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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O mal da ganância é não ter freios”

Ediel – Jornalista, cartunista e humorista

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SAFESP x FPF. Minha dedução

Os descordos do então candidato, agora presidente do SAFESP Aurelio Sant’Anna Martins em relação à FPF, mormente a ex-árbitra e presidente da Comissão de Arbitragem Ana Paula Oliveira, após ter negado pedido de ajuda aos associados devido à paralização das varias divisões do Paulistão 2020 em virtude do Covid-19 avolumam-se;

Exemplo

Recentemente Ana Paula efetuou convite opcional para os árbitros participarem via On-line de bate-papo sobre regras;

Desgostoso

Aurelio Sant´Anna Martins e diretores através conversas pessoais e mensagens instou os árbitros a não participarem do evento.

Apesar disso

O evento teve participação encorpada;

Claro

Demonstrar da insatisfação com os rumos derivados da diretoria.

Percebo

Que ao assumir o “douto” presidente do SAFESP como que se vingando por não ter sido o indicado quatro anos atrás para ser representante da entidade no TJD/ FPF por Arthur Alves Junior que:

Usando

Da prerrogativa do cargo, indicou o deputado estadual Antonio Assunção de Olim, cujo mandado, passados quatro anos, encerra-se no mês de Junho ou Julho ano 2020.

Abeira-se

O prazo para renovar ou indicar outro representante da classe junto ao TJD/FPF,

Antevejo

Aurelio Sant´Anna Martins próximo de concretizar seu intento.

Logo

Não havendo impedimento estatutário, apesar de ser aético (creio que nunca o teve), poderá se auto indicar.

Tampando

O sol com peneira Aurelio poderá convocar assembleia especifica, na qual, se apresentará pretendente.

Sabemos

Que a primeira chamada deve ter 50% + 1 do quadro associativo, fato próximo do impossível de acontecer;

Na

Segunda chamada à assembleia será aberta com mínimo dos presentes, normalmente, atrelados à diretoria;

Seguramente

Mesmo que tenha concorrente Aurelio obterá a indicação

Isso

Acontecendo, a vice presidente Regildênia de Holanda Moura assumira a presidência.

Outra pressuposição

Aurelio renovar a indicação do deputado Antonio Assunção de Olim, recebendo contrapartida que o agrade.

Conclusão

Com ou sem Aurelio o SAFESP continuará tendo na presidência, extensivo a maioria dos diretores; zero de idealismo.

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Política

Jair Bolsonaro, que tanto diz prezar a lealdade, foi absolutamente desleal com o presidente do STF. O objetivo foi somente usar Dias Toffoli para sua propaganda política desvairada

O presidente Jair Bolsonaro, que tanto diz prezar a lealdade, foi absolutamente desleal com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli. Praticamente sem aviso prévio, como fazem os que não tiveram educação em casa, Bolsonaro foi ao Supremo acompanhado de uma comitiva de empresários e assessores para cobrar do ministro Toffoli providências para levantar as medidas restritivas impostas nos Estados para enfrentar a pandemia de covid-19.

A deselegância da visita sem convite nem foi o pior aspecto desse episódio vergonhoso. Para começar, o presidente Bolsonaro providenciou uma equipe de filmagem para registrar o momento e transmitir as imagens em suas redes sociais, com o objetivo evidente de fazer do embaraçoso encontro um evento eleitoreiro.

Na encenação mequetrefe que protagonizou, e para a qual arrastou o chefe do Poder Judiciário, o presidente Bolsonaro pretendia afetar preocupação com a economia do País, duramente prejudicada pela pandemia. Na verdade, sua única preocupação, como sempre, era com a manutenção de seu capital eleitoral, que míngua à medida que a inédita crise avança.

No seu afã de parecer um herói do setor produtivo, demandou que as restrições acabem “o mais rápido possível”, para aliviar as “aflições” dos empresários, pois “a economia também é vida” – isso no dia em que o País ficou sabendo, por meio da Confederação Nacional de Saúde, que o sistema hospitalar privado de seis Estados já não tem mais UTIs disponíveis em razão do colapso do sistema público.

A deslealdade de Bolsonaro, portanto, não foi somente em relação ao ministro Toffoli, mas também com os brasileiros que já morreram e com os moribundos. O presidente explora o padecimento de seus concidadãos para minar a imagem dos que considera seus adversários – isto é, todos os que não lhe dizem amém – e fugir de suas responsabilidades como chefe de governo.

Assim, o improviso de Bolsonaro foi perfeitamente calculado. Formado na velha política, o presidente sabe farejar oportunidades para exercitar seu populismo reacionário. Enquanto governadores de Estado lutam para convencer seus governados a ficarem em casa, pois esta é a única maneira de enfrentar o coronavírus, o presidente surge impetuoso no Supremo como o destemido defensor do povo que “quer trabalhar”. E os empresários que acompanharam Bolsonaro deram seu aval a esse engodo, que é mais um vexame que o País está a passar graças à leviandade bolsonarista.

Mas há outra razão, não tão evidente e talvez mais importante, que levou Bolsonaro a tentar envolver o ministro Dias Toffoli em sua contradança macabra. O presidente quis causar constrangimento ao Poder que ora tolhe seus movimentos autoritários e amofina o clã Bolsonaro. Seguidas derrotas no Supremo transformaram os ministros togados em inimigos do bolsonarismo, a ponto de o próprio presidente, há alguns dias, ter feito um comício em que invocou as Forças Armadas vituperando contra as interferências do Judiciário em suas decisões. Mais golpista, impossível.

Mas o presidente do Supremo não se deixou intimidar. Primeiro, disse a Bolsonaro que, para enfrentar a pandemia e seus efeitos sociais e econômicos, “é fundamental uma coordenação (do governo federal) com Estados e municípios”, cobrando do presidente a formação de um gabinete de crise efetivamente nacional, que nunca existiu. Em seguida, o ministro Toffoli lembrou ao chefe do Executivo que “a Constituição garante competências específicas para os entes” (União, Estados e municípios) e, por isso, o Supremo já definiu que governadores e prefeitos têm a prerrogativa de adotar medidas de isolamento. Logo, se Bolsonaro pretendia arrancar do ministro Toffoli algum compromisso com sua estratégia destrambelhada de enfrentamento da pandemia, deve ter saído frustrado do encontro.

Mas não nos deixemos enganar. O objetivo de Bolsonaro não era converter o ministro Toffoli a seu credo sinistro, e sim somente usá-lo para sua propaganda política desvairada. Para os inocentes úteis que ainda enxergam em Bolsonaro um chefe de Estado, e não um oportunista, ele certamente foi bem-sucedido.

Editorial do Estadão publicado no dia 08/05/2020

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“Quando o Poder embriaga, a ressaca do fracasso é inevitável”

Juahrez Alves – é produtor cultural, professor graduado em Letras, filósofo e escritor

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-09/05/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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