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Joaquim Grava e Luan

Joaquim Grava, Bernardo, Oliverio Junior e Andres Sanches

Não é necessária grande inteligência para notar que o meia Luan desandou desde os tempos de Grêmio, quando, então no banco de reservas, foi contratado, a peso de ouro, pelo Timão.

Qualquer investimento de R$ 30 milhões (por apenas 50% dos direitos) deveria ser cercado de cautelas.

Se fisicamente o jogador tem sido aprovado nas diversas avaliações realizadas no CT, sendo pouco provável que tenha desaprendido a jogar futebol, o que sobra é a possibilidade psicológica ou, talvez, psiquiátrica.

Luan, em olhar leigo, aparenta depressão.

Tudo isso, apesar de evidente, jamais deveria ser confessado, publicamente e sem o aval do paciente, pelo médico que lhe assiste.

Foi o que fez Joaquim Grava durante a semana, revelando que indicou tratamento psicológico a Luan e que o atleta recusou-se a aceitar.

Para a opinião pública, livrou o pescoço da cartolagem – e o próprio – da ‘forca’, inserindo o do atacante.

No episódio da indução ao tratamento, Luan era, ainda que não formalmente, paciente de Grava, e o sigilo de sua patologia deveria, eticamente, ser respeitado.

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