Santos em Mattos sem cachorro

A gestão do esperto Alexandre Mattos no Santos é marcada por decisões que desafiam a lógica esportiva e financeira.

Destacam-se:

  • empréstimo de Tiquinho Soares, com o clube pagando 100% do salário, cerca de R$ 1,5 milhão por mês;
  • contratação de Billyal por R$ 1,3 milhão mensais, seguida de empréstimo ao Estrela Amadora, também com salários integralmente bancados;
  • contratação de Rony por aproximadamente R$ 25 milhões, com contrato de três anos e vencimentos de R$ 1,5 milhão mensais;
  • contratação de Mayke, igualmente com vínculo longo e salário de R$ 1 milhão por mês;
  • aquisição de Alexis Duarte por cerca de R$ 20 milhões, já marcada por problemas físicos do atleta;
  • contratação e prorrogação do empréstimo de Lautaro Díaz.

Nem colocaremos Neymar nessa conta, porque, neste caso, trata-se de um esquema que circula no andar de cima.

Em meio a suspeitas de alinhamento com empresários, esse tipo de movimentação deixa de parecer mera incompetência, exigindo explicações mais profundas.

A diretoria do Santos enxerga e não cobra, ou cobra para não enxergar?

Todos deveriam ser questionados e investigados não apenas em Vila Belmiro, mas também nas esferas oficiais, que têm obtido resultados relevantes em trabalhos recentes, como os realizados em Corinthians, São Paulo e Juventus.

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