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Promiscuidade ? Corinthians sediou Campeonato Brasileiro de árbitros de futebol

dezembro 11, 2017

Andres Sanches e Douglas D’Andrea com árbitros

No último final de semana, o Corinthians cedeu a Fazendinha, histórico campo localizado no Parque São Jorge, sede do clube, para a disputa do Campeonato Brasileiro de árbitros de futebol.

Participaram juízes de sete Estados, pré-classificados em seletivas regionais, além de representantes do DF (último campeão) e de São Paulo (sede).

Todos os clubes da capital foram procurados para patrocinar o evento, porém somente Corinthians e Portuguesa aceitaram.

A desculpa para não realizar os jogos em áreas públicas, como, em exemplo, o Pacaembu, era a de que não havia datas disponíveis há mais de 60 dias, embora, por razões óbvias, o calendário do torneio tenha sido formulado antes deste período.

Ontem, no gramado da Fazendinha, confabulavam, em absoluta promiscuidade, o deputado federal Andres Sanches, o vice alvinegro, André Negão, o organizador do torneio, Douglas D’Ándrea e os árbitros que, em algum momento, poderão ser escalados para apitar jogos do Corinthians em 2018.

É o tipo do negócio em que o Timão só tem a perder.

Além de ampliar, diante da opinião pública, as insinuações de favorecimentos nos bastidores, os dirigentes alvinegros podem, em efeito reverso, fazer com que os juízes, no intuíto de demonstrar imparcialidade, acabem por meter os pés pelas mãos contra o clube.

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Quem levou 3% da transação de Gabigol ?

dezembro 11, 2017

Recente vazamento dos termos contratuais da transação entre Santos e Inter de Milão com relação à venda dos direitos de Gabigol revelou não apenas os valores pagos e recebidos por clubes e demais proprietários, mas também estranho percentual de comissionamento.

Segundo o documento, a equipe italiana pagou 29,5 milhões de Euros pelo atleta, sendo que destes 40% cabiam ao Peixe.

Em regra, a comissão sobre este tipo de negócio é de 10%, quando não menos, por conta do expressivo valor relatado.

No caso de Gabigol, o Santos acertou pagar 13%, 4 milhões de Euros, que aproximam-se dos R$ 14 milhões.

O agente do negócio é Giuliano Bertolucci, que o MPF sempre tratou como preposto do iraniano Kia Joorabchian, não por acaso homem forte dos negócios da Internazionale.

Em regra, no submundo do futebol, cartolas envolvidos em imoralidades recebem seus pagamentos indevidos, quase sempre oriundos de transações de atletas, após estes adentrarem às contas dos intermediários, evitando assim rastros constrangedores.

É licito, portanto, supor que os 3% a mais do que o habitual possam ter destino diferente do previsto nas planilhas de pagamentos do Santos Futebol Clube.

Lula caçoa do País

dezembro 11, 2017

EDITORIAL DO ESTADÃO

Em visita ao Rio, a capacidade do chefão do PT de zombar dos brasileiros atingiu o ápice 

Que Lula tem escasso apego à realidade e à verdade, nem mesmo os petistas mais ingênuos são capazes de negar. Aliás, pode-se dizer que, para essa gente, uma de suas grandes “qualidades” é justamente a de sustentar suas patranhas palanqueiras mesmo diante de dados e informações que as desmentem categoricamente – afinal, se os fatos contrariam o falatório de Lula, pior para os fatos. Mas nos últimos dias, durante visita do chefão petista ao Rio de Janeiro, essa capacidade de caçoar do País atingiu o estado da arte.

Para começar, o ex-presidente atribuiu as agruras do Rio à Operação Lava Jato. “A Lava Jato não pode fazer o que está fazendo com o Rio”, discursou Lula, em referência aos efeitos da ação anticorrupção na Petrobrás. “Se um empresário errou, prende o empresário. Mas não quebra a empresa, porque quem paga é o trabalhador. Porque dizem que meia dúzia roubou, não pode causar o prejuízo que estão causando à Petrobrás”, disse Lula.

O discurso é uma inacreditável coleção de afrontas. Ao contrário do que diz Lula, a Lava Jato ajudou a salvar a Petrobrás, livrando-a dos diretores corruptos que ali estavam para pilhá-la e para distribuir o fruto do roubo entre os partidos que sustentavam os governos petistas. O saneamento da maior estatal brasileira deve muito à depuração proporcionada pela Lava Jato, que ajudou a recuperar quase R$ 1,5 bilhão em recursos desviados.

Sob nova e saneadora direção, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, a Petrobrás revisou seus investimentos, que haviam sido ampliados irresponsavelmente por uma administração que pretendia transformar a empresa em ponta de lança do projeto de poder de Lula, e alterou sua política de preços, antes determinada pelos interesses eleitoreiros dos governos petistas, que tantas perdas causaram à estatal. Como resultado, a Petrobrás interrompeu obras desnecessárias, excessivamente custosas ou que haviam sido projetadas apenas para servir ao esquema de corrupção.

Foi o caso das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Segundo o Tribunal de Contas da União, a construção, lançada com fanfarra pelo governo de Lula em 2010, gerou para a Petrobrás um prejuízo de US$ 12,5 bilhões, dos quais US$ 9,5 bilhões podem ser atribuídos à gestão temerária dos prepostos petistas que dirigiram a estatal no período. As obras foram suspensas em razão desse prejuízo. Como ali trabalhavam 35 mil pessoas, pode-se imaginar o tamanho do drama social que a corrupção e a inépcia dos governos petistas causaram.

Mas Lula da Silva, com seu profundo desdém pela ética e sua escancarada falta de pudor, não viu problema nenhum em se encarapitar num carro de som em frente ao Comperj para bradar que “é inaceitável que um país, em meio a essa crise econômica e esse desemprego, deixe parada uma obra dessa magnitude por irresponsabilidade desse governo”.

Na ocasião, Lula disse que era “notícia estarrecedora” a informação de que os dois presidentes da Petrobrás na gestão petista, José Sérgio Gabrielli e Graça Foster, serão processados por improbidade administrativa em razão da decisão de congelar os preços dos combustíveis a pretexto de controlar a inflação. Essa política irresponsável gerou prejuízo de R$ 60 bilhões à Petrobrás, segundo cálculo da Organização Mundial do Comércio. O valor é três vezes superior ao que se estima tenha sido desviado pela corrupção. Mas Lula simplificou tudo ao dizer que Gabrielli e Graça Foster “estão sendo processados porque não aumentaram o gás e a gasolina”, enquanto o presidente Michel Temer “aumentou o gás em 68% em sete meses”. Ou seja, no fabulário de Lula, quem quebrou a Petrobrás é herói, e quem se dispõe a saneá-la é vilão.

É hercúlea a tarefa de quem se dispõe a desmontar o engodo lulopetista. Muita gente prefere acreditar em Lula, que não tem compromisso nenhum com a verdade, a aceitar a árida e complexa realidade – que a mediocridade populista do chefão petista reproduzida pelo “poste” Dilma Rousseff jogou o País no fundo do poço.

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dezembro 11, 2017

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Ricardo Teixeira, o problema renal e a “comissão privada”

dezembro 10, 2017

(Trecho de entrevista concedida por Ricardo Teixeira à FOLHA)

O senhor pensa em fazer uma delação nos EUA?
Delação de que?

Mas não pretende nem esclarecer essa situação com os promotores? O senhor nunca mais deixou o Brasil, assim como Marco Polo Del Nero, presidente da CBF.
O meu caso é um pouco diferente. Se der um ziquizira com o meu transplante [renal], vou ter problema para resolver. Por isso, prefiro ficar aqui. E também não quero me aborrecer [nos EUA]. Mas não vejo problema, tenho duas filhas que moram nos EUA.

Em junho, o senhor disse que tudo que o “acusam no exterior não é crime no Brasil”. Qual crime o senhor acredita que cometeu?
Me expressei mal. Eu digo que comissão privada não é crime. Pergunta a qualquer advogado brasileiro.

Mas o senhor recebeu?
Não. Isso é irrelevante.

Sem saber que estava no ar, Andres Sanches elogia competência do São Paulo

dezembro 10, 2017

Andres Sanches, em foto de apoio para que o estádio do Morumbi sediasse a abertura da Copa do Mundo 2014

No intervalo de uma entrevista concedida à rádio Mix FM, o deputado federal Andres Sanches (PT), sem se dar conta de que a “live” continuava no ar no facebook, ao ser questionado sobre as razões pelas quais o São Paulo arrecada mais com venda de jogadores, respondeu:

“Porque é mais competente”

“O jogador (que o São Paulo vende) tem mais qualidade… é mais competente”

Depois, na sequência do bate-papo, Sanches tenta, em poucos segundos (nem todos compreensíveis por conta de interferência no áudio), esclarecer as razões pelas quais dirigentes e empresários dividem percentuais de jogadores.

Santos livra-se do ruim, mas cai nas mãos de Orlando Rollo

dezembro 10, 2017

Orlando Rollo

Numa eleição marcada por fraudes diversas, o Santos Futebol Clube deveria comemorar a vitória do empresário José Carlos Peres sobre Modesto Roma Junior/Marcelo Teixeira, mas, infelizmente, não há razão para tal.

O vice da chapa, o policial Orlando Rollo, de sobrenome poucas vezes tão adequado, tem currículo pra lá de suspeito.

No Santos já foi acusado de várias manobras, algumas envolvendo falsificação de carteirinhas, porém, na vida privada/profissional, a situação é ainda pior.

Rollo foi investigado, na corregedoria, por supostamente possuir ligação com o crime organizado, com funções diversas, entre as quais garantir alguns fornecimentos às facções “organizadas” que travestem-se de torcedores.

Muitos dos seus problemas foram engavetados por fazer parte de loja maçônica, assim como garantiu cargo de vice-presidente da FPF, tempos atrás, pelo mesmo motivo, local em que beijava, fervorosamente, as higiênicas mão de Marco Polo Del Nero e José Maria Marin.

Ao livrar-se de Modesto Roma, o Peixe retirou do poder velhos hábitos de cartolagem que devem realmente ficar de fora da vida esportiva, porém, a escolha de Peres, que será submisso ao vice enrollado, poderá colocar o clube noutros cadernos de jornais que não os esportivos.

Del Nero, Orlando Rollo e Marin

Associado do Corinthians, que não vendeu voto, desabafa e quer votar

dezembro 10, 2017

Por PEDRO JUNIOR

Paulinho, sou sócio desde 1/9/2010; Não tenho vínculo político com ninguém no clube, apesar de conhecer via cumprimento, um bom dia, uma boa tarde, pessoas do pleito.

Soube através de suas matérias que 3/12 era o último dia de acertar parcelas atrasadas na secretaria a fim de que pudesse votar.

Distância, correria do dia a dia e não receber os boletos (inacreditável não ter débito em conta) fez com em 2017 fosse muito pouco ao clube, e consequente parcelas do meu título ficaram em aberto.

Pois bem, no último sábado 2/12 fui na secretaria acertar minhas pendências e nem sabia do desconto, claro que achei válido e enxerguei no desconto uma maneira do clube arrecadar em tempos de crise e acertei o que estava em aberto e ainda perguntei ao atendente se estaria apto a votar e o mesmo afirmou que sim.

Qual culpa tenho, quanto sócio apolítico desta situação falada de benefícios de parte a parte?

Inclusive entre minhas opções iniciais de voto, estavam candidatos que foram contra esta emenda de desconto.

O clube precisa de dinheiro, com a crise um monte de sócio estava atrasado, se teve algum beneficiário que se cobre e que se puna, mais no meu caso o dinheiro saiu da minha conta através do meu cartão.

E lembro, nem sabia deste desconto, soube na hora, pois que se tivesse que pagar valor integral, pagaria, pois estava ciente do meu débito e do prazo que poderia acertar para poder votar, uma nação de mais de 30 milhões de pessoas, pelo atual sistema de votação, tem seu futuro decidido por menos do que 5000 pessoas e acho importante no meu caso participar do pleito a fim de que temos uma oportunidade democrática de expor quanto sócio minha preferência, tanto para o bem do futebol, quanto do clube, quanto associado.

Li em alguns portais que tem no estatuto está questão de não poder dar desconto em época de eleição, mas porque isso não ficou claro e não me foi falado quando acertei o pagamento, ao contrário, perguntei ao atendente se estava apto ao voto e me falou que sim.

Vamos aguardar desdobramentos, entrar com uma liminar garantindo meu direito não está descartada.

Não podemos generalizar e colocar num contexto de que todos que acertaram suas pendências com desconto, tenham rabo preso com alguém, este não é o meu caso.

Abraço,

Pedro Junior

Marco Antonio Villa denuncia fraude nas eleições do Santos

dezembro 10, 2017

Após veto, jornalistas da Globo “somem” com produtos em suas redes sociais

dezembro 10, 2017

Do UOL

Por RICARDO FELTRIN

Se fosse feito um levantamento para saber quais foram os sites mais acessados pelos jornalistas da Globo esta semana, certamente em 1º lugar estaria o Instagram. Em segundo, o Facebook.

Isso porque os profissionais da emissora passaram a semana toda acessando freneticamente essas duas redes para apagar centenas, quiçá milhares de marcações de produtos e locais em seus posts: -de itens de beleza a garrafas de vinho, de bares e restaurantes a resort e hotéis etc.

A corrida dos globais para eliminar as marcações nas redes privadas começou na última segunda (4), quando todos os profissionais do Jornalismo receberam um e-mail do diretor Ali Kamel.

Na mensagem ele avisava que a prática de marcar ou fazer check-in em produtos ou locais não seria mais permitida pela Globo.

Apesar de alguns âncoras e repórteres especiais terem realmente exagerado na marcação de itens, conforme o site Notícias da TV informou anteontem, a prática havia saído completamente fora do controle nos últimos meses em absolutamente toda a redação.

Não só os medalhões do Jornalismo, mas produtores, editores, repórteres “apuradores” e outros funcionários do departamento estavam abusando dessa prática nos últimos meses. Ao ponto de chamar a atenção da chefia.

Uma repórter, por exemplo, fazia foto e marcava a loja de procedência de cada garrafa de vinho que ela abria com amigos ou familiares. Soube-se depois, ela recebia da loja um suprimento de cerca de 300 garrafas por ano (quase uma por dia).

Outro jornalista fazia check-ins quase que semanais de hotéis e resorts que ele frequentava sempre com os filhos e a namorada. Depois, postava suas impressões sobre os locais –SEMPRE positivas– em seu blog pessoal e em seu perfil no Instagram.

Na verdade, ele nunca pagava pelas diárias, apenas pelo consumo de frigobar ou bebidas alcoólicas.

Outra jornalista começou a fazer o mesmo dando “crédito” a todo momento a uma companhia aérea que a levava gratuitamente em viagens pelo país, ao lado do marido.

Mas há outros casos mais comezinhos, como o de um produtor da Globo que jantava todas as semanas em restaurantes e bares em troca de apenas um check-in.

E houve ao menos um curioso caso em que a jornalista (famosa) ganhou a festa de aniversário do filho num buffet infantil chique em troca de uma marcação, um post elogioso e, claro, de levar o máximo de outras amigas famosas ao estabelecimento.

Com a decisão da direção da Globo em proibir a prática, restaram na última semana apenas suspiros, choro e ranger de dentes de quem vai ter de voltar a enfiar a mão no bolso e pagar por todos os seus gastos pessoais.

ONGs com dinheiro governamental

dezembro 10, 2017

Por ALBERTO MURRAY NETO

Já faz tempo que “Organização Não Governamental” (ONG) passou a ter papel relevante na sociedade. A falência do Estado e a impossibilidade de cumprir com seu papel fez com a sociedade civil se organizasse para suprir essa lacuna. Criou-se até um nome para esse movimento, chamado de “Terceiro Setor”.

A natureza jurídica das ONGs é de uma associação sem fins econômicos, que realiza suas atividades pela comunhão de esforços de entes privados, pessoas físicas, ou jurídicas. Como o nome ressalta é uma associação “Não Governamental”. Portanto, sem ingerência de governos, administrativa ou financeira. Esse é o espírito da coisa.

Pois o Brasil tratou de inovar e proliferou as Associações Não Governamentais que vivem de dinheiro governamental. Não interessa se a pessoa jurídica se chama ONG, Associação ou Instituto. A natureza jurídica é rigorosamente a mesma.

Aqui no nosso País há diversas entidades dessas que não sobreviveriam se não fosse o dinheiro estatal. Ou seja,”não governamental”, pero no mucho.

São organizações que não hesitam em angariar dinheiro do povo para executar suas benesses, sejam repasses diretos do Poder Executivo, de estatais, ou por renúncia fiscal. A grau de absurdo chegou a um ponto tão grande, que quando Orlando Silva foi Ministro do Esporte ele criou um programa oficial, de Estado, chamado “Segundo Tempo”, que repassava dinheiro governamental para Organizações “Não Governamentais”.

Claro, o projeto deu com os burros n’água e terminou recheado de denúncias de desmandos.

Sou diretor de uma ONG, ONG SYLVIO DE MAGALHÃES PADILHA, que leva o nome do meu querido e honrado avô e que, desde 2002, faz um trabalho de atletismo e propagação do Olimpismo em uma comunidade carente em São Paulo.

Essa ONG já teve um alcance bem maior quando contou com o valoroso apoio de empresas privadas. Hoje ela segue ativa, mas muito reduzida, com dificuldades, porque não há mais patrocínio e tem como fonte de recursos, exclusivamente, pequenas doações de pessoas que simpatizam com o projeto.

A ONG SYLVIO DE MAGALHÃES PADILHA sempre recusou qualquer tipo de auxílio estatal, seja ele qual for, de qualquer fonte, ou natureza.

E, evidentemente que, ao longo desses anos, o que não faltaram foram “pessoas bondosas” querendo oferecer benesses governamentais, apoio de empresas estatais.  Nós recusamos e sempre recusaremos.

Organização Não Governamental com dinheiro governamental é, no mínimo, uma contradição curiosa. E que em alguns casos merecem investigação.

Fiquem de olho.

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OMNI/Andres Sanches antecipa anuidade 2018 para dificultar expulsão do Corinthians

dezembro 9, 2017

Durante a semana, o Corinthians anunciou, com pompas, o início antecipado das vendas de ingressos da primeira fase da Copa Libertadores da América 2018.

Há, porém, uma pegadinha, indigesta para os torcedores a para a próxima gestão alvinegra.

Para ter acesso às entradas, em 2017, a OMNI, responsável pela comercialização, exige pagamento antecipado da anuidade 2018.

Além disso, o preço do ticket está mais salgado: aumento, em média, de 50%.

Com enorme possibilidade, diante do notório fanatismo do torcedor alvinegro, de conseguir vender 135 mil ingressos nessa tacada (45 mil por jogo), a arrecadação da empresa pode atingir até R$ 10 milhões, sem contar as anuidades, que, em tese, dificultariam o rompimento do acordo com o Corinthians, que seria obrigado a devolvê-las aos compradores, com possibilidades grandes de sanções judiciais.

Sabedora de que os candidatos oposicionistas tem como plataforma de campanha expulsá-la do Parque São Jorge, a OMNI, de propriedade oculta do situacionista Andres Sanches, joga com a anuidade para tentar se manter, pelo menos até o final de 2018, desfalcando os cofres do clube.

 

Ao implorar ajuda da Conmebol, Palmeiras escreve novo capítulo “vergonha alheia” da Copa Rio 1951

dezembro 9, 2017

Os dirigentes do Palmeiras, em desconformidade com a grandeza do clube, parecem não ter limites no objetivo de ridicularizar a instituição perante Confederações, Federações e torcedores adversários.

Durante a semana, o enésimo dossiê “Copa Rio de 1951” foi enviado à Conmebol, com direito a pedido de ajuda para interceder junto à FIFA pelo reconhecimento do torneio amistoso como se fosse Mundial de Clubes.

O resultado, óbvio, foi alcançado: a entidade sul-americana ignorou o pleito e torcedores rivais divertiram-se com a mendicância.

Triste retrato de um clube histórico, gigante, gerido por gente mais preocupada em ficar de bem com a parte menos inteligente da torcida, em vez de tentar, dentro de campo, venceu um Mundial de verdade.

Competência de Fábio Carille é ironizada por candidato à presidência do Corinthians

dezembro 9, 2017

Eduardo Gaguinho e Andres Sanches

Campeão Paulista e Brasileiro de 2017 pelo Corinthians, mesmo gerindo material humano pouco convincente, o que amplia a importância do trabalho, o treinador Fabio Carille somente chegou a esta condição por conta da insistência do gerente de futebol Alessandro, que, para mantê-lo à frente do comando técnico alvinegro, comprou briga com o deputado federal Andres Sanches e todos os seus beneficiados.

Acuados e sem força para rebater os ataques, Flavio Adauto e Roberto Andrade esconderam-se à sombra do trabalho do ex-capitão do Timão, que segurou os problemas e, generosamente, dividiu as glórias com a direção do clube.

Mas não foi nada fácil.

Acreditando que as coisas não dariam certo para o time, Sanches concedeu entrevistas desvinculando-se do futebol, e, contando com o insucesso de Carille, plantou como auxiliar seu homem de confiança Osmar Loss, que comandaria o time após a desejada queda do treinador e do desafeto gerente de futebol.

Se deu mal.

Durante a semana, em entrevista a Mix FM, o deputado deixou bem claro qual será o futuro de Carille se sua chapa sair vencedora nas eleições do Corinthians, ao ironizá-lo, com ar de deboche:

“O Carille… de tanto que estão falando do Carille…que ele é o melhor de todos… acho que depois da Copa do Mundo nós vamos perder ele…

“mas (o veto a efetivação) não foi contra o Carille, foi contra mais um auxiliar dos auxiliares… mas ele é competente, uma grande pessoa, um grande treinador, mas ele não é tão bom como estão dizendo, nem tão ruim que nem diziam… ele é um treinador… e depois da Copa, o Tite saindo da Seleção, ele vai para a Seleção”


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