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O constrangimento de Paulo Garcia

O dono da Kalunga, Paulo Garcia, concedeu entrevista coletiva num hotel de São Paulo, em que, esperava-se, seria questionado sobre projetos e ambições eleitorais, após lançar-se, por razões controversas, candidato à presidência do Corinthians.

Foi constrangedor.

Precisou falar sobre o irmão, Fernando Garcia, dono de boa parte dos jogadores alvinegros e, para desvencilhar-se do assunto, apelou para uma inconvincente promessa de que não realizará negócios com o familiar se eleito mandatário do Timão.

Depois, confirmou novamente ter comprado votos nas eleições alvinegras, mesmo sabendo tratar-se de uma “imoralidade” – palavras do próprio.

Por fim, assistiu seu vice, Emerson Piovesan, confirmar que não foi capaz, durante os três anos em que foi diretor financeiro alvinegro, de equacionar o problemas das dívidas do estádio de Itaquera: “precisamos sentar com a Odebrecht e renegociar”.

Milionário, Paulo Garcia é a prova viva de que dinheiro ajuda, mas não é capaz de operar milagres.

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