Coluna do Fiori

“As derrotas são ruins, apenas quando você não aprende com elas!”

Vikings Digital

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17 Rodada do Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 23/05 

Mirassol 1 x 0 Fluminense

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)

Item Técnico

Partida sim, outra também, Savio Pereira Sampaio. Nesta, a coisa foi feia

Ilustro

Nos minutos finais da primeira etapa, dentro da área da equipe da casa, assim que a redonda desceu, aconteceu a disputa entre o defensor Reinaldo, camisa 06 tendo a sua frente e bem próximo, o oponente Samuel Xavier, camisa 02

Nesta disputa

Levemente, ocorreu leve toque do Reinaldo no ombro do oponente, que, rápido e habilmente, jogou o corpo no gramado

De imediato

Assoprador do apito apontou a marca da cal, sendo salvo pelo VAR que sugeriu rever no monitor

Ali estando

Viu, reviu, voltou pro campo, fez meia culpa, corrigiu seu erro, e jogo seguiu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Leão Caipira – 04 para integrantes do Tricolor Carioca, dentre estes, o técnico: Francisco Zubeldía

Flamengo 0 x 3 Palmeiras

Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)

VAR

Caio Max Augusto Vieira (FIFA-GO)

Item Técnico

Trabalho coeso do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para defensores Rubro-Negros – 06 para Alviverdes

Vermelho Direto: para defensor flamenguista Carrascal, camisa 15, por atingir o rosto do seu adversário com a sola de sua chuteira, durante uma disputa de bola. após a expulsão o atleta saiu de campo sem contestar.

Domingo 24/05 – Remo 1 x 2 Atlético-PR

Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (FIFA-PE)

VAR

Jose Claudio Rocha Filho (SP)

Item Técnico

1º – Aos 26 minutos da etapa inicial bola bateu no braço esquerdo do atleticano Zapelli, camisa 10, findando no fundo da rede.

VAR

Comunicou a infração, árbitro concordou, jogo seguiu.

2º – No trigésimo quarto minuto da etapa derradeira, dentro de sua área, defensor atleticano Claudio, camisa 26, na disputa pela bola, tocou levemente, no costado do oponente Marcelinho, camisa 79, com este, esperta e velozmente, caindo no gramado.

No

Ato, erroneamente, assoprador apontou a marca da cal

Chamado pelo VAR

Se achegou ao monitor, voltando, corrigiu o que não dever ter apontado, dando sequência ao jogo.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor do Leão Azul – 04 para integrantes do Furacão

Vermelho direto: para o técnico da equipe mandante, por ofensas ao árbitro. Idem: aos 48 minutos da primeira etapa, depois de rever no monitor, árbitro acertou ao expulsar Jajá, camisa 37, por ato obsceno, para com um dos oponentes.

Corinthians 1 x 0 Atlético-MG – vista pelo vídeo teipe

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)

VAR

Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)

Item Técnico

Aos 33 minutos da etapa inicial, árbitro corroborou com a sinalização do assistente 01: Rafael da Silva Alves (FIFA-RS) ao apontar a posição de impedimento do atleticano Cuello, camisa 28, no momento em que mandou a bola pro fundo da rede.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintiano – 02 para atleticanos

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Coluna em Vídeo 

Por conta de problemas na agenda do Paulinho – que edita o programa – a versão em vídeo da Coluna não será publicada esta semana, retornando o mais brevemente possível.

Desde já pedimos desculpas

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Política

Irmãos Bolsonaro prestam mais um desserviço para o Brasil

Flávio e Eduardo Bolsonaro se encontram com Donald Trump – Imagem: Divulgação/Paulo Figueiredo

O governo de Donald Trump, por meio de seu secretário de Estado, incluiu na lista de organizações terroristas o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Nesta semana, os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro visitaram Trump. Na ocasião, Flávio pediu a inclusão como terroristas destas organizações criminosas, que têm matriz mafiosa e o lucro como única ideologia.

Foram atendidos. Pergunta-se: o que ganhou o Brasil? A resposta: nada

Pior: poderá o nosso país, em tese, sofrer ofensa à sua soberania, sanções financeiras, intromissões, dano de imagem com desprestígio. Enfim, só prejuízo.

Vale lembrar que o PCC e o CV não são enquadráveis como organizações terroristas pela Convenção das Nações Unidas contra a Criminalidade Transnacional Organizada, conhecida como Convenção de Palermo, promulgada no Brasil por decreto.

Uma organização terrorista, à luz do direito internacional, pratica violência de matriz político-ideológica —separatista ou religiosa, por exemplo.

No particular, o terrorismo pode ser também perpetrado pelo Estado. E nós tivemos isso aqui, nas ditaduras de Vargas e militar.

O saudoso especialista americano Walter Laqueur, na sua obra “O Novo Terrorismo”, aponta para a violência política, sem ter por meta o dinheiro. Estudou várias organizações terroristas e aponta, para caracterização, o componente ideológico e até o fanatismo.

Atenção: o Brasil, no cenário internacional, não é considerado incentivador ou financiador do terrorismo. Não é um Irã, por exemplo.

Não temos organizações terroristas, dormentes ou em ação, no nosso território. Ou seja, a nossa imagem não é censurada intencionalmente.

No campo das organizações criminosas mafiosas, em especial no que toca ao narcotráfico, temos organizações com controle de territórios que difundem o medo e exercem influência social.

Não somos considerados narcoestado, mas corredor de passagem de droga de países de cultivo e produção. Somos um país de elevado consumo.

Mundo afora, as nossas polícias, o Ministério Público, o Judiciário e o Executivo colaboram internacionalmente no combate ao fenômeno das drogas, à lavagem de dinheiro e ao terrorismo.

As duas organizações listadas, por vezes, usam método terrorista. Mas método não significa que tenham por meta o terror, a violência político-ideológica.

Como se nota, Flávio e Eduardo Bolsonaro, adeptos das milícias que tentam substituir as organizações mafiosas, não são capazes de distinguir fenômenos diversos.

Certamente para eles a Al-Qaeda, Tigres Tamil, Houthis e a Irmandade Muçulmana têm objetivos iguais aos do PCC e do CV.

Eduardo já teve conduta de lesa-pátria ao causar tarifaço e abusiva aplicação da Lei Magnitsky. Desserviu o Brasil, como foi percebido pelos brasileiros.

Agora, Flávio também conseguiu lesar a pátria, para desviar o foco da sua ligação fraternal com Daniel Vorcaro, criminoso de colarinho branco.

Apresentou o Brasil como promotor do terrorismo internacional. Isso sem ter o PCC e o CV atuado, por ideologia política, fora das fronteiras.

O Brasil só perdeu. Flávio, com diversionismo interesseiro, prejudicou o Brasil e a sua imagem.

Wálter Maierovitch: Colunista do UOL publicado dia 29/05/2026 às 05h30

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“Chega da desavergonhada submissão à corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, Ministério Público, funcionários públicos de todas as escalas, inclusive militares, e nos bastidores do futebol brasileiro”

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Finalizando

“⁠Levanto a minha taça em honra de uma grande Mãe: a Pátria Brasileira!”

Olavo Bilac: foi um dos maiores poetas e jornalistas brasileiros.

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP: 30/05/2026

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