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Íntegra do Manual para Árbitros Assistentes de Vídeo da CBF

Apesar de liberada para realizar testes com árbitros de vídeo, a CBF vem protelando a execução da operação, com inverossímeis desculpas de falta de verbas para implementar o sistema necessário à realização do serviço.

Apesar disso, os árbitros filiados à entidade receberam o “Manual para Árbitros Assistentes de Vídeo da CBF”, com 109 páginas de orientações.

Destas, doze são tratadas como pilares do VAR:

  • 1. A tecnologia de vídeo só será usada para corrigir erros claros e incidentes não vistos em decisões pré-definidas de mudança de rumo do jogo: gol, pênalti/sem pênalti/cartão vermelho direto e identidade errada (ex.,se o árbitro adverte ou expulsa o jogador errado).
  • 2. A decisão final será sempre do árbitro.
  • 3. Os Árbitros Assistentes de Vídeo (AAVs – VARs) são membros da arbitragem e qualquer informação fornecida ao árbitro por um VAR será tratada da mesma forma que uma informação recebida do árbitro assistente, árbitro assistente adicional ou do quarto árbitro.
  • 4. O árbitro sempre tomará sua decisão independentemente da existência dos VARs, ou seja, o árbitro não pode não tomar uma decisão, remetendo a situação ao VAR. Se o árbitro decidir não paralisar o jogo devido a uma possível ofensa, a decisão (de permitir a continuação do jogo) poderá ser revisada. Nas raras ocasiões quando não ficar claro se uma ofensa punível com advertência (CA) é uma expulsão (CV), ou quem deveria receber a sanção, o árbitro poderá consultar o VAR.
  • 5. A decisão original dada pelo árbitro não será alterada salvo se a revisão pelo vídeo mostrar que a decisão foi claramente errada.
  • 6. Só o árbitro poderá iniciar uma revisão; o VAR (e os demais membros da arbitragem) só poderão recomendar que o árbitro faça a revisão.
  • 7. Seja qual for o processo de revisão, não há pressão de tempo para revisar a decisão rapidamente, pois a precisão é mais importante que a pressa.
  • 8. Os jogadores e a equipe técnica não poderão ficar ao redor do árbitro ou tentar influenciar se uma decisão, ou o processo de revisão ou a decisão final está sendo revista. Um jogador que usar o ‘sinal de revisão’ será advertido (CA).
  • 9. O árbitro deverá permanecer ‘visível’ o máximo possível durante o processo de revisão, para garantir a transparência.
  • 10. Se a jogada continua após o incidente que depois é revisado, qualquer medida disciplinar tomada/exigida durante o período pós-incidente não é cancelada, mesmo se a decisão original for alterada (com exceção de advertência/expulsão por parar um ataque promissor ou um DOGSO).
  • 11. Há um período máximo antes e depois de um incidente que poderá ser revisto.
  • 12. Na medida do possível, o protocolo VAR visa cumprir os princípios e a filosofia das Regras do Jogo.

Para ter acesso à íntegra do documento basta clicar no link a seguir:

Manual Arbitros Assistente de Video – CBF

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