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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Perguntaram a Al-Khwarizmi sobre o ser humano e ele respondeu

– Se tiver Ética, então é igual a 1 (um)

– Se também for Inteligente, acrescente 0 (Zero) e será igual a 10 (dez)

– Se também for Rico, acrescente mais um 0 (zero) e será igual a 100 (cem);

– Se ainda for Belo, acrescente mais um 0 (zero) e ele será igual a 1000 (mil);

– Mas se ele perder o 1 (um), que corresponde a Ética, então perderá todo o seu valor, pois restarão apenas os zeros.

Al-Khwarizmi – foi uma das mentes mais brilhantes da Idade Média (matemático, geógrafo, astrônomo e historiador)

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Significado de Ética

Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter

É pra rir

Partindo do significado da palavra ética, fico pensando com os meus botões com que cara o todo poderoso Sergio Correa da Silva ministrou sua palestra no dia 03/11 no finalizado Curso de Formação de Instrutores de Arbitragem de Futebol bolado pela ANAF – Associação dos Árbitros de Futebol e SAFESP – Sindicato dos Árbitros de Futebol do estado de São Paulo

Curriculum

Ético do todo poderoso é apavorante.

– Salvo pequena falha de tempo, por volta do inicio da década 2000, na condição de presidente do SAFESP, Sergio Correa da Silva não bicava com Marco Polo Del Nero, então presidente da FPF

– Paralelamente, Sérgio e Artur Alves Junior também não se bicavam, nos cantos e nas esquinas da vida em conversa com os árbitros, cada um dizia o diabo em detrimento doutro;

– os desentendimentos resultaram na criação da Cooperativa dos Árbitros e prejuízo para seus associados, vez que, eram obrigados a pagar duas mensalidades, se não o fizessem: não eram escalados

Pizza

No hoje, eles se trocam elogios, se abraçam e tocam as porcas e análogas mãos do Marco Polo Del Nero

Ao que pergunto

Cadê a ética?

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34ª e 35ª Rodada da Serie A do Brasileirão – 2017

Sábado 11/11

Corinthians 1 x 0 Avaí

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (FIFA-PA)

Item Técnico

Na primeira etapa o boto-branco do apito deixou de marcar a penalidade máxima cometida por Maicon defensor do Avaí, no instante que derrubou no corintiano Clayson

Item Disciplinar

Advertiu com cartão amarelo três defensores do Corinthians e três do Avaí

Segunda Feira 13/11

Chapecoense 2 x 0 Santos

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Item Técnico

Pouco exigido

Item Disciplinar

Advertiu corretamente 03 defensores santistas

Cerrando

Contenda inteiramente horrível

35ª Rodada – Quarta Feira 15/11

Corinthians 3 x 1 Fluminense

Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)

Assistente 01: Kleber Lucio Gil (FIFA-SC)

Assistente 02: Neuza Ines Back (FIFA-SC)

Quarto Árbitro: Henrique Neu Ribeiro (SC)

Adicional 01: William Machado Steffen (SC)

Adicional 02: Evandro Tiago Bender (SC)

Item técnico

Durante o andamento da contenda o assoprador de latinha, inverteu, deixou de marcar faltas; dentre estas:

– penalidade máxima cometida pelo defensor corintiano Pablo no momento que desviou a trajetória da redonda com uma cotovelada;

– lembrando que neste momento o placar apontava 2 x 1 pro Corinthians

Outra pisada e feia

– nas leis do jogo ocorreu quando de uma falta não marcada no goleiro da equipe carioca,

– de imediato o boto-branco ergueu seu braço indicando que nada ocorrera, determinando a sequência do lance

Voltou atrás

– No mesmo momento, Evandro Tiago Bender, adicional 02 através comunicador disse-lhe que a falta existiu;

– contrariando a si mesmo, o boto-branco paralisa a contenda apontando que o goleiro sofreu a falta

Item Disciplinar

Embora tenha advertido com cartão amarelo 01 corintiano; deixou de fazê-lo para Pablo, Gabriel e Camacho, concordo com os 06 pros tricolores

Findando

Trabalho fraquíssimo do assoprado de latinha

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Política

Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero… E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins* Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!

Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna). Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso.

Assim, menos de 450 mil índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela – passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele.

Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências – algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo!

Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse ‘privilégio’, simplesmente porque esse cumpre a lei..

Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.

Ivens Gandra Martins é um jurista, advogado, professor e escritor brasileiro. É professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e membro da Academia Brasileira de Filosofia.

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Finalizando

Olha de novo: não existem brancos, não existem amarelos, não existem negros: somos todos arco-íris.

Ulisses Tavares – é um poeta, escritor de literatura infantil e jornalista brasileiro

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Chega de discriminação, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-18/11/2017

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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