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A Seleção de Tite e o Paulinho de Felipão

Está se tornando hábito (ainda bem !) elogiar a Seleção Brasileira depois que Tite a assumiu, diante da excelência do futebol apresentado, mesmo que ainda com jogadores (apesar de alguns acima da média) aquém do nível doutrora.

Ontem, contra o Uruguai, no Centenário, o massacre por quatro a um tem alguns pontos a serem destacados.

Neymar, que marcou um golaço, continua doutro planeta: habilidoso, eficiente e corajoso.

Coeso, o time de Tite (ou seriam “os times”) joga por música, como se os jogadores entrassem em campo vendados e ainda assim soubessem para onde correr, marcar e fazer gols.

Mas é Paulinho que, mesmo jogando na China, sob a desconfiança, compreensível, de torcedores e jornalistas, que precisa ser explicado.

O ex-volante do Corinthians, apesar da facilidade em dizer: “com o Tite ele joga”, em verdade, deve muito de sua nova maneira de atuar ao treinador Felipão.

Quem acompanha o campeonato chinês (em verdade assisto, pela manhã, via internet, apenas os jogos do Guangzhou Evergrande – o melhor do país) não se surpreendeu com o comportamento quase de atacante do jogador.

Os três gols de Paulinho, históricos, são fruto deste desenvolvimento, inciado, claro, nos tempos de Corinthians, mas amadurecido sob a batuta de Luis Felipe Scolari, talvez até pela necessidade da equipe que dirige, que carece de bons jogadores de frente.

O Brasil disputará o Mundial de 2018 como favorito ao título, jogando um futebol absolutamente agradável, que poderá, ganhando como em 58/62/70/94 ou 02, ou perdendo, como em 82, por conta do contexto exposto acima (principalmente se Neymar estiver inspirado), ser tratada como inesquecível.

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