Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Faça às pazes consigo,

essa confraternização é importante pro evolucionário…”

Nilton Mendonça: pensador 

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Convite aos árbitros federados NO ANO 1960 A 2012 para que se façam presentes na Churrascaria Estância Marginal localizada na Rua Catumbi 1393 – no Belenzinho.

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18ª Rodada do Brasileirão 2023

Sábado 05/08

Santos 1 x 1 Atletico-PR

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento (MG)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

Apesar de ter sido lance no qual tinha visão livre, arbitro nada marcou quando a redonda foi desviada ao bater no braço aberto de um dos defensores atleticano e jogo seguiu.

Corretamente

VAR solicitou que revesse o fato no monitor; lá chegando viu, reviu, voltou apontando a penalidade máxima batida por Marcos Leonardo empatando na bacia das almas: 1×1

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para santistas e 02 para atleticanos

Internacional 2 x 2 Corinthians

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

VAR

Wagner Reway (VAR-FIFA / PB)

Item Técnico

1º – Aos dezesseis minutos da primeira etapa de Internacional 0 x 1 Corinthians, em ataque ocorrido pelo lado direito da equipe colorada, Pedro Henrique bem posicionado cruzou a redonda, Cassio espalmou, sobrou para Bruno empatar 1×1; assim que a bola ultrapassou a linha da meta, o assistente 02: Alex dos Santos (SC) levantou a bandeira apontando impedimento do Pedro Henrique;

VAR

Traçou linhas e a distância comunicou gol legal 1×1

2º – Acertou ao marcar a penalidade máxima no momento em que o colorado Johny puxou a camisa do oponente Yuri, somado ao tranco nas pernas.

Penalidade

Cobrada por Fabio Santos produzindo o segundo gol corintiano

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para colorados e 03 para alvinegros

Vermelho: Carlos de Pena defensor da equipe mandante

Domingo 06/08

São Paulo 0 x 2 Atlético-MG

Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

O segundo gol atleticano foi concretizado por Pavón cobrando penalidade máxima cometida pelo são-paulino Lucas

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para são-paulinos e 05 para atleticanos

Copa Sul-Americana – Terça Feira 08/08

Newell´s Old Boys 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Andrés Rojas (FIFA-COL)

VAR

Jhon Perdomo (FIFA-COL)

Item Técnico

Obedeceu a lei da vantagem, se fez presente quando necessário e, não influiu no resultado

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintiano e 04 para visitantes

Copa Libertadores da América – Quarta feira 09/08/2023

Palmeiras 0 x 0 Atlético-MG

Árbitro: Fernando Rapallini (FIFA-ARG)

VAR

Jorge Baliño (FIFA-ARG)

Item Técnico

1º – Fernando Rapallini corretamente sinalizou ‘segue o jogo’, não dando atenção as reclamações palmeirense que pediram penalidade máxima no lance disputado lealmente por um dos atleticano com o palmeirense Rony

2º – Pouco mais a frente Fernando Rapallini corretamente determinou ‘segue o jogo’ no lance ocorrido na área alviverde no instante que Mayke tendo próximo e, na sua frente, o comparte Gabriel Menino, tocou a redonda de cabeça para afasta-la de sua área;

A

Curta distância entre os dois palmeirense causou a batida da bola no braço esquerdo do Gabriel Menino que estava no movimento corporal normal e legal, vez que o fato foi espontâneo.

No Todo

Fernando Rapallini aplicou e bem a lei da vantagem.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para palmeirenses e 02 para atleticanos

Vermelho: Eder Aleixo auxiliar técnico atleticano e Endrick defensor alviverde

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Coluna em Vídeo

Hoje não teremos, por razões de agenda, a publicação da versão em vídeo da Coluna que retornará na próxima semana.

Agradecemos pela compreensão.

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Politica

Apetite insaciável

Partidos ignoram as mazelas nacionais e querem fundo eleitoral ainda mais polpudo

Não há dinheiro que baste para saciar a fome pantagruélica dos partidos por mais recursos públicos. De olho nas eleições municipais do ano que vem e em meio à discussão do Orçamento de 2024, os mandachuvas de quase todas as legendas têm articulado um novo aumento do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o chamado fundo eleitoral. Para a eleição geral de 2022, vale lembrar, os partidos tiveram R$ 5 bilhões para gastar – um recorde. Mas o que é um recorde, afinal, senão algo a ser batido?

Para as eleições que se avizinham, as legendas pleiteiam um valor próximo dos R$ 5,5 bilhões, considerando apenas a inflação no período. Se esse despautério avançar – e não há razões para ter fé no contrário, haja vista que, quando querem, os caciques se unem na desfaçatez para aprovar qualquer coisa que atenda a seus interesses comuns –, será, mais que um desrespeito aos contribuintes, mais uma declaração de absoluto alheamento à realidade do País, além de uma profunda desconsideração pela indignação de muitos brasileiros com essa farra envolvendo os fundos bilionários que engordam, ano após ano, o caixa dos partidos políticos.

Os partidos, é importante deixar claro, não precisam de mais dinheiro; nem para manter suas atividades político-administrativas, bancadas pelo fundo partidário, nem para custear as campanhas, via fundo eleitoral. O que devem fazer, mas não fazem porque não lhes interessa, é buscar meios de financiamento privado. Ou, enquanto durar o jorro de dinheiro público, gastar menos, com mais eficiência, e realizar campanhas mais baratas. É algo absolutamente possível.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, bem que tenta colocar um freio na ânsia das legendas por mais recursos públicos, limitando o fundo eleitoral para as eleições de 2024 aos R$ 5 bilhões destinados às campanhas para o pleito de 2022. Mas, por óbvio, Haddad tem enfrentado forte resistência. Não é improvável que o ministro saia derrotado dessa contenda.

A vida de dirigente partidário é extremamente cômoda no Brasil. Malgrado serem líderes de organizações privadas que deveriam, portanto, viver de recursos privados, os caciques desfrutam de um conforto que só aqueles que têm a certeza do dinheiro líquido e certo pingando todos os meses, e sem ser necessário esforço algum, conhecem. Não movem um dedo para aproximar os partidos dos eleitores e, desse modo, angariar apoios na sociedade que se traduzam em doações de filiados ou simpatizantes. É uma lástima.

A democracia representativa será mais madura na exata medida em que os partidos se sentirem compelidos a transmitir melhor aos eleitores os seus valores, ideias e propostas para o desenvolvimento econômico e social do País, supondo que os tenham, é claro. Assim, serão capazes de atrair filiados ou simpatizantes dispostos a contribuir para suas atividades. Contudo, a eterna fonte de recursos públicos que abastecem as agremiações, virtualmente inesgotável, inibe esse movimento civilizatório.

Passa da hora de a sociedade se insurgir contra essa esbórnia e pugnar pelo fim dos fundos públicos para os partidos políticos. A passividade joga a favor dos aproveitadores.

Opinião do Estadão publicada na sexta feira 11/08/2023

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*Chega da “desavergonhada corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, ministério público; idem funcionários públicos de todas as escalas e nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“O Brasil não é o único país corrupto do mundo. Mas a nossa corrupção é mais gratificante”

Millor Fernandes foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor, poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-12/08/2023

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