STJ julga ação de pivô das denúncias contra ex-presidente do SPFC

Da VEJA

Coluna RADAR

A empresária Cinira Maturana, que namorou o ex-presidente do São Paulo Carlos Miguel Aidar, foi à Justiça para impedir que dados de transações financeiras de sua empresa cheguem ao Ministério Público.

Aidar saiu do São Paulo pela porta dos fundos, em 2015. Seus adversários descobriram que a consultoria TML Foco, da qual Cinira é sócia, havia recebido um quinhão de 6 milhões de reais do contrato firmado entre o clube e a fornecedora de material esportivo Under Armour.

Com o escândalo na praça, Aidar renunciou, e o MP pediu ao Coaf detalhes das movimentações registradas pela TML Foco. A suspeita: lavagem de dinheiro. Cinira entrou com uma ação no Tribunal de Justiça-SP na tentativa de barrar o envio da informações. Perdeu.

Amanhã, a quinta turma do STJ julgará um recurso da empresária e decidirá se o MP tem direito a obter os dados ou se precisa de uma decisão judicial para recebê-los.

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