Anúncios

Archive for julho \31\UTC 2009

Todos mamam no Timão

julho 31, 2009

macnellytorres1_204825

O Corinthians negocia, neste instante, a contratação do meia armador colombiano, de 24 anos, Macnelly Torres, do Colo Colo.

Segundo fontes colombianas, para contratá-lo o Timão terá que desembolsar US$ 4 milhões, e R$ 100 mil mensais de salários.

O empresário envolvido na negociação é Laert Luiz Spineli Giarola, da LG Sports Business, localizada na Av. Paulista 1765, cj. 72.

Receberão 10 % se o negócio for concretizado.

Pelo Corinthians negociam o Delegado Mario Gobbi e, pasme, o diretor financeiro Raul Corrêa da Silva.

Demonstração clara que todos os bezerros mamam nos fartos seios corinthianos.

Anúncios

E a mola saiu pela culatra

julho 31, 2009

Do Tá Tirando

http://tatirando.com.br/

Rubinhoshumy

Sem biografia

julho 31, 2009

Leio na coluna de Lauro Jardim que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura acaba de rejeitar um projeto de biografia de João Havelange, que pretendia captar R$ 440 mil pela Lei Rouanet.

Nem tudo está perdido

Loucademia de Polícia

julho 30, 2009

“Não penso isto (sobre ser presidente do Corinthians), acho uma loucura, vejo o que o Andres sofre, tenho pena dele, a vida dele está um farrapo. E quando ouvimos a imprensa dizer a palavra desmanche, essa pressão na torcida para nos pressionar, é uma crueldade. Ele não consegue viver bem, não consegue cumprir o que planeja. É desumano, não pretendo e rezo pelo Andres todos os dias”

Mario Gobbi, Delegado do DETRAN, amigo de Milton Neves, nas horas vagas, Diretor de Futebol do Corinthians, em mais uma de suas declarações patéticas.

Presidente sem vergonha

julho 30, 2009

“Não é um problema meu. Não votei para eleger o presidente Sarney a presidente do Senado, nem para senador”

Luis Inácio Lula da Silva, o Chefe

Os bandidos do Pan

julho 30, 2009

O drible do ministro

Por JOSÉ CRUZ

http://www.dzai.com.br/blog/blogdocruz

A convite do ex-craque Raí, do São Paulo Futebol Clube, participei há poucos meses de uma reunião na capital paulista. Raí lidera o movimento Atletas pela Cidadania, de apoio às boas causas sociais, reunindo expoentes do esporte olímpico e paraolímpico: Magic Paula, Lars Grael, Gustavo Borges, Ana Moser, Joaquim Cruz, Fernando Meligeni, Rosane dos Santos, Gustavo Borges, Clodoaldo da Silva, Branca, Rogério Ceni e tantos outros.

Minha participação foi para apresentar algumas análises sobre o que temos e como são usados os recursos públicos para o esporte. Lá pelas tantas, entrou na pauta a questão do momento, os gastos do governo com a realização dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Era recente o primeiro relatório dos auditores do Tribunal de Contas da União (TCU), com indícios de irregularidades – superfaturamentos, principalmente.

Com base no que os auditores escreveram, manifestei aos atletas minha esperança de que teríamos um relatório final surpreendente e exemplar, assinado pelo então ministro do TCU, Marcos Vilaça, há pouco aposentado.

Até então apenas ouvindo, Cláudio Weber Abramo manifestou-se. Diretor da ONG Transparência Brasil, ele discordou de meu entusiasmo e sentenciou, para a decepção de todos:

     “Não se iludam. Isso não dará em nada”, afirmou.

Voltei aos argumentos otimistas e lembrei de um rápido encontro que tive com Marcos Vilaça, em seu gabinete. Na ocasião, ele recebia a visita do ministro do Esporte, Orlando Silva. Mais três ou quatro funcionários do TCU – imagino que fossem os auditores que trabalhavam no processo do Pan – estavam numa ampla sala.

Antes da primeira pergunta e adiantando que não tinha muito tempo para atender repórter, Vilaça foi direto em sua mensagem. Em resumo, disse o seguinte:

     “Estou explicando ao ministro Orlando que não é possível driblar a lei. Sei que estamos próximos da realização do Pan-americano e promover licitações agora pode provocar mais atrasos nas obras. Mas não tem desculpas, pois não podemos concordar com qualquer proposta em contrário”.

Ficou claro que Orlando Silva foi ao TCU pedir para “driblar a lei”, isto é, contratar obras e serviços sem licitação, uma afronta, uma agressão, uma fraude para quem conhece um mínimo sobre administração pública.

E insisti aos Atletas pela Cidadania que não deveríamos temer, pois o TCU seria, como é seu dever, rigorosíssimo, indiciando os fraudadores. Ricardo Vidal, que em Brasília dirige o Instituto Joaquim Cruz, estava nesse encontro de São Paulo e testemunhou a sentença de Cláudio Abramo:

     “Não se iludam. Conheço essa gente. Essa manifestação do ministro foi uma encenação”.

Passa o tempo e sai, enfim, o terceiro relatório sobre os gastos nos Jogos Rio 2007. E o que se constatou? Que, lamentavelmente, Cláudio Abramo tinha razão.

É preciso dizer que os técnicos, os auditores do TCU foram rigorosos. O levantamento que fizeram não deixa dúvidas sobre os deslizes cometidos com o dinheiro público, no Pan. Mas o ministro, em ato decisivo que antecedeu sua aposentadoria, foi complacente, omisso e parceiro do ato ilegal e imoral.

Pior: consagrou que sua declaração à imprensa, naquela reunião com Orlando Silva foi, de fato, encenação. No melhor estilo do drible da vaca, Marcos Vinicius Vilaça encenou o jogo da mentira e driblou a lei, como foi lhe propor o senhor ministro do Esporte. Por tabela, colocou na cara do gol da salvação e da impunidade o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos, Carlos Arthur Nuzman.

Profissionalmente, confesso, tomei o drible da ingenuidade. Acreditei na autoridade, competência e firmeza de uma autoridade do TCU, Marcos Vilaça. Não honrou esses princípios.

Vilaça, que chefiou a delegação da Seleção Brasileira num jogo contra a Argentina, é amigo íntimo de Ricardo Teixeira, o que dispensa comentários para traçar um perfil mais fiel sobre o ministro aposentado.

Melhor atuação do São Paulo

julho 30, 2009

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

As três primeiras jogadas perigosas no Morumbi foram do Grêmio, todas com Máxi Lopes.

Na primeira ele recebeu na altura do meio de campo e iria parar dentro do gol do São Paulo, não fosse a marcação equivocada do bandeirinha.

Na segunda ele perdeu um gol.

E na terceira o goleiro Denis evitou que marcasse.

Daí, o São Paulo acertou a marcação e, com a bola no chão, novidade tricolor de Ricardo Gomes, tomou conta.

Até que Hernanes desse uma bola primorosa para Dagoberto fazer 1 a 0, aos 21, o mesmo Dagoberto que ainda viria a exigir boa defesa de Victor numa cabeçada fulminante.

O mesmo Dagoberto, nem bem o segundo tempo começou fez 2 a 0, em lance irregular, porque Borges, em claro impedimento, participou da jogada.

Então o São Paulo ficou absoluto, muito mais perto do terceiro gol do que de sofrer o primeiro de um Grêmio.

Num mesmo lance, por exemplo, Richarlyson, pela direita, mandou no travessão gremista.

No rebote, pela esquerda, Júnior César repetiu a jogada.

Em seguida, Borges perdeu gol feito.

O São Paulo fazia sua melhor partida em 2009 e sua torcida cantava que o “campeão voltou”.

Voltou mesmo?

Quem sabe?

Mas, seja como for, é bom não contrariar.

Só que quem marcou o próximo gol foi mesmo Tcheco, quando faltavam 10 minutos, batendo pênalti cometido, sutilmente, por Miranda.

O Grêmio foi para a pressão, correu riscos de levar o terceiro gol, mas, também, quase empatou.

Paulo Autuori voltou ao Morumbi de um jeito que teria sido melhor não ter voltado, embora tenha visto seu time vender caro a derrota.

Só que, em sete jogos fora de casa, o Grêmio ganhou apenas um ponto, no Maracanã, e contra o fraco Fluminense.

O maior de todos os tempos

julho 30, 2009

cielo1

Cesar Cielo é o Campeão Mundial de Natação.

Além disso, tornou-se o primeiro homem a nadar os 100m abaixo dos 47s.

Sua marca, 46,91s., o coloca entre os maiores esportistas do Planeta.

Imortalizou-se como o primeiro brasileiro a ser Campeão Olímpico e Mundial.

Um feito notável e emocionante.

Diretor do Corinthians defende Máfia do Apito em São Paulo

julho 30, 2009

O diretor jurídico do Corinthians, Sergio Alvarenga, defenderá um dos acusados da Máfia do Apito, que paralisou o Campeonato Brasileiro de 2005.

Confira no Mídia sem Média

http://www.midiasemmedia.com.br/futebol/seriea/corinthians/3979-Mfia-Apito-ser-julgada-Paulo.html

Schumacher salva a Formula 1

julho 30, 2009

A decisão da Ferrari de convocar Michael Schumacher para ocupar o lugar de Felipe Massa, durante o restante do Campeonato de F1 é absolutamente genial.

O alemão é, sem dúvida, melhor do que todos que disputam o torneio.

Além de ser uma atração que, sem duvida, trará charme, dinheiro e público para um campeonato que estava chato pelo domínio de equipes pequenas e pilotos de médio talento.

Se a Ferrari proporcionar ao Alemão um carro com um mínimo de competitividade vai ter piloto tremendo com a situação.

Agora sim, valerá à pena acordar mais cedo.

O show está garantido.

Kassab quebra a banca

julho 30, 2009

Quem assistiu o Jornal Nacional ontem deparou com uma cena lamentável.

O prefeito Gilberto Kassab (que recebeu voto deste jornalista) e seus secretários, beijavam a mão de André Negão, conhecido empresário da SORTE.

Vale lembrar que o dirigente corinthiano tem recebido vantagens na região em que atua, por intermédio de gente comprometida, como o vereador Wadih Mutran, de fama lamentável na Zona Norte.

As farmácias lucraram com a exposição da cena em rede nacional.

Nunca se vendeu tanto Dramin.

Fogo amigo

julho 30, 2009

A Folha de ontem trouxe a revelação de que Andres Sanches em seus comparsas utilizam um argumento inusitado para rebater as criticas de que as negociações de atletas que realizam são “nebulosas”.

Disseram que “nebulosidade” aconteceu na venda de Sócrates para a Fiorentina.

Uma declaração estranha e que compromete a eles mesmos.

Afinal, quem negociou o Magrão para a Fiorentina é parceiro da atual diretoria.

Valdemar Pires era o presidente à época, e Adilson Monteiro Alves, o homem do Bingo, seu diretor de futebol.

Tentei entrar em contato diversas vezes com Valdemar Pires, no dia de ontem.

Não atendeu nenhum de seus telefones.

Acredito que agora tem a obrigação de esclarecer o assunto.

Andres Sanches mentiu, ou Valdemar foi corrupto ?

Somente uma das alternativas é a correta.

Deixem Jesus em paz

julho 30, 2009

Leiam abaixo a inspirada e irretocável coluna de Juca Kfouri na Folha.

Daqueles textos que adoraria ter escrito.

Da FOLHA DE SÃO PAULO

Por JUCA KFOURI

——————————————————————————–

Está ficando a cada dia mais insuportável o proselitismo religioso que invadiu o futebol brasileiro

——————————————————————————–

MEU PAI , na primeira vez em que me ouviu dizer que eu era ateu, me disse para mudar o discurso e dizer que eu era agnóstico: “Você não tem cultura para se dizer ateu”, sentenciou.

Confesso que fiquei meio sem entender. Até que, nem faz muito tempo, pude ler “Em que Creem os que Não Creem”, uma troca de cartas entre Umberto Eco e o cardeal Martini, de Milão, livro editado no Brasil pela editora Record.

De fato, o velho tinha razão, motivo pelo qual, ele mesmo, incomparavelmente mais culto, se dissesse agnóstico, embora fosse ateu.

Pois o embate entre Eco e Martini, principalmente pelos argumentos do brilhante cardeal milanês, não é coisa para qualquer um, tamanha a profundidade filosófica e teológica do religioso. Dele entendi, se tanto, uns 10%. E olhe lá.

Eco, não menos brilhante, é mais fácil de entender em seu ateísmo.

Até então, me bastava com o pensador marxista, também italiano, Antonio Gramsci, que evoluiu da clássica visão que tratava a religião como ópio do povo para vê-la inclusive com características revolucionárias, razão pela qual pregava a tolerância, a compreensão, principalmente com o catolicismo.

E negar o papel de resistência e de vanguarda de setores religiosos durante a ditadura brasileira equivaleria a um crime de falso testemunho, o que me levou, à época, a andar próximo da Igreja, sem deixar de fazer pequenas provocações, com todo respeito.

 

Respeito que preservo, apesar de, e com o perdão por tamanha digressão, me pareça pecado usar o nome em vão de quem nada tem a ver com futebol, coisa que, se bem me lembro de minhas aulas de catecismo, está no segundo mandamento das leis de Deus.

E como o santo nome anda sendo usado em vão por jogadores da seleção brasileira, de Kaká ao capitão Lúcio, passando por pretendentes a ela, como o goleiro Fábio, do Cruzeiro, e chegando aos apenas chatos, como Roberto Brum.

Ninguém, rigorosamente ninguém, mesmo que seja evangélico, protestante, católico, muçulmano, judeu, budista ou o que for, deveria fazer merchan religioso em jogos de futebol nem usar camisetas de propaganda demagógicas e até em inglês, além de repetir ameaças sobre o fogo eterno e baboseiras semelhantes, como as da enlouquecida pastora casada com Kaká, uma mocinha fanática, fundamentalista ou esperta demais para tentar nos convencer que foi Deus quem pôs dinheiro no Real Madrid para contratar seu jovem marido em plena crise mundial. Ora, há limites para tudo.

É um tal de jogador comemorar gol olhando e apontando para o céu como se tivesse alguém lá em cima responsável pela façanha, um despropósito, por exemplo, com os goleiros evangélicos, que deveriam olhar também para o alto e fazer um gesto obsceno a cada gol que levassem de seus irmãos…

Ora bolas!

Que cada um faça o que bem entender de suas crenças nos locais apropriados para tal, mas não queiram impingi-las nossas goelas abaixo, porque fazê-lo é uma invasão inadmissível e irritante.

Não mesmo é à toa que Deus prefere os ateus…

Pobre Seleção

julho 30, 2009

Sabem quem foi convidado para ser o chefe da delegação brasileira para o amistoso contra a Estônia ?

Andres Sanches, presidente do Corinthians.

Ricardo Teixeira costuma escolher bem as pessoas para este cargo.

Mustafá Contursi e Eurico Miranda já tiveram a honra.

O que torna a atual escolha coerente.

CBF ofende o Flamengo

julho 30, 2009

A CBF sinalizou ontem que dará a Taça de Bolinhas para o São Paulo.

Disse que a questão do Brasileiro de 1987 está resolvida e o Campeão é o Sport do Recife.

Quem acompanhou tudo à época sabe a aberração que significa esta decisão.

O Flamengo disputou o verdadeiro campeonato brasileiro, com talvez, sua última equipe de deixar saudades.

Fez uma campanha magnífica e sagrou-se campeão em partidas memoráveis.

O Sport, que também tinha um bom time, venceu o que seria a Série B, nos dias de hoje.

Não teria a menor chance, se estivesse na Copa União, nem de chegar entre os primeiros.

Os tempos eram outros, e as equipes que disputaram aquela Copa União foram formadas com o que havia de melhor no País.

Ricardo Teixeira, mais uma vez, estragou o que foi resolvido dentro de campo.

Típico de quem detesta o esporte que preside.


%d blogueiros gostam disto: