Dirigentes do São Paulo negam Hisense, mas admitem negociações na China

Mico chinês no marketing alvinegro

No dia 14, publicamos que o São Paulo negociava parceria com fundo chinês, que, se fechada, poderia gerar investimentos, entre outros, em aquisições de jogadores.

Dias depois, conselheiros do clube garantiram que a empresa Hisense, tocada pelo Governo da China, foi uma das procuradas.

Investigamos, após receber as informações, quem poderia estar por trás do acordo no Brasil.

Nossas descobertas foram absolutamente preocupantes.

São Paulo precisa abrir o olho com “Negócio da China”

Horas depois, o jornalista Vitor Birner disse, no UOL, ter lido “noutros blogs” que o clube negociava com a Hisense.

Após questionar os dirigentes tricolores envolvidos nas tratativas, recebeu a resposta de que nada havia com a Hisense, porém, também, a confirmação de que as negociações na China, de fato, estavam acontecendo.

Exatamente como havíamos informado há uma semana.

Vale lembrar que as informações sobre as reuniões com a Hisense surgiram dentro do ambiente Tricolor, sendo compreensível, pelo fato de não haver contrato assinado, além do histórico dos intermediários (revelados por este blog), que sejam negadas publicamente.

Ainda assim há razões de sobra para manter a atenção em negócios realizados com um país afamado por utilizar-se, em demasia, de procedimentos nada transparentes no submundo do futebol.

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