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Carlinhos Maia e Neymar flertam com o homicídio

Carlinhos Maia encontra Neymar na Rússia - Portal Thiago Lagos

Neymar e Carlinhos Maia

Carlinhos Maia é um personagem conhecido, de pouco talento, mas algum poder de comunicação que sobrevive de ‘influenciar’ milhões de ignorantes na internet.

É um mercado farto que exige conteúdo irrelevante, porém bem produzido.

Dentro desse contexto, Maia financiou uma festa de natal para cem pessoas, dando de ombros para o COVID-19, evento que teve a participação das subcelebridades habituais, todos ávidos pelos cliques de 21 milhões de seguidores.

Estimulou, evidentemente, que muitos idiotas seguissem o exemplo, podendo gerar uma rede de contaminação, não apenas no ambiente original da irresponsabilidade – de onde já se tem notícia de contaminados – mas em lares menos providos de recursos para distanciamento.

Criticado por sensatos, Maia retrucou com palavrões, ignorância e ainda mais desrespeito pela vida, mas conseguiu, o que talvez fosse o objetivo, amealhar mais alguns milhares de curtidas e compartilhamentos.

Desde anteontem, Neymar está bancando um reveillon de cinco dias para 500 convidados no Rio de Janeiro.

Diferentemente de Maia, o atleta se comunica mal, mas atrai muito mais mídia, e dinheiro, através do talento, listado que está entre os dez melhores jogadores do planeta e, provavelmente, um dos três mais midiáticos.

Neymar não precisa de cliques para seguir fazendo fortuna, mas, ainda assim, é obcecado por eles.

Parece incapaz de amadurecer, muito pela necessidade de manter em seu entorno um grupo de pessoas, no qual a família está incluída, formado quando não pela essência da futilidade, por aproveitadores profissionais.

O jogador do PSG ‘viciou’ em ser símbolo de um grande número de idiotas e parece se identificar com a plateia.

Nem por isso, assim como ocorre com Maia, pode ser isentado da responsabilidade de ter contribuído para a infecção de seus convidados – alguns repetidos nas duas festas – e a possibilidade destes repassarem o vírus a outros, ocasionando, talvez, a morte de inocentes, ainda que em locais e dias distantes do evento.

Ambos, bem informados, sabedores dos riscos impostos a terceiros num período de aceleração da pandemia – a ponto de alguns Estados estarem em ‘fase vermelha’ de comportamento social – poderiam, em análise ampla, serem tratados como potenciais assassinos, assim como ocorre com o genocida que infelicita o planalto.

Se, indiretamente, hão de matar alguém, ainda não se sabe, mas é certo que, no mínimo, contribuíram para essa possibilidade.

Talvez, por conta do bolso cheio e das cabeças vazias as respectivas consciências não lhes pesem, mas tivéssemos autoridades mais preocupadas com o que de fato é importante e esses dois, assim como outros que existem por aí, estariam encrencados com a Justiça.

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