Coluna do Fiori
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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Bíblia do STJD:
”Náutico e Ponte Preta cairão a tua direita, Portuguesa e o Vasco a tua esquerda. Mas tu Fluminense não serás atingido. ”
Autoria desconhecida
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Décima Quarta Rodada da Série A do Brasileirão – 2014
Sábado 09/08
Criciúma 0 x 0 Cruzeiro
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Item Técnico
Aquém de não marcar e inverter lances faltosos; prejudicou o Cruzeiro em dois lances que terminaram com a redonda no fundo da rede do Criciúma. Explico:
Primeira etapa:
Assim que o atleta Marquinhos, integrante da equipe mineira, mandou a bola pro fundo da rede adversária, estranhamente, o árbitro, apontou que seu consorte Ricardo Goulart, havia cometido falta em um dos oponentes
Segunda etapa:
Quando de um ataque da equipe mineira, após a redonda bater no travessão da equipe do Criciúma, ocorreu outro lance, na seqüência, sobrou pro atacante Willian, posicionado, corretamente, mandar pro fundo da rede adversária
Item Disciplinar
Fraquinho
Domingo 10/08
Santos 0 x 1 Corinthians
Árbitro: Raphael Claus (ASP – FIFA – SP)
Árbitro Assistente 01: Rogério Pablo Zanardo (ASP-FIFA-SP)
Árbitro Assistente 02: Marcio Luiz Augusto (ESP2 – SP)
Quarto Árbitro: José Claudio Rocha Filho (CBF2 – SP)
Árbitro Assistente Adicional 01: Antonio Rogério Batista do Prado (CBF1-SP)
Árbitro Assistente Adicional 02: Leandro Bizzio Marinho (CBF1- SP)
Delegado: Wilson Seneme
Item Técnico
Do inicio ao término da primeira etapa, contenda excessivamente faltosa, no todo desta fase, Raphael Claus inverteu uma ou duas faltas, deixando de marcar outro tanto. Focado por câmera da televisiva, ao menos, em duas ocasiões, observei, a fisionomia de espanto do árbitro Raphael Claus, com o comportamento dos litigantes
Item Disciplinar
No transcurso da primeira etapa, quando da marcação da falta, estando certo ou não, Raphael Claus, foi contestado por parte dos litigantes; entre estes: Robinho, atacante santista e Cleber, defensor corintiano
Cartão Amarelo
Seis foram os advertidos com cartão amarelo; dentre estes Alison, defensor santista, que recebeu o segundo, em meu entender injustamente, no tempo de acréscimo da primeira etapa
Explico
Elias, defensor corintiano com domínio da pelota, partia pro contra-ataque, Alison,
– defensor santista, tentava alcançá-lo; no movimento das pernas do corintiano,
– dado momento, ocorreu choque, entre o solado do corintiano, com o joelho do santista;
– prontamente, Raphael Claus sinalizou falta, advertiu Alison, com o segundo, seguido do vermelho, expulsando-o do campo de jogo;
– este fato, resultou reclamações e demora para saída do santista, no mínimo, 1 minuto.
Com a saída do santista, todos esperavam que a partida fosse reiniciada com cobrança da falta favorável ao Corinthians;
Ausência de Discernimento
Ora! Quando da falta marcada pro Corinthians, seguida da expulsão do santista Alison, ocorreu paralisação de 1 minuto; este minuto deveria ser acrescido; surpreendentemente, Raphael Claus encerrou a primeira etapa. Cadê o critério?
Movimentação/Ocorrência
Por duas ocasiões Raphael Claus atrapalhou a circulação dos atletas, uma delas, resultou em choque com um dos corintianos,
– na sobra da pelota, Petros, defensor do Corinthians, tendo o árbitro a sua esquerda, e próximo, foi disputá-la;
– expressando maldade, Petros usa seu braço esquerdo, para dar um chega pra lá,
– na altura do ombro direito do árbitro, que sente o tranco, e, sinaliza; segue o jogo
Relatório
No primeiro narrar, Raphael Claus nada diz sobre o ocorrido. No entanto, no dia posterior, ou seja, na segunda feira 11/08, anexou que:
Sua opinião foi alterada após ver a partida pela TV, vez que; quando focou no lance, ficou convencido que Petros correu em sua direção, atingindo suas costas de maneira intencional
Inadmissível
Que nenhum dos seus consortes não tenha visto a conduta do corintiano Petros
1º – Os componentes da equipe de árbitros trabalharam com comunicadores interligados
2º – A ação de agressividade cometida por Petros foi aparente
3º- Com tanta parafernália a disposição; ao menos, um dos seus consortes:
- a) Marcio Luiz Augusto: árbitro assistente 02
- b) Leandro Bizzio Marinho: árbitro adicional-02
- c) José Claudio Rocha Filho: quarto árbitro,
Fiscais da metade do campo pertencente à equipe corintiana deveriam avisá-lo;
– se não o fizeram, por coincidência, naquele momento, os três, estavam olhando para o alto, – Né, não?
Concluindo
Estou convencido que Raphael Claus recebeu orientação de um terceiro (advogado, ou, dirigente da CA-CBF) para inserir anexo sobre a agressão que recebeu do corintiano Petros.
Punição
Em meu entender, o anexo isenta o árbitro; ao mesmo tempo, disfarçadamente, culpa todos, ou, um dos seus consortes, acima citados
São Paulo 3 x 1 Vitória
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (ESP2- GO)
Item Técnico – Erro Principal
Com placar de 1x 0 pro São Paulo, deixou de marcar claríssima penalidade em favor do Vitória, cometida por Reinaldo, no oponente Caio; logo após, ocorreu o segundo gol são paulino
Atlético-MG 2 x 1 Palmeiras
Árbitro: Wagner de Nascimento Magalhães (ASP-FIFA-RJ)
Deixou de sinalizar claríssima penalidade máxima cometida por Tobio, defensor do Palmeiras, no oponente Luan
Política
“O que sei de Lula”, por José Maria Mayrink.
Resistiu a participar do sindicato, foi contra a aliança de trabalhadores com estudantes, menosprezou o apoio da Igreja Católica, resistiu à campanha Diretas-Já, vetou a colaboração do PT com o governo Itamar Franco, boicotou a Constituinte de 1988, criticou o Plano Real e considerou “herança maldita” os avanços sociais de Fernando Henrique Cardoso, seu predecessor. Quem construiu esse perfil, antes de chegar à Presidência da República e deixar o poder, ao fim de oito anos de mandato, com mais de 80% de aprovação popular, só pode ser considerado um conservador e é essa a avaliação do jornalista José Nêumanne Pinto no livro O que sei de Lula (Topbooks, 522 p. R$ 69), no qual chega a uma conclusão, no mínimo, surpreendente: “Lula nunca foi de esquerda”.
Repórter, editor de política, escritor, e atualmente, articulista de O Estado de São Paulo, com mais de 40 anos de profissão, Nêumanne conta, com conhecimento de causa e informações privilegiadas, a história de Luiz Inácio Lula da Silva – a ascensão admirável do menino retirante que fugiu do sertão pernambucano, do operário metalúrgico do ABC paulista, do militante sindical que ajudou a derrubar a ditadura militar e do três vezes candidato a presidente e depois titular do Palácio do Planalto. Paraibano de Uiraúna, cidade natal também da deputada Luíza Erundina, ele sabe o que custou a trajetória daquele que é, em sua opinião, o maior político brasileiro de todos os tempos.
“Meu objetivo, ao escrever esse livro, foi descobrir o homem atrás do mito”, revela Nêumanne, um pesquisador incansável que consultou biografias, conferiu entrevistas, ouviu testemunhas e revirou lembranças de seus tempos de repórter, para contar os bastidores da carreira de Lula, um personagem fascinante que ele pretende ter analisado com isenção e justiça, apesar da opinião contrária daqueles que não deverão perdoá-lo por estar contando o que sabe. “Os áulicos de Lula certamente encontrarão na revelação desses incidentes motivos para execrar esse livro, da mesma forma que já condenam o autor, mas não mudarão o fato inexorável de que, como ele mesmo narrou, delatou camaradas menos aptos para levar vantagem pessoal pecuniária no princípio de sua vida profissional”, prevê Nêumanne.
Há revelações inéditas, fatos inconfessáveis, conclusões incômodas. “Descobri que Lula, filho de um canalha e uma santa, um sujeito de sorte cavalar, consegue construir em cima dos equívocos, não dos acertos”, afirma Nêumanne, ao explicar que, apesar de falhas e defeitos, seu protagonista se tornou um “fenômeno fantástico de popularidade porque as pessoas se identificam com ele”. O jornalista lembra que Lula recebeu Leonel Brizola com hostilidade quando o político gaúcho voltou do exílio e que nunca negou sua admiração pelo governo do general Ernesto Geisel. Quem organizou a greve dos metalúrgicos do ABC, acrescenta Nêumanne, foi Frei Betto e não Lula – uma afirmação que o frade dominicano considera exagerada.
Amigos e companheiros de luta do operário-presidente poderão discordar, mas será difícil rebater o autor. “Poucas pessoas armazenaram tanta informação sobre apolítica brasileira”, observa na Apresentação do livro o professor Leôncio Martins Rodrigues, lembrando que “mais do que simples repórter, descobridor e narrador de fatos, Nêumanne é um analista capaz de aprofundar e conectar os eventos particulares a situações mais gerais, às teorias e interpretações sobre o Brasil”. Os fatos narrados, acrescenta o cientista político, são fatos que Nêumanne viveu. O autor conhece os personagens e, em alguns casos, esteve presente na cena dos acontecimentos que narra.
Paralelamente à biografia de Lula, em parte baseada em obras de outros biógrafos, como Denise Paraná e Audálio Dantas, além de entrevistas do próprio biografado, Nêumanne rememora o cenário da política e a atuação de políticos brasileiros no contexto das últimas décadas, da ditadura de Getúlio Vargas aos primeiros meses de governo de Dilma Rousseff.
A construção de Brasília, o golpe de 1964, o quadro econômico e as denúncias de corrupção ocupam páginas de análise lúcida e competente. Os assassinatos de petistas ligados a Lula, como Celso Daniel no ABC e Toninho (Antônio da Costa Santos) em Campinas, são tratados com apurada técnica de reportagem. Outro destaque é o perfil que o autor traça de personagens como José Alencar, Duda Mendonça e José Dirceu.
Nêumanne dá a Lula o título de “perdoador-geral” dos escândalos que estouraram em sua administração e chama o assessor especial Marco Aurélio Garcia de “bajulador-geral” da República. “Quem conhece Lula – como eu conheço – sabe muito bem que ele não mudou tanto assim desde que emergiu no país como líder dos sindicalistas do ABC paulista até seus dias de apogeu no poder republicano”, afirma o jornalista, ao criticar a política externa adotada pelo ex-presidente com relação a Cuba e ao Irã, com assessoria de Garcia e do ex-chanceler Celso Amorim. Embora considere seu texto imparcial, Nêumanne não resiste à ironia, ao lembrar a formação de poucos estudos de Lula. “Noço guia universal”, escreve o jornalista, referindo-se ao ex-presidente.
Dilma Rousseff, na qual Lula apostou seu futuro, abrindo mão de uma eventual e provável reeleição, é a personagem central no Epílogo. Um atraso na publicação do livro, que deveria ter sido lançado em dezembro – após a eleição de Dilma, mas antes de Lula descer a rampa do Planalto – acabou dando melhor fecho à história.
O que parecia mais especulação ganhou consistência, ao se completar em seis meses de governo. Ao registrar mudanças de rumos, ou pelo menos de estilo, na administração federal, Nêumanne transcreve os elogios que Dilma fez a Fernando Henrique na comemoração dos 80 anos do ex-presidente, a quem definiu como “acadêmico inovador” e “político habilidoso”, sem mais referência à “herança maldita” da qual Lula falava na campanha eleitoral.
Caso Alstom
Finalizando
“Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão…”
Bezerra da Silva
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-15/08/2014
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.



