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Com barraco público, o São Paulo segue a cartilha do rebaixamento

“Estávamos saindo dos camarotes e estendi a mão para cumprimentar o presidente. Ele me cumprimentou e falou uma série de coisas, falou que eu vou pagar. Ele falou palavrão de tudo quanto é jeito. O filho dele me empurrou. Eu disse não põe a mão em mim. Daí o Leco pulou na minha garganta. Foi na entrada do salão nobre, deve ter câmera lá, só ver as imagens. Eu estava com um saco de pipoca numa mão e com a outra me defendi. Acho que ele segurou minha camisa pra tentar me dar um soco. Não sei se ele largou porque quis ou se foi puxado por alguém”

“Vamos entrar com uma representação no Conselho Deliberativo contando o que aconteceu. Meu grupo, o MSP (Movimento São Paulo) é que está cuidando disso. Na terça (26) devo encontrar o Leco no clube. Vou pedir desculpas se o ofendi. Minha vontade é dar um abraço e dizer que já passou. Mas queria saber o que o incomodou. Faço muitas cobranças no Facebook, cobro a venda de jogadores, contratações malfeitas, cobro tudo e vou continuar cobrando. Fui eleito pra isso. Acho que se ele está desequilibrado por causa da pressão, deveria se afastar um pouco pra voltar inteiro”

(PEDRO MAUAD, conselheiro do São Paulo, em entrevista â FOLHA)

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