Del Nero, Ednaldo Rodrigues Gomes e Marin

Em novembro de 2022, a CBF, para fugir de indenização, firmou acordo com o grupo ‘Arco Iris de cidadania LGBTQIA+’, no âmbito da ação judicial que tramitava na 50ª Vara Civil do Rio de Janeiro.

Daquele mês em diante, todas as Seleções Brasileiras utilizariam a camisa de nº 24.

Por homofobia, a Casa Bandida recusava-se a inscrever jogadores com a numeração, ligada, popularmente, ao ‘veado’ do Jogo de Bicho.

Passados oito meses, o acordo, apesar de homologado, foi descumprido.

O ‘Arco-Iris’, por conta disso, pede desarquivamento da ação com prosseguimento para julgamento.

Este comportamento diz muito sobre o presidente da CBF, que, midiaticamente, tem acenado em defesa de temas sociais que nunca enfrentou, anteriormente, em décadas de poder na Federação Baiana.

Neste caso, nem mesmo pelo oportunismo, Ednaldo Rodrigues conseguiu superar o aparente desprezo que possui pela diversidade sexual.

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