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União dos Monteiro Alves com “Fora Dualib” revela pântano político do Corinthians

Repercutiu ontem, na imprensa, nova chapa formada no Corinthians, denominada “Preto no Branco”, com objetivo de disputar vagas no Conselho Deliberativo.

É a união da controversa família Monteiro Alves com assalariados do clube, ligados ao movimento “Fora Dualib”, viabilizadores dos assaltos praticados (alguns por ação, outros por conveniência) pelo deputado federal Andres Sanches (PT) no Parque São Jorge.

Ao observar os 25 nomes listados têm-se, com exatidão, o extrato do quão pantanosa foram as últimas administrações no alvinegro (quase todos delas participaram).

De cara, alocaram-se quatro integrantes do clã “Monteiro Alves”, investigados por crimes diversos.

O mais conhecido é Adilson Monteiro Alves, notório pelo período da “Democracia Corinthiana”, fama que jogou pelo ralo ao fazer, sem limites morais, de tudo e mais um pouco ao eleger-se Deputado Estadual.

Os casos envolvendo “bingos”, pelos quais boa parte da família foi indiciada, remete a filmes de gangsters popularizados pelo cinema americano.

O ex-diretor de futebol Duílio Monteiro Alves também concorre, com a fama de ter contribuído para crimes cometidos por Andres Sanches (em transações de atletas), entre os quais o que está sendo investigado pelo FBI, em Miami, referente a ocultação de valores, recebidos indevidamente, na contratação de Alexandre Pato.

O golpe, completo, pode ser conferido no link abaixo:

Detalhes (com documentos) da criminosa transferência de Alexandre Pato para o Corinthians

Tanto Sanches quanto Duílio tiveram que sair corridos dos EUA.

Boa parte da família “Monteiro Alves” teve que fugir, também, de Andradas/MG, local em que tentaram, pelo PT, ingressar, sem sucesso, na política local, através da candidatura de Ciro Monteiro Alvez, que agora aventura-se no Corinthians.

Entre os “Fora Dualib”, grupo que, entre 2006 e 2007 foi financiado pelo dinheiro limpo de Kia Joorabchian para trabalhar pelo projeto de poder do grupo de Andres Sanches, e que depois, alçados ao poder, viveram às custas do clube nos últimos dez anos, os mais notórios são:

Eduardo Ferreira

Tratado na época da queda de Dualib como “Edu dos Gaviões”, e, posteriormente, como “Gaguinho”, Eduardo Ferreira serviu, na última década, como preposto de Andres Sanches para os mais diversos atos de imoralidade.

Intermediou obras no clube, esquematizou vendas de ingressos paralelas, chegando, por conta da lealdade aos desvios de conduta, ao mais almejado cargo no Parque São Jorge, o de Diretor de Futebol, sempre submisso, sem voz de comando, obedecendo ordens do deputado, mas embolsando, dizem, quantia que parece ter alterado sua condição financeira.

Se no período do “Fora Dualib”, em que praticava atos de violência contra conselheiros octogenários e até jornalistas, o vulgo “Gaguinho” vendia o almoço para pagar o jantar, agora não mais, porque, mesmo sem receber salários, oficialmente, abriu empresas (que fizeram negócios com o Corinthians) e comprou imóveis, um deles no afamado bairro do Morumbi.

Donato Votta

Donato Votta, para alguns, Donato “da erva”, por conta de hábitos evidentes, no período de “Fora Dualib”, foi responsável, pela extrema habilidade em distorcer a verdade, por comandar, entre outras coisas, os grupos que se revezavam pela internet (principalmente no Orkut – pouco se falava de facebook à época), com objetivo de, seguindo a cartilha de Rosenberg, vender a biografia mentirosa de Andres Sanches, tratando-o como “grande empresário” e “homem sofrido do povo”, discriminado e perseguido.

Dizia, como boa parte de seu grupo, que não aceitaria cargos no Parque São Jorge e estava trabalhando para ajudar o Corinthians.

Nos últimos anos, em todas as gestões, ocupou diretorias no Timão.

Elie Werdo

Discreto, Elie Werdo foi vice-presidente do clube, responsável por aproximar os malfeitores da “renovação e Transparência” da velha guarda alvinegra, ocultando verdades e servindo de apoio aos desmandos.

Fábio Petrillo e Fabrício Vicentim

Todos os grupos necessitam de “carregadores de piano”, aqueles que servem o café em reuniões e comem as sobras dos desvios de conduta, razão pela qual justifica-se os nomes de Fabio Petrillo (que ocupu cargo no TI do clube) e Fabrício Vicentim, insignificantes, inclusive, na época de “Fora Dualib”, mas eficientes na serviçalidade.

Fernando Matheus

Vicente Matheus e Isidoro, notórios ex-dirigentes do Corinthians, reviram-se no túmulo ao observar o sobrenome mais famoso do clube ser representado pela amoralidade de Fernando, que sempre discursou contra a “corrupção”, mas aliou-se, na política alvinegra, a notórios malfeitores alvinegros.

Não por acaso a ex-presidente do Timão, Marlene Matheus, mantém segura distância do aparentado.

José Luis Cecílio

José Luis Cecílio, vulgo “Zé da Mooca”, no período “Fora Dualib”, era também dos que trabalhava, ao lado de Donato “da Erva” e Doni “Bob Cuspe”, no submundo da internet, distorcendo verdades e atacando adversários.

A lealdade aos malfeitores garantiu-lhe sustento e cargos no Parque São Jorge.

Atualmente faz parte do Comitê de Ética, atuando ao lado de Sérgio Alvarenga para engavetar denúncias contra a diretoria.

Anderson Cesario

Cesário é discreto, espécie de “mão de obra” e, talvez por conta disso, foi colocado para exercer funções ao lado de Donato “da Erva”, no Departamento Cultural e nos desmandos da Arena de Itaquera, local em que enxergar e não contar é absolutamente desejável.

Yule Bisetto

Yule surgiu como “blogueira” combativa contra os desmandos do Parque São Jorge, foi cooptada, e, sem constrangimentos, passou a elogiar aqueles que tratava como marginais no Corinthians.

Premiada pelo serviços prestados, ganhou coluna no “Blog do Torcedor”, da Globo.com, em que deu sequência ao trabalho informal de distorção da realidade alvinegra.

Ao término do período de internet, foi incorporada como funcionária da Arena de Itaquera, local em que, por alguns trocados, segue bajulando e servindo a dirigentes.

Sidney Junior

Sidney Junior assumiu o lugar de “Gaguinho” quando este saiu da Ouvidoria do Corinthians, prestando-se a anotar o nome de insatisfeitos para, depois, colocá-los em “lista negra” da diretoria no Parque São Jorge.

Jair Lima

Ex-assessor das categorias de base do Corinthians, dirigida por notórios corruptos, “jairzinho” ganhou e deixou ganhar, sem pudores ou constrangimentos.

Frequentava, também, a ouvidoria, local em que colhia denúncias para repassá-las aos denunciados.

Marcel Budau

Marcel Budau é conhecido como “laranja” de Edu “Gaguinho”, responsável por tocar obras dentro e fora do Parque São Jorge, entre as quais creche que serviu de contrapartida ao estádio de Itaquera.

Tomas Kalil

Salta aos olhos a inclusão do nome de Tomas Kalil, filho do vice-presidente Jorge Kalil, que discursava, até outro dia, dizendo-se infiltrado na diretoria para combater e revelar a corrupção de Andres Sanches.

Kalil sempre tratou os agora companheiros do filho, pelas costas, como “vagabundos”.


Há outros nomes, não listados pelo Blog do Paulinho, pela absoluta insignificância, mas anuentes com o sistema vigente no Parque São Jorge, que podem ser conferidos no link a seguir:

Integrantes

Seja qual for o resultado das eleições, a simples composição de chapa com nomes tão deploráveis trata-se de evidente derrota política de um clube tão grandioso que merecia ser mais respeitado.

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