Vice-presidente rastejando aos jogadores do Corinthians escancara falta de vergonha em Parque São Jorge

Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, apesar de não exercer qualquer função no departamento de futebol e de ser réu sob acusações de furtar dinheiro do clube, além de coagir funcionários, viajou com a delegação para Porto Alegre, onde a equipe enfrentará o Internacional.
Falta-lhe vergonha.
Há algum tempo, exigiu a renúncia do então presidente, que, naquele momento, era apenas alvo de investigação policial no famoso caso “Vai de Bet”.
O constrangimento aumenta porque é público e notório que os jogadores rejeitam sua bajulação, especialmente Memphis Depay, que chegou a expulsá-lo de uma festa de aniversário.
Ainda assim, Armando insiste em rastejar.
Em silêncio, o Centrão, grupo que o acolhe, também finge que nunca exigiu a saída de Augusto Melo e ignora que seu representante na diretoria responde a acusações na Justiça.
Esse, aliás, tem sido o modus operandi desse grupo há duas décadas.
Quando há cargos e empregos em disputa, a adesão é imediata, ainda que o cheiro de esgoto paire no ar.
Outro sem vergonha é o presidente Osmar Stabile.
Incapaz de proteger a imagem do clube, preocupado apenas em preservar as benesses que lhe permitam permanecer no poder, não tem coragem de impedir que seu vice exponha a instituição a tamanho vexame.



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