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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

junho 26, 2017

Blog do Paulinho

(Por conta de compromissos inadiáveis, hoje não teremos a gravação do programa Blog do Paulinho, que retornará amanhã, às 10h30)

Coluna do Fiori

(17h – ao vivo)

Blogueiros

(20h – ao vivo)

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Richarlyson e a homofobia

junho 26, 2017

“Todo mundo me pergunta sobre essa questão. Ela não é recente. Desde a época de São Paulo, que uma parte da torcida não gritava meu nome. O único clube que eu não passei por nenhuma situação dessa foi no Atlético-MG.”

“Eu fico sem saber o porquê. Às vezes vocês me perguntam, eu tento explicar, mas eu nem sei porque eu estou explicando uma coisa que é inexplicável. Eu queria parar aqueles dois torcedores que vieram e soltaram rojões e perguntar o porquê.”

“Teve essa manifestação e ninguém soube o porquê. A mídia falou que foi por causa da questão de homofobia. Ninguém soube se foi por causa disso. Plantaram essa situação e todo mundo copiou essa manchete como se fosse algo verdadeiro. Pode até ter sido, eu não estou falando que pode não ter sido, mas ninguém sabe se era isso. Às vezes foi uma manifestação porque não queria que me contratasse e acabou”

“Eu não me magoo, eu tenho dó dessas pessoas. Vamos partir do princípio que a situação seja sobre o homossexualismo. Quer dizer que no futebol não pode haver o homossexual? E por causa disso ele deixa de ser um grande profissional?”

“A questão não é essa a ser abordada. O que me deixa intrigado sobre essa questão de manifestações homofóbicas dentro do futebol é que quer dizer que se o cara for gay, o cara não pode jogar? Por que o cara não pode jogar? É isso que eu não consigo entender.”

“Por que o torcedor não aceita um cara que é homossexual no time dele? Por que ele não gosta de mulher, gosta de homem? O que isso difere dentro de campo? Vamos respeitar as diferenças, seja ela de credo, de religião, de cultura, social, sexual… Cara, vamos respeitar”

(RICHARLYSON, do Guarani, em entrevista ao repórter Luis Ceará, da REDETV)

Alexandre Barros entra para a história: o pior presidente da Portuguesa, eliminada da 4ª divisão nacional

junho 26, 2017

Enquanto radialista, com os mesmos hábitos do paí, sempre com a vida financeira ligada à Portuguesa, o agora presidente da Lusa, até com alguma razão, porém nem sempre por razões nobres, descia a lenha em todos os mandatários antigos do clube.

Insinuava falcatruas, tratava-os como incompetentes, etc.

Em meio ao caos, iniciado com o “caso Heverton”, em que a Lusa vendeu a honra e a vaga na divisão principal para salvar as finanças de Manoel da Lupa e também de treinador que agora infelicita o Rio Grande do Sul, Barros aproveitou a oportunidade criada pela enorme rejeição do quadro político lusitano, fiou-se na fama, indevida, de “combativo” radialista, e conseguiu enganar os votantes, que pensaram eleger o “novo”, sem atentar-se, apesar de alguns saberem da verdade, dos velhos hábitos que o cercavam.

No dia em que venceu, Alexandre Barros tratou se anunciar uma diretoria formada por gente ligada aos nomes que combatia, sob a sempre conveniente, porém indecente, desculpa de “temos que unir o clube”.

Na administração, meteu os pés pelas mãos: montou e desmontou, sem o menor conhecimento de futebol, comissões técnicas, elencos e demais colaboradores, afugentou patrocinadores com propostas, soubemos, indecentes, piorou a negociação das dívidas trabalhistas ao, inabilmente, ofender a representante dos credores em mensagens de whatsapp, deu vexame na segundona do Paulistinha e agora, para finalizar, conseguiu ser eliminado da 4º divisão nacional.

Ou seja, durante todo o restante do ano, a Portuguesa não terá campeonatos a disputar, a não ser a ridícula “Copa Paulista”, em que empresários de jogadores montam times às pressas, e os clubes grandes movimentam seus juniores, em estádios vazios, precisando, ainda, chegar entre os dois primeiros colocados para tentar retornar à Série D do Brasileirão.

Um vexame indescritível, certamente o maior da história da Portuguesa, clube de tradição secular, jogada pelo seu próprio povo nas mãos desqualificadas de um representante desequilibrado, sem competência, e suspeito de ações que não podem ser contadas porque nem sempre recibos são encontrados ou fornecidos no que nunca poderá ser, como no “caso “Heverton”, devidamente esclarecido.

Gramado da Arena do Grêmio é indecente

junho 26, 2017

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Chamou a atenção, ontem, de quem assistiu a vitória do Corinthians sobre o Grêmio em Porto Alegre, a total falta de condições do gramado da Arena.

Em verdade, um pasto… indecente !

Nada justifica a falta de cuidados evidente no piso de um estádio recém erguido, prejudicando, inclusive, o time da casa.

Porque, embora não tenham coragem de falar, é certo que jogadores do clube devem odiar trabalhar em meios a buracos, falhas de gramado e demais intercorrências que sequer são encontradas nos mais afamados campos de várzea pelo Brasil.

Corinthians ou Clube dos Cafajestes ?

junho 25, 2017
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cafajeste

substantivo masculino

pej.
  1. 1.
    indivíduo de baixa condição social; pessoa a quem não se empresta importância.
  2. 2.
    indivíduo sem refinamento no trato social, atrevido, provocador e que se veste ger. de maneira peculiar, denotando mau gosto.

Nos anos 80, tornou-se clássica uma película renomeada no Brasil para “Clube dos Cafajestes”, mas que, em verdade, tinha o nome original de “National Lampoon’s Animal House”, que contava a história de alunos desqualificados que tentavam, sem sucesso, ingressar na mais conhecida fraternidade estudantil dos Estados Unidos.

Nesse contexto, da falta de qualificação, é possível traçar um paralelo com o que ocorre, atualmente, na política do Corinthians.

Ontem, no Parque São Jorge, dois supostos líderes que tratam-se, nos bastidores, com desprezo mútuo, uniram-se em ataques ao Blog do Paulinho, com o famoso argumento da desqualificação.

“Ele recebe dinheiro para atacar”; “É comprado pelo fulano ou sicrano”; “Já foi preso”, etc.

Ambos estavam insatisfeitos com revelações de verdades que cercam suas trajetórias no Parque São Jorge.

Um deles, Paulo Garcia, dono da Kalunga, tem ingerência nos três cargos mais importantes da atual gestão (financeiro, futebol e secretaria da presidência), financiou as campanhas políticas de Andres Sanches e André Negão, além de ter ligação, familiar e empresarial, com Fernando Garcia, espécie de “pizzaiolo” de jogadores nas categorias de base e no futebol profissional do Corinthians.

O outro, Osmar Stabile, sobrevive no clube da comercialização dos, se tanto, duzentos votos que diz possuir (menos de 10% do eleitorado), por vezes negociando cargos em troca de apoio, noutras trabalhando pela inserção, no clube, de projetos obscuros (o estádio de Edgard Soares, etc.).

Em 2007, por exemplo, utilizou-se desse expediente (trocar apoio por vantagens) para dar a vitória a Andres Sanches, que depois tratou de, em sentido figurado, chutar-lhe o traseiro, ação esta testemunhada e comemorada por todo o clube.

Os dois, é público e notório, rodeados de apoiadores que financiam, e de jornalistas adeptos de seus procedimentos, tentaram, algumas vezes, em gesto de “generosidade”, ofertar “ajuda” ao Blog do Paulinho.

Todas prontamente recusadas.

Diante do nível dos que buscam o poder no Parque São Jorge, esse tipo de ataque a um espaço independente, há dez anos no ar, amparado por fluxo diário de 40 mil leitores, e que os próprios detratores, em algum momento, já avalizaram a seus colaboradores (tanto que tentaram “ajudar”), atesta a importância da revelação de verdades, muitas delas incomodativas a quem trata uma agremiação com a grandeza do Corinthians como se fosse o “Clube dos Cafajestes”, recreio de incapazes, tábua de salvação dos inexpressivos.

Por fim, apenas para registrar, Stabile utilizou-se, ontem, do mesmo vídeo enviado por Paulo Garcia ao Blog do Paulinho (dando conta da “vida curta” a quem cuida da “vida” alheia) para, talvez, intimidar postagens que não lhe agradam.

O documento da CBF

junho 25, 2017

Na última quinta-feira (22), o notório corrupto Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, apresentou como argumento de defesa na Justiça espanhola um documento oficial da CBF, assinado pelo Secretário Walter Feldman, dando conta de que o acusado nunca prejudicou a entidade.

Inverdade absoluta.

Desde que as ações de Rosell com o ex-presidente da Casa Bandida, Ricardo Teixeira, vieram à tona, não só a imagem da entidade desceu pelo ralo, como a notória fuga de patrocinadores resultou em graves consequências financeiras.

O estrago foi tão grande, que o atual presidente não pode representar a CBF no exterior, evita aparições públicas no Brasil e sequer teve coragem, também, de assinar o referido “atestado de idoneidade” a Rosell, utilizando-se para tal do capacho habitual, seja de cartolas como de políticos, nos diversos partidos que infelicitou.

Treinador do Irã atribuiu classificação ao Mundial à “Corinthians Connection”

junho 25, 2017

Queiroz levou o Irã pela primeira vez na história a se classificar para duas Copas seguidas

“O Irã enfrenta sempre imensas dificuldades e obstáculos como parte financeira, infraestrutura, equipamentos. É preciso falar de uma curiosidade, que chamo de ‘Corinthians Connection’. Treinamos no clube para a Copa de 2014. Tivemos muito apoio. Curiosamente, quatro anos depois, Tite e Edu Gaspar formam a comissão técnica da primeira seleção a se classificar e a segunda foi o Irã. As duas primeiras seleções a se classificarem à Rússia formam essa conexão. No entanto, o que fundamenta esse sucesso é o talento e a entrega dos jogadores, sobretudo a grande paixão que o país tem pelo futebol.”

“Nós tivemos a oportunidade de estar em uma casa de campeões. Todos os que estiveram por lá tentaram tirar o melhor proveito. A conexão com o clube está no ar. É um orgulho para o Corinthians e para o futebol brasileiro que as duas comissões técnicas que tiveram a honra de se classificar mais cedo para a Copa estavam baseadas neste clube. Diria que esse espírito de campeão é simbolizada por um jogador que tive a oportunidade de conhecer, o Sócrates. Eu o recebi no Manchester United uma vez e ele me confidenciou que tinha o sonho de jogar na Inglaterra.”

(CARLOS QUEIROZ, treinador Português do Irã, segunda seleção classificada ao Mundial da Russia 2018, ao ESTADÃO)

Quem embolsou R$ 290 mil do Palmeiras ?

junho 25, 2017

Em 2010, o Palmeiras ganhou R$ 1,2 milhão em ação judicial promovida contra o Governo Federal, que foram depositados na conta de Pedro Renzo, advogado do escritório pertencente ao conselheiro alviverde Antonio Corcione.

A Justificativa é a de que o clube enfrentava penhoras por conta de problemas diversos e poderia, em tese, ter o montante subtraído para pagamento doutras obrigações.

Em sequência, o escritório de Corcione teria transferido R$ 900 mil para uma conta, digamos, segura do Verdão, repassando R$ 290 mil, em espécie, às mãos do tesoureiro do clube, Francisco Busico.

Renzo, que levou o dinheiro até o clube, mantém em seu poder recibo assinado pelo funcionário alviverde.

Daí por diante, só mistério.

O dinheiro não foi contabilizado nos caixas palestrinos e ninguém sabe onde procurar.

Na última semana, os três nomes citados na matéria, processados pelo Palmeiras por enriquecimento sem causa, venceram a ação, por falta de provas, contando com inusitados testemunhos favoráveis de Luis Gonzaga Belluzzo, Arnaldo Tirone, Salvador Hugo Palaia, Roberto Frizzo, entre outros, que, entretanto, não souberam esclarecer o destino dos recursos, sumidos enquanto eram dirigentes.

Quem embolsou os R$ 290 mil do Palmeiras ?

Pelo visto, os que sabem gastaram e se calaram, e os que desconhecem não parecem ter vontade de descobrir.

Fábio Assunção dando vexame em hospital de Pernambuco

junho 25, 2017

A vida fora da Globo: Fabio Assunção, alterado, no camburão

junho 24, 2017

NOTA OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

“A Polícia Militar informa que na madrugada de hoje (24/06) foi acionada para mandar uma viatura para o Hospital Memorial Arcoverde. Lá, o ator Fábio Assunção, levado para a unidade por ter se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade e teria  ficado agressivo com as pessoas. Por isso os funcionários da unidade chamaram a polícia. Ao chegar no local, porém, a viatura não encontrou mais o ator e retornou ao Pátio de Eventos.

No caminho, os policiais foram acionados por duas jovens, que alegaram estar sendo ameaçadas pelo ator. Ao tentar levar as partes para esclarecer os fatos na delegacia, Fábio Assunção ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas para leva-lo. Ao ser colocado no xadrez da viatura ele ficou ainda mais violento, e quebrou o vidro traseiro do veículo. Diante do exposto, a  ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Regional.”

Itaquera: o “negócio” estádio é bem ruim, mas poderia ter sido ainda pior

junho 24, 2017

Desde sempre, quando a euforia pela construção da Arena de Itaquera turvava a visão de quem insistia em apoiar as armadilhas propostas no péssimo acordo firmado entre o Corinthians e a Odebrecht, que ficou ainda pior com a assinatura do empréstimo no BNDES, o Blog do Paulinho alertava para a possibilidade de superfaturamento e desvio de dinheiro, comprovados, posteriormente, em investigações da Polícia Federal em sua Operação Lava-Jato.

Hoje o Corinthians tem um estádio belíssimo, mas nenhum planejamento para pagá-lo, quanto mais, sustentá-lo.

Nada do que havia sido anunciado como solução funcionou: naming-rigths, venda de camarotes, etc.

Porém, acreditem, poderia ter sido ainda pior.

Ontem, publicamos vídeo com depoimento de Léo Pinheiro, da OAS, confirmando pagamento de propina de R$ 18 milhões à WTorre, apenas uma de diversas acusações semelhantes que pairam sobre a empresa, também enrolada na “Lava-Jato”.

https://blogdopaulinho.com.br/2017/06/23/em-depoimento-a-sergio-moro-leo-pinheiro-detalha-pagamento-de-r-18-milhoes-em-propina-a-wtorre/

Quando da primeira eleição de Andres Sanches, em 2007, realizada por votação indireta, logo após a queda de Alberto Dualib, um grupo de conselheiros liderados por Edgard Soares, Osmar Stabile e Flavio Adauto, que estava compromissado com a candidatura rival, trocou de lado, 24 horas antes do pleito, condicionando voto à chapa “Renovação e Transparência” em troca de construir e operar o estádio do Corinthians.

Em síntese, a vitória de Andres, em votação apertada, e tudo o que aconteceu posteriormente, desde os desvios de conduta até as eleições subsequentes de seu grupo foram garantidas em ato de traição de pouco mais de uma dezena de conselheiros, liderados pelos citados, que depois foram devidamente descartados pelos vencedores.

O projeto de estádio morreu antes mesmo de iniciado, rejeitado pelo Conselho, parte por conta de influência de Andres Sanches, mas também pelo histórico de seu promotor, Edgard Soares, que, à época, tinha dificuldades de ultrapassar, sem ser achincalhado, a fronteira entre a cidade de Jacareí com São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

A construtora, parceira dessa gente, era exatamente a WTorre, com hábitos que não diferem, segundo observado nas investigações da PF, da Odebrecht, assim como muitos dos envolvidos neste negócio assemelham-se aos dirigentes alvinegros delatados por receber vantagens nas obras de Itaquera.

O orçamento levado por Soares ao Conselho, da mesma maneira que ocorreu no caso da Arena, era baixo, com promessas de rendimentos, altíssimas, mas as garantias bem menos confiáveis, entre as quais dinheiro emprestado por banco europeu que, tempos depois, fechou as portas, acusado das mais variadas corrupções (inclusive pagamento de propinas a intermediários).

Sem contar que, após levantado (o estádio), se hoje o clube sofre com a “administração” de Andres Sanches em Itaquera, o que ocorreria com Edgar Soares, ainda mais mal-afamado, mas bem menos relacionado, em situação semelhante ?

Vale lembrar que o site Futebol Interior, investigado por achacar jogadores, dirigentes e até jornalistas, é apontado, notoriamente, como de sua propriedade, ainda que ocultada nos documentos oficiais.

Hoje em dia, aproveitando-se das revelações de corrupção que cercam o estádio de Itaquera, o grupo de Edgard Soares voltou a fomentar, contando com a pouca memória de alguns, ideias que remetem à devolução do estádio ao BNDES (sem explicar, convenientemente, que a dívida ainda assim teria que ser paga), a apresentação de seu projeto anterior como “melhor” e “salvador”, ocultando, porém, o desejo de retomá-lo (em possível acerto com algum candidato), e também os parceiros notoriamente ligados ao crime, levados por ele, anos atrás, para discursar no Conselho Deliberativo do Corinthians.

Ricardo Teixeira e José Maria Marin acertam delação nos EUA

junho 24, 2017

Da JOVEM PAN

Por WANDERLEY NOGUEIRA

JOSÉ MARIA MARIN, ex-presidente da CBF, começa a colaborar com a justiça americana no próximo dia 6 de agosto ( julgamento está marcado para 6 de novembro) .

Esse acordo tem o objetivo de “congelar” mais dois processos que estão recaindo sobre o ex-dirigente e obter autorização da justiça dos Estados Unidos para seja qual for a pena -após o julgamento do dia 6 de novembro- ela possa ser cumprida em casa (advogados entendem que ele não escapará de uma condenação).

RICARDO TEIXEIRA , ex-presidente da CBF , segundos os agentes americanos, deve se apresentar as autoridades em NY nos próximos dias.

Aliás, os americanos pretendem definir uma data limite que, se não for cumprida, colocará o ex-dirigente como “Procurado” na listagem da Interpol.

Teixeira continua mudando de telefone .

Tem usado equipamentos pré pagos para tentar evitar “grampos” e monitoramentos.

Recentemente, conversando com um cartola que tentava convence-lo a não delatar, respondeu : ” …eu ficarei em paz…é a minha liberdade…”.

Ele espera acordar uma prisão domiciliar nos Estados Unidos.

ROSSEL, ex-presidente do Barcelona já começou a falar.

E seus depoimentos aos espanhóis são compartilhados com os americanos.

Fruto de contratos com vendedores de direitos de transmissão, agências de publicidade e anunciantes importantes, ele e vários dirigentes receberam milhões em propina.

INFANTINO, presidente da FIFA , por enquanto é considerado “limpo” pelo FBI.

O dirigente tem contra ele uma investigação no Comitê de Ética da FIFA sobre negócios com cartolas e autoridades da Eslovênia.

Um agente dos Estados Unidos comentou que ” através do futebol vamos dar mais alguns exemplos de como se trata a corrupção…” .

Cartolas e todos os nomes encontrados nas investigações (de todos os escalões…) desde a década de 90 até os nossos dias , terão que dar muitas explicações.

O FBI tem contado com apoio, também, da Policia Federal do Brasil.

Camarotes, certificados… a suja política de Rachid no Corinthians

junho 24, 2017

Paulo Garcia, Rachid e Roberto Andrade

Em 12 de junho, o Blog do Paulinho revelou que a diretoria do Corinthians tem se utilizado dos camarotes do clube para cooptar votos, em trabalho realizado pelo secretário da Presidência, Antonio Rachid.

https://blogdopaulinho.com.br/2017/06/12/camarotes-nao-vendem-mas-servem-para-cooptar-votos-no-corinthians/

Ontem, o UOL, esquecendo-se de citar a fonte, repetiu a informação, sem a coragem, porém, de nomear o referido secretário, que trabalha sob as ordens do presidente Roberto Andrade, mas é funcionário, na Kalunga, de Paulo Garcia, ligado à gestão.

De novo, apenas a constatação de velhos hábitos: Rachid, além de utilizar-se da máquina em desfavor dos cofres do clube para satisfazer os desejos de quem lhe propicia espaço, retomou a distribuição de “certificados”, espécie de diploma fajuto de corinthianismo, quase idêntico ao que distribuía, mais de uma década atrás, para favorecer politicamente Alberto Dualib, de quem era braço direito.

Se pudesse, daria, ou venderia, como no passado, vagas de conselheiro vitalício no Parque São Jorge, dinheiro este negado, mas pago, porém nunca encontrado na contabilidade alvinegra.

Mais “renovador” e “transparente”, impossível, pelo menos na elasticidade moral de quem, meses atrás, tratava os que estão no poder como bandidos, mas hoje, para circular na órbita do poder, acende vela para o capeta que queria exorcizar.

Busca por sinalizadores: jornalistas são revistados, cartolas, não

junho 24, 2017

Em todos os jogos do Corinthians, mesmo cientes de proibição, marginais ligados aos “Gaviões da Fiel” utilizam-se de sinalizadores, atrapalhando a vida do clube que, há décadas, cafetinam.

Porém, em vez de punidos, invariavelmente os líderes dessa gente ganham regalias, entre as quais ingressos grátis e entrada tranquila nos estádios, por vezes de braços dados com dirigentes alvinegros.

Enquanto isso, jornalistas tem passado pelo constrangimento da revista, acusados de servirem de “mula” para os “organizados”, ou seja, levar para dentro do local de trabalho os artefatos proibidos.

Mochilas e malas são abertas, enquanto suspeitas pastas da cartolagem, notoriamente ligados aos bandidos das “torcidas’, sequer são abordadas.

Em tempo: ontem o Corinthians foi multado em R$ 40 mil pelos sinalizadores dos criminosos. Anteriormente, já havia pagado multa de R$ 110 mil.

Agonia de gigantes

junho 24, 2017

Da FOLHA

Por RUY CASTRO

No sábado (17), ao comentar a estreia de Eleanor Coppola, 81 anos, na direção de um filme, observei que, na Hollywood do século 20, cineastas muito menos idosos tiveram de se aposentar porque já não conseguiam que as companhias de seguros os bancassem –temia-se que ficassem gagás ou morressem durante a produção. Pois aconteceu que muitos desses cineastas sobreviveram por 20 ou 30 anos, saudáveis, lúcidos, ociosos e amargurados.

Este foi o fim de carreira para Elia Kazan, Stanley Kramer, Joseph L. Mankiewicz e Frank Capra –somados, os Oscars conquistados por eles lotariam prateleiras. Eu poderia ter citado também Arthur Penn, aposentado aos 67 anos; Robert Mulligan, aos 65; King Vidor, aos 64; Rouben Mamoulian, aos 59; e Nicholas Ray, incrivelmente, aos 52. Mas os mais humilhados foram os outrora gigantes Alfred Hitchcock e Billy Wilder.

Aos 64 anos, em 1963, Hitchcock fez sua última obra-prima, “Os Pássaros”. Dali em diante, começou a ser enquadrado pela Universal: atores impostos pelo estúdio, trucagens para economizar externas, perda da equipe que o acompanhava havia anos e longos intervalos entre um filme e outro –nenhum deles muito bom. O último, “Trama Macabra”, foi em 1976. Hitchcock passou os quatro anos seguintes indo todo dia à Universal, recebendo roteiristas para discutir projetos que sabia que nunca viriam à luz. Morreu em 1980, com um problema tardio de alcoolismo.

A agonia de Billy Wilder foi muito pior. Durou 21 anos, de seu último filme, “Amigos, Amigos, Negócios à Parte”, com Jack Lemmon e Walter Matthau, em 1981, até sua morte, em 2002. Dia após dia, Billy ocupou sua velha sala na Paramount, mas para ser “consultor” de filmes alheios, a pedido do estúdio –que fingia acatar suas opiniões.

Longa carreira a Eleanor Coppola como diretora.


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