A obscenidade cerca Gabigol

Ontem, em mais uma participação irresponsável no ambiente do futebol, o ex-jogador em atividade, apelidado “Gabigol” — embora possua média de gols pouco expressiva ao longo da carreira —, foi expulso de campo após realizar um gesto obsceno em direção aos torcedores.

Prejudicou o Santos, que, ao que parece, não se importa.

Mais obscena do que o comportamento do iletrado foi a própria contratação do atleta, a peso de ouro, pelo clube.

Frequentador de cassinos clandestinos — onde chegou a ser detido em situação humilhante, encontrado escondido sob uma mesa — e também de eventos religiosos noturnos na zona do meretrício, apesar de namorado eventual da irmã de Neymar, a trajetória de Gabigol é marcada por uma sucessão de episódios que transformam o ocorrido na partida contra o Vitória em fato menor, mero reflexo de suas limitações.

Ele está na dele.

É ignorante e rico por opção.

Tolos são aqueles que lhe pagam o que recebe, apesar do ínfimo retorno esportivo e comercial proporcionado por sua marca.

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