Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“O culto à mentira é dos mais danosos comportamentos a que o indivíduo se submete. Ilusão do ego, logo se dilui ante a linguagem espontânea dos fatos”
Joanna de Ângelis – é uma entidade ou espírito, tratada pelo médium espírita brasileiro Divaldo Franco como sua guia espiritual
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Quem cala consente

Exatamente o que continuo e continuarei discorrendo sobre os árbitros do ontem e do hoje que, conhecedores das tretas e mutretas, visando escalas, curvaram e curvam seus corpos para beijar as imundas mãos da maioria dos dirigentes da CBF, federações, clubes, bem como, dos políticos, componentes da Justiça, do MP e pessoas ligadas à iniciativa privada que fazem parte do corpo diretivo ou administrativo das entidades citadas
Exemplos
E nome de alguns dos dirigentes a quem maioria dos árbitros venerava e venera: João Havelange, o Capo di tutti capi, (falecido em 2016) – Ricardo Teixeira, réu nos EUA e investigado na Espanha, Uruguai e Suécia – Eduardo José Farah, (falecido em 2014) – José Maria Marin, recentemente indiciado no EUA e Marco Polo Del Nero, fugitivo do FBI
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30ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2017
Domingo 22/10
São Paulo 2 x 0 Flamengo
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistente 01: Ivan Carlos Bohn (PR)
Assistente 02: Luciano Roggenbaum (PR)
Adicional 01: Adriano Milczvski (PR)
Adicional 02: Edina Alves Batista (FIFA-PR)
Item Técnico
No primeiro gol são-paulino marcado por Pratto, ocorreu irregularidade, vez que: sutilmente, o atacante tocou o braço na bola empurrando-a profundo da rede e próximo do poste esquerdo do goleiro, na cara do adicional 01
Item Disciplinar
Advertiu e corretamente com cartão amarelo 01 defensor do Tricolor do Morumbi e 01 flamenguista
Grêmio 1 x 3 Palmeiras
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)
Assistente 01: Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG)
Assistente 02: Sidmar dos Santos Meurer (AB-MG)
Item Técnico
Em lance aberto, de sua inteira e total responsabilidade, Ricardo Marques Ribeiro deixou de marcar clara penalidade máxima cometida por Kaio, defensor gremista, no palmeirense Keno
Impedimento
Seus assistentes cometerem dois erros
Segunda Feira 23/10
Botafogo 2 x 1 Corinthians
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistente 01: Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF)
Assistente 02: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
Item Técnico
Prejudicou a equipe corintiana por deixar de marcar a claríssima penalidade máxima cometida por Igor Rabello defensor do Botafogo, no instante que mesmo de leve, agarrou e, com as pernas, derrubou o corintiano Jô
Item Disciplinar
Advertiu com cartão amarelo 03 defensores do Botafogo e 02 do Corinthians
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Politica
Dia tenso mostra um presidente fragilizado duplamente

Para o governo, os caminhos seguem interrompidos, e sua abertura dependerá da reconstrução da base de sustentação
O clima na Câmara e no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 25, não era de comemoração nem mesmo de alívio. A vitória apertada na votação da segunda denúncia contra Michel Temer foi mais apertada do que na primeira, e a intercorrência médica pela qual passou o presidente mostra um homem – além do político – fragilizado
Nas conversas com ministros, líderes e assessores a apreensão era o tom que se sobressaía às tentativas de minimizar a internação de emergência do presidente e a constatação de que o placar dificilmente chegaria aos 263 votos de agosto. Foi pior ainda: Temer não obteve apoio de 257 deputados, o que configuraria a maioria da Casa
A crônica da vitória não celebrada começa pelo PSDB: o partido se manteve no muro, mas colocou um pé a mais no lado de oposição ao presidente. São Paulo de Alckmin e Doria só deu um voto pelo arquivamento da denúncia, como da primeira vez. E na Bahia do ministro Antonio Imbassahy os outros dois tucanos votaram pelo prosseguimento do processo
Fora o mico: bastou que Ricardo Tripoli (SP) dissesse que o parecer não deveria ser considerado do PSDB para que praticamente todos os deputados que se seguiram a ele – contrários ou favoráveis a Temer – fizessem questão de dizer “voto contra/a favor do relatório do PSDB”. Eis o preço de uma legenda não ter espinha vertebral nem coerência, para que lado seja
Minas Gerais, Estado de Aécio Neves e do relator Bonifácio de Andrada, deu uma votação massiva a favor do presidente. Foi o único Estado em que prevaleceu, ainda, a influência minguante do presidente licenciado do PSDB, que na semana passada recebeu ajuda do Planalto para se manter no exercício do mandato
A despeito dessas ilhas de apoio ao Palácio do Planalto, a desobstrução fisiológica de canal a que se submeteu Temer não encontra um equivalente político
Para o governo, os caminhos seguem interrompidos, e sua abertura dependerá da reconstrução da base de sustentação, alimentada nas últimas semanas com concessões generosas que não resultaram numa vitória expressiva. O mais significativo recuo foi quanto à privatização de Congonhas, joia da Coroa do pacote de privatizações empenhada no prego da fisiologia
Neste momento, não há entusiasmo para o pouco mais de um ano que o presidente tem pela frente. Muito menos por sua agenda calcada na necessidade de cumprir a meta fiscal e pela tentativa de fazer alguma reforma na Previdência
Se esta sair, será uma versão desidratada e dependerá da mediação de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente da Câmara cujo comportamento pendular nas últimas semanas o leva a sair fortalecido novamente
Não bastasse ter de se ajoelhar até o fim do mandato no altar da negociação com Maia e o Congresso, Temer não poderá dormir tranquilo enquanto aliados da vida toda estiverem presos e tentados a fazer delação premiada
Será necessário monitorar o pulso de Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves até a reta final do mandato. Vem aí uma convalescença política prolongada para Temer
Autora: Vera Magalhães-Jornalista e analista politica – Publicado no Estadão do dia 27/10/2017
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Bandido bom é bandido morto

Concordo plenamente com o líder do governo Michel Temer no Congresso Nacional, deputado André Moura (PSC-SE) por ter defendido em um palanque que “bandido bom é bandido morto”; vez que:
André Moura é réu em três ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF), investigado por formação de quadrilha e crimes de responsabilidade. Além disso, o deputado é investigado em outros três inquéritos no STF sob suspeita dos mesmos crimes e também de peculato (apropriação de dinheiro ou bem público em razão do cargo ocupado), fraude de licitações, desvio de recursos públicos e, tentativa de homicídio.
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Finalizando
“Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”
Sérgio Fernando Moro – É juiz federal da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, escritor e professor de direito processual penal na Universidade Federal do Paraná
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-28/10/2017
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:
*A coluna é também publicada na pagina Facebook: “No intervalo do Esporte”
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
