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Ponte Preta 1×0 Corinthians

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Corinthians: revista “Renovação e Transparência” comete omissão histórica

Na última semana, o grupo “Renovação e Transparência”, liderado pelo deputado federal Andres Sanches, distribuiu publicação em que demonstrava “seus feitos” ao longo de uma década no poder do Corinthians.

Muitos compararam-na com os “Relatórios de Sustentabilidade” do ex-diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, impecável na apresentação, mas absolutamente mentiroso no conteúdo.

Tirante o ridículo de colocar Sanches como personagem de história em quadrinhos, o documento acabou por jogar contra o mantra de que o clube “tornou-se vencedor a partir de 2007”, cometendo, ainda, omissão histórica, que revelaremos nas próximas linhas.

A “renovação e transparência”, somados todos os títulos conquistados, não conseguiu atingir a marca do ex-presidente Alberto Dualib (16 conquistas), demonstrando que vencer campeonatos não é algo que se iniciou em 2007 para o clube.

Com relação a omissão, faltou dizer que, em toda a história alvinegra, Andres Sanches foi o único presidente a rebaixar o Corinthians de divisão (nem o mandatário do lendário “faz-me-rir” conseguiu tamanha proeza).

Malandro, o deputado costuma apoderar-se da conquista do Mundial 2012, que tinha Mario Gobbi na presidência (seu desafeto), como se fosse sua, e jogar nas costas de Dualib o episódio do rebaixamento, sem contar, porém, que o ex-presidente entregou-lhe a equipe na oitava colocação do Brasileirão.

Confira abaixo vídeo que relembrará ao torcedor a realidade dos fatos:

São Paulo deveria adotar o Pacaembu

Dono de um estádio histórico, porém envelhecido e mal localizado, o São Paulo Futebol Clube passou a jogar melhor, com mais vibração, quando teve seu torcedor mais próximo do campo de jogo, dos atletas, no Pacaembu.

O Morumbi é absolutamente inviável para os padrões do futebol moderno, tanto financeiramente, quanto esportivamente.

Por que não pensar, então, em adotar o Pacaembu ?

Se para reformar o Cicero Pompeu de Toledo o Tricolor encontraria diversas dificuldades (uma missão quase impossível), com o estádio municipal, a custo mais baixo e, certamente, amparado em parcerias mais viáveis, a solução poderia ser bem interessante.

O que fazer com o Morumbi ?

Poderia ser adotado como espaço para shows (sempre funcionou bem assim) ou eventos diversos que necessitem grande presença de público, estes com perfil diferente, cultural e financeiro, de torcedores de futebol.

O Tricolor passaria a arrecadar mais terceirizando a utilização do Morumbi, agrando torcedores que, em frequentando o Pacaembu, encontrarão mais facilidade em lotar os jogos (acesso, localização, conforto, etc), sem a necessidade de cobrar ingressos a preços de Série B para atingir este objetivo, consequentemente ampliando a receita do clube.

No Corinthians, ladrão que rouba ladrão nem sempre tem perdão

“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, diz o ditado popular para justificar determinados procedimentos do submundo da bandidagem.

No Corinthians a aplicação é diferente.

Pilares da gestão “Renovação e Transparência”, que tem o deputado federal Andres Sanches como guru, os grupos “Fora Dualib” e “Corinthianos Obsessivos”, que, por conta de maus feitos, foram obrigados a mudar de nome para, respectivamente, “Preto no Branco” e “Corinthians Grande”, andam se atritando nas alamedas do clube.

“Judas… traíras”, gritavam, ontem, os batedores de carteira (Fora Dualib) para os ladrões de casaca (Obsessivos), que, até o momento, acenam com candidatura própria às eleições alvinegras, fato que desagrada os primeiros, que precisam da vitória do parlamentar para colocar comida no prato.

Não há perdão, no mundo do crime, para os que abandonam a quadrilha (roubando, ainda, parte de seus votos), a não ser que voltem a beneficiar o “chefão”.

Tudo pode acontecer até a data limite do registro das candidaturas à presidência alvinegra, inclusive os que hoje se atritam voltarem a se tratar com respeito, uns por necessidade financeira, outros pela notória obsessão ao poder.

Hernanes merece a Seleção Brasileira

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Ontem, o jogador Hernanes foi decisivo para que o São Paulo vencesse o Santos, no Pacaembu, e subisse mais um degrau, distanciando-se do rebaixamento no Brasileirão.

O clube terá, após a confirmação do salvamento, que agradecê-lo eternamente.

Sem Hernanes a situação da equipe seria irrecuperável.

Após a passagem pela Europa, o atleta tricolor, que sempre foi de bom nível, evoluiu em todos os fundamentos e hoje, sem dúvida, merece chance na Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo em 2018.

Do meio campo convocado por Tite, na última semana, o ídolo tricolor é melhor do que Diego (Flamengo), Renato Augusto (Beijing Guoan), Fernandinho (Manchester City) e Giuliano (Fenerbahçe), rivaliza com Paulinho (Barcelona) e Casemiro (Real Madrid) e não concorre, por ter funções diferentes, com Philippe Coutinho (Liverpool) e Willian (Chelsea).

Ir ao mundial sem testá-lo nos próximos amistosos é abrir mão de alternativa interessante e que poderá, como tem ocorrido no Tricolor, fazer a diferença para o Brasil em jogos mais complicados do torneio.

Várzea santista

Há tempos, Levir Culpi, apesar de parecer boa pessoa, trata-se de um treinador desatualizado, ocupando uma faixa mediana na profissão, portanto sem qualificação necessária para treinar o Santos Futebol Clube.

Leia o que opinamos, antes mesmo de sua contratação:

Levir Culpi ou Elano ?

Ao demiti-lo, da maneira mais varzeana possível (duas vezes na mesma semana, com um “retorno” amparado em pedido de jogadores), a diretoria do Peixe revelou, ainda mais, sua notória incompetência.

Se aprendeu, ao menos, com os erros (da contratação desqualificada e a demissão atrapalhada), cederá espaço para que Elano – que foi bem quando solicitado interinamente, desenvolver um trabalho, desde já, voltado para 2018.

É bem mais inteligente apostar em alguém nitidamente identificado com o clube (que parece levar jeito para o ofício) do que em nomes “consagrados”, que, tirante um ou dois diferenciados (já empregados), acabam por se revelar mais do mesmo, quando não são adeptos de malandragens de bastidores.

RIP Everson Passos (1966-2017)

Morreu Everson Passos, ex-produtor do CBN EC e de tantas outras atrações na rádio, torcedor do Internacional, que conheci por lá no início de 2007, quando frequentava a redação para bater papo com o amigo Juca Kfouri.

Cordial, discreto, ótima pessoa.

Passos, que já estava fora da emissora (após 17 anos de trabalho) e morava no Rio Grande do Sul, foi acometido por um AVC, passou três meses em coma e descansou, aos 51 anos de idade.

Fica a saudade dos amigos, familiares e companheiros de profissão.

Velório e enterro serão realizados neste sábado, em Porto Alegre.

Confira abaixo Everson Passos, em Brotas/SP, realizando trilha de Mountain Bike (ele tinha paixão por bicicletas), numa folga de matéria realizada em 2011, para a rádio CBN

Adesão de Stabile a Citadini era desejo de seus correligionários

Anteontem, o Blog do Paulinho revelou, com exclusividade, que Osmar Stabile será vice-presidente da chapa “Corinthians Mais Forte”, encabeçada pelo conselheiro alvinegro Roque Citadini, que lidera pesquisas eleitorais no Parque São Jorge com, em média, cinco por cento de vantagem contra Andres Sanches, candidato da situação.

Os demais adversários possuem números irrelevantes.

A adesão de Stabile era prevista, apesar de somente sacramentada dias atrás, por conta do desejo de seus correligionários, que entendiam na composição a melhor alternativa para a disputa (alguns até acenavam com apoio a Citadini antes mesmo da parceria firmada).

Ontem, porém, em “jogo de cena”, Osmar passou o dia desmentindo a informação, inclusive num discurso durante lançamento de chapa ao conselho deliberativo.

A composição será anunciada, oficialmente, nos próximos dias.

Abaixo, postagem do candidato ao conselho, Eduardo Lopes, abraçado com Citadini e Stabile, com a legenda “agora vai !”, que apagou logo depois, por conta do vazamento da informação da união dos candidatos, publicada pelo Blog do Paulinho:

Palmeiras é muito grande para ser tratado como piada de boteco

Mais uma vez, despreparados dirigentes do Palmeiras, não se sabe por burrice ou necessidade de holofotes, fizeram a alegria dos torcedores adversários ao espernearem por conta do desejo de ver a FIFA tratar os amistoso de 1951, disputados com grandes equipes da época, como se fossem campeonatos mundiais, da mesma maneira que a entidade fez ontem com a Copa Intercontinental, esta, de fato, a mais relevante disputa de clubes entre os anos 60 e 94.

O clube deveria mudar de postura.

Tivesse um presidente inteligente, mandaria retirar a ridícula estrela vermelha da camisa (outro símbolo que tem por função apena divertir adversários) e admitiria a realidade, publicamente: o Palmeiras venceu uma Copa Rio importante pela qualidade de clubes participantes, mas, como torneio, absolutamente irrelevante.

Dai por diante, de volta à realidade, o clube exaltaria sua principal conquista, a Libertadores de 1999 – que não é pouca coisa, seguindo adiante, para, dentro de campo, conquistar, de fato, o torneio que “possui” somente da imaginação de alguns.

Erram também jornalistas – principalmente por exercerem esta profissão, ligados a negócios com o clube, que fomentam a irrealidade, de maneira consciente, com objetivo único de lucrar com o fanatismo dos menos inteligentes.

Gigante do futebol brasileiro, é assim que o Palmeiras deveria se comportar, não se deixar levar por atos de pequenez que servem apenas para transformar os torcedores alviverdes – os que sofrem pela atitude dos dirigentes, em alvo preferido das mais variadas piadas de boteco… ou da internet.

Na Câmara, Andres Sanches deixa escapar esquema ilegal de empréstimo da CBF aos clubes

O ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, em bate-papo na Câmara dos Deputados, desmentiu o atual diretor financeiro alvinegro, Emerson Piovesan, que, ao justificar adiantamento de receita do clube realizado pela Federação Paulista, nos mesmos moldes do procedimento habitual existente da CBF, disse não tratar-se de dinheiro oriundo das receitas de televisão da Rede Globo:

“(…) você tem as cotas da televisão… o tal do “adiantamento de receita” é cita de televisão… não é mais nada do que cota de televisão… não existe outra antecipação”

Questionado sobre se a Casa Bandida emprestava dinheiro dela às agremiações, Sanches esclareceu:

“não…  CBF não faz antecipação… “(empresta dinheiro) que era da televisão… como a globo não dá o dinheiro direto, a CBF passa a empresta por 1.5%, 1.6% de juros ao mês… ela é uma CBF, ajuda o futebol brasileiro, ela cobra juros, um factoring”

Autoexplicativa, a fala revela transações financeiras à margem da lei, com nítida ciência do homem forte do Corinthians, que chega a debochar do procedimento, tratado como “transação com factoring”, ramo de atividade que o parlamentar conhece bem.

Em 2008, o Blog do Paulinho revelou que Andres Sanches era um dos proprietários da Salamandra, factoring sediada em Campinas, mas tocada desde o Uruguai (por um de seus parentes), utilizada para emprestar dinheiro ao Corinthians, clube em que ocupava a presidência.

Ministério Público não pode descartar “mensalinho” da Crefisa a Mustafá Contursi

O MP-SP, através do promotor Paulo Castilho, conhecedor das profundezas do submundo esportivo, revelou estar investigando o repasse de ingressos da Crefisa a Mustafá Contursi, dono da alma e dos bolso de muita gente no Palmeiras, e posterior revenda, intermediada pela facção criminosa Manche Verde a terceiros, o que configuraria crime de ‘cambismo”.

Segundo a promotoria, seria 75 bilhetes a R$ 250 cada, por rodada.

Porém, equivoca-se o MP ao dizer que, “de boa fé”, a patrocinadora doava os ingressos a Mustafá, visando distribuição gratuíta a palmeirenses desafortunados financeiramente.

Castilho está longe de possuir a inocência necessária para acreditar em “papai noel”.

A operação da CREFISA, dizem, promovida pessoalmente pela madame Leila Pereira, esposa do proprietário da empresa, é indício claro de favorecimento indevido ao cartola que puxa as cordas do presidente e dos conselheiros do Palmeiras.

Vale lembrar que, meses antes, Mustafá moveu mundos e fundos para vilipendiar o estatuto palestrino em favorecimentos dos citados empresários, que elegeram-se, à custa de arranjos, conselheiros alviverdes.

Cristiano Ronaldo mostra que futebol precisa ser mais gay

Da FOLHA

Por MARILIZ PEREIRA JORGE

Na noite em que recebeu pela quinta vez o prêmio de melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo poderia ter garantido outro: o de jogador mais fashionista da história do futebol. Não há ninguém tão vaidoso, tão bem-vestido, tão imitado e que concilie tudo isso com o melhor talento em campo.

Craques estilosos estão por aí desde sempre. Mas Cristiano Ronaldo elevou a relação do futebol com a moda e a ostentação da beleza a outro patamar, o que deixou até David Beckham num nível inferior.

A vaidade de Beckham muitas vezes foi apontada como um dos empecilhos para que se transformasse num jogador melhor do que era. Ele foi indicado ao prêmio máximo do esporte em duas ocasiões, mas nunca chegou lá. Se cuidasse menos do cabelo, se não usasse saia, se não fosse tão “gay”, eram algumas críticas. Como se uma coisa impedisse a outra.

Cristiano Ronaldo comprova o contrário. O craque levou a obsessão pela beleza a níveis nunca antes vistos num ambiente em que, desde sempre e ainda hoje, todo homem precisa parecer homem. Ele desafiou o conceito da masculinidade reinante. É o ícone máximo da evolução do metrossexual ao “spornosexual”, a palavra que apesar de não ter caído no domínio do público melhor define o estilo do português, uma mistura de “esporte” (culto ao físico) e “pornografia” (fetiche).

Na cabeça da macharada talvez não haja nada mais gay do que um cara que depila o corpo, cuida da sobrancelha, posta fotos de cueca, faz luzes no cabelo e aparece sempre como se tivesse saído das páginas de uma revista de moda. Que bobagem. O que não falta no mundo é gay com pinta de machão.

Beckham durante muito tempo foi apontado como o homem que derrubou o tabu “gay” no futebol, ao desassociar sua imagem da sexualidade que lhe era imposta. Foi o primeiro jogador a abraçar o status de ícone da torcida homossexual, sem ser um.

O tabu persiste, mas Cristiano Ronaldo desestabilizou os clichês como nunca, embora ainda enfrente preconceito. Ele não se importa com as insinuações e faz piada delas. Em novembro, num jogo em que marcou três gols na vitória sobre o Atlético de Madri, o meia Koke teria chamado o português de “bicha”. “Uma bicha, mas cheio de dinheiro”, devolveu a provocação.

A homofobia é uma realidade no esporte. A maioria dos torcedores respiraria aliviada se Beckham, no passado, ou Cristiano Ronaldo, mais recentemente, se declarassem gays. Comprovaria a tese ridícula de que vaidade não é coisa de homem.

Mas Beckham se casou com uma mulher cobiçada, tiveram três filhos e vivem felizes desde sempre. Cristiano namora a modelo espanhola Georgiana Rodriguez, com quem teve o quarto filho.

Além de ser cinco vezes o melhor jogador do mundo, é também um rostinho bem-cuidado num corpo esculpido para ser desejado. E não apenas se orgulha dessa posição, mas faz disso uma máquina de ganhar dinheiro.

E tem feito escola. A regra é clara. Não basta fazer bonito dentro de campo. Para se destacar no mundo em que as redes sociais ditam quem são os ídolos, o jogador precisa se vestir bem, cuidar do cabelo, ter um estilo único. Tudo isso conta tanto quanto jogar bem e fazer gol. E quem mudou isso no esporte foi Cristiano Ronaldo. Talvez o futebol precise mesmo ser um pouco mais “gay” para ser menos preconceituoso.

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