Advogado de presidenciável do Corinthians agiu para facilitar a compra de votos?

A Justiça de São Paulo, em ação movida pelo associado João de Oliveira, advogado do presidenciável André Negão, suspendeu parte das regras estabelecidas pelo Corinthians para a eleição marcada para 28 de novembro de 2026.
Entre elas, as limitações ao pagamento de mensalidades de associados por terceiros.
Segundo a decisão, essas exigências não estão previstas no Estatuto e não podem ser justificadas apenas pela suspeita genérica de compra de votos.
Eventuais irregularidades deverão ser investigadas caso a caso.
No Corinthians, historicamente, elas ocorrem e não são apuradas.
Mesmo quando explicitadas pela imprensa, nada acontece.
Foi assim no caso do áudio em que o atual secretário-geral, Antonio Rachid, aparecia pagando mensalidades de eleitores de Paulo Garcia, ou quando o agente Carlos Leite fez o mesmo com votantes de Andrés Sanchez.
Todos sabem disso.
Resta saber por quais motivações o Dr. João resolveu incluir esse pedido, entre outros, na ação apresentada à Justiça.
Para beneficiar eventual compra de votos por algum candidato ou porque, “generosamente”, decidiu bancar associados do Corinthians em dificuldades financeiras?

