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Archive for janeiro \29\UTC 2017

Blog do Paulinho #93

janeiro 29, 2017
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Corinthians leva mais um chapéu histórico de Alexandre Pato e seu grupo de empresários

janeiro 29, 2017

sanches, pato e kia

O leitor do Blog do Paulinho soube, em primeira mão, detalhes de como um grupo de empresários, chefiados pelo deputado federal Andres Sanches, lesou os caixas alvinegros na aquisição do jogador Alexandre Pato junto ao Milan.

https://blogdopaulinho.com.br/2015/06/19/detalhes-com-documentos-da-criminosa-transferencia-de-alexandre-pato-para-o-corinthians/

Sem dúvida, o pior negócio da história alvinegra (vale lembrar que o diretor de futebol era Roberto Andrade).

Agora, tudo indica, novo “chapéu” acaba de ser aplicado.

Ainda no Timão, Pato teria, segundo seus empresários, recusado proposta milionária da China, que, se aceita naquele instante, recuperaria boa parte do dinheiro gasto pelo Corinthians.

Se esperasse mais alguns meses, o jogador sairia sem ter que pagar nada ao clube.

No final de 2015, Pato e Gilmar Veloz (seu agente principal) viajaram ao exterior para encontra-se com Kia Joorabchian, encontro que se repetiu, posteriormente, com a presença de Andres Sanches à mesa.

Evidentemente não tratava-se de reunião familiar, mas sim de uma mesa de negócios.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/2015/12/espera-de-propostas-pato-viaja-europa-para-encontra-kia-joorabchian.html

Meses depois, após Kia ter colocado o atleta em empréstimo no Chelsea, estranhou-se que o Villareal, da Espanha, aceitou pagar R$ 10,8 milhões ao Corinthians (mesmo sabendo que nada precisaria dispor financeiramente se esparasse mais alguns dias), em negociação estranha, mas que serviu, ao menos, para minimizar (pouco) o impacto (psicológico) da perda gratuíta do atleta (o Timão gastou entre aquisição e salários, mais de R$ 60 milhões).

Tratava-se, porém, de um embuste.

Meses após ter sido apresentado à equipe espanhola, Pato acaba de ser negociado com o futebol chinês, para a mesma equipe que tentou comprá-lo do Corinthians (Tianjin Quanjian) por R$ 60,4 milhões.

Ou seja, enquanto o Corinthians teve prejuízo de quase R$ 50 milhões com Pato, o Vilarreal, em poucos meses, auferiu lucro de 49,6 milhões.

Não é por acaso que o patrimônio de Andres Sanches e seus “parceiros”, nacionais ou estrangeiros, cresce (sem fonte de renda oficial compatível) na mesma proporção, e período, em que o Corinthians se afunda em dívidas.

Presidente da FPF, em campanha para CBF, detona árbitros e pede definição da FIFA sobre Del Nero

janeiro 29, 2017

reinaldo carneiro

Em ótima entrevista concedida ao jornalista Paulo Passos, editor da FOLHA, o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, comportou-se como candidato em campanha à presidência da CBF.

Até porque, de fato, está.

Questionado se o temor em viajar (para não ser preso) de Marco Polo Del Nero, gestor da Casa Bandida, não atrapalha o futebol brasileiro, respondeu:

“Está na hora da Fifa dizer se ele [Del Nero] é culpado ou inocente. O futebol brasileiro merece uma definição. A Fifa precisa se manifestar. Qualquer definição seria melhor. Qualquer que seja. Pior que o sim ou não é o não sei, não respondo. Ninguém pode ser investigado eternamente.”

Apesar do FBI já ter se definido, o dirigente da FPF, que chegou ao cargo apadrinhado pelo da CBF, não arriscou-se a defendê-lo.

Ao responder sobre as razões de Del Nero não viajar e se acredita que o presidente terminaria o mandato na Confederação Brasileira de Futebol, disse:

“Ele fala que foi orientado juridicamente para não viajar”

“Não tenho bola de cristal. Mas se seguir assim, sem a definição da Fifa, com certeza ele fica. Muito difícil juntar clubes e federações para uma mudança sem a definição.”

É nítida a impressão de que o mandatário da FPF pressiona a FIFA no desejo de abreviar a passagem do “aliado” na CBF para que possa, talvez, ocupar-lhe o lugar sequencialmente.

Na política funciona a máxima: “fui com você até onde deu… daqui por diante é cada um por si”.

Por fim, para não perder o costume, Bastos, que no passado, segundo acusações de ex-árbitros, fazia o diabo nos bastidores para prejudicá-los, tratou a categoria com desprezo ao responder sobre as razões da não profissionalização desta profissão:

“Estamos distantes do árbitro profissional de dedicação exclusiva, com salário fixo. Foi feito um teste na federação, mas não deu certo. Aumentou a dispensa do árbitro. Se ele apitava domingo em Penápolis, o salário era o mesmo do que se não apitava. Logo, surgia um problema em casa, sentia uma dorzinha que vira uma dorzona. Quando ganha por partida, ele quer apitar sempre. Precisa disso. Ele pode ir em festa, encher a cara, mas está no jogo no dia seguinte. Porque ele precisa daquele dinheiro.”

Diretoria do Corinthians afrontará Conselho com previsão orçamentária à margem da Lei

janeiro 29, 2017

piovesan-e-raul

Recentemente, reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians sequer foi iniciada após constatação de que a previsão orçamentária para 2017 (que deveria ser votada no encontro) estava em desconformidade com a Lei do PROFUT.

Em síntese: há a necessidade, segundo a legislação, de um detalhamento maior de todos os gastos e arrecadações, divididos por setores do clube, não como pretendia a diretoria, uma espécie de “saldo geral”.

Diante da negativa do Conselho em analisar as contas, os dirigentes alvinegros ganharam perto de um mês para refazer os cálculos e adequá-los para exposição.

Informações dão conta de que amanhã, em nova reunião, os conselheiros serão afrontados por novo relatório, ainda equivocado, à margem da lei.

Resta saber se por incompetência da diretoria financeira, chefiada por Emerson Piovesan, ou puro descaso de um grupo acostumado a aprovar o que quer que seja num Conselho historicamente submisso às recentes gestões.

Honrarão os conselheiros as calças que vestem ao analisarem, tecnicamente e dentro da Lei, o material ou, de joelhos, aprovarão a imoralidade ?

Vale lembrar que o Corinthians, se denunciado pela inadequação com o PROFUT, pode sofrer graves sanções, inclusive esportivas, gerando ainda mais prejuízo aos já combalidos caixas alvinegros.

Grafite no limite

janeiro 29, 2017

doria

EDITORIAL DA FOLHA

A polêmica sobre grafites e pichações na cidade de São Paulo demanda uma solução capaz de contemplar dois interesses legítimos e em parte conflitantes.

Não é justo que proprietários das superfícies atingidas tenham de arcar com o custo periódico de repintá-las, nem que os autores de tais intervenções imponham seus padrões estéticos à cidade inteira.

Aceitar que cabe ao poder público garantir certo ordenamento visual na paisagem urbana esteve na base da Lei Cidade Limpa (2006), que restringiu a exposição publicitária de modo draconiano sob apoio quase unânime.

Por outro lado, boa parte dos grafites faz jus à condição de manifestação artística, sendo esta uma das cidades do mundo em que tal forma de expressão mais floresceu, num interessante contraste com a aspereza de sua paisagem.

Aos trancos e barrancos, num açodamento que vai se tornando característico da novata gestão João Doria (PSDB) em seu afã de gerar repercussão, parece que a prefeitura se aproxima de uma fórmula mais razoável.

Seja porque fosse essa a intenção original, seja porque foi intenso o antagonismo suscitado pelo apagamento aparatoso e desnecessário de pinturas coloridas com tinta cinza, anuncia-se agora um programa de promoção da arte do grafite, sob o pomposo nome de Museu de Arte de Rua.

Certas regiões da cidade seriam palco de intervenções organizadas pela própria prefeitura, num esquema de rodízio acordado com a comunidade em que os trabalhos pintados nos muros e empenas permanecessem expostos por determinado tempo.

Com o aparente desígnio de cooptar parte do movimento grafiteiro, sugere-se na equipe do prefeito que o programa ampliará a duvidosa prática de remunerar artistas de rua que já vinha sendo adotada pelo antecessor, Fernando Haddad (PT).

Espera-se que a precipitação autoritária não seja substituída por outro vício do poder público, o de intervir e controlar em demasia.

Seria melhor que os próprios artistas se organizassem de modo autônomo e preenchessem como quisessem áreas para tanto designadas pela prefeitura (e não há motivo para que o corredor da avenida 23 de Maio não esteja entre elas).

O mundial de clubes, a FIFA e a imprensa que mente

janeiro 28, 2017

mundo2000

Diferentemente do que foi divulgado ontem, por boa parte da imprensa, a FIFA sempre considerou como campeões mundiais de clubes (com sua chancela), por razões óbvias, apenas àquelas equipes que disputaram torneios organizados pela entidade.

De 2000 (Corinthians) até 2016 (Real Madrid).

Nunca, em momento algum, a FIFA disse, oficialmente, que o título do Palmeiras em 1951 ou as taças Intercontinentais, tinham seu reconhecimento.

A imprensa distorceu e quase convenceu.

Apesar disso, estes campeões, que também são mundiais (embora não reconhecidos pela FIFA, simplesmente pelo critério dela não ter organizado – apesar de ter acompanhado – os torneios), sempre foram citados com respeito pela entidade.

É evidente que as disputas iniciadas nos anos 60 tem seus vencedores, apesar da alcunha oficial de “campeões intercontinentais”, considerados como legítimos vencedores Mundiais, até porque, nesta época, era o campeonato mais importante que poderiam disputar.

Houvesse algum outro torneio, de caráter supra-continental, mais relevante do que os citados, durante essas décadas, e a história seria contada de maneira diferente.

Não havia.

Passou a existir somente em 2000.

Todos, desde 1960, sejam o vencedores de Intercontinentais (sem a chancela FIFA) ou dos campeonatos organizados pela entidade máxima do futebol, são, de fato e direito, campeões mundiais de seus respectivos anos.

Excetuando-se, como já explicado noutro comentário postado neste espaço (confira no link abaixo), os que se autoproclamem, em argumentação absolutamente forçada, campeões mundiais por vencerem torneios amistosos no Rio de Janeiro, na década de 50, comparáveis a dezenas doutros “mundialitos’ disputados em países diversos, sem que os vencedores lutem arduamente para tratá-los com o tamanho maior do que realmente possuem.

https://blogdopaulinho.com.br/2016/07/22/o-palmeiras-nao-e-campeao-mundial-e-sabe-disso-2/

Para fugir de Sérgio Moro, Andres Sanches volta atrás e será candidato à Deputado Federal

janeiro 28, 2017
Andres Sanches, Marcio Seboso e André Negão

Andres Sanches, Marcio Seboso e André Negão

Diante da evidente citação de seu nome, em delação da Odebrecht, na condição de recebedor de propina das obras do estádio em Itaquera, utilizado pelo Corinthians, o deputado federal Andres Sanches afirmou a seus correligionários que será candidato à reeleição.

Vale lembrar, o alvinegro, meses atrás, dizia-se “enojado” com a política e que, “infelizmente”, era parlamentar.

Esta é a razão de Sanches ter voltado às ruas e, desde já, iniciado campanha.

O alvinegro dividirá a agenda política com seu chefe de gabinete, André Negão (que sairá candidato e deputado estadual), também ameaçado de prisão pelos mesmos motivos do deputado.

A segunda vida do gato da Copinha

janeiro 28, 2017

vampeta-e-o-gato

Com 22 anos de idade, o jogador Helton ficou “famoso” ao ser flagrado em crime de falsidade ideológica durante a Copa São Paulo de Juniores (que só pode ser disputada por garotos até 20 anos), utilizando-se de documentação fajuta de um amigo, Brendon, que está preso no Rio de Janeiro.

Sua atitude acabou por prejudicar a carreira de diversas promessas do Paulista de Jundiaí (eliminado do torneio), privados de disputar a final do campeonato (principal vitrine da categoria).

Porém, apesar de responder a justo processo criminal, em vez de ser punido, esportivamente, Helton foi quase homenageado.

Assinou contrato profissional de dois anos com o Audax, em que está incluída, além dos salários, assessoria jurídica para o rolo em que se meteu.

É louvável a intenção de Vampeta, presidente da equipe de Osasco, em dar uma segunda vida ao “gato” (dizem que possuem sete), porém, da maneira e no momento em que isso está acontecendo, o equívoco é muito grande.

Muita gente foi prejudicada.

Premiar o causador desses problemas não parece ser o caminho correto a ser seguido.

Relatos dão conta de que o garoto agiu, ainda que estimulado por terceiros, com ampla ciência dos acontecimentos, friamente, e que possuí índole, de fato, preocupante.

Enquanto isso, jogadores, dirigentes e comissão técnica do Paulista, além das outras equipes que ficaram no caminho durante o torneio, vencidas por um time com atleta em situação irregular, mesmo enfrentando as mesmas dificuldade de Helton (sem o socorro da prática ilícita), dificilmente receberão, de quem quer que seja, oportunidade semelhante.

A tragédia da Chape já deu

janeiro 28, 2017

chape

Da FOLHA

Por MARILIZ PEREIRA JORGE

Foi assim que um conhecido resumiu o fiasco do jogo em tributo à Chapecoense, realizado quarta (25), no Engenhão, no Rio de Janeiro. Caridade a R$ 70… fala sério!, reclamou uma leitora. E assim vamos juntando as peças do retumbante fracasso -ou seria melhor chamar de vexame?- o tal Jogo da Amizade, a nobre proposta de realizar uma partida de futebol entre Brasil e Colômbia para arrecadar fundos para os familiares das vítimas do voo da Chapecoense.

Não deu certo. E ainda não sei o que mais impressiona: o zero engajamento do torcedor brasileiro para ajudar as famílias da Chape ou a falta de cordialidade para retribuir o carinho e o respeito que o povo e as autoridades colombianas nos estenderam no momento da tragédia.

O que aconteceu com #somostodoschape?

Para começo de conversar, o evento foi muito mal divulgado. Algumas pessoas disseram que sequer souberam que ele seria realizado. Ou a estratégia da CBF não funcionou ou não houve tal coisa. Por certo, os organizadores acreditaram que a lotação dos estádios nas eliminatórias da Copa seria a garantia de um evento de sucesso. Não foi, apenas 18.695 pessoas estiveram no Engenhão, que tem capacidade para 60 mil.

Os clarões no estádio contrastavam com a superlotação do Atanásio Girardot, em Medellín, quando cerca de 45 mil pessoas encheram as arquibancadas, fora os 100 mil que ficaram do lado de fora, na homenagem organizada pelo Atlético Nacional.

Um segundo ponto importante. É verdade que, na Colômbia, a solidariedade foi gratuita. No Brasil, o intuito era também arrecadar dinheiro, mas os ingressos chegavam a R$ 150. Veja, cobrar tais valores do torcedor, em sua maioria cariocas, no momento em que o funcionalismo está há meses sem receber em dia e batemos recorde de desempregados, mostra como a CBF está desconectada da realidade. Tão desconectada que nem o presidente da entidade Marco Polo Del Nero se deu ao trabalho de comparecer.

Ainda assim, os presentes poderiam ter feito bonito, mas o que prevaleceu em boa parte do jogo foi apenas rixa entre torcidas e aquele orgulho brasileiro fora de hora. Torcedores do Flamengo gritavam o nome de seus jogadores e os demais vaiavam. Palmeirenses xingando jogador corintiano quando este pegava na bola.

Mesmo com uma quantidade expressiva de colombianos, ouvia-se no estádio o famoso “eu sou brasileiro, com muito orgulho e muito amor”. Grito fora do contexto, fora do clima de cordialidade que deveria imperar. Perdemos uma chance enorme de retribuir ao Atlético Nacional e ao povo da Colômbia o que fizeram por nós.

Uma leitora chegou a dizer na época da tragédia que o que os colombianos fizeram pela Chapecoense nunca seria feito pelos brasileiros. Achei um tremendo exagero, mas infelizmente ela parece ter razão.

O que aconteceu com nossa empatia? Li muitos comentários de que a tragédia “já deu”, de que ninguém aguenta mais falar sobre o episódio, que temos outros problemas mais graves. Não sabia que o saco da empatia tinha fundo, que a gente se cansa de se comover com as tragédias alheias.

E assim fechamos mais um capítulo vergonhoso de nossa história. Jogo beneficente, mal organizado, com ingresso caro, numa cidade falida, com uma seleção incompleta. Receita perfeita para um fiasco. Orgulho de ser brasileiro por que?

Coluna do Fiori

janeiro 28, 2017

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Faça algo de bom das coisas ruins que aconteceram com você”

Provérbio alemão

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AGRESSÃO

1

Obtive informação que a diretoria do SAFESP presidida por Artur Alves Junior, entrou em contato com o árbitro assistente Luiz Felipe Prado Silva, atacado pelo presidente Paulo Sirqueira e jogadores do E.C. Água Santa nos minutos finais da refrega contra o E.C. Juventude, alusiva à fase classificatória da Copa São Paulo de Futebol Junior, disputada no Estádio Inamar, na cidade de Diadema

Obrigação

Desde o primeiro momento o presidente do SAFESP cumprindo seu dever, se prontificou em acompanha-lo nos órgãos policias, orientando-o, a representar contra seus agressores

Tirou da Reta

Ao comparecer na sede da entidade, provavelmente, por medo de represálias da parte dos agressores ou de ter sua caminhada na arbitragem obstruída por ingerências politicas; deplorável e nada surpreendente, ocorreu no minuto que o assistente Luiz Felipe Prado Silva discorreu não ter interesse de tocar o caso pra frente

Rematando

Ao apanhar e calar o árbitro expressa que vale tudo para atingir seu objetivo

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Copa São Paulo de Futebol Junior 2017 – Disputas Semifinal

Sábado 21/01

Batatais 1 x 5 Paulista

Árbitro: Anderson Jose de Moraes Coelho 27 anos

Assistente 01: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo

Assistente 02: Anderson Jose de Moraes Coelho

Item Técnico/Item Disciplinar

Os representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho aceitável

Domingo 22/01

Corinthians 3 x 0 Juventus

Árbitro: Salim Fende Chavez

Assistente 01: Rogerio Pablos Zanardo

Assistente 02: Eduardo Vequi Marciano

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

No inicio primeira etapa, na metade do campo fiscalizada pelo assistente 02, após defensor do Juventus rebater a pelota promovendo contra ataque prontamente acompanhado pelo árbitro; o atacante corintiano de nº 09 – Carlinhos desferiu agressiva e violenta cotovelada no oponente que estava do seu lado esquerdo

Cochilou

Toda vez que a bola é rechaçada da defesa para contra-ataque, cabe ao assistente fiscalizar a movimentação dos contendores que ali permanecerem. No acima, sem medo de errar: afianço que ocorreu bobeada do assistente

Amarelos

Advertiu com cartão amarelo três corintianos – 02 defensores do Juventus, e um vermelho referente ao segundo amarelo do corintiano Guilherme Kennedy Romão

Olho fechado

O árbitro fez vistas grossas ou agiu dentro do nojento e politicamente correto nas continuas indisciplinas promovidas por Carlinhos, numero 09 do Corinthians

No Todo

Entendendo que está muito distante do que imagina ser, observei fortes rompantes na postura do principal representante das leis do jogo

Definindo

Vai devagar Salim Frende Chaves! Seguindo nesta toada seu caminhar pode ser interrompido por este ou outros motivos

Disputa Final – Quarta Feira 25/01

Batatais 1 x 2 Corinthians

Árbitro: Cleber Luis Paulino

Assistente 01: Bruno Salgado Rizo

Assistente 02: Luiz Alberto Andrini Nogueira

Item Técnico

Não foi disputa acirrada, nas poucas vezes que foi exigido, se fez presente

Disciplinar

05 cartões amarelos corretamente aplicados, assim distribuídos: 03 pro Batatais e 02 pro Corinthians

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Politica

Oceano de ‘eficiência’

1

Cabral e Eike criaram um ‘oceano’ de corrupção, o Tesouro e os cidadãos seguram a onda

Não se trata de ironia do destino, mas de uma coincidência dramática: enquanto a Polícia Federal procurava Eike Batista por mais um esquema criminoso do ex-governador Sérgio Cabral, o atual governador Luiz Fernando Pezão assinava em Brasília os termos do socorro federal para o falido Rio, onde funcionários estão sem salários e cidadãos e empresas serão chamados a contribuir com mais impostos. Cabral rouba, o Tesouro cobre e, no fim das contas, pessoas físicas e jurídicas pagam a conta.

A força-tarefa da operação “Eficiência” definiu o patrimônio ilícito de Cabral como um “oceano”, mas o Estado virou um mar de lama, os fluminenses vivem num mar de lágrimas e, se há alguma ironia nessa história, é que justamente o vice de Cabral, depois seu sucessor, é quem bate de porta em porta em Brasília para segurar a onda em que o Rio se afoga.

As metáforas não são por acaso, já que o verdadeiro Cabral começou a emergir na mídia quando ele se tornou proprietário de uma casa de praia espetacular em Mangaratiba (RJ). Depois, como governador, desfrutava de lanchas caríssimas, vinhos próprios de milionários, jatinhos de empresários e festanças com guardanapos na cabeça em Paris. Tudo com dinheiro alheio, fruto do suor da sociedade.

Além de arrojado, Cabral era também um político prestigiado antes de ir parar em Bangu 8. Foi do PSDB quando convinha, pulou para o PMDB em boa hora, alegou a importância da relação do governo do Estado com o governo federal para estreitar os laços entre ele, governador, e o então presidente Lula e fazia um carnaval com o dinheiro que saltava como confete de esquemas com empresários como Eike Batista e Fernando Cavendish. Chegou a ser cotado para vice e até para candidato à Presidência da República.

Lula percebeu rapidamente toda essa potencialidade. Ficou íntimo de Cabral e foi um bom camarada para Eike. Dinheiro federal para o Rio não faltava, e o grupo X foi um dos “campeões nacionais” na era em que o BNDES era o pai dos ricos. Lula era amigo de Cabral, que era amigo de Eike, que era amigo de Lula. O assalto à Petrobrás foi nessa época, quando Lula também dizia que precisava botar a Vale do Rio Doce “na linha”, destacando para ela alguém com visão “nacionalista” e ação “desenvolvimentista”. Não fosse a resistência de Roger Agnelli (morto depois em acidente aéreo), a Vale poderia ter sido uma segunda Petrobrás…

Cabral teve também muita sorte com um “boom” inédito dos royalties do petróleo e soube capitalizar politicamente. Surfou no PAC Social das maiores favelas cariocas, lançou um forte programa para idosos e, no ano da reeleição de sua candidata Dilma Rousseff, levou os funcionários públicos ao paraíso, com 48 planos de carreiras e salários. O céu era o limite para o Rio, Cabral e suas falcatruas.

E onde fica o PMDB? O PMDB é uma federação nacional e um arquipélago no Rio. No País, há os esquemas – ops!, grupos – de Jader Barbalho no Pará, de Geddel Vieira Lima na Bahia, da família Newton Cardoso em Minas, do agora morto governador Orestes Quércia em São Paulo… E, no Rio, há os esquemas – ops!, as ilhas – de Cabral, Eduardo Cunha, Jorge Picciani e Antony Garotinho (que se mudou para o PR). Essas ilhas não se comunicam e os esquemas são distintos – ou concorrentes?

Tudo isso é assustador e desanimador, mas não se desanime. O Brasil recuou três degraus no ranking da Transparência Internacional sobre a percepção da corrupção e, hoje, está em 79.º lugar entre 176 países. Num primeiro olhar, é o País mais corrupto das galáxias. Melhorando o foco, é o único que está remexendo as entranhas da corrupção, não só com a Lava Jato, mas com seus filhotes. A operação “Eficiência” é um ótimo exemplo disso.

Publicado no Estadão do dia 27/01/2017- Autora: Eliane Cantanhêde 

Finalizando

O que rouba a confiança dos homens é o maior dos ladrões

Textos Judaicos

Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/01/2017

Ouça abaixo as duas edições do programa COLUNA DO FIORI, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol (http://rockngol.com.br)

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Os ‘enxames’ digitais criaram os novos bairros de crime e imundice

janeiro 28, 2017

hacker

Da FOLHA

Por JOÃO PEREIRA COUTINHO

Todos os dias, mais um horror no mundo digital. Li recentemente que uma adolescente de 12 anos, alegada vítima de abusos sexuais pela família, cometeu suicídio ao vivo. O filme de 45 minutos tornou-se “viral”, chegou ao YouTube e ao Facebook. A notícia não dizia se houve “likes”, comentários ou outras reações animadas. Imagino que sim, embora prefira não imaginar.

E quando não são suicídios, são violações, espancamentos, talvez homicídios. A polícia, indignada mas impotente perante o horror, diz que pode fazer pouco, ou nada: estas pornografias propagam-se e multiplicam-se com a velocidade da luz.

Eis o mundo que o filósofo Byung-Chul Han relata no último ensaio que li dele, “No Enxame: Reflexões sobre o Digital” (edição portuguesa pela Relógio D’Água). Não me canso de recomendar os livros breves, densos, luminosos de Han. Ele é dos raros, raríssimos pensadores contemporâneos que pensam realmente o mundo contemporâneo.

No livro, Han analisa o conceito que dá título à obra –”enxame”– para descrever as hordas de indivíduos que, graças à facilidade da comunicação digital, são como pragas de insetos que insultam ou chafurdam no lixo cibernauta com uma violência inaudita. Para Han, isso explica-se por dois fatores que são anteriores, e talvez até superiores, à própria natureza da tecnologia.

O primeiro fator está na eliminação do tempo de espera que definia as nossas comunicações. Se algo me indignava no mundo “exterior”, eu poderia escrever a um editor de jornal. Esse gesto implicava tempo: tempo para pensar; tempo para escrever; tempo para enviar. A distância, que muitos vêem como insuportavelmente antiquada ou elitista, era na verdade um compasso de espera para que eu não fosse escravo das minhas paixões.

Hoje, o “enxame” é composto por escravos: quem insulta na internet; quem consome e partilha vídeos da intimidade alheia (e até da morte alheia), não é um ser racional no sentido elevado do termo. É como as bestas que agem por instinto e que são incapazes de pensar para lá do instinto.

Mas existe um segundo fator que o mundo digital permeia: a eliminação de agentes mediadores. Apesar de Han não o escrever explicitamente, escrevo eu: só existe civilização porque existe mediação.

As massas não são juízes em causa própria –porque existem juízes capazes de administrar a justiça de forma impessoal. As massas não governam diretamente –porque existem representantes que governam mandatos pelo povo mas não submetidos aos caprichos do povo. As massas não produzem “notícias” baseadas em rumores ou fantasias –porque existem profissionais que pesquisam e verificam antes de publicar.

A existência de agentes mediadores, desde que dotados de conhecimento e experiência, é o último filtro entre as paixões incontroladas das massas e a possibilidade de uma sociedade suportável e decente.

O “enxame” não autoriza essa barreira porque acredita que qualquer filtro é, por definição, opressivo, elitista e até antidemocrático. A emergência do populismo político, por exemplo, não se explica apenas com crises econômicas, elites corruptas (ou alienadas dos interesses da população).

O populismo é também a expressão de um tempo em que a “vontade geral” quer ser a “vontade executiva” –agora, já, imediatamente! O líder populista não é o líder de um povo; é um comissário do povo e, muitas vezes, da “tirania da maioria”.

Longe de mim vestir o traje de ludita moderno e marchar contra a internet ou as redes sociais. Pelo contrário: a internet também é uma arena de liberdade e vigilância onde a “tirania da minoria” –no caso, a minoria que nos governa– pode e deve ser criticada.

De igual forma, a censura, qualquer censura, é repulsiva e inútil. Não é possível parar o vento com as palmas das mãos.

O “enxame” veio para ficar. E a única forma de coexistir com ele –e coexistir é diferente de conviver– será muito semelhante à forma como já coexistimos com antros de crime e imundice nas nossas cidades.

Sabemos que eles existem. Conhecemos o nome dos bairros. Mas evitamos frequentá-los por razões de sobrevivência e higiene pessoal.

Programas da rádio Rock n’ Gol – 27/01/2017

janeiro 27, 2017

rockngol-logo-preto

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Novo acordo do Corinthians com a CAIXA será discutido pelo Conselho Deliberativo

janeiro 27, 2017

roberto-andrade-corinthians

Na próxima segunda-feira (30), o Conselho Deliberativo do Corinthians se reunirá para, entre outras coisas (aprovação da previsão orçamentária), deliberar sobre alterações que a diretoria do clube acertou, verbalmente, com executivos da CAIXA, referentes às mudanças de condições de pagamento do empréstimo do BNDES para o clube (R$ 400 milhões).

De R$ 5 milhões mensais durante 12 anos para R$ 3 milhões em 20 anos, ou seja, acréscimo de oito anos nos juros (que elevará o preço final do estádio em Itaquera), estendendo, também, o período em que o clube permanecerá sem receber um tostão de arrecadação da bilheteria de seus jogos.

Logo após a revelação do acordo (que ainda não está assinado), o líder oposicionista alvinegro, Roque Citadini, se pronunciou em suas mídias sociais:

“Acordo Caixa, Corinthians, Fundo/Odebrecht deve ser debatido no Conselho Deliberativo. Acho que o atual grupo dirigente tem pouca condição para resolver problemas”

“Qualquer negociação que não tenha o aval de ampla maioria no Corinthians poderá ser rasgada por qualquer futura (gestão)”

“Sem finalizar a Auditoria sobre o estádio é temerário negociar mudanças. Atual grupo dirigente esgotou sua capacidade de reação aos problemas”

“Odebrecht, Fundo e Caixa não são “parceiros” do Corinthians. Os interesses não são os mesmos e devemos separar o campo de cada um”

“Qualquer negociação do estádio deve esperar o relatório da Auditoria e ser submetida ao Conselho Deliberativo. Fora disso não fica em pé”

É exatamente nessa linha que a maioria dos conselheiros contrários ao novo acordo deverá argumentar.

Além disso, apesar da diretoria dizer, equivocadamente, o contrário, prega o estatuto alvinegro que acordos com valores elevados e que ultrapassem o período de gestão do presidente, obrigatoriamente, devem seguir o seguinte rito: apreciação no CORI e aprovação no Conselho Deliberativo.

Acostumados a ignorar, nos últimos anos, às leis alvinegras, o presidente Roberto “da Nova” Andrade e seu diretor de finanças, Emerson Piovesan, terão agora que prestar contas ao Conselho que, diferentemente doutros tempos, não parece mais tão alinhado com a gestão.

São deploráveis as reações à doença de Marisa Lula

janeiro 27, 2017

marisa-lula

Nos últimos dias, Marisa Lula, esposa de Luis Inácio lula da Silva, tem lutado pela vida no hospital Sírio Libanês, após sofre AVC hemorrágico.

Trata-se de uma ex-primeira dama de um ex-presidente fora do poder há três mandatos.

Ou seja, um assunto privado.

Desde sempre, iniciantes em faculdades de jornalismo recebem a orientação sobre as diferenças do que é notícia (tem interesse público) do que deve ser evitada a divulgação, seja por questões éticas e até humanitárias.

Recentemente, um tarimbado jornalista excedeu essa barreira, publicando a tomografia de Marisa Lula, tratando ainda de comentar sobre possíveis sequelas que a paciente viria a sofrer (disse ter recebido orientação de médico), sem se dar conta se a família sabia ou não desta informação.

A falta de bom senso, e respeito, é evidente.

Pior ainda agiu a fonte que repassou o material ao jornalista, que não é militante do PT (longe disso), como informado, nem do Hospital Assunção em São Bernardo (o exame era de lá, mas foi anexado ao prontuário da paciente – de onde foi copiado e desviado), mas, em verdade, um médico do próprio Sírio Libanês.

O Conselho Regional de Medicina já tem o nome do suspeito, que o blog desconfia, mas somente publicará com a devida comprovação.

Diante deste circo de horrores protagonizado pela indignidade humana, de gente que confunde os desvios de conduta do PT, dos quais Marisa e Lula estão sendo investigados e, tudo indica, merecem as punições, com a vida privada de pessoas que merecem respeito, sejam elas quais forem, num momento de estrema dor e sofrimento, em vez de decepção sobressai-se a constatação de que não existem limites para o exercício do mau-caratismo, que englobam, também, os efusivos festejos de internautas em redes sociais, em comemoração à doença da ex-primeira dama.

Ingressos desviados: torcedor do Corinthians tropeça nas inverdades

janeiro 27, 2017

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Após duas postagens evidenciando o desvio de quatro ingressos da final da Copa São Paulo, reservados à diretoria do Corinthians, para o torcedor Mauro Gresele, com indícios de distribuição através de conhecido esquema de conselheiros com torcedores “organizados”, acreditava-se, o assunto estaria encerrado.

https://blogdopaulinho.com.br/2017/01/25/flagrante-quatro-ingressos-da-diretoria-do-corinthians-sao-desviados-para-torcedor/

https://blogdopaulinho.com.br/2017/01/26/ingressos-desviados-por-dirigentes-do-corinthians-foram-utilizados-na-final-da-copinha/

Mas não.

Questionado por outros associados em sua página de facebook, Gresele faltou com a verdade ao se intitular “Diretor do Canindé”, um deparamento de futebol interno do Corinthians.

Aliás, mesmo que sua “carteirinha”, que, em verdade, está inserida na cota dos que trocam votos por “bocas livres”, tivesse o valor que afirmou ter (não tem), é sabido no Parque São Jorge que diretor ou conselheiro algum tem direito a receber mais do que um ingresso (alguns dois) para jogos do Timão.

Quatro é “esquema”, como o próprio Gresele insinuou ao dizer, publicamente, após postar as entradas: “quem tem amigo não morre pagão”.

Abaixo a carteirinha que Gresele, em aparente novo ato de reduzida inteligência, postou em resposta às nossas denúncias, que o desmascara ainda mais, evidenciando que trata-se de mero “assessor”, não “diretor” do tal “Canindé”.

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