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Andres Sanches empurra Cristóvão Borges na “goela” de Roberto Andrade

cristóvão e andres

A definição pelo nome do mediano Cristóvão Borges para dirigir o Corinthians, a partir da próxima semana, teve bastidores conflitantes, em que o boneco até tentou, mas não conseguiu se contrapor ao ventríloquo.

Traduzindo: o presidente, Roberto “da Nova” Andrade, e alguns de seus aliados, eram contrários à contratação, mas ao trazer no bolso o nome do treinador, Andres Sanches disse que até os salários já estavam conversados.

Cristóvão é nome que agrada, também, ao empresário Carlos Leite, que, recentemente, emprestou R$ 5 milhões ao Timão, e bancou o técnico, em indicação, no início de sua carreira no Vasco da Gama, em 2011, quando, ainda auxiliar, substituiu definitivamente o treinador Ricardo Gomes, à época acometido por um AVC.

Aliás, o único trabalho com bons números do quase certo novo treinador do Corinthians foi o realizado em São Januário, com 60,3% de aproveitamento, ocasião em que chegou até a ser premiado como melhor do Brasileirão.

Depois disso, não acertou mais a mão.

Após uma sequencia de resultados ruins no Rio de Janeiro, em 2012, foi demitido, voltando a trabalhar em 2013, no Bahia, em desempenho abaixo da crítica.

Foram 14 vitórias, 13 empates e 15 derrotas, configurando 43% de aproveitamento.

No Fluminense, em 2014, o resultado também não agradou.

Eliminado na segunda fase da Copa Sul-Americana, pelo Goiás, e da Copa do Brasil, pelo América/RN, sofrendo goleada de 5 a 2 em pleno Maracanã.

Ainda assim permaneceu no início de 2015, quando, após empate com o Tigres/RJ ficou de fora das semifinais do fraquíssimo Campeonato Carioca, resultado que gerou sua demissão, com 54% de aproveitamento.

Em sequencia, Cristóvão foi contratado pelo Flamengo, em que obteve desempenho ainda pior, com 46% de pontos conquistados, divididos em oito vitórias, um empate e nove derrotas, com sua equipe levando mais gols do que marcou, 23 contra 19.

No Atlético/PR a irregularidade foi mantida, com aproveitamento de 56%, de onde saiu em março deste ano, sem empolgar.

Os números e ausência de conquistas, além de não ter treinado uma equipe sequer que pode ser relembrada como “marcante”, comprovam que a escolha de Cristóvão não levou em consideração currículo, nem desempenho profissional, mas sim a proximidade com dirigentes e empresários.

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2 comentários sobre “Andres Sanches empurra Cristóvão Borges na “goela” de Roberto Andrade

  1. O duro é ouvir o Neto falando a respeito do Corinthians como se fosse dono do time. Dando uma perspectiva aos jogadores corinthianos que todos serão chamados para servir a seleção brasileira, agora sob o comando de Tite. Eis a lista: Cássio, Gil, Ralf, Elias,Renato Augusto,Marquinhos(Traíra) Gabriel, Fagner e por aí vai. Tomara que acabem de vez com os programas de esporte da Bandeirantes e que não sejamos mais obrigados a ouvir tanto lixo falando.

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