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Grazie, Totti !

maio 29, 2017
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Os desacertos do Corinthians com o patrocinador investigado

maio 29, 2017

Dado como certo dias atrás (falava-se até, como de costume, em proposta por naming-rights), o patrocínio master da investigada Universidade Brasil na camisa do Corinthians tem se limitado a uma tímida aparição na omoplata, de acerto financeiro bem mais barato.

Fala em dois fatores complicadores do negócio: a falta de garantias financeiras lícitas para o acerto e a descoberta dos verdadeiros intermediários do negócio (Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg).

Ainda assim, em duas ocasiões, o logo da “universidade” foi exposto na camisa alvinegra, justamente nas finais contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Paulista, com visibilidade evidente pela transmissão da Rede Globo.

Tratado à época como “acerto pontual”, não se tem notícia de quanto (e se) o Corinthians recebeu, apenas que pagou-se comissão para uma empresa ligada a parceiro de negócios de Rosenberg (que prometia a propaganda “master”), o mesmo que criou o fundo para ajudar o Palmeiras a quitar dívida com o ex-presidente Paulo Nobre.

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

maio 29, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

(17h -ao vivo)

Blogueiros

(20h – ao vivo)

Pelé e a CBF

maio 29, 2017

Sem acordo, ainda, com a Rede Globo para transmissão dos jogos da Seleção Brasileira, situação que agravou-se, coincidentemente, após a prisão de J.Hávilla -acusado de intermediar propina entre os interessados nos direitos das partidas – a CBF fechou a compra de espaço na Rede Brasil, e, segundo a FOLHA, bancará ela toda a produção do evento.

Entre os contratados da Casa Bandida está o ex-jogador Pelé, no posto de comentarista.

Se a CBF, mesmo nos períodos de CBD, sempre precisou do Rei para se escorar, o que leva Pelé, que não enfrenta dificuldades financeiras, a submeter-se (a sua cara imagem) a receber ordens e dinheiro, reconhecidamente suspeito, em nova ligação comercial com a cartolagem nacional ?

Edson Arantes do Nascimento, o homem por trás do Mito, continua a ser o maior sabotador da história do melhor jogador de futebol de todos os tempos.

R$ 18 milhões: em acordo de leniência, Nielsen Engenharia entrega pagamento de propina a WTorre

maio 29, 2017

“QUE (o depoente) se recorda de ter havido dificuldade para tratar com a empresa WTorre sobre a participação da mesma no Novo CENPES;”

“QUE ao receber o convite para a obra do CENPES a WTorre apresentou valor para execução abaixo daquele proposto pelo consorcio integrado pela Carioca, mas foi inabilitada pela Petrobras;”

“QUE a Worre apresentou recurso e conseguiu voltar ao certame, em primeiro lugar;”

“QUE quando a WTorre foi chamada para negociar preço final com a Petrobras, as empreiteiras agiram junto a Petrobras e a WTorre a fim de que esta ultima saísse do negócio por meio do pagamento de mais ou menos 18 milhões de reais.”


O Blog do Paulinho teve acesso ao Termo de Declarações do engenheiro José Roberto Teixeira Gonçalves, da Nielsen Engenharia, no âmbito do acordo de leniência protocolado na “Operação Lava-Jato”, dando conta do pagamento de propina de R$ 18 milhões à WTorre, para que esta desistisse de participar de licitação da qual saiu-se vencedora.

Confira. no link abaixo, a íntegra do depoimento:

Delação contra wtorre

André Negão enfrentará a “Lava-Jato” em agosto

maio 29, 2017

Roberto Willian

O vice-presidente do Corinthians, André Negão, terá que enfrentar a “Lava-Jato” no próximo dia 31 de agosto, às 15h, nas dependências da 1ª Vara Criminal do Foro do Tatuapé.

Não se trata, porém, da famosa operação da Polícia Federal.

O embate se dará contra Roberto William Miguel, o Libanês (que pede a prisão do vice alvinegro pelas mídias socais, e, por isso, foi processado por injúria), líder da chapa de postulantes ao conselho alvinegro que homenageia o trabalho dos Policiais Federais.

Há previsão da presença de torcedores do Corinthians no dia da audiência, insatisfeitos com o comportamento de André Negão no Corinthians, nos últimos anos.

O Internacional só aceita treinador complicado ?

maio 29, 2017

Apos demitir o desfrutável Antonio Carlos Zago, mais conhecido nos bastidores da bola pela proximidade com empresários de jogadores do que por notório saber futebolístico, o Internacional está correndo atrás doutro “profissional” de perfil semelhante.

Guto Ferreira, se contratado, trabalhará com os mesmos objetivos daqueles que hoje infelicitam a direção do Colorado.

De Campeão Mundial a balcão de negócios, o clube, amado por seus fanáticos torcedores, é encarado por seus algozes – que passaram, anos a fio, enganando como “grandes gestores” – como meio de sobrevivência.

Nos bastidores, Ferreira, que foi o treinador que ajudou a rebaixar a Portuguesa no indecifrável “Caso Heverton”, é tido como “topa tudo”, o que, por razões óbvias, não se trata de elogio.

Maluf condenado: demora simbólica

maio 29, 2017

EDITORIAL DA FOLHA

Símbolo de corrupção ao longo de décadas no folclore político brasileiro, Paulo Salim Maluf foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos, nove meses e dez dias de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro.

Tecnicamente, a defesa ainda poderá apresentar algum tipo de recurso após a publicação do acórdão, o que deve ocorrer dentro de 60 dias, mas parecem remotas as chances de sucesso.

Ao que tudo indica, transitará em julgado a primeira condenação penal por crime doloso do ex-prefeito e ex-governador de São Paulo –que implicará, se não seu encarceramento, pois já conta 85 anos, seguramente a perda do mandato de deputado pelo PP e a decretação de sua inelegibilidade.

Ao longo de toda a sua carreira política, que teve início em 1969, Maluf se viu envolvido em escândalos –embora estes, nos tempos atuais de Lava Jato, já tenham deixado de impressionar. Nos anos 1980, forjou-se o neologismo “malufar”, verbo que poderia significar variadas práticas ilícitas.

Exceto por um breve tempo em que foi mantido em prisão preventiva, em 2005, o político e empresário paulista sempre conseguiu driblar condenações penais. A crônica de seu processo ilustra à perfeição mazelas da Justiça brasileira.

A única acusação criminal que prosperou contra Maluf é fruto de investigações iniciadas por autoridades estrangeiras. Elas se tornaram públicas em 2001, como revelou então a reportagem da Folha, mas só foram encaminhadas à Justiça brasileira em 2007; o deputado, que tem direito a foro especial no STF, tornou-se réu em 2013.

Acrescente-se o detalhe de que o caso diz respeito a desvios ocorridos em sua segunda passagem pela prefeitura paulistana, entre 1993 e 1996. Mais de 20 anos atrás.

O resultado de tamanha delonga é que, embora Maluf tenha sido originalmente acusado por crimes relacionados ao desvio de US$ 172 milhões de obras da avenida Água Espraiada (hoje avenida Jornalista Roberto Marinho), a maioria dos delitos já estava prescrita à época do julgamento.

O STF conseguiu condená-lo apenas pela lavagem de US$ 15 milhões que foram mantidos ocultos de 1998 a 2006.

É a combinação de incompetência dos investigadores e morosidade da Justiça, quase sempre resultando em prescrição, que alimenta o sentimento de impunidade no meio político. Mesmo hoje, a maior parte dos implicados na Lava Jato pode apostar, com boas chances de sucesso, que as acusações contra si acabarão caducando.

Por que os crimes de dirigentes da CBF não são investigados no Brasil ?

maio 28, 2017

Investigados em todo o planeta, dos EUA à Europa, os crimes praticados por dirigentes esportivos contra a CBF, estranhamente, não são objeto de preocupação para promotores, policiais e juízes brasileiros.

Muitas são as explicações.

O compadrio da cartolagem, que, segundo relatórios de MPs estrangeiros, teria roubado em conjunto a Casa Bandida, impede que a vítima, em tese a CBF, pressione pela apuração dos fatos, que, se levada a cabo colocaria na cadeia quase todos os dirigentes que passaram por lá nas últimas décadas.

Todos o presidentes mais recentes são apontados, no exterior, como ladrões.

Por aqui, somente CPIs parlamentares trataram essa gente como bandidos, expuseram seus crimes, mas morreram na praia, sabotadas por políticos assalariados do dinheiro do futebol, com raras exceções, entre as quais o relatório paralelo do senador Romário, que, tivéssemos uma justiça não comprometida, seria mais do que suficiente para colocar todos, de Teixeira e Del Nero, na cadeia.

Isso não acontece, como, em exemplo, na “Operação Lava-Jato”, que tem gente presa com indícios bem menores do que os escancarados crimes contra o futebol brasileiro, com farta comprovação documental, por conta da cooptação exatamente de promotores, juízes, desembargadores e políciais, que vivem o sonho do mundo à parte que é o futebol, de dentro do staff VIP, repleto de benesses, mas que, em contrapartida, submete-os à lealdade mafiosa.

Todos estão infiltrados não apenas na CBF, mas nos conselhos de clubes, nos STJDs, nas comissões de arbitragem, etc.

Com o auxílio de boa parte destes, os criminosos do futebol trabalham com salvo conduto para roubar, dissimular, corromper, enriquecer.

Vice do Corinthians imita João Dória em campanha eleitoral

maio 28, 2017

É mais famoso do que propriamente eficaz o slogan “Cidade Limpa”, em que o Prefeito de São Paulo, João Dória surge, sempre com a câmera ligada, fantasiado de gari para limpar alguns centímetros de calçada do maior município brasileiro.

Evidentemente, surgiriam imitadores.

Ontem, o vice-presidente do Corinthians, André Luiz de Oliveira, o André Negão, ao lado de políticos desfrutáveis, como José Benício, Prefeito Regional, esteve no Itaim Paulista, periferia da capital, na ação “Bairro Lindo”.

Em vez do tradicional bloquinho e caneta, Negão pegou enxada, rastelo e começou a capinar.

Se o efeito eleitoral – o vice alvinegro, se a Lava-Jato permitir, será candidato à deputado – foi pífio, ao menos o evento servirá para prepará-lo à dura rotina do presídio de Tremembé (se for condenado nas acusações de receber propina da Odebrecht), local em que, diariamente, será deslocado pelo agente penitenciário Flavio Ricardo para serviços semelhantes.

Grampo da PF: Aécio Neves da bronca em Zezé Perrela que cita “helicóptero do pó” em defesa

maio 28, 2017

Palmeiras e Vasco da Gama surpreendem em seus respectivos clássicos

maio 28, 2017

Dedicado e com Luiz Araujo e Lucas Pratto inspirados, o São Paulo, sem brilhantismo, venceu o badalado Palmeiras por dois a zero no Morumbi.

Tirante uma penalidade boba cometida por Jucilei, que o palesrino Jean bateu para fora, o time de Ceni não sofreu.

Sofrimento está passando a torcida do Verdão, enganada por contratações desequilibradas, de uma gente que só pensa em negócios, que em 2016 foram salvos da exposição do trabalho ruim pelo treinador Cuca, mas este ano, ao recorrerem ao mesmo expediente, não estão alcançando o objetivo previsto.

Muito dinheiro, pouco futebol.

No Rio de Janeiro, o Vasco da Gama que iniciou o brasileiro, dissemos, candidato ao rebaixamento, jogou com a vontade dos que não caem, vencendo um Fluminense- que tem equipe superior – por três a dois.

Uma virada emocionante, típica da gloriosa história cruzmaltina.

Se mantiver a dedicação no restante do campeonato, diferencial quando equipes medianas se enfrentam, o desastre será evitado.

Lembranças do que não vivi

maio 28, 2017

Da FOLHA

Por TOSTÃO

Na época de treinamentos da seleção brasileira para a Copa de 1998, o time, que já estava na França, foi à Espanha, jogar um amistoso contra o Athletic Bilbao. Eu estava lá. Na porta do vestiário do Brasil, estava escrito: Brasil Nike. Achei um absurdo. A Nike era muito mais que uma patrocinadora. Ricardo Teixeira era o presidente da CBF.

Anos atrás, Ricardo Teixeira foi acusado pelo FBI de ter recebido propina, junto com o empresário José Hawilla, dono da agência de marketing esportivo Traffic, no contrato da CBF com a Nike. Nessa semana, Sandro Rosell, que era executivo da Nike no Brasil, foi preso na Espanha, acusado de receber R$ 50 milhões e de ter dividido com Ricardo Teixeira, em uma negociação ilegal de jogos da seleção brasileira. Rosell era figura repetida na delegação brasileira em Copas do Mundo, ao lado de Ricardo Teixeira.

Rosell, presidente do Barcelona entre 2010 e 2014, renunciou ao cargo após ter sido acusado de fraude fiscal na contratação de Neymar.

De vez em quando, alguém me pergunta por que não fui a Barcelona receber o tradicional e anual prêmio literário Manuel Vázquez Montalbán, que me foi concedido em dezembro de 2014, por uma comissão de jornalistas da Catalunha.

Ao receber a notícia, fiquei muito contente e com muita vontade de ir. Aí, algumas coisas me incomodaram. Os gentis dirigentes do Barcelona pediram para posar para uma foto vestido com a camisa do clube. Achei estranho, pois, não sabia, naquele momento, o que teria o prêmio a ver com o clube. Senti-me como um garoto propaganda. Não vesti, mas fiz a foto segurando a camisa, o que faz pouca diferença. Arrependi-me.

Disseram-me ainda que eu teria de dar algumas entrevistas, que me encontraria com Neymar, que receberia o prêmio em uma solenidade no estádio e que assistiria à partida entre Barcelona e Real Madrid em um dos lugares reservados à diretoria e convidados. Talvez me sentasse ao lado do ex-presidente Sandro Rosell por sua ligação com o Brasil.

Mesmo sabendo que a Fundação Barcelona é a promotora da premiação, percebi que o evento era muito mais do clube do que um encontro literário. Como faço questão de ter um distanciamento de jogadores, técnicos, dirigentes e clubes, desisti de ir a Barcelona, sem recusar o prêmio, do qual me orgulho. Já tinha marcado a data da viagem, mas avisei, com antecedência, de minha desistência. Certamente, os dirigentes não gostaram.

Várias vezes, recusei homenagens do Cruzeiro, clube com o qual tenho uma bela história, para evitar qualquer constrangimento em minhas opiniões. Não sou colunista do Cruzeiro, do Barcelona, de Minas Gerais nem do Brasil. Tenho a obrigação de elogiar e de criticar, seja quem for.

Além de minhas razões de não ir a Barcelona, que são só minhas e que muitos vão achar preciosismo, esquisito, sou um homem silencioso, retraído, que fica estressado para falar em público, ainda mais em portunhol.

Pretendo voltar à belíssima Barcelona e repetir o que já fiz, quando Ronaldinho brilhava no clube. Comprarei meu ingresso, como um turista desconhecido, sentarei na arquibancada e me deliciarei e baterei palmas para as jogadas de Neymar e Messi e para o belo futebol do Barcelona, o time que, quando estava no auge, foi o que mais me fascinou nas últimas décadas.

Compra de votos em eleições indiretas: Juruna mostrou como se faz

maio 28, 2017

Deputado Juruna devolve o dinheiro que recebeu para votar em Paulo Maluf nas eleições indiretas

Da FOLHA

Por BERNARDO MELLO FRANCO

Em outubro de 1984, o dublê de cacique e deputado Mario Juruna convocou a imprensa para fazer uma denúncia contra si mesmo. Ele havia recebido propina do empresário Calim Eid para votar em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral.

O xavante se disse arrependido e foi ao banco devolver 30 milhões de cruzeiros. A imagem do índio engravatado atrás de uma pilha de dinheiro resumiu o vale-tudo que embalou a sucessão do general Figueiredo.

Como Tancredo Neves venceu a disputa, ninguém quis investigar as suspeitas de suborno e caixa dois. Eid seguiu carreira como operador do malufismo. Juruna ficou desacreditado e não conseguiu se reeleger.

Mais de três décadas depois, o Brasil discute a possível escolha de outro presidente sem o voto popular. O senador Tasso Jereissati e o deputado Rodrigo Maia despontam como favoritos numa eleição indireta.

Políticos da situação e empresários não aceitam falar em diretas. A aliança que apoiava Michel Temer quer ungir um candidato comprometido com as reformas liberais. A ordem é mudar o presidente sem mudar a alma do governo em decomposição.

Em meio às conversas, articula-se um grande acordo para salvar investigados da Lava Jato. Entre as ideias mais cotadas, estão a anistia ao caixa dois e a concessão de algum tipo de imunidade a Temer, que poderia se estender a outros ex-presidentes.

Pelo roteiro das indiretas, o próximo inquilino do Planalto será escolhido por 513 deputados e 81 senadores. Boa parte deles é investigada sob suspeita de vender projetos de lei, MPs e outras mercadorias menos valiosas que a cadeira presidencial.

Nas últimas vezes que a turma elegeu os chefes da Câmara e do Senado, venceram Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira. Todos delatados na Lava Jato.

Além de mostrar o que acontece numa eleição indireta, Juruna ensinou a usar o gravador em conversas com políticos. O cacique era atrapalhado, mas sabia das coisas.

Integra do mandado de prisão de Sandro Rosell cita propina a Del Nero, Marin e Ricardo Teixeira

maio 27, 2017

“KLEFER había firmado un contrato en el año 2011 con la CBF, por lo que dichos pagos estarían relacionados con el pago de presuntas comisiones ilegales para la obtención de derechos de difusión y marketing de la copa de Brasil de Futbol de 2013, para que esos derechos fuesen a otra sociedad. Esas comisiones irían para TEIXEIRA, José Ma MARIN y Marco Polo del NERO.”

Clique no link abaixo para ter acesso à íntegra do documento:

Mandado de Prisão de Sandro Rosell


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