

Pizza

No hoje, eles se trocam elogios, se abraçam e tocam as porcas e análogas mãos do Marco Polo Del Nero

Ao que pergunto

Cadê a ética?

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34ª e 35ª Rodada da Serie A do Brasileirão – 2017

Sábado 11/11

Corinthians 1 x 0 Avaí

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (FIFA-PA)

Item Técnico

Na primeira etapa o boto-branco do apito deixou de marcar a penalidade máxima cometida por Maicon defensor do Avaí, no instante que derrubou no corintiano Clayson

Item Disciplinar

Advertiu com cartão amarelo três defensores do Corinthians e três do Avaí

Segunda Feira 13/11

Chapecoense 2 x 0 Santos

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Item Técnico

Pouco exigido

Item Disciplinar

Advertiu corretamente 03 defensores santistas

Cerrando

Contenda inteiramente horrível

35ª Rodada – Quarta Feira 15/11

Corinthians 3 x 1 Fluminense

Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)

Assistente 01: Kleber Lucio Gil (FIFA-SC)

Assistente 02: Neuza Ines Back (FIFA-SC)

Quarto Árbitro: Henrique Neu Ribeiro (SC)

Adicional 01: William Machado Steffen (SC)

Adicional 02: Evandro Tiago Bender (SC)

Item técnico

Durante o andamento da contenda o assoprador de latinha, inverteu, deixou de marcar faltas; dentre estas:

– penalidade máxima cometida pelo defensor corintiano Pablo no momento que desviou a trajetória da redonda com uma cotovelada;

– lembrando que neste momento o placar apontava 2 x 1 pro Corinthians

Outra pisada e feia

– nas leis do jogo ocorreu quando de uma falta não marcada no goleiro da equipe carioca,

– de imediato o boto-branco ergueu seu braço indicando que nada ocorrera, determinando a sequência do lance

Voltou atrás

– No mesmo momento, Evandro Tiago Bender, adicional 02 através comunicador disse-lhe que a falta existiu;

– contrariando a si mesmo, o boto-branco paralisa a contenda apontando que o goleiro sofreu a falta

Item Disciplinar

Embora tenha advertido com cartão amarelo 01 corintiano; deixou de fazê-lo para Pablo, Gabriel e Camacho, concordo com os 06 pros tricolores

Findando

Trabalho fraquíssimo do assoprado de latinha

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Política

Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero… E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins* Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!

Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna). Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso.

Assim, menos de 450 mil índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela – passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele.

Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências – algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo!

Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse ‘privilégio’, simplesmente porque esse cumpre a lei..

Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.

Ivens Gandra Martins é um jurista, advogado, professor e escritor brasileiro. É professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e membro da Academia Brasileira de Filosofia.

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Finalizando

Olha de novo: não existem brancos, não existem amarelos, não existem negros: somos todos arco-íris.

Ulisses Tavares – é um poeta, escritor de literatura infantil e jornalista brasileiro

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Chega de discriminação, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-18/11/2017

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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novembro 18, 2017

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Beto Saad fechou “pacote” para fazer campanha de Andres Sanches na rádio Jovem Pan

novembro 17, 2017

O jornalista Beto Saad fechou negócio para colaborar na campanha de Andres Sanches à presidencia do Corinthians, utilizando-se, para tal, do prestigiado microfone da rádio Jovem Pan.

Seus colegas de trabalho e a emissora não estão na “jogada” e seriam vítimas da operação.

Em troca, Saad recebeu a promessa de comandar diversos negócios no Parque São Jorge.

A relação do jornalista com Andres Sanches é antiga e pode ser conferida, em detalhes, nos links de matérias recentes do Blog do Paulinho:


Beto Saad acertou contratação de filho no Corinthians após bancar final de ano da familia de Andres Sanches, em Las Vegas

Empresa de Beto Saad atuou irregularmente em jogos do Corinthians, com parceria do clube, no Pacaembu

Promiscuidade: filho de Beto Saad é goleiro, são-paulino e recebe salários do Corinthians

Ronaldo “Fenômeno” volta a ser desfrutado pela política do Corinthians

Grandes “empresários” do Corinthians são comandados pelo suspeito Beto Saad

 

Calote do Corinthians ao “Arena Fundo” atinge R$ 43,8 milhões

novembro 17, 2017

Informe mensal protocolado pela BRL TRUST na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), detalhando movimentação do “Arena Fundo”, gestor financeiro do estádio de Itaquera, indica redução da dívida com a Odebrecht, de R$ 343,4 milhões para R$ 339,3 milhões.

O resultado seria positivo, não fosse o acréscimo de pendência do clube com o próprio Fundo, que em setembro era de R$ 34,6 milhões, em outubro foi de R$ 40,3 milhões e agora, em números referentes a novembro, atinge a soma de R$ R$ 43,8 milhões.

A BRL TRUST, no documento, segue ocultando a origem da dívida, mas o Blog do Paulinho, ontem, conversando com fonte do Parque São Jorge, recebeu a informação de que se trata de calote da renda das partidas disputadas no estádio, que, obrigatoriamente, por previsão contratual, deveriam ser repassadas ao Fundo.

Ou seja, nos últimos meses, os valores que estão reduzindo a despesa do Corinthians com a Odebrecht estariam, em tese, sendo quitados pelo Fundo, sem que este recebesse o devido repasse, o que, em consequência, incidirá em cobrança de juros, ampliando ainda mais a dívida do Timão.

Diz nossa fonte, ligada à gestão alvinegra:

“O clube tem se utilizado do dinheiro para pagar as contas, salários, etc… sem ele a situação financeira estaria ainda pior”.

O procedimento, irregular, além de lesivo, a longo prazo, aos caixas alvinegros, pode resultar em sanções graves, se os “parceiros” resolverem levar o caso para a esfera judicial, entre as quais, inclusive, execução imediata da dívida total do estádio.

Vale lembrar que o Corinthians, ultimamente, além de não pagar o Arena Fundo, há mais de um ano não amortiza as parcelas do empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES, intermediados pela CAIXA, em acordo que ficou ainda mais nebuloso com a assinatura dum terceiro aditamento, sem conhecimento e consentimento do Conselho, agravado pelo fato de, mesmo convidado pelo CORI, o presidente Roberto Andrade ter se negado (não comparecendo) a prestar esclarecimentos.

Confira, no link abaixo, a íntegra do Informe Mensal do Arena Fundo, referentes às contas de novembro de 2017:

Informe Arena Fundo – novembro – 2017

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

novembro 17, 2017

http://rockngol.com.br

Blog do Paulinho

(hoje não teremos exibição do programa Blog do Paulinho, que retornará, semana que vem, após o período de feriados… durante o dia vídeos serão postados em nosso canal do YouTube)

Coluna do Fiori

TJ-SP nega recurso de Andres Sanches para reduzir janela de votação dos associados do Corinthians

novembro 17, 2017

Luiz Moura, André Negão e João de Oliveira

Recentemente, através de preposto, o bacharel de direito João de Oliveira, funcionário de seu gabinete parlamentar, o deputado federal Andres Sanches (PT), ingressou na Justiça para reduzir a janela de votação dos associados do Corinthians, prevista pelo Estatuto, de obrigatórios cinco anos de contribuição, para dois.

A 1ª Instância negou-lhe a liminar, mas concedeu prazo de quinze dias ao Corinthians para explicar suposta contradição em sua leis, que poderia dar margem a questionamentos.

Inconformado, Sanches recorreu, novamente segurando as cordas de seu empregado, ao TJ-SP, que manteve a decisão, alegando que o juíz original terá tempo suficiente, até o dia das eleições (03 de fevereiro de 2018) para analisar o caso e proferir sua sentença, sendo desnecessária, por enquanto, qualquer tipo de liminar.

O grupo “Renovação e Transparência”, que banca a candidatura do parlamentar, acredita que a redução da janela o beneficiaria – existem suspeitas de associados recentes bancados pela gestão, diferentemente do quadro atual, que, segundo pesquisas, é favorável ao adversário.

Santos acerta com Kia Joorabchian clausula contratual indecente para repatriar Gabigol

novembro 17, 2017

O Santos está tentando, nos bastidores, recontratar o atacante Gabigol, com seus dirigentes mantendo contato, para tal, com o nebuloso agente Kia Joorabchian, ex-MSI Corinthians.

Para cedê-lo por empréstimo, a Inter de Milão exige que o clube pague seus salários, na casa de R$ 1 milhão mensais.

A diretoria do Peixe acena com uma proposta de pagar R$ 700 mil mensais.

Porém, umas das exigência de Kia, absolutamente indecente, esportivamente, já foi aceita pelo presidente Modesto Roma Junior: a obrigatoriedade de Gabigol ser titular da equipe.

Este procedimento, se o martelo for batido, acarretará problemas diversos ao clube, além do que tange à evidente submissão e falta de credibilidade.

O restante dos jogadores, certamente, será contrário, além do treinador, que terá sua autoridade sempre colocada à prova, desde já com interferência esportiva indesejada.

Vale lembrar que Gabigol, verdadeiro engodo fabricado por empresários de futebol à custa de elogios midiáticos bem suspeitos, não conseguiu jogar na Inter, nem no fraquíssimo futebol português, mesmo tendo sido emprestado para o Benfica, principal equipe lusitana.

Justiça negou acesso ao Pacaembu de dois torcedores do Santos no clássico contra o São Paulo

novembro 17, 2017

Dois torcedores do Santos, Fernando Ortega e Rafael Jordão Rodrigues Fonseca, ingressaram na Justiça com pedido de Mandado de Segurança contra abuso de poder do Estado, por conta da implementação de “torcida única’ em paridas de futebol disputadas entre grandes equipes (Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos).

Ambos desejavam estar no estádio do Pacaembu, no último dia 28 de outubro, ocasião em que o Peixe enfrentou o Tricolor, com mando do adversário.

Decisão da juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara de Fazenda Pública, negou a liminar.

Diz trecho da sentença:

“O sistema de torcida única, imposto pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, quando existem jogos de grandes equipes de futebol (somente quem tem o mando de campo tem direito a contar com a presença de torcedores nas arquibancadas), foi instituído para evitar a violência nos estádios, diante de tantos conflitos entre torcedores de times adversários, visto que em alguns casos ocorreram a morte dos envolvidos.”

“É certo que, numa primeira análise, tal medida indica a incapacidade do Poder Público de resolver a convivência de torcedores de diferentes equipes, bem como atesta a falta de investimentos dos Clubes de Futebol que deveriam
implantar segurança eletrônica para a identificação dos verdadeiros autores da baderna, além de outros mecanismos para atuar na educação dos torcedores.Porém, a questão da segurança nos estádios de futebol exige atuação não só do Poder Público, mas também dos interessados (Clubes e Torcedores), e não pode ser discutida na presente, em face dos estreitos limites do “mandamus”.”

“Sendo assim, não havendo que se falar em ofensa a direito líquido e certo, indefiro a liminar”

Apesar de entender que a magistrada teve como objetivo a preservação da segurança dos impetrantes, tanto que lhes deu razão ao criticar o Estado, duramente, em seu texto, trata-se de um equívoco corroborar com a falta de capacidade governamental, quase estimulando que ela persista futuramente, sem contar o descumprimento à Lei e também da Constituição.

Caso Marcello Lima explica parte da decadência do rádio esportivo brasileiro

novembro 17, 2017

Ontem, o radialista Marcello Lima, junto com outros dois companheiros de profissão, foram demitidos da rádio Capital, local e que atuava nas coberturas de São Paulo e Palmeiras.

A justificativa para o corte, porém, é das mais lamentáveis.

Era exigido pela emissora que seus profissionais trouxessem dinheiro para a casa, indicando parceiros comerciais, fazendo a “ponte” para que patrocínios fossem alinhavados.

Ou seja, aceitava-se até ineficiência do repórter – ou coisa pior, desde que este bancasse o próprio salário.

Explica-se, neste episódio, que, a bem da verdade, não vem sendo protagonizado apenas pela rádio Capital, a decadência absoluta do jornalismo esportivo brasileiro e as razões pelas quais o padrão de qualidade caiu tanto, resultando, em efeito dominó, na perda de credibilidade, audiência e consequente arrecadação.

Dizem, nos bastidores, somente a rádio Jovem Pan estaria ainda resistindo às tentações.

O Blog do Paulinho solidariza-se com Marcello Lima (e demais companheiros), mesmo tendo com ele divergências de comportamento e opinião (que foram objetos, inclusive, de ação judicial), pelo claro abuso a que foi submetido.

Carta aberta ao presidente da Portuguesa

novembro 17, 2017

Por CARLOS BALTASAR

Bom dia Sr. ALEXANDRE DE BARROS, não estou aqui para criticar nem tão pouco para elogiar, pois como o senhor bem sabe não há motivos nenhum para elogios.

Posto isso gostaria de algumas respostas.

Quando de sua posse o senhor colocou, numa entrevista à radio Globo, que iria implementar o projeto que traria investidores para explorar comercialmente a área do Canindé e, em contra-partida, teríamos um novo estádio.

Por que isso não ocorreu?

Nessa mesma entrevista disse que iria profissionalizar o futebol até que começou bem, com o Leão, mas depois o bichinho da mesmice lhe mordeu e retroagiu aos velhos métodos.

Por que isso?

Disse que não mais contrataria jogadores para encher o “busão”? Quantos ônibus você encheu?

Fizemos um Paulista da série A2 ridículo, quase caímos.

Ficamos na 13ª colocação, com o mesmo número de pontos dos grandes Barretos e Velo Clube.

Na série D, nem se fala. Estamos fora.

Será que times como: Belo Jardim/PE, Cordino/AM, DOM Bosco/MT, Sinop/MT e Flamengo de Arco Verde tem muito mais dinheiro que a Portuguesa e por isso irão disputar a Série D do próximo ano?

Algumas respostas para o senhor colocar para torcida da Portuguesa.

A desculpa de falta de dinheiro não cabe mais.

Qual será seu planejamento para mais um ano triste do nosso futebol?

Se me permitir, quanto custa manter hoje o time de futebol profissional? Não seria o momento de canalizar esses recursos para a base. onde parece que temos gente competente, que, com tão pouco, estão fazendo muito, e assim voltarmos a origem de formarmos novamente novos jogadores ?

Com isso poderíamos alimentar nossos cofres com a venda de algumas revelações e, o mais importante, voltar a pensar em chegar, quem sabe, daqui há cinco anos, novamente na série A.

Não temos muita saídas e se continuarmos na mesmice já sabemos o que vai acontecer . NADA.

Esperamos que possa nos dar essas respostas e que não sejam as mesma de sua posse, onde me pareceu mais um palanque eleitoral, depois de ser aclamado Presidente com mais de 80% dos votos.

O senhor tem uma dívida enorme com essas pessoas que acreditaram no seu projeto, todas, como eu, torcedores.


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