O Palmeiras e a “madame”

(trecho da coluna de JUCA KFOURI, na FOLHA)
Muito mais rapidamente do aqui prognosticado, a criatura e o criador romperam no Palmeiras.
A submissão ao patrocinador comprova que a auto-suficiência é ainda um objetivo inalcançável para os clubes brasileiros.
A madame comprou sua eleição.
Pode até vir a valer uma Libertadores, mas não fica em pé, como não ficou o esquema do campeão mundial de 2012 pós-Lula, o melhor presidente da história do Corinthians.
Aliás, dizer que a renovação do contrato de patrocínio ficou para depois da eleição do conselho palmeirense, como prova de não-interferência, é hilário.
Não deveria ser o contrário?
