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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Traspasse

Estou chocado com a noticia sobre o falecimento do árbitro Adair Soares Augusto, ocorrido na madrugada do dia 04/08/2017.

Certamente, seu espírito seguira iluminado no planeta superior

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Cansou

Os erros primários cometidos nas diversas séries desde o inicio do Brasileirão, tanto na parte técnica, quanto na disciplinar são inadmissíveis.

Conferências

Ao que sabemos, quase que diariamente, os “botos-brancos” são convocados para ouvirem palestras brotadas de bocas  que se autodenominam estar no topo do conhecimento sobre as leis do jogo; este forçar, sem sombra de duvida, é o principal causador do anêmico desempenho dos aplicadores das leis do jogo

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17ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2017

Sábado 29/07

Botafogo 3 x 4 São Paulo

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)

Assistente 01: Bruno Raphael Pires (FIFA)

Assistente 02: Leone Carvalho Rocha (GO)

Item Técnico

1º – Deixou de marcar a penalidade máxima cometida por Edimar, defensor são-paulino no momento que subiu com os braços abertos e, com a mão esquerda, desviou a trajetória da redonda, impedindo que chegasse para um dos seus oponentes

2º – Estranhamente, vez que estava muito distante do lance, o boto-branco, contando com a omissão do adicional 02: Breno Viera Souza, marcou penalidade máxima favorável ao São Paulo quando da disputa normal entre Wellington Nem com o oponente Joel Carli

Item Disciplinar

Aceitável

Domingo 30/07

Corinthians 1 x 1 Flamengo

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Assistente 01: Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG)

Assistente 02: Pablo Almeida da Costa (MG)

Item Técnico

Erro ou desconhecimento do assistente 02 prejudicou e muito o Corinthians no momento que levantou seu instrumento de trabalho sinalizando o inexistente impedimento no instante que o atacante corintiano Jô, estando posicionado bem atrás, recebeu e mandou à redonda profundo da rede da equipe rubro-negra

Corroborou

No lance acima descrito, o árbitro estava próximo, de frente para o lance, e, mesmo que tenha caído ao solo, via TV, ficou visível que permanecia ligadíssimo no fato, portanto, através das meias deveria ter diferenciado Jô de seus oponentes, vez que,

– a meia do corintiano era branca, dos flamenguistas continha faixas bem largas nas cores preta e vermelha; mesmo assim,

– aplicando o ensinado na escola Arnaldo Cesar Coelho, Ricardo Marques Ribeiro se fez de migué; ou seja: Na boa estou contigo, na ruim você segura

Item Disciplinar

01 amarelo pra defensor flamenguista.

18ª Rodada – Quarta Feira 02/08

Botafogo 1 x 2 Palmeiras

Árbitro: Rafael Traci (PR)

Assistente 01: Ivan Carlos Bohn (PR)

Assistente 02: Luciano Roggenbaum (PR)

Item Técnico

Quando recebeu a bola, para marcar o gol de empate em 1x 1, o atacante botafoguense Pimpão se encontrava em posição irregular (impedido) não sinalizado pelo assistente 02, omissão da adicional 02: Edina Alves Batista (FIFA-PR), seguidos do distanciamento do árbitro

Item Disciplinar

Advertiu corretamente: 05 defensores do Botafogo e 03 do Palmeiras

Quinta Feira 03/08

São Paulo 1 x 2  Coritiba

Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)

Item Técnico

Desta contenda assisti ao vídeo da correta marcação da infantil penalidade máxima cometida por Bruno defensor são-paulino no oponente Rildo

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Politica

Bonito seria corrigir

A maior crise enfrentada em nossos dias deriva essencialmente da voracidade de grupos econômicos que se associaram com líderes políticos e governantes para devorar o Estado. Aniquilaram assim o potencial de desenvolvimento nacional e, por tabela, geraram incalculáveis perdas sociais e injustiças.

Tem quem ache que o Brasil viveu bons momentos durante a fase de genuína cleptocracia e não consegue conectar a crise de agora aos desperdícios e rombos de apenas alguns anos atrás. Isso leva a crer que o erro se repetirá e se agravará.

As delações de empreiteiros e de figuras do submundo da roubalheira, que operaram o maior assalto à coisa pública já ocorrido no planeta, são elementos que, por meio de acordos baratos de leniência, voltarão em breve “ad delinquerem”. Alguns nunca pararam, confiando que aqui é o paraíso da corrupção que está sofrendo apenas uma desaceleração. Pau torto não se endireita, torto ficará para sempre ou até ser incinerado.

Partidos, ministérios e miríades de derivados de estatais parecem ter sido constituídos para dar fartura aos criminosos, e não para atender o cidadão em suas necessidades. O sacrifício do contribuinte evaporou-se inutilmente. A pátria foi arrombada, e nota-se que, quanto mais opulentos os arrombadores, mais ganância despudorada usaram.

Algumas interceptações telefônicas refletem a abominável cobiça que imperou e provavelmente ainda impera à sombra de renovados cuidados.

Não existem hoje ruínas de partido que possam lembrar os antigos esplendores ideológicos. Esquerda e direita apresentam-se como faces de uma moeda que apodreceu na passagem pelo poder e deixou seus fantasmas incapazes de conquistar a confiança das massas.

As intenções dos eleitores de agora não serão exatamente aquelas que se manifestaram numa campanha, mas precisam levar a sério que o sofrimento avassalador ofusca o intelecto e acende a revolta.

O que interessou aos corruptos foi o ganho, custe ou que custar. O resto ficou na irrelevância. Provavelmente, a insensibilidade, não de consciência calcificada, não permitiu concatenar os efeitos avassaladores que atingem o último elo da cadeia social, repleto de miserabilidades, de sofrimentos e de fome.

Parece que o patrimônio comum foi considerado um bolo de chocolate à disposição de quem o garfa primeiro e com maior ferocidade. Levados obcecadamente para manter o poder e se fartar temerariamente.

Os golpes se deram em expressiva parcela por meio das nomeações de apadrinhados nos principais entroncamentos das finanças públicas.

Como se dava nas cobranças de taxas e pedágios pela Coroa portuguesa nas principais vias hídricas que serviam de comunicação. Instalava-se antigamente um posto de controle armado ao longo dos rios, como aquele que resta nas margens do Jequitinhonha, lá onde acaba a região aurífera em Berilo, na erma localidade chamada Bonito.

Quem me levou a conhecer essa localidade foi o ex-prefeito João Tobinha. Chegamos lá atrasados, já na escuridão, e os poucos moradores fizeram uma festa com direito a um comício. Nunca tinham visto um deputado.

“Por que Bonito?”, perguntei. “Ora, aqui é Bonito mesmo”. Do alto do barranco se avistava, à luz do luar, um longo trecho do rio que se estreitava naquele ponto facilitando o enfrentamento de qualquer situação que rendia a cobrança de 20% aos mercadores que retornavam a Caravelas, localidade às margens do oceano na Bahia.

A Coroa apenas cobrava, sem nada fazer.

Mais recentemente os cargos cobiçados pelos líderes de partidos, mais que cabides de emprego, representam um posto avançado de cobrança de taxas, como em Bonito.

Ensina Eduardo Cunha que a cobrança se dava por meio dos apadrinhados fincados nos entroncamentos que mapeava cirurgicamente para extorquir suas propinas.

A desfaçatez e a ousadia se alongaram com outras fórmulas, como ameaçar abertura de CPI e vender o conforto da libertação do pesadelo.

Neste momento, em que as regras da corrupção se evidenciaram, o governo e o próprio Congresso deveriam legislar para que isso não se repita. Difícil!

Autoria do empresário, escritor, político e filósofo italiano Vittorio Medioli, naturalizado brasileiro em 1981 – Publicado no jornal “O Tempo” do dia 30/07/2017

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Finalizando

Indecorosos ocupantes dos cargos eletivo

Tenham conhecimento que nunca fui e não tenho tendências para ser ladrão ou enganar alguém; por este e outros motivos afirmo:

Não abonei e não abono que nenhum dos componentes das diversas casas legislativas deste corroído Brasil, brasileiro, assim como, os ocupantes dos poderes executivo, digam que me representa nos momentos que cometem atos delituosos para se autofavorecer, igualmente, aos membros de sua prole e quadrilha

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-05/08/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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