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Briga dos R$ 14 milhões evidencia que ‘parceria” entre WTORRE e Palmeiras inexiste

O termo “parceria”, em que opostos se unem com objetivo de favorecer, dentro dos termos acordados, ambos os lados, não se aplica à relação entre Palmeiras e WTORRE na gestão da Arena Palestra.

Aliás, desde antes da assinatura do contrato, este Blog do Paulinho alertou para clausulas que, nitidamente, favoreciam apenas a construtora.

Recente ação de cobrança do Palmeiras contra a WTORRE, de R$ 14 milhões em repasses devidos, confessados, mas espertamente levados à arbitragem pelos devedores – para protelar o pagamento, evidenciam bem os hábitos de uma empresa enrolada até a medula de seu proprietário na “Operação Lava-Jato”.

Sem contar que, até o presente dia, a construtora, que ergueu o estádio, integralmente, às custas de empréstimos bancários diretos e indiretos (debentures), não honrou com as parcelas, podendo gerar consequências graves ao clube de Palestra Itália.

O que acontecerá se o calote permanecer ?

Fato é que, sem colocar um tostão na obra, a WTorre vem lucrando com sua operação e repassa (quando repassa) percentual ao Palmeiras.

Porém é nebuloso o futuro da “parceria” com relação à quem, nesta operação (espertamente colocada em nome de empresa terceira – ligada a construtora, que minimizará problemas em caso de falência), será responsável por quitar o estádio, se a conta, após trinta anos (e consequente deterioração do patrimônio) continuar a ser empurrada com reemprestimos em cima de reemprestimos.

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