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Seleção Brasileira, auge e a Copa da Russia

A Seleção Brasileira, em mais um espetáculo de futebol, não deu a menor chance para o Paraguai na vitória por três a zero no estádio de Itaquera, classificando-se, matematicamente, para a Copa do Mundo da Rússia em 2018.

Iniciou a partida um tanto quanto ansiosa, mas, assim que Phillippe Coutinho abriu o marcador, aos 35 minutos, com assistência a lá Sócrates de Paulinho (durante o jogo ele daria mais duas de calcanhar – parece estar se especializando), num golaço, a superioridade que já existia se acentuou.

Foi um passeio.

No início da segunda-etapa, Neymar cavou uma penalidade, bateu e perdeu.

Pior para os paraguaios que viram em sequencia uma exibição de gala do craque brasileiro, com todos os recursos possíveis, além de esplendorosa demonstração de técnica e explosão física.

Não tardou para, aos 18 minutos, Neymar roubar a bola na lateral esquerda do setor defensivo, passar pelo marcador, vencer o segundo, numa corrida espetacular, carregar até a área, balançar o corpo e deixar o terceiro atordoado, se enfiar no meio de mais dois e tocar, com enorme categoria, para o fundo das redes.

Para aplaudir de pé e nunca mais se esquecer.

No restante do jogo, o ídolo do Barça apanhou (desde a primeira etapa sofria botinadas), driblou, encarou e maravilhou.

Deu tempo ainda para Marcelo, aproveitando-se doutro passe de “doutor” de Paulinho, entrar na área a confirmar a vaga à Russia, de cavadinha.

Três a zero, reverenciados por uma Itaquera enlouquecida.

O Brasil chegará em mais uma Copa do Mundo com seus principais nomes no auge de suas capacidades, com favoritismo, que não garante título, mas grande possibilidade de imortalidade.

Neymar da Seleção é muito maior, importante e decisivo do que o do Barcelona, com o protagonismo evidente, além de liberdade técnica absoluta.

Paulinho, que já era bom no Corinthians, tornou-se excepcional pelas mãos de Felipão no mais improvável dos mercados da bola, o da China, defendendo, atacando e até criando, com uma classe que antes nem sempre demonstrava.

Um jogadoraço !

Phillippe Coutinho amadureceu e inferniza as defesas adversárias com grande habilidade, chamando a atenção para si, facilitando, em consequencia, a abertura de espaços para Neymar.

Por fim, Tite teve a coragem de continuar quando todos achavam que nada mais precisaria provar ao atingir o cume da glória no Corinthians, aceitando a gestão de uma Seleção Brasileira tida como fracassada, e, quase com os mesmos jogadores, reconduzi-la a um estado de grandeza que há tempos não se via, de excelência absoluta nos gramados, e, principalmente, emocionando ao torcedor que parecia ter desistido da equipe nacional.

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2 Respostas to “Seleção Brasileira, auge e a Copa da Russia”

  1. tavares41 Says:

    A CBF tem de agradecer a Comissao Tecnica cedida pelo Corinthians o que traduz o Trabalho de Excelencia da Selecao!!!!

  2. Douglas (@douglaspsousa) Says:

    É muito pachequismo!

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