Candidato do PSB em Ribeirão Pires teria campanha bancada por diversas quadrilhas

setembro 23, 2016

kiko-politico

Adler Alfredo Jardim Teixeira, popularmente tratado como “Kiko”, é candidato a Prefeito de Ribeirão Pires pelo PSB.

Político conhecido na região, sempre foi mais afamado por escândalos do que feitos realizados para a cidade.

Recentemente comprovou-se que o candidato possui bens (inclusive moradia em São Paulo), absolutamente incompatíveis com seus rendimentos.

Mas nada é tão estarrecedor quanto o vídeo que está circulando em diversas mídias sociais, acusando-o de ser financiado por diversas facções criminosas, em que aparece ao lado de quase todos os supostos bandidos citados.

Ribeirão Pires, cidade histórica da região do ABC Paulista, tem razões para preocupações:

Caixa de supermercado humilhada por Celso Russomanno conta sua versão da história

setembro 22, 2016
Celso Russomano e André Negão

Celso Russomanno (dir) e André Negão, ex-bicheiro, investigado pela “Lava-Jato”

“Ele me humilhou, à mim e à subgerente. Por causa deste episódio, fui rebaixada de salário e transferida para uma unidade bem mais distante da minha casa”.

A declaração acima é da ex-caixa de supermercado Cleide Cruz, que ficou conhecida após ter sido humilhada pelo então repórter, agora candidato a Prefeito de São Paulo, Celso Russomanno, apoiado pela IURD, de Edir Macedo.

Ontem, em Nota Oficial, o político desmentiu a agressão:

“Não ofendi nem insultei a atendente”, disse.

Confira abaixo vídeo do episódio retratado acrescido do depoimento recente de Cleide, concedido ao site Jornalista Livres:

R$ 13,2 bilhões: todos os empréstimos, a fundo perdido, do BNDES ao grupo EBX, de Eike Batista

setembro 22, 2016

eikelula

(Publicado, originalmente, em 26 de abril de 2016. Republicado em homenagem à “Arquivo-X”, nova fase da “Operação Lava-Jato”, que, como se observa, desvenda uma das pontas de enorme novelo de corrupção)

A pedido da CPI do BNDES, o banco enviou relatório detalhando as operações de empréstimo ao grupo EBX, que tem como proprietário o ex-bilionário Eike Fuhrken Batista.

O documento foi assinado pelo Chefe de Gabinete da Presidência, Sergio Gusmão Suchodolski.

assinatura gabinete bndes

As operações estão divididas em “Diretas” e “Indiretas não automáticas”.

Diretas são realizadas sem intermediação de de agentes financeiros, indiretas, com aval doutra instituição bancária.

As garantias exigidas, absolutamente frágeis, entre as quais ações das próprias tomadoras de empréstimos, evidenciaram, ainda mais, as suspeitas de acerto entre “amigos”, com provável compensação financeira aos facilitadores.

Empréstimos em valores expressivos foram concedidos até o ano de 2013 (1/3 da “fortuna” de R$ 34 bilhões que revistas especializadas creditavam como patrimônio do empresário), quando todos tinham conhecimento, principalmente o mercado financeiro, de que Eike Batista estava entrando em declínio.

Estima-se, nos dias atuais, que o patrimônio do Sr. “X” corresponde a R$ 1 bilhão negativo, sem levar em conta seu maior ‘Tesouro”, confiscado por membro do Corpo de Bombeiros.

Recentemente, em delação premiada, construtoras afirmaram que propinas em torno de 1% do valor total emprestado pelo BNDES a essas empresas eram direcionadas à alta cúpula do PT, partido do Governo.

Somando todas as operações, o BNDES aprovou R$ 13.287.298.642,00 em empréstimos às empresas de Eike Batista.

Se, de fato, os delatores estiverem falando a verdade, o PT, talvez o ex-presidente Lula (mais ligado ao empresário), podem ter embolsado, a título de pagamento de propinas, a substancial quantia de R$ 132,8 milhões.

Confira abaixo os trechos mais relevantes do relatório:

OPERAÇÕES DIRETAS

Companhia Industrial de Grandes Hotéis

  • Objetivo do Financiamento: Reforma do Hotel Glória no Rio de Janeiro.
  • Contrato: nº 10209001, de 31/08/2010
  • Valor Contratado: R$ 200 milhões

LLX Minas-Rio Logística Comercial Exportadora S/A

  • Objetivo do Financiamento: Construção de terminal portuário no município de São João da Barra/RJ, com capacidade para exportação de R$ 26,6 milhões de T/A de minério de ferro.
  • Contrato: nº 8207671, de 16/01/2009
  • Valor Contratado: R$ 660.726.000,00

LLX AÇU OPERAÇÕES PORTUÁRIAS S/A

  • Objetivo do Financiamento: Empréstimo-ponte para a implantação do Porto do Açu (carga geral), localizado no município de São João da Barra no Rio de Janeiro (obs.: foram assinados quatro contratos projetos).
  • Contrato 1: nº 11213171, de 24/02/2012
  • Valor Contratado: R$ 518.587.322,00
  • Contrato 2: nº 14200291, de 11/02/2014
  • Valor Contratado: R$ 905 milhões
  • Contrato 3: nº 14200301, de 18/03/2014
  • Valor Contratado: R$ 450 milhões
  • Contrato 4: nº 14200311, de 18/03/2014
  • Valor Contratado: R$ 450 milhões

MMX Porto Sudeste Ltda

  • Objetivo do Financiamento: Implantação do Porto Sudeste, localizado em Sepetiba, Estado do Rio de Janeiro, dedicado a minério de ferro, em uma área de 512 mil m², com capacidade inicialmente definida para a movimentação de 50 mtpa (Obs.: foram celebrados três contratos diretos e um de repasse (indireto) no âmbito desse projeto).
  • Contrato 1: nº 09213531, de 28/12/2009
  • Valor Contratado: R$ 407.703.640,00
  • Contrato 2: nº 10202651, de 07/06/2010
  • Valor Contratado: R$ 805.057.591,00
  • Contrato 3: nº 12211741, de 27/12/2012
  • Valor Contratado: R$ 484,8 milhões

OSX Construção Naval S/A

  • Objetivo do Financiamento: empréstimo-ponte para a implantação de um estaleiro de capacidade de processamento de aço de 180 mil toneladas por ano, destinado a construção de embarcações de grande porte, estruturas flutuantes, sondas de perfuração, plataformas de produção de petróleo, no seguimento “off-shore”, além de conversões de embarcações.
  • Contrato: nº 11211851, de 20/12/2011
  • Valor Contratado: R$ 399.999.996,00

OSX Construção Naval S/A

  • Objetivo do Financiamento: empréstimo de longo-prazo para a implantação de um estaleiro com capacidade de processamento de aço de 180 mil toneladas por ano, destinado a construções de embarcações de grande porte, estruturas flutuantes, sondas de perfuração, plataformas de produção de petróleo, no segmento “off-shore”, além de conversões de embarcações.
  • Contrato: nº 12204541, de 14/06/2012
  • Valor Contratado: R$ 1.344.266.018,00

ENEVA S/A (Antiga MPX – Energia S/A)

  • MPX – PECÉM II DE GERAÇÂO DE ENERGIA 
  • Objetivo do Financiamento: Implantação de Usina Termo-Elétrica UTE Pecém II, localizada no Complexo Industrial e Portuário de Pecém (CIPP), Município de São Gonçalo do Amarante, Estado do Ceará, com capacidade instalada de geração de 360 MW.
  • Contrato: nº 10207841, de 28/09/2010
  • Valor Contratado: R$ 737.390.000,00
  • PORTO DO PECÈM GERAÇÃO DE ENERGIA S/A
  • Objetivo do Financiamento: Implantação de Usina de Geração Termoelétrica – UTE Pecém, localizada no complexo Industrial e portuário de Pecém em Fortaleza, no Município de São Gonçalo do Amarante/CE, com capacidade instalada de 700 MW.
  • Contrato: nº 9203541, de 09/07/2009
  • Valor Contratado: R$ 1.410.199.000,00

UTN Parnaíba Geração de Energia S/A

  • Objetivo do Financiamento: Implantação de duas Usinas térmicas a gás, UTE Maranhão IV e V, com 675,2 mw de potência instalada, objeto de leilão A-5 de 2008, no município de Santo Antônio dos Lopes – MA.
  • Contrato: nº 11212261, de 19/12/2011
  • Valores Contratados: R$ 400 milhões
  • Contrato 1: nº 12212841, de 18/12/2012
  • Valores Contratados: R$ 887.516.000,00
  • Contrato 2: nº 12212841 (numeração repetida, com valores idênticos, mas garantias diferentes), de 18/12/2012
  • Valores Contratados: R$ 887.516.000,00

UTE Porto do Itaqui Geração de Energia Ltda

  • Objetivo do Financiamento: Implantação da Usina Termo-Elétrica Porto do Itaqui, localizada no Distrito Industrial de São Luis, Maranhão, com capacidade instalada de geração de 360 MW, bem como linha de transmissão de 230 KV, circuito duplo, conectando-se ao sistema elétrico da Eletronorte, na Subestação São Luis II.
  • Contrato: nº 09214071, de 16/12/2009
  • Valor Contratado: R$ 797.648.000,00

SIX Semicondutores S/A (atual UNITEC Semicondutores S/A)

  • Objetivo do Financiamento: Financiamento para implantação de empresas de projeto, fabricação e comercialização de circuitos integrados digitais, analógicos, de sinais mistos e híbridos.
  • Contrato: nº 12202061. de 19/11/2012
  • Valor Contratado: R$ 201.801.600,00

OPERAÇÕES INDIRETAS

MDX Barra Medical Center Ltda

  • Banco repassador: BBM S/A
  • Contrato: nº 07203731, de 19/07/2007
  • Valores: R$ 11.967.000,00

LLX Minas-Rio Logística Comercial Exportadora S/A

  • Banco repassador: Itaú BBA S/A
  • Contrato: nº 08207681, de 16/01/2009
  • Valores: R$ 237..746.160,00

LLX Minas-Rio Logística Comercial Exportadora S/A

  • Banco repassador: UNIBANCO
  • Contrato: nº 08207681 (repete a numeração anterior, trocando o banco (do mesmo grupo) e os valores) de 16/01/2009
  • Valores: R$ 422.659.840,00

UTE Porto do Itaqui Geração de Energia Ltda

  • Banco repassador: Votorantim
  • Contrato: nº 09214061, de 16/12/2009
  • Valores: R$ 120.225.081,00

UTE Porto do Itaqui Geração de Energia Ltda

  • Banco repassador: Bradesco
  • Contrato: nº 09214061 (repete-se o anterior, com valores idênticos, mas troca-se o banco repassador), de 16/12/2009
  • Valores: R$ 120.225.081,00

MMX Porto Sudeste Ltda

  • Banco repassador: Bradesco
  • Contrato: nº 12211751, de 28/12/2012
  • Valores: R$ 450 milhões

SIX SEMICONDUTORES S/A

  • Banco repassador: BDMG
  • Contrato: nº 12202071, de 19/11/2012
  • Valores: R$ 64.864.800,00

MINERMINAS – MINERADORA MINAS GERAIS LTDA

  • Banco repassador: Bradesco (em 2003)
  • Valores: R$ 298.044,00

MINERMINAS – MINERADORA MINAS GERAIS LTDA

  • Banco repassador: Bradesco (em 2004)
  • Valores: R$ 326.290,00

Pedreira Sepetiba Ltda

  • Banco repassador: Caterpill (em 2004)
  • Valores: R$ 356 mil

MINERMINAS – MINERADORA MINAS GERAIS LTDA

  • Banco repassador: Bradesco (em 2005)
  • Valores: R$ 331.200,00

Pedreira Sepetiba Ltda

  • Banco repassador: Caterpill (em 2005)
  • Valores: R$ 428 mil

AVG Mineração S/A

  • Banco repassador: Bradesco (em 2006)
  • Valores: R$ 2.237.926,00

MMX Corumbá Mineração S/A

  • Banco repassador: Itaú (em 2006)
  • Valores: R$ 10 milhões

MMX Corumbá Mineração S/A

  • Banco repassador: Itaú (em 2006)
  • Valores: R$ 2.555.484,00

MMX Corumbá Mineração S/A

  • Banco repassador: Unibanco (em 2006)
  • Valores: R$ 855.270,00

Pedreira Sepetiba Ltda

  • Banco repassador: Bradesco (em 2007)
  • Valores: R$ 875 mil

MMX Porto Sudeste Ltda

  • Banco repassador: Bradesco (em 2010)
  • Valores: R$ 3.301.123,00

MMX Sudeste Mineração S/A

  • Banco repassador: BDMG
  • Valores: R$ 89.635.176,00

Grupo de associados lança chapa “Lava-Jato” para eleição no Conselho do Corinthians

setembro 22, 2016
Roberto Willian

Roberto William Miguel

Ante-ontem à noite, em imóvel de propriedade do associado Roberto William Miguel, o Libanês, à Av. Dr. Eduardo Cotching 658, reuniu-se um grupo de associados do Corinthians com objetivo de traçar estratégias para a próxima eleição do Conselho Deliberativo, que deverá ser a primeira a utilizar-se do sistema de mini-chapas com 25 integrantes.

Há cerca de um mês o sistema de “Chapão”, anterior, foi substituído pelo acima descrito, mas existe ainda a necessidade de ratificação da mudança em Assembléia Geral, que deverá acontecer em novembro.

O nome da chapa, a primeira lançada no Timão, até então, é sugestivo: “Lava-Jato”.

Faz alusão não apenas a seus integrantes, uma ala mais radical do Parque São Jorge, mas às promessas do grupo de realizar uma devassa nas gestões anteriores, não por acaso com a diretoria inteira investigada pela Polícia Federal.

Em conversa com o blog, Roberto Willian declarou:

“O lema desta chapa são os ditados do saudoso é eterno Presidente, VICENTE MATHEUS: Doar-se e fiscalizar o CORINTHIANS, sempre. Se UTILIZAR ou ROUBAR o CORINTHIANS, nunca.”

chapa-lava-jato-1

Deputada apela a Geraldo Alckmin para “tombar” estádio do Canindé e salvar a Portuguesa

setembro 22, 2016

clecia-gomes

No último dia 19, a deputada estadual Clécia Gomes (PHS) ingressou com pedido direto ao Governado de São Paulo, Geraldo Alckmin, para que este interceda, com rapidez, mas pelos meios legais, pelo tombamento histórico do estádio do Canindé.

O prazo é apertado já que o Leilão do imóvel está marcado para o próximo dia 07 de novembro.

Diz trecho do documento:

“Diante de tal situação, é de extrema urgência que não se meçam esforços para preservar o Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte, que é a representação viva dos nossos descobridores e carrega em suas cores e tradições, um pedacinho de Portugal em São Paulo. O objetivo do tombamento, visa a evitar que todo o acervo histórico e cultural do Estádio seja perdido no tempo e no espaço, trazendo profunda tristeza, angústia e perca para todo o povo luso-brasileiro, portanto, todos nós! “

Se acatado, o tombamento não impedirá o leilão, mas praticamente o inviabilizará, levando-se em consideração que o provável comprador dificilmente teria interesse em adquirir o bem para mantê-lo como estádio de futebol.

Abaixo a íntegra da proposição da deputada Clécia Gomes:

CAPÍTULO IV

Das Indicações

Artigo 159 – Indicação é a proposição pela qual são sugeridas aos poderes do Estado ou da União medidas de interesse público que não caibam em projeto ou moção de iniciativa da Assembleia. Deve ser redigida de modo que no texto a ser transmitido se contenham todos os elementos necessários à sua compreensão. (40)

Artigo 160 – Lida em súmula na hora do Pequeno Expediente, e assim publicada, o Presidente a encaminhará independentemente de deliberação do Plenário.

Artigo 161 – No caso de entender o Presidente que determinada indicação não deva ser encaminhada, dará conhecimento da decisão ao autor. Se este insistir no encaminhamento, o Presidente da Assembleia a enviará à Comissão de Constituição, Justiça e Redação, ou à que deva examinar o seu mérito, conforme o caso.

Parágrafo único – Se o parecer for favorável, a indicação será transmitida; se contrário, será arquivada.

INDICAÇÃO Nº 106428, DE 2016

INDICO, nos termos do artigo 159 da XIV Consolidação do Regimento Interno, ao Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, as providências no sentido de determinar à Secretaria de Cultura que efetue providências junto ao CONDEPHAAT, para que se inicie um estudo técnico da localidade, arredores, entorno e do próprio imóvel do Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte, conhecido como Estádio do Canindé ou ainda Estádio da Portuguesa, para fins de tombamento como patrimônio histórico do Estado de São Paulo.

JUSTIFICATIVA O Deutsch Sportive, clube da colônia alemã em São Paulo, possuía um imóvel no bairro do Canindé, onde praticava os mais variados esportes. Mas, com a declaração de guerra do governo brasileiro aos países do Eixo, durante a Segunda Guerra Mundial, começa uma perseguição a clubes das colônias desses países, inclusive a alemã. O Deutsch resolve vender seu imóvel temendo perdê-lo confiscado.

Em 1956, a Portuguesa adquiriu o imóvel no bairro do Canindé. Para que pudessem ser realizadas partidas oficiais no local e atender às exigências da Federação Paulista de Futebol, foram realizadas várias reformas, levantados alambrados e uma arquibancada provisória de madeira. Estas primeiras arquibancadas acabaram conferindo ao estádio o apelido carinhoso de “Ilha da Madeira” — título que, além de ser alusivo à condição da edificação, também se refere à ilha portuguesa.

Com tais características, o Canindé recebeu sua primeira partida oficial em 11 de novembro de 1956, quando a Portuguesa venceu uma seleção formada pelos rivais Palmeiras/São Paulo por 3 a 2. Com o nome de Estádio Independência, o Estádio do Canindé foi inaugurado oficialmente em 09 de janeiro de 1972, com a partida Portuguesa 1 a 3 Benfica. Em 1979 o presidente Manuel Mendes Gregório rebatizou o estádio com o atual nome de Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, homenageando seu predecessor na presidência do clube. Sendo até um dos estádios candidatos á sede da Copa do Mundo de 2014, perdendo tal eleição posteriormente para o Corinthians.

Em 2015, com a Portuguesa passando por grave crise financeira, chegou ao ponto de penhora do Canindé. Diante de tal situação, a diretoria do clube decidiu por iniciar uma reforma que reduziria a capacidade do estádio para 15 mil espectadores e permitiria maior exploração comercial do terreno., chegando a ser alugado para uma igreja.

Assim, atravessando profunda dificuldade financeira, o Estádio do Canindé terá 45% (quarenta e cinco por cento) de sua área levada à leilão, com lance inicial de R$ 154.296.529,68, para pagamento de dívidas trabalhistas.

Diante de tal situação, é de extrema urgência que não se meçam esforços para preservar o Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte, que é a representação viva dos nossos descobridores e carrega em suas cores e tradições, um pedacinho de Portugal em São Paulo. O objetiva do tombamento, visa a evitar que todo o acervo histórico e cultural do Estádio seja perdido no tempo e no espaço, trazendo profunda tristeza, angústia e perda para todo o povo luso-brasileiro, portanto, todos nós!

Deputada Clélia Gomes

São Paulo, 19 de setembro de 2016

Recado ao Diretor Cultural do Corinthians

setembro 22, 2016
Donato Votta, André Negão e Mané da Carne

Donato Votta, André Negão e Mané da Carne

Na última semana, em atitude pouco inteligente, o diretor cultural do Corinthians, o “ex-Fora Dualib” Donato Votta, tratado por alguns no Parque São Jorge como “Donato da Erva” (o blog desconhece, mas imagina as razões) ingressou com ação judicial contra o Blog do Paulinho, solicitando “Direito de Resposta”.

Comportamento oneroso (custas judiciais) e absolutamente desnecessário.

Donato, que já se encontrou com este jornalista, ao lado doutros “parceiros”, para trocar informações (sem que problema algum tivesse ocorrido), tem o telefone, wathsapp, email e demais contatos do blog.

O espaço para resposta está aberto não apenas ao diretor alvinegro, mas a qualquer pessoa citada por este espaço.

Nunca, em momento algum, a referida resposta foi solicitada pelo dirigente.

Fica a impressão de, mais do que responder, Donato teria a intenção de desfilar no Parque São Jorge, mostrando a seus pares que “processou” o Blog do Paulinho, por razões mais políticas do que propriamente sentimento de “indignação”.

Se não for este o caso, basta enviar a resposta para (11) 98402-3121 (wathsapp) ou paulinhonet@terra.com.br que será publicada.

Presidente do Fluminense banca o “malandro bobo” para enganar próprio torcedor

setembro 22, 2016

flu imbecil

Todo sujeito que tenta ser mais malandro do que a malandragem acaba, em regra, por ela engolido.

Ontem, após a derrota do Fluminense para o Corinthians, por um a zero, em ato de absoluta irresponsabilidade, o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, deu voz a reclamações infundadas contra a arbitragem da partida, que, tirante um lance extremamente duvidoso em jogada burra de Fagner, que poderia ou não ser interpretada como penalidade, comportou-se de maneira exemplar.

Disse que jogar contra Corinthians e Palmeiras em São Paulo é sempre atuar contra ‘doze”, esculachou a Comissão de Arbitragem e a CBF (que até merecem críticas, mas não as de ontem), entre outras bobagens.

Num mundo em que a informação abastece nossas mentes quase no instante dos fatos, é óbvio que Siemsen teve acesso às imagens e sabia, de antemão, que o clube carioca não foi roubado em Itaquera.

O objetivo era outro: mudar o foco da eliminação, enganando seu próprio torcedor para que este acreditasse que a desclassificação se deu por motivos diferentes da realidade, ou seja, que o Fluminense possui um time de quinta categoria, isso sim, culpa de uma gestão incompetente no futebol.

Todo o resto é circo montando para “malandro bobo” discursar no picadeiro, achando-se o suprassumo da “esperteza”.

O honesto Siemsen nunca pediu apuração sobre o episódio em que a patrocinadora do clube foi acusada de comprar o rebaixamento da Portuguesa em benefício de seu clube, nem considera absurdo que um rebaixado à Série C dispute, no ano seguinte, sem qualificação para tal, a primeira divisão do campeonato brasileiro.

Íntegra da denúncia do MPF contra a corrupção na CBDA

setembro 22, 2016

coaracy

O Ministério Público Federal pediu, durante a semana, a suspensão de Coaracy Nunes (presidente), Ricardo de Moura, Sérgio Alvarenga e Ricardo Cabral de seus cargos na CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).

As denúncias são gravíssimas, quase todas ligadas a procedimentos de corrupção.

Desde passagens aéreas superfaturadas, passando por irregularidades contábeis até bens adquiridos em nome de Nunes, sem comprovação da origem de recursos.

Clique no link abaixo e tenha acesso à Integra da estarrecedora manifestação do MPF:

mpf-contra-corrupcao-da-cbda

Se Pelé fosse escritor assinaria com gosto a biografia de Roberto Civita

setembro 22, 2016

civita

DA FOLHA

Por JUCA KFOURI

CHEGA HOJE às livrarias o livro que não fica a dever ao monumental “O Reino e o Poder”, do jornalista e ensaísta americano Gay Talese, sobre a história de “The New York Times”.

Trata-se da biografia não autorizada “Roberto Civita: O Dono da Banca, A vida e as ideias do editor de Veja e da Abril”, escrita por Carlos Maranhão.

Deixemos tudo bem claro para começar.

Maranhão e eu somos amigos há 42 anos, quando nos conhecemos na revista “Placar”.

Dono de um dos mais refinados textos da imprensa brasileira, e de extremo rigor na apuração de tudo que publica, ele já tinha nos presenteado com a formidável biografia do escritor e roteirista Marcos Rey, sob o título “Maldição e Glória”, pela mesma Companhia das Letras que agora lança não apenas a de Civita, mas, também, a da Editora Abril e de “Veja”.

Tratar do livro aqui teria a desculpa de que nele se fala da velha “Placar”, mas soaria falso.

Chamado a entrevistá-lo no “Roda Viva” da TV Cultura que será gravado também hoje, e consumido na última madrugada com a leitura de suas mais de 500 páginas —536 para ser tão rigoroso como o autor—, saio uma vez do futebol para recomendar com entusiasmo uma obra colossal, obrigatória para quem faz jornalismo ou tem a intenção de e, além, deliciosa para qualquer apreciador de uma grande história muito bem contada.

História que tem no protagonista começo, meio e fim, pois RC morreu em 2013, mas que descreve com riqueza de detalhes a glória e a queda do que foi a maior editora da América Latina, um processo longo recheado de escolhas mal-sucedidas.

Maranhão viveu nela por mais de quatro décadas, de repórter a diretor de redação, e foi escolhido pelo dr. Roberto para ser seu biógrafo oficial –o que a morte impediu.

Biografar o patrão não pode dar certo, a não ser que se limite a transcrevê-lo ou o biografado deixe de ser o patrão.

Assim fez Carlos Maranhão.

Não apenas deixou a Abril como publica o livro fora dela. Mais: não aceitou cobrir sua sexta Olimpíada, a do Rio, como frila de “Veja”, por considerar que haveria ali um conflito de interesses. Coisa rara, convenhamos.

Se voltará um dia a colaborar com alguma das poucas revistas que restaram na editora dependerá da grandeza dos editores, embora a excelência da epopeia o recomende ainda mais.

Bob é o homem e suas circunstâncias descritos sem meias palavras, para o bem e para o mal, com seu cachimbo, seu sotaque, suas idiossincrasias, qualidades, muitas, e defeitos, não poucos.

Idem ibidem no que diz respeito à Abril e à “Veja”.

Cada revista citada tem sua história, cada personagem o seu perfil, como fez Talese no livraço sobre o NYT, com o mesmo brilho, ou mais. Além de 100 entrevistas, contando com a de Robert.

Não pense a rara leitora e o raro leitor que lê aqui uma homenagem entre amigos.

Não tivesse gostado, nada escreveria.

Se apenas tivesse apreciado, registraria em espaço, digamos, mais adequado.

Impregnado que estou pelo impacto do que acabo de ler, não há como fugir da exaltação.

Tentarei ser menos entusiasta no “Roda Viva”.

Quem sabe consiga deixá-lo em má situação…

Corinthians dispensa funcionários mais cedo por conta de manifestações de torcedores

setembro 21, 2016

corinthians-comunicado

Corinthians perderá milhões por confusão dos Gaviões da Fiel. Andres Sanches comemorou…

setembro 21, 2016

andres-e-gavioes

Por decisão do STJD, o Corinthians está proibido de utilizar, por tempo indeterminado, os setores do estádio de Itaquera que costuma separar para utilização da facção criminosa Gaviões da Fiel.

O prejuízo poderá atingir milhões de reais.

Vale lembrar que a promiscuidade entre diretoria e “organizados” já havia gerado outras perdas, entre as quais a retirada de assentos das arquibancadas e a consequente distribuição de ingressos a preço de custo (que os bandidos revendem por preço mais alto e dividem com alguns conselheiros).

A punição, que pode incluir ainda, após julgamento, a perda de dez mandos de campo, se deu pela manifestações violentas contra a gestão Roberto “da Nova” Andrade, que resultaram em quebra-quebra e tentativa de invadir camarotes.

No dia seguinte, representantes da facção estiveram no Parque São Jorge e deixaram, em frente a sala da Presidência, faixas de protesto contra o dirigente e o diretor de futebol, Eduardo “Gaguinho” Ferreira, mencionado pela alcunha “mongolóide”.

O dono deles, o deputado Andres Sanches, não foi criticado, em nenhuma das manifestações.

Sabe-se, no Corinthians, que a repentina insatisfação dos Gaviões iniciou-se após desacordo entre Roberto e Andres Sanches, grande incentivador financeiro da “torcida”, que, não por acaso, em meio ao clima bélico atual, segundo informações, refastelava-se, na última madrugada, com os referidos criminosos em ensaio de carnaval.

Malandragens de dirigentes do Corinthians são agora criticadas pelos que antes as exaltavam

setembro 21, 2016

Macaco com microfone

Desde 2007 no poder do Corinthians, o grupo “Renovação e Transparência”, que tem no Deputado Federal Andres Sanches o símbolo máximo, sempre primou, assim como ocorre com seu espelho político, o PT, pela exaltação aos atos de malandragem, quase sempre ligados à trambicagem.

No ano do rebaixamento, por exemplo, jogaram a culpa no ex-presidente, Alberto Dualib, que havia deixado o clube na posição intermediária da tabela.

Os apoiadores, refastelando-se com as benesses do poder, vibraram, mesmo sabedores da verdade.

Daí por diante, diversos atos lesivos ao clube (seja no cofre, administrativamente ou moralmente) foram cometidos, mas os procedimentos ainda assim eram aplaudidos.

“Quem não faz ?”, “todo mundo faz…”, “o importante é ter estádio”, “contratar sem dinheiro ? O torcedor paga a conta”, “receber comissão ao vender jogadores? o que importa é título”, “empresário na base ? Não dá para mudar o mundo”, “O Andres rouba, mas faz”, foram alguns dos mantras utilizados como exaltação à práticas deploráveis, nos últimos anos.

Vale lembrar que até blog criaram para rebater toda e qualquer denúncia contra essa gente, sempre com respostas debochadas, quase sempre sopradas pelos criminosos retratados.

No auge da gastança, quando ainda não havia estourado a “bolha” financeira, o Parque São Jorge comemorava estádio superfaturado, venda de jogadores da base que sequer jogaram no profissional, salários milionários de jogadores, reforma de CT executada por empresa de diretor, supervisionada por médico e ex-bicheiro, balanço fraudado, auditado por empresa ligada ao diretor financeiro, exibido em livro caríssimo como se fosse “Relatório de Sustentabilidade”, discursos recheados de mentiras de Andres Sanches (quase sempre desmentidos nas entrevistas subsequentes), etc….

Uma esbórnia.

O caos, porém, como previsto pelos mais sérios, chegou.

Sabe-se agora que o Corinthians realizou um péssimo negócio nas tratativas econômicas do estádio, e não terá, nos termos atuais, chance alguma de honrar o compromisso.

As dívidas, oriundas de gestões irresponsáveis, ultrapassam R$ 500 milhões, sem que se inclua nelas outros R$ 500 milhões em impostos parcelados e quase R$ 2 bilhões das pendências de Itaquera.

As festas, benesses e demais fomentadores de apoiadores, bancadas com dinheiro de empréstimos bancários, minguaram, e, em consequencia, a discórdia dos que acostumaram aos benefícios pessoais gerados pelos diversos esquemas acentuou-se.

Hoje, o grande termômetro da difícil situação financeira e administrativa do Corinthians é a quantidade de ratos que abandonaram o navio.

Cada qual com seu procedimento.

Uns, mais envergonhados, atacam seus ex-financiadores pelas costas, aproximando-se daqueles que antes combatiam, outros, em extrema “cara-de-pau”, discursam, seja no âmbito fechado do “senadinho” ou em espaços midiáticos (redes sociais, sites de esporte) contra todas as “malandragens” e “trambicagens” que antes protegiam.

Volante do São Paulo reuniu-se com empresário ligado ao Corinthians

setembro 21, 2016

wellington-e-severino

O volante Wellington, do São Paulo, reuniu-se, ontem, com o empresário Severino Vieira da Silva, pai do jogador Willian, da Seleção Brasileira.

A tentativa de cooptação se deu num restaurante da Capital, logo após a participação em culto tratado como “religioso”.

Wellington voltou recentemente aos treinos no CT da Barra Funda, após período de contusão.

Severino é sócio de André Negão, vice-presidente do Corinthians, em transações de jogadores de futebol.

A diretoria Tricolor, que espera o retorno do jogador à equipe, desconhecia a existência deste encontro.

Desculpas ao jogador Alecsandro, do Palmeiras

setembro 21, 2016

alecsandro

Recentemente, a Federação Paulista de Futebol, amparada em relatório equivocado de sua Comissão Anti-Dopagem, puniu o atleta Alecsandro, do Palmeiras, que até dias atrás estava impedido de exercer sua profissão.

O erro somente foi reparado após ingerência da Agência Mundial Antidoping- WADA e do Olynpic Analytical Laboratory – UCLA, que enviou relatório à FPF, indicando que a presença da substância, tratada como proibida, em verdade havia sido fruto de utilização, permitida, de loção contendo flutamida.

À época da divulgação dos fatos, amparado no relatório da Federação, o Blog do Paulinho opinou que a punição de Alecsandro era justa, e que, em consequencia, sua carreira, pelo advento da idade elevada, seria encerrada.

Erramos.

Razão pela qual, humildemente, pedimos desculpas ao atleta, que sempre primou por uma carreira limpa, quase manchada não por ele, mas por outro ato, entre tantos, de incompetência da cartolagem.

Russomanno tem 30%, mas 10% são da Igreja Universal, diz Ibope

setembro 21, 2016

russomano e edir macedo

DA FOLHA

Por O SENSACIONALISTA

O candidato do PRB, Celso Russomanno, tem um duro caminho pela frente até chegar à prefeitura. Embora a última pesquisa mostre que ele está com 30% das intenções de voto, Russomanno segue empatado tecnicamente com Marta Suplicy, que tem 20%. Isso porque ele precisa dar os 10% da Universal.

Marta, por outro lado, deu uma esticada, após passar num cirurgião plástico.

Russomanno não reclama da aparente desvantagem. “Estando bom para ambas as partes…”, disse ele.

No Rio, o Senador Marcelo Crivella também passa pelo mesmo processo. E a FUNAI protestou junto ao TSE já que no RJ os Brancos tem 20% das intenções de voto e o Índio tem apenas 7%.


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